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Não se pode perguntar-lhes em que escola querem colocar os filhos?

25 Março, 2008

Boa parte das pessoas que escreve, fala e defende o actual status quo do sistema de ensino não tem os seus filhos ou netos na escola pública, durante a escolaridade obrigatória. E se por acaso ousa tal opção regra geral consegue que a criança frequente as turmas “dos filhos dos professores”. Portanto não penso que adiante muito toda esta discussão em torno da autoridade na escola, do eduquês, do papel dos professores… Tendo em conta que, em Portugal, o ensino é obrigatório apenas me parece que faz sentido exigir que essa obrigatoriedade não se estenda também à frequência do ensino público e dentro deste ainda duma determinada escola, geralmente determinada pela área de residência. A criação do cheque-ensino para o ensino obrigatório a ser afectado pelas famílias à escola pública ou privada que quisessem criaria uma efectiva liberdade de escolha.

Por exemplo, em que escolas entregariam os seus cheques-ensino os pais que têm filhos no Carolina Michaelis ou na EB 2-3 de Tarouca? Aliás toda esta problemática se resolveria com muita facilidade se alguém um dia sugerisse que os filhos dos detentores de cargos públicos e políticos deveriam  frequentar a escola pública durante o ensino obrigatório. Como as criancinhas não têm culpa e muito menos podem ser usadas desta forma  creio que perguntar aos participantes nestas discussões em que escola estudaram ou estudam os seus filhos já é mais do que meio caminho andado.

35 comentários leave one →
  1. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 12:00

    Entregariam na mesma escola,a Carolina porque nas outras nao havia lugar, sté nem aceitavam filhos dos menos ricos.

    As pessoas que possuem guito colocam os seus filhos nas escolas privadas onde podem “comprar” as notas e sempre “deram” melhores notas. É assim desde há dezenas de anos.
    Como andei na pública vi muitos piores alunos do que eu a irem para a privada e a tirarem obviamente as notas que nao tinham na pública. Foi aí que tudo começou. É daí o desastre.

    A concorrencia fez com que o que interessasse fossem as notas para entrar para a universidade. O resto nao interessa.O que se quer é acertar no totoloto dos pontos d ecruzinha e ter boas notas.

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  2. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 12:06

    O que é preciso fazer e ter coragem para tal, é acabar de vez com o ensino privado. Fim!
    Ou acabar com o público e sem cheques ensino. Ou um ou outro.

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  3. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 12:13

    A escola pública teve de se adaptar e para concorrer com os privados piorou a qualidade e a exigencia.

    E agora temos os professores que tiraram o curso em escolas privadas com notas inflacionadas e mal preparados a dar aulas. Ou seja a qualidade dimunuiu drasticamente com o ensino privado.

    Por isso levem os cheques ensino para o raio que os partam

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  4. José permalink
    25 Março, 2008 12:17

    Tudo isto vai dar ao mesmo: à seriedade e aos valores que ficaram algures, à espera que os vão buscar outra vez.

    Há quarenta anos, ( digo quarenta porque me lembro do que se passava nessa altura e acompanhei o que se passou), a escola pública era referência de valores, actualmente à deriva.

    Por exemplo, a tal excelência que constitui um mito actual, era na altura, o standard que hoje se procura, em determinados níveis.
    Na disciplina, o autoritarismo de alguns professores era facilitado pelo clima de autoridade natural que se vivia em sociedade e que é descrito por Rui Tavares como um mal em si. Mas, na verdade, as escolas não eram campos de concentração, e partidas aos professores sempre se fizeram. Faltas de respeito sempre houve e até agressões, mais de ordem moral do que física, sempre existiram. O modo que então havia de se lidar com isso é que se perdeu, por causa da modernização. Agora, procura-se a arca perdida dessas referências e alguns fazem-no de modo atabalhoado e indo directamente ao autoritarismo mais soez.

    O paradigma nefasto deste problema todo, temo-lo na pessoa do primeiro-ministo: um tipo medíocre, com estudos atamancados e aldrabados e que procura a cada instante dar uma imagem de competência, rigor e princípios. Falsa. Construída como fachada de personalidade, ao longo dos anos.
    Toda a gente com dois dedos de inteligência percebe isto. Toda a gente, no entanto, condescende com isso.

    Como se dizia dantes, há quinhentos anos, um líder fraco torna fraca a gente forte.
    Nestes quinhentos anos, nada aprendemos do senso comum, ao escolhermos quem nos governa, apesar de ser mesmo comum que qualquer pessoa, indivivualmente, perceba isso.

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  5. Balhanosdeus permalink
    25 Março, 2008 12:18

    O que é preciso fazer é ter coragem para, pelo contrário, não acabar de vez com o ensino privado ou público.
    O que é preciso é começar o Ensino.
    Seja ele privado, público ou misto.
    Mas isso leva gerações.
    É preciso hoje professores de uma próxima geração para ensinar os meninos que hão-de ser os pais que ensinam os meninos que hão-de estar minimamente preparados para frequentar uma escola.
    Só então começaremos a ter Ensino.

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  6. Balhanosdeus permalink
    25 Março, 2008 12:22

    Quanto aos milagres do cheque ensino ou das escolas dirigidas pelas autarquias ou pelos paizinhos ou tretas dessas… só podem estar a brincar!

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  7. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 12:26

    Ó José

    “a escola pública era referência de valores, actualmente à deriva.”

    A escola era uma valente merda. O sprofessores usavam a pancadaria e o terror contra miudinhos, que tinham de saber as linhas do caminho de ferro e os rios de Angola! História nada! Ciencia nada!

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  8. Balhanosdeus permalink
    25 Março, 2008 12:27

    Muito bem José!
    Mas infelizmente já são muito poucos a perceber o seu diagnóstico, quanto mais a concordar com ele…

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  9. Beirão, o Velho do Restelo permalink
    25 Março, 2008 12:27

    Meus ricos filhos
    Se tornarem a copiar o sistema de exames que havia no “fassismo” acaba-se a bandalheira.E naquele tempo os inspectores inspeccionavam, os professores não eram amas secas, não transportavam livros de ponto , havia laboratórios e PRINCIPALMENTE havia o ENSINO TÉCNICO extinto porque no fundo todos queriam ser doutores…

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  10. Balhanosdeus permalink
    25 Março, 2008 12:29

    Sem dúvida que o Anónimo 7 frequentou a escola actual.

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  11. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 12:34

    Nao,nao frequentei. Frequentei aquela valente merda de escola onde perdi tempos da minha vida a dividir as acçoes dos Lusíadas.
    Por acaso adoro os Lusíadas. Mas gosto de o ler, lio de uma ponta a outra várias vezes.

    Mas dividir as acçoes dos Lusíadas, foi um trauma que me ficou. Grande merda, de uma utilidade extrema para o resto da vida de toda a gente!

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  12. Balhanosdeus permalink
    25 Março, 2008 13:05

    Isso é uma valente mentira.
    Nunca poderia ter dividido as acções do Lusíadas, que ao tempo nem Bolsa de Valores havia.
    Mas dividiu-as como, por quem?
    Quanto ao lio que lá encontrou, bem o poderia usar, de uma ponta a outra, para ligar melhor as coisas.

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  13. José permalink
    25 Março, 2008 13:08

    Quem não entende a utilidade na divisão das orações dos Lusíadas, só pode achar que o ensino de então era uma merda.

    Como será uma merda, aprender latim ou grego. Ainda é mais difícil do que dividir orações, nos Lusíadas. Arma et virumque cano…

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  14. Balhanosdeus permalink
    25 Março, 2008 13:11

    Foi o seu papá que lhe disse que nos tempos negros do fassismo obrigavam as criancinhas a dividir as “acções” dos Lusíadas?
    Ele não lhe disse também que era amigo do Super Homem?

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  15. José permalink
    25 Março, 2008 13:11

    Além disso, em 1981, ainda era obrigatório, para os alunos do secundário ( 9º ano) aprender a dividir orações dos Lusíadas. Eu sei, porque assim obriguei a fazer. Tal como obriguei a decorar as preposições. E só não obriguei a decorar as linhas de caminho de ferro de Angola, porque nessa altura era já independente e tinham-nas destruído, aliás. Eram poucas…

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  16. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 13:12

    “Como será uma merda, aprender latim ou grego.”

    Será uma grande merda se alguém for obrigado a estudar latim contra sua vontade! Agora se tiver vontade, é um must.

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  17. José permalink
    25 Março, 2008 13:14

    Ó anónimo! O conceito de ironia, aqui, é grátis…

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  18. Zenóbio permalink
    25 Março, 2008 13:33

    Helena matos,

    Não seja diletante, diga-me: sabe em que escola tenho eu os filhos?

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  19. Zenóbio permalink
    25 Março, 2008 13:41

    HM

    Faltou perguntar: sabe em que escola tenho eu os filhos? Porquê? Teria opções? Teria orçamento? Teria estatuto para fazer com que fossem admitidos noutra escola? A minha localização geográfica é compatível?

    O cheque-ensino é uma cenoura que serve para fazer negaças aos parolos e para divertir os liberais.

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  20. maloud permalink
    25 Março, 2008 13:52

    Confesso que ando aparvalhada com alguns comentários. Frequentei uma escola privada na primária, como se dizia à época, e fiz sete anos de Carolina Michaëlis. Nunca vi as reguadas, nem as estaladas e quejandos referidos por alguns comentadores certamente de gerações posteriores à minha. Claro que dividi as orações dos Lusíadas e a célebre dificuldade desta “tortura” passou-me completamente ao lado. A sintaxe ajuda o pensamento e a compreensão. É a lógica da língua.
    Respondendo à pergunta do post, os meus filhos frequentaram uma escola privada até ao actual 7ºano e a Aurélia de Sousa entre o 7º e o 12º. Resolvi intervalar com o mais novo, criança hiper activa, mas rapidamente me arrependi recambiando-o de novo para a Aurélia. Descontando a natural cegueira de mãe, estou francamente satisfeita, com as opções que tomei.

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  21. Pi-Erre permalink
    25 Março, 2008 14:05

    E se em vez do cheque-ensino fosse instituido o cheque-aprendo? Não seria bem melhor?

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  22. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 14:14

    Tinha uma grande piada estudar a sintaxe nos Lusíadas que usa uma sintaxe ultrapassada já há uns séculos. Aquilo podia servir de jogo. Mas na verdade nao servia absolutamente para nada a nao ser desviar a atençao para amaravilha que é ler os Lusíadas.

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  23. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 14:16

    ..desviar a atençao da maravilha…
    estao a ver o bem que me fez estudar a sintaxe nos Lusíadas?! Nenhum. Na sintaxe até chega dizer erros eu dou mil.

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  24. Nherie permalink
    25 Março, 2008 16:11

    Fui aluno do ensino público. Como tal, e na maioria dos casos tive bons professores (contam-se pelos dedos de uma mão), outros medianos (dedos das mãos e pés) e tive maus e muito maus professores (teria que juntar duas pessoas para os contar). Posso vos garantir que na minha escola(Esc. Sec. do Lumiar) tive muitos professores idênticos aqueles que vimos nas imagens. Tive professores em que os alunos preferiam jogar às cartas, jogar ao galo, aos nomes e países, à bola dentro da sala, etc…do que serem ensinados. Culpa? Obviamente e em grande quota parte dos alunos (clara falta de educação dos pais), mas também dos professores que não se mostravam minimamente preocupados nem interessados com os desempenhos destes ou deles. E porquê os professores serem os Bodes Espiatórios? Porque a mesma turma noutras disciplinas em que os professores eram exigentes não só na matéria, mas no respeito, conseguiam portar-se como adultos. Motivos? Vários. Em primeiro lugar porque o estado comporta-se como uma agência empregadora em que “despeja” professores nas escolas sem saber se estes são minimamente competentes. Ao mesmo tempo, nada pode fazer em relação aqueles professores que já leccionam desde sempre e são incompetentes, tal como leva a crer que seja aquela professora do Porto, uma vez que não acredito que aquele seja um acto isolado, mas sim de quem já “não tem mão” naquele grupo de alunos.
    Como resolver esta situação? Claramente com autonomia das escolas. Devem ser estes a escolher os seus professores e alunos assim como o seu modelo de ensino próprio. Melhores professores = melhores escolas = melhores alunos. Os pais deveriam poder escolher a escola que querem para os seus filhos tendo acesso a um ranking escolar. As melhores escolas teriam obviamente mais procura, mas para isso teriam de ter os melhores professores e aí passaria também por uma autonomia financeira de poderem recrutar os professores que queriam em qualidade e quantidade, negociando os vencimentos directamente com os professores. As candidaturas deveriam ser feitas através de C.V. como é feito em todas as empresas deste país e não através de colocações (muitas das vezes de forma pouco transparente e confusa)e esquemas de vencimento e avaliação que não premeiam a competência.
    Isto já é feito a nível do ensino universitário estatal. Todos nós sabemos que quando concorremos a um emprego, existem “aquelas” universidades que são referência como a Clássica (direito), Técnico (engª) , ISCTE (Gestão), etc. E Porquê? Porque são as universidades que escolhem os seus professores baseados na competência dos seus docentes. Se não o fizerem correm o risco de terem menos procura (= menos propinas = menos receitas) ou vêm os seus cursos desvalorizados no mercado de trabalho, sendo este o indicador principal do seu sucesso. Tal deveria ser importante para o ensino secundário. Deveria ser considerado importante para um candidato a um emprego indicar no seu C.V. de que escola secundária veio. Seria certamente um indicador adicional para a avaliação da sua escola tal como é feito no ensino universitário.

    Antecipando desde já algumas uma das questões mais pertinentes…”E o que seria feito a favor das familias mais desfavorecidas?Teriam as mesmas oportunidades?Não teríamos o factor cunha?”

    1- A Escola ao poder escolher os seus alunos (através de candidatura C.V. escolar e não de testes) teria acesso ao seu “background”.
    2 – Aí entra o sistema de bolsas de estudo logo no secundário tendo o aluno e os pais direitos e deveres a cumprir.
    3 – Um director de escola “responsável” jamais se deixaria levar na cantiga. Porquê? Porque sendo uma escola bem cotada em ranking não poderia arriscar a “baixar” a qualidade dos seus alunos e directamente da sua escola, podendo correr o risco de ter menos procura por parte dos pais e ao mesmo tempo menos receitas.

    Sistema perfeito? Certamente não o será…mas estou certo que é bem melhor do que temos actualmente.

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  25. Balhanosdeus permalink
    25 Março, 2008 16:22

    Nherie,

    Portanto:

    5 maus
    20 medianos
    40 maus/muito maus

    Estou a ver.
    65 professores e nenhum te ensinou a contar.
    Ou a dizer a verdade.

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  26. Nherie permalink
    25 Março, 2008 16:54

    Os dedos da mão serviram para contar os bons.

    Pelo menos estes souberam ensinar-me a ler interpretar português.

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  27. Anónimo permalink
    25 Março, 2008 18:44

    Nherie 1- A Escola ao poder escolher os seus alunos (através de candidatura C.V. escolar e não de testes) teria acesso ao seu “background”.

    Os alunos eram escolhidos não pelas aptidões e mérito (que são medidas em testes) mas se já vinham de escolas boas e pelo seu “background”. Interessante. Forma de cunhas e autonomia ahh.

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  28. Conselho Executivo permalink
    25 Março, 2008 20:18

    Helena Matos,

    “Boa parte das pessoas que escreve, fala e defende o actual status quo do sistema de ensino não tem os seus filhos ou netos na escola pública, durante a escolaridade obrigatória.”

    Têm de se informar melhor.

    Faça uma pesquisa nas turmas dos 3.º ciclo das Seguintes Escolas:

    Escola Secundária do Restelo – Lisboa
    Escola Secundária Pedro Nunes – Lisboa
    Escola Secundária Rainha D. Leonor – Lisboa
    Escola Secundária Filipa de Lencatre – Lisboa
    Escola Secundária José Gomes Ferreira – Lisboa
    Escola Secundária Vergilio Ferreira – Lisboa
    Escola EB 23 de Telheiras n.º1 – Lisboa
    Escola Básica Vasco da Gama – Lisboa
    Escola Secundária Quinta do Marquês – Oeiras
    Escola Secundária Infanta D.Maria – Coimbra
    Escola Secundária Aurélia de Sousa – Porto
    Escola Secundária Garcia de Orta – Porto
    Escola Secundária Clara de Resende – Porto
    Escola Secundária Filipa de Vilhena – Porto

    encontrará lá os filhos de alguns.

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  29. MJP permalink
    25 Março, 2008 20:43

    Frequentei uma escola privada até ao fim da primária e depois o Mª Amália. Segui o mesmo percurso com a minha filha, só que por causa das amigas só mudou para o oficial no fim do 8º ano. Esteve a perder tempo durante dois anos.
    Tenho experiência dos dois sistemas e, apesar da abundância de quem não quer aprender, sou fã do sistema público. O privado é importante para tenras idades em que é preciso que os valores ensinados em casa seja reforçados (e não contrariados ou ignorados) na escola. É também importante para adquirir método de estudo. Uma vez consolidada a personalidade e o método (12 anos) a escola oficial consegue abrir inteligências que o privado não estimula. Os colégios trabalham com base no estudo e trabalho de casa. São aulas passadas a corrigir trabalhos e, no fim, marcar mais TPC. O ensino está na fase que eu o encontrei antes do 25 de Abril. Claro que falo nos bons colégios de Lisboa, porque os outros não conheço.
    Trabalhei no privado, e agora no público, e reconheço que o público desleixa o estudo ao nível do 3º ciclo e secundário, que deve vir consolidado dos anos anteriores. Desleixa devido à indisciplina: percorrer os cadernos dos alunos é um tempo em que não se está a controlar os alunos e isso pode-se pagar caro. Nos colégios também há mau comportamento, principalmente muita insolência, mas os pais pagam e os alunos não têm outro remédio senão trabalhar, até porque o controlo é apertado.
    O público evolui muito em termos de didáctica e variam-se muito as actividades, que estimulam as várias capacidades dos alunos que não apenas a memorização. No caso de FQ de secundário, os resultados, ao nível de aprendizagens dos alunos, são incomparaveis, até porque os colégios quase não dispõesm de laboratórios.
    Não sou adepta do cheque-ensino, mas que as despesas com a educação sejam dedutíveis no IRS em valores reais, para quem opta pelo privado. O cheque-ensino seria mais um esquema de quem não quer aprender e iria fingir que frequenta, até aos 25 anos, o ensino básico. Trabalhar para quê se o cheque é certo? Impossível controlar, num país com complexo de esquerda, como se vê no RI. Só a classes mais favorecidas é que são apontadas de enganar o estado.

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  30. DCSA permalink
    25 Março, 2008 22:32

    MJP,

    gostei do que escreveu, no entanto, não concordo com tudo.

    “O privado é importante para tenras idades em que é preciso que os valores ensinados em casa seja reforçados (e não contrariados ou ignorados) na escola. É também importante para adquirir método de estudo.”

    Com os agrupamentos verticais, os pedagógicos podem impor mecanismos de TPC obrigatórios desde o 1.ºciclo. Às vezes é mais a resistência dos professores às correcções dos TPCs que levam à não marcação dos destes.

    Tenho 2 filhos no 1.ºciclo numa escola pública e gosto bastante do trabalho da escola.

    “Desleixa devido à indisciplina: percorrer os cadernos dos alunos é um tempo em que não se está a controlar os alunos e isso pode-se pagar caro.”

    As turmas de nível evitam isso.

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  31. 26 Março, 2008 00:20

    É verdade o que diz. É curioso verificar também que toda esta gente fala dos antigos liceus como sinónimo de qualidade. Acredito que sim (infelizmente eu não andei num “liceu”, ou melhor, andei, mas foi num liceu duma terra pequena de trás-os-montes, o que é muito diferente). Ora, estes antigos liceus já não existem , como sabemos. No entanto, a escola pública não conseguiu manter o nível de ensino destas mesmas instituições, mesmo em relação ao tempo da massificação do ensino. o Carolina Michaelis era um desses liceus.

    j. ricardo
    http://www.rescivitas.blogspot.com

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  32. 4 Abril, 2008 23:19

    Não se deve perguntar onde se encontram os filhos porque pode ser uma pessoas má n é?
    E também a pessoas n têm nada a haver com a nossa vida a nossa vida é a nossa a vida deles é a deles!!!!!
    Dizem que a escola EB23 de Telheiras é uma das melhores escola do mundo e eu acredito porque se fomos ver ao saite http://www.persentagens da escola em lugares.com vai-nos indicar.
    bye
    bili

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  33. Maria da Luz Rodrigues permalink
    4 Maio, 2008 01:21

    Quinta do Marquês ainda vá, agora Conde de Oeiras é um horror de indisciplina, por isso quando passam para o 3º. ciclo, os melhores vão todos para a Quinta do Marquês.

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  34. Anónimo permalink
    18 Dezembro, 2008 03:47

    ola , digam -me se souberem qual e o colegio no porto com bom ensinoe quanto se paga. e que tenho 1 filho com 16 anos anda no 11º ano e as coisas nao estao a correr la muito bem e a idade tambem. foi sempre um bom aluno mas enfim ……..

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