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9 Comentários
Se há oferta é porque há procura. É sinal da pujança da economia de mercado na Grécia.
Barato. É mesmo a Crise.
Espero que não sejam retiradas das ruinas gregas .. 1 euro era um bocado barato
Estes jovens que agora vendem as pedras não são os mesmos que lutavam contra o consumismo? Ou estamos a falar de outra revolta e de outros jovens?
No Iraque é mais chic: Atiram-se sapatos !
Ora aí está.
O Governo que vá lá, ofereça cinco euros e acabam-se as pedras.
Sem pedras não há revolução.
Isto é um novo 14 de Julho de 1789, mas agora como tomada da pastilha.
A jornalista esqueceu-se de referir as cotações dos pneus para queimar (5 € cada), das matracas (3 € em ferro, 50 cêntimos em madeira) e dos cachecóis palestinianos (p.v., conforme seja chinês ou não). Diz que os charros, a 5 €, servem também como moeda de troca para aquisição dos diversos artefactos “revolucionários” e outros adereços de “indignação”.
Um bom bastão de combate compra-se por cá no mínimo a 15 euros.
Até aí estamos a perder…
Eh, Eh … está boa. Daqui a mais começam a atirar efígies de S. Estaline e o beato Marx.
Um Trackback
[...] na Grécia não significam, recomenda-se a leitura de A revolução grega e a crise internacional, Consumismo chega às pedras da revolução, o Estado Social e o sistema de castas, Chegou a revolução, patética como a anterior. Por [...]