Três entrevistas *
Ferreira Leite foi à TVI sustentar que o País voltou a estar de tanga e que as obras públicas devem ser travadas por razões sociais. A tese está mal alicerçada, é confusa e ignora decisões de Governos de que a líder do PSD fez parte. Após essa medíocre prestação televisiva quem quisesse perceber alguma coisa do emaranhado lógico em que o PSD se enredou ficaria em dificuldades. A liderança do PSD não pode negar tudo o que já defendeu como se os seus membros tivessem nascido para a política há poucos dias e de geração espontânea. E ninguém acredita que um eventual executivo laranja anularia a construção do novo aeroporto, do TGV ou das barragens.
Sócrates foi à RTP no dia seguinte. Por muito que custe aos que vêem a política de um modo ‘clubístico’, a verdade é que o primeiro–ministro esteve muito melhor do que a líder da Oposição: mostrou-se mais conhecedor e convincente mesmo quando era evidente que abusava da retórica.
A terceira entrevista foi de Medina Carreira. Que diferença abismal das anteriores! Os erros da última década foram dissecados com uma argúcia rara. Tristemente, nunca ninguém assim chegará a governante.

“E ninguém acredita que um eventual executivo laranja anularia a construção do novo aeroporto, do TGV ou das barragens.”
eu por acaso acho que um executivo da MFL manteria as barragens e o aeroporto, mas anularia (e bem) tanto o TGV como as auto-estradas.
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“A terceira entrevista foi de Medina Carreira. Que diferença abismal das anteriores! Os erros da última década foram dissecados com uma argúcia rara. Tristemente, nunca ninguém assim chegará a governante.”
Aqui terei de concordar consigo: falar verdade n dá votos.
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Aliás: pelo que se pode deduzir do discurso de M Carreira é que ele não está de todo interessado em governar Portugal.
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Gondomar
Condutor baleado pela GNR morreu hoje de manhã
O homem baleado sábado na cabeça pela GNR em Gondomar morreu hoje de manhã, no Hospital de S. João, Porto, anunciou à Lusa fonte hospitalar.
Menos um gajo porreiro.
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Medina Carreira apenas mosta no seu “Gráfico” que portugal está bem no caminho da pobreza.
Curiosamente, o actual PM sentou-se no Conselho de Ministros durante 10 anos, dos últimos 13 anos!
MFL é melhor? Não. Mas, porque é que para o Dr. Abreu Amorim, MFL tem que carregar o “fardo” de Barroso, e Sócrates não tem que carregar o Guterrismo?
Esta memória selectiva cheira muito a esturro.
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Porque é que para se criticar MFL tem de se ser muito brando com Sócrates?
“mostrou-se mais conhecedor e convincente” mesmo apoiando Aeroportos,TGV’s etc. ?
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A argúcia em relação a factos passados é muito relavativa. Há muita a fazer isso. Não é nada de extraordinário e qualquer pessoa que se dedique seriamente a isso consegue-o fazer com sucesso. E há muita gente a fazê-lo. Essa argúcia não é rara. Rara é a argúcia das pessoas que conseguem fazer o mesmo exercício, mas em relação ao presente e ao futuro. Em relação ao passado é “apenas” uma forma de apreender com os erros… mas conseguir não voltar a cair neles? 🙂
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«Tristemente, nunca ninguém assim chegará a governante.»
Helena, subscrevendo tudo o resto, a verdade é, em rigor, que Medina Carreira já foi governante, ainda que por pouco tempo (76-78), no Primeiro Governo Constitucional, liderado por Mário Soares.
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E ninguém acredita
Experimente ir fazer crónicas baseadas em sonhos para um jornal a sério.
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Adenda: foi Ministro das Finanças
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Correcção ao #8
Em vez de “Helena”, leia-se CAA. As minhas desculpas a ambos.
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J,
«Mas, porque é que para o Dr. Abreu Amorim, MFL tem que carregar o “fardo” de Barroso, e Sócrates não tem que carregar o Guterrismo?»
Nunca sustentei, directa ou indirectamente, que Sócrates não é co-responsável pelo ‘guterrismo’. Até pelo contrário.
O escopo do texto não é esse – apenas refiro que o PSD e a sua actual direcção não podem fazer tábua rasa daquilo que defenderam acerrimamente nos 3 anos que estiveram no Governo.
Em suma: Sócrates é co-responsável pelo ‘guterrismo’ e até está cada vez mais parecido com o seu pai espiritual. MFL era a figura mais proeminente do Governo de Durão Barroso e não o deve tentar fazer esquecer.
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Evidentemente que sei que Medina Carreira foi governante há cerca de 30 anos. Não o referi por falta de espaço e de interesse para o ponto que pretendia atingir e que, obviamente, visava o futuro.
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ahaha, o CAA é daqueles que só ver o que quer e julga que à custa de repetir muito torna-se verdade. Por acaso Medina Carreira tinha a mesma opinião de MFL sobre as obras públicas. É um alívio que de repente todos estão a falar disso graças à senhora. Se fosse Menezes, ia tudo para a frente sem a mínima contestação. Este post, como todos os outros que CAA escreve sobre Ferreira Leite, é que são medíocres prestações blasfémicas.
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«Não o referi por falta de espaço e de interesse para o ponto que pretendia atingir e que, obviamente, visava o futuro.»
Obviamente. Quanto à falta de espaço, teria bastado um outro advérbio: “novamente”…
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Ah!… agora percebo por que é que não chegarei a governante.
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Muito obrigado pelo conselho/observação. Mais um dos muitos com que tens inundado as minhas postas.
Prometo recomendar-te ao CM como copydesk.
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Caro CAA,
MFL também pode adoptar o discurso de Sócrates. Basta-lhe dizer muitas coisas que as pessoas querem muito ouvir, idealmente perante jornalistas públicos, nem que se perceba que aquilo é tudo teatro, e resulta, principalmente se não alegar que no seu tempo ninguém sabia que o défice era de 6,8%, caso contrário está tudo estragado porque a trituradora liga logo. Penso até que a culpa disto tudo deverá ser do chamado “governador” do Banco de Portugal, que faz parte do grupo folclórico que se esqueceu de alertar a senhora e o país em geral sobre a situação, incluindo um tal de “Tribunal de Contas”, que também andava mal informado. No fundo, foi graças a Sócrates que nós ficámos a saber a verdade dos números e que MFL ficou entalada. Outra jogada de mestre que o PS sozinho (aquela amálgama difusa de gentes) nunca conseguiria planear nem executar. Mas atenção, porque a rua não é o universo das eurosondagens. A rua são as pessoas, todas, e o todo é diferente da amostra, dos blogs e das redacções.
Já reparou que o PM não é pressionado por absolutamente ninguém para cantar os números a pagar enquanto MFL é espremida até à medula? Não interessa a ninguém! E não é falta de interesse em saber. É que as “pessoas” querem não saber.
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Há uma coisa que eu não percebo (e que já acho que foi escrita numa caixa de comentários, salvo erro pelo Anti-Comuna):
Em 2009 há DUAS hipóteses (até ver):
1) PS, com o Sócrates, que PROMETEU que vai fazer as obras públicas, independentemente de as vir a fazer ou não.
2) PSD, com a MFL, que se OPÕE a que se faça a maioria (ou todas) as obras públicas, independentemente de as vir a fazer ou não.
Se eu prefiro que NÃO se façam as tais obras públicas, qual das hipóteses é melhor? Com 1) tenho uma elevada probabilidade de me enganar. Com 2), mesmo que me venha a enganar, a probabilidade à partida é menor.
É assim tão díficil?
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Carlos Duarte,
A sua 2ª nunca se verificará. Se MFL chegar a PM é absolutamente evidente que todas as obras que agora põe em dúvida se farão.
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ADENDA,
Este “absolutamente evidente” resulta:
– Dos antecedentes de governação do PSD;
– Dos argumentos confusos e vagos de MFL;
– Das múltiplas contradições dos membros desta liderança sobre o assunto – exemplo: no mesmo dia, Morais Sarmento afirmou na SICN que o PSD estava contra o TVG; algumas horas depois, Aguair-Branco jurou o contrário, “só queriam saber mais sobre o assunto”…
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Digo, ‘Aguiar-Branco’.
(antes que sobrevenha o corrector de serviço)
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Caro CAA,
Essas evidências não me convencem. Ainda estou para ouvir a MFL a dizer que concorda que se façam as obras. Aliás, nem sequer a ouvi dizer que se façam x ou y e não se façam z. Como eu não tomo a senhora por mentirosa, até mais ver é a melhor hipótese. A OUTRA hipótese é pior ainda, pois nem são preciso “evidências”: está preto no branco.
Mas digo-lhe mais. Quando o LFM foi eleito para presidente do PSD, as evidências seriam que ele faria igual ou pior que o Sócrates (ver CMVNG). No entanto, eu estava disposto a votar no senhor, pois do outro lado já se sabia o que vinha. Só abandonei essa ideia quando se saiu com a ideia peregrina de fazer um plano a médio-longo prazo para as obras públicas nacionais com as principais construtoras. ISSO NÃO. Mais vale os concursos “aldabrados” (e passei a pensar seriamente o votar em branco).
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Carlos Duarte,
«Ainda estou para ouvir a MFL a dizer que concorda que se façam as obras.»
Claro que não a vai ouvir dizer isso. Nem o seu contrário. A posição deste PSD é a da ambiguidade acerca de uma questão para além dos sound bytes. É um exercício de populismo elementar, quase simplório.
Mas tem adeptos: os de sempre; e alguns comentadores que resolveram, há muito, ver em MFL o que nela nunca esteve. Por todos, VPV.
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A minha tia Adelaide diz que se vai rir muito no dia em que o CAA descobrir que Manuela Ferreira Leite é do FCP!
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O PODER DA ÚLTIMA PALAVRA
Em meados dos “anos 60”, o «Granma» aceitou publicar críticas ao regime – mas respeitando uma regra-de-ouro: haver SEMPRE uma resposta oficial.
Ora, no caso do par de entrevistas MFL/JS, iludir o efeito que essa situação implica (o da “última palavra” – poder responder sem se ser contraditado) não é correcto.
Nessas condições, qualquer indivíduo, mesmo sonolento, é capaz de “arrasar” qualquer político de élite.
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Continua a Intifada CAAdiana contra a Vóvó Donalda.
“no mesmo dia, Morais Sarmento afirmou na SICN que o PSD estava contra o TVG; algumas horas depois, Aguair-Branco jurou o contrário, “só queriam saber mais sobre o assunto”…
Até tem a sua piada, porque das principais características da liderança de Menezes era a coerência. Falava tudo a uma só voz, não era?
Aliás, a sanha é tal que até o Grande Timoneiro já não é um mentiroso compulsivo, mas apenas alguém mais conhecedor e corente. Pueril!
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Caro CAA,
Muito sinceramente, estava muito mais preocupado com Menezes (que além de populista, é incompetente e corrupto), do que com MFL. A esta altura do campeonato eu já nem peço um governo bom, só um que não seja mau.
Como alguns (não todos) dos apoiantes de MFL me merecem alguma confiança, estou mais descansada com ela do que estaria com a “clique” menesiana.
Quanto ao populismo, vejo mais populismo do lado do PS do que do lado do PSD. Até agora não me pareceu que a MFL tivesse avançado com ideias particularmente populistas. Aliás, acho bastante reconfortante a falta do “sound byte” por parte do PSD!
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Ah, e a referência à entrevista de Medina Carreira, excelente directo e contundente como sempre, aparece aqui metida a martelo porque o alvo é um só: MFL.
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Com a tomada de posse de Sócrates e a entrada de rompante que ele teve sobre as corporações – justiça, saúde, polícias, função pública em geral, etc etc, pensei para comigo: FINALMENTE, porra
Muito longe da consolidação, voltamos a ouvir falar da Adse com mais força que anteriormente, isto é, continua a haver cidadãos de 1ª e de 2ª, etc etc etc etc
Continua a haver a função pública e os outros
Mas a justiça
E o Procurador ???
Continuam a ser os meninos rabinos, embora asseados, com a cara e os dentes lavados
Que tristeza aquelas cabecinhas
Não acredito que tâo doutas personalidades -juízes conselheiros ( de quê ?) e desembargadores – não tenham cabecinha para pensarem no ridículo a que estão expostos…não acredito
Pior, então, sujeitam-se a isso na defesa de interesses alheios
NÃO SERÁ CORRUPÇÃO ??????
No fundo o que se passou na comissão de justiça da federação é, nem mais nem menos, que o espelho desta justiça caseira, CLUBÍSTICA
Eu nem acredito, quais são as contrapartidas ???
Estas doutas cabecinhas não teriam por obrigação serem isentas ???
Então no julgamento de um processo em tribunal o juíz deixa-se inquinar ????
Será por isso que, de vez em quando, levam umas galhetas ?????
Eu pensava que a educação neste país começava em casa
Também já percebi há muito tempo que não
Nas escolas faz-se o possível para ninguém levar uns sopapos dos alunos e depois dos pais dos mesmo
Dado que estamos neste impasse educativo será que a justiça precisa de uns valentes murros ?????
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Será que não é populismo anunciar que se devem parar com as obras públicas (parar não, conhecer os estudos) e transferir essas verbas(?) para o apoio a IPSS(quais e com que fins?)?
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Neste país nunca houve coerência em política, desde os tempos em que Mário Soares meteu o socialismo na gaveta.
Desde esse tempo até à actualidade, muitas foram as incoerências dos nossos políticos. A última é de Manuela Ferreira Leite no que toca a obras públicas. Senão vejamos:
Quando ministra das finanças de Durão Barroso, deu o seu aval à construção do TGV com cinco linhas a ligar Portugal a Espanha. Como ministra de estado e das finanças, não creio que Durão Barroso tenha feito esta afirmação acerca do TGV
file:///C:/Documents%20and%20Settings/utilizador/Ambiente%20de%20trabalho/Dur%C3%A3o%20Barroso%20OTGV%20ir%C3%A1%20estimular%20economia%20em%20at%C3%A9%201,7%20por.htm
sem que ela tivesse dado a sua assentimento. Se não concordava com a política do governo do qual fez parte, demitia-se como fez Campos e Cunha que não concordou com as políticas de Sócrates e pediu a demissão.
Será que a economia no tempo de Durão era estimulada e agora já não é? Talvez Durão fosse mais sexy e conseguia estimular mais a economia? EH! EH!
Afinal em que ficamos?
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Viu mm a entrevista do Medina Carreira ? o homem enterrou o S , argúcia ?? no capisce
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CAA 7 Julho, 2008 às 12:35 pm : 14 valores
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Marco Alves,
«Será que não é populismo anunciar que se devem parar com as obras públicas (parar não, conhecer os estudos) e transferir essas verbas(?) para o apoio a IPSS(quais e com que fins?)?»
Claro que é. Não fosse a sra. tão protegida e imagine o que não diriam de um político profissional que se atrevesse a esboçar essa hipótese com semelhante ‘fundamentação’…
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É o desespero.
Nem o João Miranda nem o CAA descansam.
É que essa “vontade de poupar em obras faraónicas” e apoiar mais os cada vez mais desprotegidos, calou bem fundo em todo o país, e até o Sr. Silva teve que submergir do sono em que estava mergulhado.
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Emergir, não submergir, claro.
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absolutamente vidente
Tem razão.
Eu também estou quase a adivinhar que as sondagens vão começar a retirar o tapete da maioria mais que absoluta ao Grande Timoneiro.
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É também incrível como alguns consideram que as medidas no IMI, aumentos de abonos, subida do SMN são “meros paliativos” e as ajudas ás IPSS (continuo a perguntar:a quais e com que fins)são um projecto “que calou bem fundo no País” ao invés das obras públicas (como se se pudesse misturar alhos e bugalhos)
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Venho por este meio informar V. Exas. que tudo o que a Dra. Manuel Ferreira Leite afirmar não me diz respeito
Pura e simplesmente não a oiço
Isto é, o que ela hoje afirma não é nada que eu já não tenha ouvido/lido, por isso ….!!!!
Já com o Dr. Medina Carreira já era altura haver no SNS, serviço para albergar este senhor, com todas as benesses a que tem direito, para evitar esta trite figura
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Caro CAA,
No que toca a Dra Manuela Ferreira Leite, concordo plenamente com a análise feita: ideias fortes mas de substância muito difusa, com um problema de base que é o facto do investimento em obras publicas, goste ou se não goste, é um investimento alavanca para a economia, cuja reprodutibilidade é real ainda que não perene.
Já o investimento em mais acção social, não é investimento, é antes um paliativo que alivia a dor nos momentos de maior angustia como aqueles que vivemos hoje. No fim das duas uma, ou o dinheiro acaba e não se curou a causa ou a conjuntura passou, mas o problema de base fica.
A entrevista do PM é exactamente o oposto desta, bem preparada, com ideias firmes (muitas das quais estou muito longe de apoiar) mas a deixar uma sensação clara: que o homem tem um rumo. Podemos não concordar com esse rumo, mas ele existe. Pode mesmo ser esse rumo que o levará a uma mui improvavel derrota em 2009, mas o rumo existe.
Já Medina Carreira, acerta como sempre no diagnóstico feito, mas acaba as suas intervenções sem nunca debitar uma solução para o problema. é de um capacidade de análise notável, mas de uma falta de aplicação práctica notória. Não deixa de ser obviamente uma referência e alguém que devemos ouvir, mas que normalmente não contribui para ajudar na resolução dos diagnoticos quasi sempre pessimistico-catastroficos que faz.
é na saudavel discordância de opiniões próximas que se afirmam as grandes ideias.
um abraço,
LVL
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Caro LVL,
Muito obrigado.
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Como diria o outro, de tanto estimularem a economia ainda a matam.
O prof. Medina Carreira nos tempos que correm, parece um revolucionário Orwelliano!
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O plano de construção de novas estradas é a prioridade nas interrogações do maior partido da oposição. Mas o partido já escolheu os restantes alvos e quer conhecer, também em profundidade, as análises custo-benefício da construção do novo aeroporto, previsto para Alcochete e do TGV – e ainda os planos para a construção dos novos hospitais. Para o PSD não chegam os estudos e relatórios que o primeiro-ministro disse estarem na Internet.
in JN
Senhor LVL, posso dizer a MFL que o senhor está pronto a explicar-lhe tudo tim tim por tim tim?
Ou devo pedir ao dono do post?
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Tenha paciência. Não há pachorra para o permanentemente apocalíptico MEDINA CARREIRA.
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