Enormidades centralistas
7 Julho, 2009
Em tempo real, no Twitter: “A.Ferreira, Presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo dá a boa nova, a mais criativa do dia: ‘Região de Lisboa vai de Setúbal até à Corunha‘”!
Bom, já diminuiu um bocadinho desde os tempos em que se arrogava ‘do Minho até Timor‘ (vendo melhor ainda esticou para cima…).
34 comentários
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Então o alentejo e o allgarve, não fazem parte??
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Então o alentejo e o allgarve, não fazem parte??
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Nós Suevos, repudiamos tal acusação.
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Ver aqui o motivo do equivoco baseado num estudo:
http://agal-gz.org/blogues/index.php/gomes/2009/07/02/mega-regioes
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CAA, É o seu amigo Rui Moreira que fala de uma Área Metropolitana que vai da Corunha a Setúbal, não entendo a sua admiração. É por ser um Ferreira que o diz e não um Moreira? É por não dizer que o Porto se encontra no centro dessa metrópole com 600 quilómetros de comprido e por isso ela devia ser chamada, sei lá, Área Metropolitana do Grandíssimo Porto?
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http://jumento.blogspot.com/
As verdades do nosso desencanto.
Uma forma de governar e mais não fez porque restava pouco para “rasgar”
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Presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo… acho que já não é. http://5dias.net/2009/07/06/alterarem-as-regras-a-meio-do-jogo-ta-mal/
Cumprimentos
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Ja dizia o Rei Castelhano, sem lisboa, nunca chegamos a ser um Imperio.
Lisboa estava no centro de Castela, pouco importava a Galiza e a Praça Velasques.
Não entendem isso
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Uma visão a justificar a asneira de Cravinho
com a opção da Ota.
Quando o NAL ou de Portugal, deveria ter sido concebido numa posição mais central.
Porque não em Coimbra, satisfazendo plenamente Vital Moreira?
Com «Presidentes da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo» como este,
fica explicado um paradoxo lusitano:
demasiados bons estrategas, para um país tão pequeno.
Para onde vai agora este valor?
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Portugal a Preto e Branco ( sem ucranianos)
Vocês sabem do que estou a falar
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olha o amorim preocupado com palmela.
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Agora que Ronaldo conquistou Madrid, a Corunha é um figo.
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Podem ver a Mãe e eu em pessoa
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O arq Fonseca Ferreira foi mandatário da campanha de M Lurdes Pintassilgo à PR. Mal foram tornadas públicas os resultados da 1ª volta das presidenciais, os tipos da campanha dirigem-se de imediato para o Saldanha onde funcionava a sede do MASP1. Apoiaram o Soares. Posteriormente negociaram as condições de adesão ao PS (em grupo!). Mantêm-se dentro do PS como um dos múltiplos grupos de pressão, de interesses.
Há uns 23/24 anos, F.F. andava pelos ISCTE(s), “ligação universidade-empresas” – o verdadeiro regabofe de fundos comunitários para os amigos e tal.
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Mais um que pirou.
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Lá vêm os complexados do norte. Ainda não perceberam que não existem no mapa!
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Vejam o artigo relacionado com a promiscuidade entre Dinheiros público e Interesses privados no blogue O Flamingo.
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E Olivença?…
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Caro José Teles, a razão da admiração é óbvia: é por achar que essa Grande Área Metropolitana e a Região de Lisboa são a mesma coisa.
Diga isso aos Galegos e vai ver o que eles lhe respondem.
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É curioso olhar para o mapa e ver como Lisboa insiste em querer ser província de Madrid e a estupidez que é o TGV Lisboa-Badajoz (que deveria ser Coimbra/Aveiro-Madrid: mais barato e mais rápido).
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Acho engraçado estas analogias, demonstram um saber supremo, fora do comum, é certo que é uma opinião, um complemento, mas não me parece nada normal o facto de todas as criticas em meios de informação, nomeadamente em jornais de referência, a promover um partido sem programa eleitoral, critica q.b, sem novo rumo, a isenção em opinar, por vezes revela humildade, razão e saber estar no jornalismo, mas ao que parece hoje em dia a palavra de ordem é vender, e não estes valores básicos e necessários na informação não interessam, continuem com as mentiras e com as tomadas de posição relevantes, isso é que influência a opinião pública….e as vendas…
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Região de Lisboa vai de Setúbal à Corunha?
Eh, mesmo? E de Verão, ao menos, não parte já de Albufeira?
Acontece que pelo caminho se notam umas ilhotas, a exemplo de Vimioso, cujo presidente lamentava, há dias, o estafado “dois pesos e duas medidas” dos senhores do T do Paço, prontos a embargar, de pronto, ali, uma estrada de 10 Km, de ligação do concelho ao IP4, por causa de uns ratos indígenas da península, ao passo que não se ensaiam de fazer avançar outra de 234 Km, em Santiago de Cacém, apesar dos mesmos ratos, contemplados ali com três viadutos, se a mais a ratazana, a Sul, tem direito.
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Lisboa não precisa de se defender.
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#16 Castro
Castro, ó Castro, porra, tu és do Norte, chapado, nesse nome que não te assenta direito, pelos vistos, se nem já lhe reconheces a origem, como algum casaco velho que herdaste.
Ou para que vens aqui falar de alto, como se fosse mais ser aí mourama e complexos se deva aos ancestrais, quem vos fez tais, de segunda apanha e final mistura. Acontece é que esses tipos do poder central se apoderaram, ladrões, da coisa pública, sem complexos, é verdade. E não se segue que os roubados sofram do seu pecado, se permanecem honrados, conquanto lastimosos do estado de injustiça e roubalheira a que vieram dar estes reinos.
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Mas, enfim, será como pregar aos peixes, a putos dos magalhães deste governo, que lá saberão já de História e Geografia, essas coisas que era suposto aprender-se, antes desta era socras & lurdinhas, aqui ainda há uns anos, desde a infância e meninos.
E por isso Lisboa não de justificar-se. Lisboa é o sumo desta robotização moderna, da suma iliteracia.
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Lisboa não tem de justificar-se, portanto, diz ali um, sem saber da razão disso nem se importar lá muito. O vale tudo.
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Um império de tamanho reduzido, mas um império…até que os uigures cá do burgo se chateiem…
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os tweets têm links…
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josé gomes disse
Per Caso (22) O presidente de Vimioso tem toda a razão para protestar, já que os ratos têm imenso espaço por onde espairecer e fazer milhões de colónias. Além disso é pura discriminação. Porque é que os ratos do Cacém têm direito a estrada nova com três viadutos e a nobre colónia de ratos transmontanos têm de se sujeitar a andar no meio das fragas, dos ribeiros e das matas?
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Como Salazar:
«Portugal vai do Minho a Timor».
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São “vistas largas”.
O problema, é que depois dá em cegueira, cegueira mental.
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Um indivíduo que faz uma afirmação destas só pode ser, sem sombra de dúvida, um centralista visceral disposto a anexar a Lisboa o Norte de Portugal e, pasme-se, a Galiza.Estranho a omissão do Alentejo e do Algarve, como fizeram outros comentadores e, já agora, da Madeira e dos Açores.Assim, podíamos extinguir essa “comissão de coordenação regional” por ser desnecessária já que para governar para Lisboa o resto do País temos o governo de Sócrates e, antes dele,os seus antecessores.
Quanto à Galiza e pelo que sei, nela existem alguns partidários da aproximação a Portugal, principalmente ao Norte, pretendendo a constituição de uma região europeia do Noroeste Peninsular. Ora Lisboa fica de fora dessa região e parece que muitos (não todos) os lisboetas querem é aproximar-se de Madrid ( a sua capital) e até já temos um ministro espanhol (iberista) no governo de Sócrates que é o Eng. Mário Lino das Obras Públicas. Por isso é que ele insiste no TGV de Lisboa a Madrid pelo Alentejo. Gostava de saber de que país são o demitido da Economia (pelos corninhos deve gostar de touradas e de Espanha), a chamada da “Educação” que já li que era ou foi anarquista, o que não admira com as decisões sem pés nem cabeça e as afirmações mentirosas que faz na televisão, como ainda hoje ouvi sobre as notas dos exames de Matemática e outras disciplinas, o da Justiça com o descalabro na mesma provocado pelo novo Código Penal e pelo Código de Processo Penal que libertam criminosos ou os condenam a penas ligeiras e outros “esclarecidos” governantes, deputados e políticos que temos a desdita de ter de aturar. Este tal Ferreira é mais um que não conhece a parte norte de Portugal e, por isso, que trate lá da sua “região” que até nem existe, pois as regiões ainda não foram legalmente criadas.
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#22
O desenvolvimento é complicado numa zona empobrecida em que não existe política/estratégia para o desenvolvimento.
Aparece dinheiro para investir, o problema é que não se sabe o que fazer com ele nas pequenas localidades Vimioso/ Moncorvo/ Alfandega, etc.
Há cerca de dez anos era moda utilizar o dinheiro para construir na entrada de cada concelho um lanço de estrada com quatro faixas a imitar a circunvalação, prevendo provavelmente que a população e a área urbana, iria triplicar ou quadruplicar. Também construíram todos, um estádio de futebol com lotação para 2000 pessoas. Estes estádios, nos dias que correm possuem lotação que chegue para acolher toda a população residente dos respectivos concelhos.
Aliás na circunvalação de Vimioso assisti a uma cena divertida: a uma dada hora do dia nessa pequena auto-estrada com 3km de comprimento circulava apenas o meu veículo e uma senhora idosa que em cima de uma pequeno burro manuseava habilmente uma vara, com a qual, mantinha dentro da linha de rodagem da auto-estrada três grandes vacas de raça mirandesa.
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Coimbra/Aveiro-Madrid: mais barato e mais rápido).
Nesse caso era Mealhada – Madrid.
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