Não é «isto» que querem?
7 Julho, 2009
Confesso que estava à espera, da parte de tantos «keynesianos» avulsos que por aí há, de algumas loas, se não entusiásticas, pelo menos de algum aplauso face às notícias da duplicação da dívida pública da Região da Madeira atingindo o patamar dos seis mil milhões de euros.
Deixo a sugestão de algumas de frases a usarem: «à parte o seu estilo político desagradável, há que reconhecer a coragem das suas opções orçamentais….»; ou «sendo eu insuspeito de apreciar tal personagem, não se pode deixar de louvar o esforço social neste particular momento difícil….»; «donde menos se esperava, mas na linha do defendido por Krugman, AAJ dá o exemplo…..» Vá lá, o homem esforça-se e na verdade é um dos vossos.
14 comentários
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“duplicação da dúvida pública da Região da Madeira atingindo o patamar dos seis mil milhões…”
devem ser metódicas…
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boa! 🙂
corrigido
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giro, era publicar a lista dos pagamentos e destinatários da massa. o resto é conversa para encher xóriços.
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A lista seria dificil de preparar, já que tirando os turistas e cubanos que lá vao aportando, todos os residentes, de uma forma ou de outra, trabalham pro governo.
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A Madeira é um Jardim…..
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Quem vier a seguir que feche a porta.
A bem do Marítimo Futebol Clube e do Jornal da Madeira.
E do maior túnel rodoviário de Portugal.
Independência Já.
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Caríssimo Gabriel Silva
Seria mais fácil elaborar uma lista de “Não Devedores”, uma simples folha em branco bastaria…
Vamos continuar a empenhar o País, pelo menos até alguém o reclamar como seu…
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?
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O princípio é simples. É o de que cada um sabe de si, e Deus sabe de todos. Ou não fosse a Encíclica escrita pelo Papa. A encíclica “Caridade na Verdade”, a primeira de carácter social deste Papa, veio efectivamente apresentar, mais uma vez, um pensamento completamente diferente daquele que a sua imagem (ou a imagem que os media transmitem) acaba por representar.
Aquele velho senhor, de ar austero e palavras duras veio – no que respeita a diversos temas da actualidade – trazer abordagens novas, à luz dos mesmos princípios, e sobre temas inovadores: ecologia, novas famílias, fiscalidade, sistema financeiro, mercado bolsista, internacionalização da economia…
Um verdadeiro cocktail de assuntos quentes – e ao mesmo tempo frescos – indispensáveis para os que trabalham nestes domínios e fundamentais para quem quer perceber o que é que de facto está em causa…
No que toca à minha actividade profissional de consultor fiscal, Bento XVI inova. Trás um conceito, que mais não é do que o alargamento de um velho princípio da Igreja Católica à fiscalidade, mas que tudo somado é verdadeiramente novo: a subsidariedade fiscal. E note-se que, por subsidariedade fiscal, o Papa não quer dizer “objecção de consciência fiscal”. Duas leituras seguidas depressa levam a esta conclusão.
O ponto de partida de Bento XVI é este: “Uma possibilidade de ajuda para o desenvolvimento [económico e social] poderia derivar da aplicação eficaz da chamada subsidiariedade fiscal, que permitiria aos cidadãos decidirem a destinação de quotas dos seus impostos versados ao Estado.” Mas também acrescenta: “Evitando degenerações particularistas, isso pode servir de incentivo para formas de solidariedade social a partir de baixo, com óbvios benefícios também na vertente da solidariedade para o desenvolvimento.”
E mais não diz. Porque é Papa. Não é político. Cabe agora aos cidadãos, aos intelectuais, aos especialistas aprofundar. A partir daqui. Porque vale a pena.
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e a dívida do país é …
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Hoje mais um barco espanhol apanhado a pescar ilegalmente em Portugal.
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Penso que Rui Tavares o fará ainda esta semana na crónica da última página do Público. Mas posso estar enganado.
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Bom.
Mais “uma receita de Bacalhau”.
Mas nesse caso, até penso que vai “fermentar#.
O João Jardim sabe-la toda. Aguardem.
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Engraçado que não vejo a corja do PSD, a defender de forma veemente este cacique ditatorial…
O silêncio, é de facto, de ouro…
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