Enfim não sei que diga
2 Fevereiro, 2009
Segundo o último Expresso a Procuradora Cândida Almeida «Só quando acabou o curso é que percebeu: era mulher, não podia ser magistrada. Era a lei antes do 25 de Abril. “Andava um bocado distraída da política.”» – terá dito Cândida Almeida
Será caso para dizer que a actual procuradora andava mesmo distraída era do curso no qual creio, mas enfim nisto do Direito já vou acreditando que tudo é mais ou menos possível, se estuda o Código Administrativo que ali pelo seu artigo 488 reservava aos homens o exercício de algumas funções, nomeadamente a magistratura. A continuarmos assim o melhor é a senhora procuradora deixar de dar entrevistas.

Enfim, é o que dá achar-se que o dever de reserva é coisa ultrapassada e que os magistrados devem ser modernaços. A justiça piorou nos últimos anos e vai continuar a piorar enquanto se der protagonismo a auto-promoções mediáticas por parte de quem não tem resultados para apresentar.
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O dever de reserva depois de estar tudo nos jornais! Acho bem!
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E, segundo julgo, as mulheres não eram aceites na Magistratura porque os salazarentos tinham medo da sua incontinência verbal !
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Por um lado: era tão bom ter 18 – 25 anos no 25 de Abril com alguma escolaridade…
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Também neste país, muitas pessoas consideram apressadamente que fulano A ou sicrana Z têm enormes capacidades para “o cargo” !…antes sequer de perfazeram 1 semana de trabalho…
Ou génios !
Ou salvadores !
PMonteiro ? — “oh !, vão ver como a coisa agora vai a direito ! É um tipo das Beiras !…”
José Rodrigues dos Santos ? — “grande escritor apreciado no estrangeiro !”
Mantorras ou Makukula ? — “novo Eusébio !”
CAlmeida ? — “ela não brinca em serviço ! É dura !”
Zé Castelo Branco ? — “O que é certo é que ele faz parte do Jet 7 de Nova Iorque !”
MJMorgado ? — “vai metê-los na prisão !”
Etc, etc.
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Helena, por favor verifique o 2º parágrafo. Deve ter feito um erro no copy paste ou assim.
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http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=384381&visual=26&rss=0
A Lêr
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“As mulheres possuem uma forma superior de emocionalidade que as torna particularmente equipadas para desempenharem eficazmente a função mais importante que, na vida, é cometida aos seres humanos – a função de mãe. Mas é também essa emocionalidade superior, e o correspondente défice de racionalidade, que, quando comparadas com o único termo de comparação possível – os homens -, as torna relativamente desadaptadas para o desempenho de outras funções na vida, como a ciência, a justiça, a religião e a poesia.”
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candidamente incontinente
res, non verba
com esta gente do blá blá estamos lixados
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Uma mulher de visão, sem dúvida. Como há ela de perceber que à luz do que já é conhecido o PM é mais do que suspeito umas seis ou sete vezes?
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O “ilustre Zé Maria” teve uma premonição (mais uma!) em relação a esta cândidamente viçosa flor da nossa magistratura. No masculino claro, mas o essencial está lá…
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Já mete nojo o mediatismo destas procuradoras.
Resultados:ZERO!
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Miss Helena
produto talvez de um «lapso» da procuradora.
Um lapsus mentis.
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Esta Helena Matos só diz baboseiras e nós temos de atura-la.
Junta-te à Cândida.
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A curta estória da democracia portuguesa
Após o 25 do 4 de 74, Portugal caminhou para um caos que só foi travado pela União Europeia. Os dinheiros europeus trouxeram o bem estar necessário a militares irrequietos, que apenas esperavam uma oportunidade para agir. A população, iludida com o “progresso” que a UE trouxe e pelas promessas de um futuro melhor e “igual” para todos, não se apercebeu (ou fingiu não se aperceber) que tudo se apoiava numa base demasiado frágil. Depois vieram os emprestimos e a casa para todos, as licenciaturas a peso, ferias no estrangeiro e uma aparente prosperidade geral.
Nos quarteis as altas patentes militares discutiam, secretamente, a fragilidade do país e o sistema que o sustentava. O dinheiro ia satisfazendo os praças e os oficiais viviam confortavelmente.
Com os primeiros sinais de crise (e de cortes no orçamento militar) as altas patentes começaram a partilhar algumas das suas preocupações com os oficiais mais graduados.
Em 2008 a crise já era visivel e o exército faz um pequeno ensaio de revolução (um teste de força), chantageando o Governo. Alguns altos oficiais vêm para a praça pública alertar para o crescente desconforto de “homens que tem armas ao seu dispor”.
O ano de 2008 termina com uma crise à escala mundial. O ano de 2009 trás, para além da crise, um escandalo que evolve o primeiro-ministro. A população não acredita mais nas instituições. As cúpulas do exército decidem avançar. Um golpe de Estado está para breve.
Passem a palavra.
D.
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off-topic
If Geert Wilders falls, then Freedom of speech is dead in Europe. We are launching an extensive International Action SITA including two possible texts ; one comparing Wilders and Winston Churchill and another Wilders and Charlie Chaplin:
http://sitamnesty.wordpress.com/2009/01/23/i-support-democrat-geert-winston-wilders-against-islamic-fascism-and-its-dhimmis (Winston Eng)
http://sitamnesty.wordpress.com/2009/01/23/i-support-democrat-geert-charlie-wilders-against-islamic-fascism (Charlie Eng)
To support Geert Wilders and our dearly acquired freedoms please participate to the 2 suggested actions and transmit this message to your friends owners of a website in order they publish it..
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O melhor talvez fosse Cândida Almeida dedicar-se só à televisão…
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VER LUSA de 1 de Julho de 2007
O FREEPORT E O AMIGALHAÇO DO SANTANA LOPES
O empresário Armando Jorge Carneiro revelou hoje em tribunal que, em 2005 e antes das legislativas, levou Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes, a jantar com uma inspectora da PJ que acompanhava o «caso Freeport».
Esta testemunha falava durante o julgamento, em Lisboa, em que o ex-inspector da PJ de Setúbal José Torrão e os jornalistas Inês Serra Lopes e Francisco Teixeira, do extinto semanário «O Independente», são acusados de violação do segredo de justiça na sequência de notícias, publicadas em Fevereiro de 2005, sobre investigações ao «caso Freeport», que alegadamente envolviam o então líder do PS e actual-primeiro-ministro José Sócrates.
O caso Freeport, relacionado com o licenciamento desta obra em Alcochete quando o titular da pasta do Ambiente era José Sócrates, mereceu destaque nos media em Fevereiro de 2005, em plena campanha para as eleições legislativas, depois de terem sido noticiadas buscas da PJ e avançadas informações de que Sócrates estava a ser investigado, o que foi depois desmentido pela Direccão da PJ.
O ex-presidente do Conselho de Administração da revista «Tempo» contou em tribunal que o primeiro contacto que teve com José Torrão, que também é acusado neste julgamento de violação de segredo de funcionário, ocorreu, em Janeiro de 2005, na sua casa na Aroeira, tendo o ora arguido sido-lhe apresentado pelo advogado Bello Dias.
Questionado pelo juiz sobre o número de contactos que manteve com elementos da PJ de Setúbal em Janeiro e Fevereiro de 2005, incluindo encontros com a inspectora Carla Gomes e o inspector Peixoto, Armando Jorge Carneiro contabilizou seis, mas tentou negar que essas reuniões tivessem como motivação o «caso Freeport».
Num dos encontros com a inspectora, num bar em Setúbal, o empresário admitiu que entregou já perto da meia-noite, a pedido desta, um exemplar daquele que seria a manchete, no dia seguinte, do semanário «O Independente», sobre o «caso Freeport», em que se falava de um mandado de busca e em que apareci na primeira página a fotografia de José Sócrates.
O empresário teve dificuldades em explicar porque razão decidiu levar Miguel Almeida, actual deputado do PSD e figura próxima de Santana Lopes (à data primeiro-ministro) a jantar, em Setúbal, com a inspectora da PJ, alegando que nessa dia estava muito cansado e pediu àquele seu amigo para conduzir.
No jantar, onde o ex-chefe de gabinete de Santana Lopes foi apresentado como «Miguel», a testemunha revelou que a inspectora da PJ se mostrou «stressada» , «nervosa» e com receio de estar a ser alvo de vigilância ou perseguição, pois via carros suspeitos.
Miguel Almeida terá explicado que se fossem carros do SIS (Sistema de Informações e Segurança) estes teriam necessariamente matrícula registada na Direcção-Geral do Património.
A procuradora do Ministério Público quis saber se a testemunha tinha ligações a partidos políticos, ao que este disse que não, dizendo porém que na adolescência militou na Juventude Centrista (JC).
Quando aos políticos que conhece melhor pessoalmente, a testemunha indicou Pedro Pinto e Santana Lopes (PSD), bem como Paulo Portas (CDS/PP) e Manuel Monteiro, antigo líder da JC e do CDS/PP. Quanto a Miguel Almeida disse ser «visita de sua casa».
Destes, assegurou que só trocou impressões sobre o «caso Freeport» com Miguel Almeida e que nunca acompanhou muito de perto o lado jornalístico das investigações, que estava a cargo de Victor Norinha e de outros membros da equipa redactorial da extinta revista «Tempo».
No decurso da audiência e em resposta a uma pergunta do juiz, Armando Jorge Carneiro admitiu que, no decurso deste caso, estabeleceu contacto com um amigo que tinha no SIS, porque suspeitava que estava a ser vigiado por carros que pensava ser da PJ ou do próprio SIS, tendo anotado o número das matrículas.
Segundo disse, o amigo do SIS ter-lhe-á garantido que os carros «eram da Presidência do Conselho de Ministros».
Quanto aos inspectores da PJ de Setúbal, a testemunha assegurou que nunca lhe forneceram pormenores ou documentos sobre a investigação do «caso Freeport».
Em sessão anterior, José Torrão negou que tivesse fotocopiado documentos relativos ao «caso Freeport», apesar de ter sido captado pela videovigilância interna da PJ a fotocopiar papéis a 09 de Fevereiro de 2005. Este alegou que estava a fotocopiar documentos pessoais para solicitar um empréstimo bancário.
As afirmações de Armando Jorge Carneiro levaram hoje o MP a pedir a reinquirição de outras testemunhas, incluindo a inspectora Carla Gomes, o que deverá atrasar as alegações finais do julgamento, que chegaram a estar previstas para hoje.
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Continuo sem perceber como os procuradores do MP continuam a ter direito de antena para falarem de casos sob investigação.
Virou república das bananas.
Por maior consideração que possa ter pelo MP/PGR julgo ser éticamente reprovável pronunciarem-se sobre casos em curso!
No que respeita ao “caso” motivador da sua presença na televisão pública, alguns jornalistas de “investigação” e alguns comentadores deste blogue já têm ideias bastante definidas. Mesmo que ao nível dos elementos de prova não façam a mínima do que estão a falar…
Isto é, substituem-se aos procuradores, usam informações parcelares obtidas não sei como da própria procuradoria e emitem juízos de valor sem serem competentes para tal.
E daí advém um elevado valor acrescentado para o descrédito na justiça!
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Helena Matos,
este elo é para si: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1358626&idCanal=11
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Com certas pessoas no MP, ontem como hoje, nunca nada (ou quase nada; eles não controlam 100%)vai acontecer a um político do PS!
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