Mitos e Lendas saídos do 25 de Abril (II)
Publicado por PMF em 25 Abril, 2008
Publicado por PMF em 25 Abril, 2008
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25 Abril, 2008 às 6:35 pm
Ora nem mais.
Uma série de postes de se lhes tirar o chapéu!
25 Abril, 2008 às 6:49 pm
Vasco Granja também foi intérprete do 25 de Abril.
Chapeau !
25 Abril, 2008 às 7:11 pm
Incorrecto PMF. É verdade que Granja apresentou muitos filmes de Leste, ainda bem que o fez para termos diversidade.
É também verdade que muitos desses filmes eram chatos, no entanto outros eram belíssimos.
Será que o PMF defende o monolitismo ?
Recordo ainda que Granja apresentava imensos filmes de Tex Avery. Veja se se recorda http://www.texavery.com/shots/ de alguns. Eram igualmente frequentes filmes do National Film Board of Canada, particularmente de Norman McLaren.
Talvez o tempo já lhe tenha esbatido a memória, o que é compreensível, mas eu ainda lembro e recordo cm saudade e gratidão a Vasco Granja por me ter mostrado coisas diferentes e boas.
25 Abril, 2008 às 7:50 pm
deixa lá,
capitalista,
que os teus são
pouco estúpidos, além
de fundamentalistas, como
a maioria dop labrego americano,
excepção feita à minha amiga
scarllet Johanson,
cum caray.
25 Abril, 2008 às 8:03 pm
Junto a minha voz ao Pêndulo, a animação que Vasco Granja nos mostrou era belíssima…
Obrigado Vasco Granja!
Cumprimentos,
Paulo
25 Abril, 2008 às 8:19 pm
PMF,
Exagera um pouco. É verdade que as fitas de animação de Leste eram do tipo tortura mental, mas VGranja teve o mérito de mostrar muito Tex Avery.
No entanto, nunca mais houve nada como os Looney Tunes (Pepe Le Pew, o meu preferido, Foghorn Leghorn, Bugs Bunny, Daffy Duck, etc., etc.).
25 Abril, 2008 às 8:38 pm
Subscrevo o comentário nº 5.
25 Abril, 2008 às 8:38 pm
E também o nº 3.
25 Abril, 2008 às 8:47 pm
Vasco granja teve de cumprir as ordens do democraticíssimo COPCOM e dos camaradas otelos (os grandes democratas dos cravos vermelhos!), mas lá foi passando subrepticiamente muitos outros desenhos animados, como já foi referido. Mérito dele, há que reconhecêlo. Já não se lembram da pantera cor-de-rosa?
25 Abril, 2008 às 8:56 pm
Tem razão. Imperdoável omissão a da Pink Panther!
25 Abril, 2008 às 9:07 pm
Não vimos o mesmo Vasco Granja: sim, havia muitos filmes de Leste (e bons também), mas e os filmes canadianos (do National Board) que são essenciais em qualquer história da animação? E vi dezenas de Wily Coyote, Pantera Cor-de-Rosa, Pernalonga, — precisamente nos programas do Vasco Granja. Tomara que houvesse qualquer coisa assim hoje. E mais: a Tintin, com a melhor BD franco-belga, era dirigida por ele.
25 Abril, 2008 às 9:09 pm
Foi o Vasco Granja, entre outros, que me fez perceber que a revolução caminhava para algo que nada tinha a ver comigo. Se a liberdade era estar poroibido de ver o Super-rato… dois ou três anos mais tarde, com outro corpo, já andava á porrada com os UEC’s e, ainda hoje, quando os vejo a desfilar com aquele olhar cerebral típico dos que receberam a revelação, só me apetece voltar a dar-lhe carolos naquelas tolas.
O que vale é que eles já levaram um valente Koniec em todo o lado, menos em Portugal, Cuba e Coreia do Norte.
25 Abril, 2008 às 9:30 pm
Valha-nos Deus (ou outra entidade qualquer), Rui Tavares e outros!!
Estamos a falar do facto de, o velho e esperado horário de desenhos animados que todos os miudos de 6, 7 e 8 anos esperavam ansiosamente, para verem o (que eu me recordo perfeitamente!) Speedy Gonzalez, ser substituido, na RTP, pelo Vasco Granja, com as suas belíssimas obras de arte, com os filmes do National Board do Canadá e coisas quejandas. Meus caros, eram todas muito interessantes, sem dúvida que, alguma sdelas, nem importo nada de as rever, agora!! Mas estamos a falar do programa (na época) preferido das CRIANÇAS! Ainda me recordo do final de alguns programas, “Agora, amiguinhos, vamos ver um bonito filme do Polaco Lech Gabnismwwz, que se chama WrdsbWrmmzsky, que quer dizer, o …… Boa noite a até para a semana”.
Repito, CRIANÇAS!!!!
25 Abril, 2008 às 9:35 pm
Valha-nos Deus (ou outra entidade qualquer), Rui Tavares e outros!!
Estamos a falar do facto de, no velho horário de desenhos animados que todos os miudos de 6, 7 e 8 anos esperavam ansiosamente, para verem o Speedy González (que eu me recordo perfeitamente!), ser substituido, sem mais, na RTP, pelo Vasco Granja, com as suas belíssimas obras de arte, inclusivamente, com os filmes do National Board do Canadá e outras coisas.
Mas, meus caros, eram todas as “animações” muito interessantes, sem dúvida que, algumas delas, nem importo nada de as rever, agora (até mesmo porque faz bem recordar)!! CRIANAÇS Mas estamos a falar do programa (na época) preferido das CRIANÇAS! Ainda me recordo do final de alguns programas, “Agora, amiguinhos, vamos ver um bonito filme do Polaco Lech Gabnismwwz, que se chama WrdsbWrmmzsky, que quer dizer, o …… Boa noite a até para a semana”.
Repito, CRIANÇAS!!!!
25 Abril, 2008 às 9:42 pm
E repetiu !
25 Abril, 2008 às 10:16 pm
Dizia o Mário Soares em 1975:
- E nunca mais se ouviu um fadinho…
25 Abril, 2008 às 10:51 pm
Estou com o PMF, uma coisa é recordamos hoje, com 34 anos (no meu caso) outra era esperar ansiosamente por um vislumbre do bip bip, speedy, do tom ou do jerry…era uma tortura. Lembro-me em particular de uma entrevista que ele fez a uma mulher que explicou durante infindáveis minutos o problema da violência presente nos filmes da Warner Bros e terminou com a magnifica apresentação do vencedor do primeiro prémio de animação do festival de Praga, uma coisa com ursinhos em picotado de Shostokova Primokova ou coisa com som similar… Isso e sete horas seguidas de Júlio Isidro garantiram-me uma juventude muito ginasticada e cheia de ar puro.
25 Abril, 2008 às 11:53 pm
eu tb via aquilo e não percebi pq era tão maçador, mas era o q havia e eu não percebia nada de socialismos (em 1978 tinha 8 anos).
As minhas filhas, graças a Deus, têm o Panda…
26 Abril, 2008 às 12:10 am
Obviamente os autores dos comentários 3, 4 e 10, só fixei estes, são mais jovens do que eu, sabem, ou melhor, fixaram, o nome do realizador do que o dos personagens. Eu sou pouco mais velho, 48, e enchi a barriga com tudo o que havia de Looney Tunes e afins, incluindo cartoons sensacionais de paródia e escárnio aos figurões nazis. E de Granja recordo os filmes intragáveis da europa de leste.
Saudações
26 Abril, 2008 às 12:41 am
É verdade que Granja passou filmes de Tex Avery e outros.
Mas demorou 3 anos a fazê-lo e só depois de milhares de cartas escritas para a RTP. Entre 1974 e 1977 apenas passou Konecs.
26 Abril, 2008 às 7:31 am
O Psiquiatra de Serviço Diz:
25 Abril, 2008 às 8:47 pm
Não era o COPCON (que aliás o senhor escreveu mal), era a 5ª Divisão do saudoso Ramiro Correia.
Já não se sabe nenhuma história!
26 Abril, 2008 às 3:52 pm
Um dos perigos da ideia feita, é acantonar certas pessoas a aspectos particulares da sua vida, neste caso profissional.
É tremendamente injusto, acantonar Vasco Granja nos mitos de Abril, por causa dos koniek.
Antes disso, houve os Tex Avery todos, vindos da Warner Bros e ainda outra coisa muitíssimo importante: a divulgação da BD franco-belga na revista Tintin.
Quem não leu o Tintin, nos início dos anos setenta, não percebe isto de que se fala. Mas deveria perceber, em nome da Justiça e da Verdade.
Viva o Vasco Granja, como divulgador de bd e de filmes de desenhos animados, incluindo os detestáveis koniek.
26 Abril, 2008 às 9:38 pm
[...] também fazemos parte desta maltratada geração Posted by Carmex under Alucinógenos Mitos e Lendas saídos do 25 de Abril (II), [...]
27 Abril, 2008 às 6:35 pm
“Antes disso, houve os Tex Avery todos, vindos da Warner Bros e ainda outra coisa muitíssimo importante: a divulgação da BD franco-belga na revista Tintin.”
E o Spirou ? E o Mundo de Aventuras e o Condor e a Anita e essa malta toda ? Fora os mais antigos, como o Cuto. E antes dele.
Depois vieram os da Marvel, salvo erro, geração Spider Man, Thor, O gajo verde, e assim .
Curiosamente, os grandes lideres de Audiência eram o Mickey , e os Patinhas e o reporter pato, e o Huginho , Zezinho e Luizinho, saudosos rapazes que ofereciam maças às professores. Curiosamente, não havia sexo pois era tudo tios , tias e sobrinhos.
Curiosamente, tal esquema parece ter dado resultado, e a editora, Abril, até aproveitou o balanço do 25 e expandiu-se até às Tias de Cascais e da Boavista.
27 Abril, 2008 às 6:46 pm
E esqueci-me da Pipi das Meias Altas, metida pela ala liberal na programação marcelista, por ser oriunda da Liberal Suécia. :)
Hoje, temo o Ruca que não é mau, pelo contrário.
Os koniecs, e aproveito para pedir desculpas por noutro post ter chamado datchas às ” Dachas “, deram origem a alguns desenhos animados politicamente incorrectos, curiosamente no sentido contrário do Ruca, com miúdos a caírem da janela, uma mãe a bater num miúdo, e por aí fora.
Shnur - Dacha
27 Abril, 2008 às 6:47 pm
Rectificação, “hoje temos o Ruca”, e não “temo o Ruca”.
27 Abril, 2008 às 6:54 pm
Apenas referi o papel de Vasco Granja, na divulgação da bd e do desenho animado em Portugal.
Não pretendi fazer resenha de tudo o que diz respeito ao assunto, que aliás me interessa muito.
Para tal, comecei a escrever por aqui- http://portadeloja.blogspot.com/
Um dia destes continuo.
27 Abril, 2008 às 7:06 pm
Vasco Granja foi uma das muitas rodas do MFA marxista!
27 Abril, 2008 às 9:03 pm
Olhem, eu sou uma anti-comunista primária, mas tenho de reconhecer que, aparte aqueles filmes horrorosos vindos de leste, que ninguém percebia- nem os adultos, quanto mais as crianças (ainda temos muitos herdeiros desse nonsense sovieticamente moldado no teatro português, as célebres comunadas levadas à horta pela comuna boca torta, ou seja, que as companhias itinerantes sôfregas de subsídios e de cenários kafkianos andaram a levar às vilas, aldeias e lugarejos deste país- mais para viajar e conhecer novos locais do que propriamente para que alguém percebesse fosse que fosse… ); mas voltando ao Vasco Granja, apesar de tudo, o senhor era boa onda, tenho boas recordações da sua voz e da sua figura…E não me esqueço que foi ele que nos permitiu ver, pela primeira vez, a Pantera Cor-de-Rosa e os filmes do Tex Avery…E não falem mal da Pipi das Meias Altas, que é um dos meus ícones!
Eu gosto do Vasco Granja…o Gonçalves esse é que dava uma boa personagem de BD- tipo o Tasmania Devil!
A propósito, existe a versão BD, para os nostálgicos!
27 Abril, 2008 às 9:05 pm
Não se entusiamem- o VG ainda não emprestou a sua maléfica figura à 7ª Arte como o Otelo o fez num filme pornográfico…Quanto à BD referia-me à Pipi!
28 Abril, 2008 às 12:24 am
José Diz: ” Não pretendi fazer resenha de tudo o que diz respeito ao assunto, que aliás me interessa muito. ”
A mim também, mas o meu propósito era continuar o embalo. Achei que para o espaço de comentários, fazia falta falar da malta restante, tendo também eu esquecido vários.
Já agora, não falei mal da Pipi das Meias Altas, esse ícone capitalista da Social Democrata Suécia.
Quanto a editora Swan Song, penso ter sido uma editora lançada pelos Led Zeppelin, para controlarem melhor (e talvez terem maior lucro) os seus álbuns, sendo a distribuição assegurada pela anterior companhia, a Atlantic.
28 Abril, 2008 às 12:42 am
Curiosamente, muita gente (que toque música) considera difícil tocar Kashmir na guitarra. Puro engano, e deixo grátis (há almoços grátis, mas só as vezes ) o “truque” para os interessados. Basta modificar a afinação normal da guitarra, neste caso em vez de MI, é afinar em RÉ a primeira e última corda (de seis).
Fica também a versão do mesmo tema, por puff Daddy.
Puff Daddy - come with me , grande êxito faz anos e banda sonora de um filme qualquer (godzilla ?).