Deviam era demitir-se todos os procuradores que estão a tratar do caso e formar nova equipa. Como é possível que sejam isentos?
Uns acusados de pressionar e outros a mandar dizer para a comunicação social que estão a ser pressionados e como tal sabe-se lá se podem fazer o seu trabalho?!
Quem é que vai confiar nuns ou outros?
Estão a trabalhar no caso de corrupção ou a trabalhar no caso de demitir o PM ou trabalhar para as eleições?
Aquilo devia levar era ua vassourada ou então pedir ajuda internacional para resolver o caso.
Fui ao primeiro link, o do 31 darmada, onde se lê sobre a demissão do PM belga, por um caso que nada tem a ver com as características do Freeport.
O que se pretende é demitir o PM, porque sim. Está bem. Vou esperar sentado. É como quererem pôr o Pinto da Costa na prisão.
Como não conseguem no campo ou nas eleições, cozinham-se Carolinas.
Tristes.
6. Piscoiso: É como quererem pôr o Pinto da Costa na prisão. Como não conseguem no campo ou nas eleições, cozinham-se Carolinas.
Então é isso. É no campo e nas urnas que se decide quem vai para a prisão. Quem ganha está acima da Lei.
É a escola de José Sócrates, Isaltino Morais, Fátima Felgueiras e outros que tais.
A grande diferença é que a Bélgica é uma democracia há muito tempo e Portugal não.
Se nos pudéssemos comparar a um país como é o reino dos Belgas, seria o próprio Primeiro-Ministro a apresentar a demissão e a ser indicado, por parte do Chefe de Estado, outro nome do seu Partido para lhe suceder até à convocação de eleições.
Ora em Portugal, é o proprio Primeiro-Ministro que perante acusações gravíssimas de corrupção, lançou a suspeita sobre os órgãos da Justiça que pressionou através do Ministro da Tutela e sobre os jornalistas que até processou.
Nunca depois do 25 de Abril houve algum caso de tamanha gravidade, no que à defesa do Estado de Direito Democrático diz respeito, como este. NUNCA!
É raro o dia que não ouvimos falar do Ministério Público, quando não é a Dra. Mari José Morgado a dar-nos lições de moral é o sr. Palma a lançar suspeitas sobre intimidações a investigadores. Os nossos magistrados do Ministério Público são uns verdadeiros sacerdotes da democracia, levam muito a sério a defesa da democracia (que pouco ou nada lhes deve) e dos bons valores.
Mas será que a democracia está assim tão protegida por este clube de sacerdotes? Quem os escolheu, quem os controla, quem verifica os seus actos, como adquiriram valores democráticos? A verdade é que são funcionários públicos como todos os outros, andaram nas mesmas escolas, gostam dos mesmos carros, ambicionam as mesmas aposentações tranquilas. Não receberam nenhum certificado de honestidade que os coloquem acima das nossas suspeitas, não andaram em nenhuma escola que os tenha transformado em seres superiores. Conheci alguns enquanto estudante e já como funcionários, são seres comuns como eu, uns mais burros, outros mais inteligentes, uns mais modestos, outros mais ambiciosos, uns do Benfica outros do Sporting ou do Porto. Não estão acima dos nossos defeitos, não estão menos empenhados politica ou partidariamente quanto os outros.
Então porque se sentem acima dos outros? Porque podem propor que os outros sejam pesos, porque podem lançar acusações e mandar os segredos, muitos deles falsos, para a comunicação social.
Depois é o espectáculo triste a que todos os dias assistimos na comunicação social, é raro o telejornal que não noticia mais um falhanço nas salas dos tribunais, o Pinto da Costa, a Fátima Felgueiras, o Ferreira Torres, todos saem dos tribunais a gozar com os magistrados do Ministério Público. Mas estes continuam armados em sacerdotes intocáveis e acima de qualquer instituição enquanto o povo, vítima da sua incompetência, descrê numa democracia incapaz de julgar alguém, de separar o trigo do joio da sua classe política.
É tempo de avaliar o Ministério Público, de conferir se é assim tão independente dos partidos como é suposto, se cumpre as regras que lhe cabe velar, se as suas investigações servem para condenar nos tribunais ou na praça pública com recurso a processos difamatórios. Já que estamos em Abril seria interessante fazer um balanço deste Ministério Público na perspectiva do funcionamento da democracia.
10. Piscoiso,
Veja lá se separa as suas simpatias partidárias dos factos. Se não se trata de simpatias partidárias, então é mesmo só embirração com a verdade.
eheheh
E eles a darem-lhe.
Se não tenho as simpatias partidárias deles é porque as tenho dos outros.
Nem sequer concebem que alguém não possa ter simpatias partidárias, ou que simplesmente se esteja borrifando para elas.
Quando a liberdade é tão simples.
Ahhhhhhhh se fosse o Samparvo era tiro e queda.
Não era porque sim nem porque não. Era porque era naquela mente “tuberculosa” sobre os devaneios do PM.
Eu que julgava que já tinha visto tudo na desfaçatez e na falta de um mínimo de ética aquando do santanete.
Afinal era só o preludio de uma obra falhada que a minha tia Gravelina nunca teve o cuidado de me pôr a ler.
A demissão do Primeiro Ministro:
Resposta Não encontrado 404
É isso mesmo
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“Resposta Não encontrado 404”
Lapsus calai no primeiro link. Já corrigido. Alvíssaras a caminho.
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deve estar a sugerir a demissão do cavaco, só pode.
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quando a vida não corre bem à morgada, o sanches tosse ao governo.
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Deviam era demitir-se todos os procuradores que estão a tratar do caso e formar nova equipa. Como é possível que sejam isentos?
Uns acusados de pressionar e outros a mandar dizer para a comunicação social que estão a ser pressionados e como tal sabe-se lá se podem fazer o seu trabalho?!
Quem é que vai confiar nuns ou outros?
Estão a trabalhar no caso de corrupção ou a trabalhar no caso de demitir o PM ou trabalhar para as eleições?
Aquilo devia levar era ua vassourada ou então pedir ajuda internacional para resolver o caso.
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Fui ao primeiro link, o do 31 darmada, onde se lê sobre a demissão do PM belga, por um caso que nada tem a ver com as características do Freeport.
O que se pretende é demitir o PM, porque sim. Está bem. Vou esperar sentado. É como quererem pôr o Pinto da Costa na prisão.
Como não conseguem no campo ou nas eleições, cozinham-se Carolinas.
Tristes.
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6. Piscoiso:
É como quererem pôr o Pinto da Costa na prisão. Como não conseguem no campo ou nas eleições, cozinham-se Carolinas.
Então é isso. É no campo e nas urnas que se decide quem vai para a prisão. Quem ganha está acima da Lei.
É a escola de José Sócrates, Isaltino Morais, Fátima Felgueiras e outros que tais.
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A grande diferença é que a Bélgica é uma democracia há muito tempo e Portugal não.
Se nos pudéssemos comparar a um país como é o reino dos Belgas, seria o próprio Primeiro-Ministro a apresentar a demissão e a ser indicado, por parte do Chefe de Estado, outro nome do seu Partido para lhe suceder até à convocação de eleições.
Ora em Portugal, é o proprio Primeiro-Ministro que perante acusações gravíssimas de corrupção, lançou a suspeita sobre os órgãos da Justiça que pressionou através do Ministro da Tutela e sobre os jornalistas que até processou.
Nunca depois do 25 de Abril houve algum caso de tamanha gravidade, no que à defesa do Estado de Direito Democrático diz respeito, como este. NUNCA!
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O “Ministério” Público
É raro o dia que não ouvimos falar do Ministério Público, quando não é a Dra. Mari José Morgado a dar-nos lições de moral é o sr. Palma a lançar suspeitas sobre intimidações a investigadores. Os nossos magistrados do Ministério Público são uns verdadeiros sacerdotes da democracia, levam muito a sério a defesa da democracia (que pouco ou nada lhes deve) e dos bons valores.
Mas será que a democracia está assim tão protegida por este clube de sacerdotes? Quem os escolheu, quem os controla, quem verifica os seus actos, como adquiriram valores democráticos? A verdade é que são funcionários públicos como todos os outros, andaram nas mesmas escolas, gostam dos mesmos carros, ambicionam as mesmas aposentações tranquilas. Não receberam nenhum certificado de honestidade que os coloquem acima das nossas suspeitas, não andaram em nenhuma escola que os tenha transformado em seres superiores. Conheci alguns enquanto estudante e já como funcionários, são seres comuns como eu, uns mais burros, outros mais inteligentes, uns mais modestos, outros mais ambiciosos, uns do Benfica outros do Sporting ou do Porto. Não estão acima dos nossos defeitos, não estão menos empenhados politica ou partidariamente quanto os outros.
Então porque se sentem acima dos outros? Porque podem propor que os outros sejam pesos, porque podem lançar acusações e mandar os segredos, muitos deles falsos, para a comunicação social.
Depois é o espectáculo triste a que todos os dias assistimos na comunicação social, é raro o telejornal que não noticia mais um falhanço nas salas dos tribunais, o Pinto da Costa, a Fátima Felgueiras, o Ferreira Torres, todos saem dos tribunais a gozar com os magistrados do Ministério Público. Mas estes continuam armados em sacerdotes intocáveis e acima de qualquer instituição enquanto o povo, vítima da sua incompetência, descrê numa democracia incapaz de julgar alguém, de separar o trigo do joio da sua classe política.
É tempo de avaliar o Ministério Público, de conferir se é assim tão independente dos partidos como é suposto, se cumpre as regras que lhe cabe velar, se as suas investigações servem para condenar nos tribunais ou na praça pública com recurso a processos difamatórios. Já que estamos em Abril seria interessante fazer um balanço deste Ministério Público na perspectiva do funcionamento da democracia.
O Jumento, às 14:1
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#7.
Ó Lopes, faça um pequeno esforço e veja se consegue separar Justiça de política e de futebol.
Vc anda a comer uma salada do caraças.
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10. Piscoiso,
Veja lá se separa as suas simpatias partidárias dos factos. Se não se trata de simpatias partidárias, então é mesmo só embirração com a verdade.
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Quando se fala do primeiro-ministro o Piscoiso põe-se logo a abanar o rabo.
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eheheh
E eles a darem-lhe.
Se não tenho as simpatias partidárias deles é porque as tenho dos outros.
Nem sequer concebem que alguém não possa ter simpatias partidárias, ou que simplesmente se esteja borrifando para elas.
Quando a liberdade é tão simples.
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Ahhhhhhhh se fosse o Samparvo era tiro e queda.
Não era porque sim nem porque não. Era porque era naquela mente “tuberculosa” sobre os devaneios do PM.
Eu que julgava que já tinha visto tudo na desfaçatez e na falta de um mínimo de ética aquando do santanete.
Afinal era só o preludio de uma obra falhada que a minha tia Gravelina nunca teve o cuidado de me pôr a ler.
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