Saltar para o conteúdo

O verdadeiro deputado

3 Agosto, 2009
by

Em 35 anos de partidocracia, Daniel Campelo foi o único deputado que assumiu integralmente a lógica da representatividade. Todos os restantes assumiram o “distinto” papel de “deputados da Nação” e, no que concerne aos interesses locais, limitaram-se praticamente à demagogia barata de transformar aldeolas em vilas e vilórias em cidades.

58 comentários leave one →
  1. Anónimo permalink
    3 Agosto, 2009 17:01

    o alberto joão inventou isso primeiro.

    Gostar

  2. Marafado de Buliquei-me permalink
    3 Agosto, 2009 17:08

    O Tribunal de Sintra já deu como provados vários dos actos ilícitos dos quais Isaltino Morais é acusado. O Presidente da Câmara Municipal de Oeiras está perante o tribunal, onde deve esta tarde conhecer a sentença relativa ao processo aberto pelo Ministério Público, com base nas contas não-declaradas do autarca na Suíça e na Bélgica. Por agora, está ainda a ser lida a análise de todas as provas do processo e, como tal, ainda não é conhecida qualquer decisão.

    Gostar

  3. Marafado de Buliquei-me permalink
    3 Agosto, 2009 17:11

    Com esta é que eles me arrumaram !!

    Por outro lado, quanto à acusação de que Isaltino Morais teria dado a entender a empreiteiros, construtores e promotores imobiliários que o licenciamento dos respectivos projectos deveria acontecer apenas mediante a entrega de gratificações e outros benefícios financeiros, o Tribunal entendeu que não ficou provada.

    Gostar

  4. rosinha permalink
    3 Agosto, 2009 17:14

    Mesmo que venha a ser condenado, vai recorrer. Logo a sentença não transita em julgado, fica pendente. O circo vai continuar, o homem vai ser candidato e vai ganhar…
    Estes casos não são só de Leis e Tribunais. São uma vergonha nacional, e sucedem-se…
    Só uma mudança de regime político (que mude os políticos que temos), poderá mudar este estado de coisas…
    Qual o Estado que pode permitir que os candidatos a acupar os lugares de poder, estejam acusados de crimes graves, e não os impeça de se candidatarem??? e os partidos políticos que se fecham em copas, e não dizem nada???
    democracia é isto????

    Gostar

  5. 3 Agosto, 2009 18:03

    Também não percebo nada.
    Se ele for eleito e condenado a prisão efectiva, vai presidir da prisão.

    Gostar

  6. José Manuel Santos Ferreira permalink
    3 Agosto, 2009 18:22

    Escoicinhado pelo Paul Pot, por inveja, este homem íntegro, foi, em determinada altura da democracia portuguesa, a pedrada no charco do lamaçal
    O País está-lhe agradecido pela solidariedade, te tal modo que, dado que nada consta em seu desabono, ainda hoje está nos comandos do poder

    Bam haja
    Há quem queira confundir a sua conduta com alhos e bugalhos

    Viva Portugal

    Gostar

  7. José Manuel Santos Ferreira permalink
    3 Agosto, 2009 18:29

    Quanto ao tio Isaltino

    A Fátima Felgueiras também transpirou e muito

    É a vida

    Pois

    Gostar

  8. 3 Agosto, 2009 18:30

    Para quem não tenha percebido, realço que a posta era sobre um ex-deputado e não sobre um actual autarca arguido em processo judicial.

    Gostar

  9. José Manuel Santos Ferreira permalink
    3 Agosto, 2009 18:31

    democracia é isto????

    è
    lá dizia o velho churchill

    Gostar

  10. José Mexia permalink
    3 Agosto, 2009 18:47

    O obra que Daniel Campelo deixa em Ponte do Lima é verdadeiramente assombrosa.
    O municipio do país menos endividado. Um dos melhores parques escolares. Uma rede viária invejável. Uma Vila (não quis ser cidade) efectivamente preservada. Tudo isto sem empresas municipais, conselhos de administração, nem sequer chofer para o presidente.
    Aconselho vivamente os comentadores acima, em vez de se chocarem com as desgraças de Oeiras, a conhecer a realidade limiana.
    Cumprimentos.

    Gostar

  11. 3 Agosto, 2009 18:49

    Já cá faltava a publicidade aos paraísos de férias.

    Gostar

  12. chato permalink
    3 Agosto, 2009 19:08

    Isaltino condenado a 7 anos de prisão efectiva!

    Gostar

  13. 3 Agosto, 2009 19:20

    Ora toma que já almoçaste.

    Gostar

  14. Anónimo permalink
    3 Agosto, 2009 19:21

    Caro LR,

    Independentemente do Daniel Campelo fazer bem ou mal em defender o círculo pelo qual foi eleito, segundo a Constituição (gostando-se ou não, é o que temos) os deputados devem representar o país num todo e NÃO interesses do seu círculo eleitoral. Logo, em termos legais ou, se quiser, formais, o Daniel Campelo esteve e agiu de forma errada.

    Gostar

  15. 3 Agosto, 2009 19:36

    Como funcionariam o parlamento e o país se cada deputado se preocupasse essencialmente com o seu círculo eleitoral?

    Gostar

  16. 3 Agosto, 2009 19:37

    A função dos deputados é suposto ser fazer leis, que em principio são gerais e abstractas. Isso parece-me contraditório com defender interesses locais.

    Gostar

  17. 3 Agosto, 2009 19:39

    Daniel Campelo foi no tempo de Guterres PM, uma “pedrada no charco”, uma ruptura nem sempre entendida, sobretudo pelo seu CDS. CDS que ao tempo de José Ribeiro e Castro presidente, fez muito bem em recuperar o autarca e o militante.
    Tem zelado de modo muito peculiar, por Ponte de Lima e sua região.
    Uma linda vila, atraente também pela actividade turística, cultural e sem dúvida representativa do Minho e do Norte. Presumo que o dia-a-dia económico e financeiro das pessoas esteja razoavelmente bem.

    Dá gosto estar em Ponte de Lima.
    Acordar num solar e re-conhecer a vila, lanchar junto ao rio, passear durante a noite, são sempre momentos especiais.
    A actual Ponte de Lima tem sabido preservar e oferecer a sua História e ‘disponibilizar’ (naturalmente, sem esforçados afectos) as suas Gentes aos forasteiros.

    Sem dúvida: vê-se ‘marca’ de autarca, muito dedicado à sua ‘terra’ !

    Gostar

  18. jpt permalink
    3 Agosto, 2009 19:44

    Mas alguém gostaria duma assembleia da república cheia de deputados “independetes” que só respondessem perante os seus eleitos? Alguém quer um parlamento permanentemente “Limiano”, com todas as leis a serem negociadas com cada deputado caso-a-caso? Já imaginaram o que isso seria? E não estou a pensar sequer em actos ilícitos, em que os deputados poderiam ser corrompidos directamente para aprovarem ou recusarem uma lei.

    Gostar

  19. 3 Agosto, 2009 20:02

    Jpt

    Em ‘contrapartida’…temos uma AR recheada de deputados dependentes dos seus dirigentes partidários, sem voz activa e que não representam quem regionalmente os elegeu…
    Temos um Parlamento/parlamentares submissos, negociáveis e ‘negociados’…com queijo Limiano (só) como entrada no Café e nos restaurantes de S.Bento.

    Gostar

  20. 3 Agosto, 2009 20:28

    Anónimo (#14),

    “Independentemente do Daniel Campelo fazer bem ou mal em defender o círculo pelo qual foi eleito, segundo a Constituição (gostando-se ou não, é o que temos) os deputados devem representar o país num todo e NÃO interesses do seu círculo eleitoral. Logo, em termos legais ou, se quiser, formais, o Daniel Campelo esteve e agiu de forma errada.”

    Mas então porque existem círculos eleitorais? Para o sistema ser coerente, deveria então acabar com eles, passando a existir apenas 1 único círculo nacional. E você consegue dizer-me quais são os interesses do país como um todo? Não é possível que um alentejano tenha interesses totalmente diferentes dos de um minhoto?
    É verdade que na óptica constitucional as coisas são como você refere, mas a nossa constituição está cheia de disposições estúpidas. Daí que ela esteja maioritariamente por cumprir.

    Gostar

  21. 3 Agosto, 2009 20:30

    Carlos Albuquerque,

    “Como funcionariam o parlamento e o país se cada deputado se preocupasse essencialmente com o seu círculo eleitoral?”

    Funcionariam de forma mais equilibrada, negociando interesses divergentes que de facto existem. Na situação actual, prevalecem sempre os interesses do poder central e de Lisboa.

    Gostar

  22. 3 Agosto, 2009 20:32

    Miguel Madeira,

    “A função dos deputados é suposto ser fazer leis, que em principio são gerais e abstractas. Isso parece-me contraditório com defender interesses locais.”

    Numa democracia que se diz representativa, qual é a função dos representantes senão defender os interesses de quem lhe confere o mandato?

    Gostar

  23. 3 Agosto, 2009 20:43

    Jpt,

    “Mas alguém gostaria duma assembleia da república cheia de deputados “independetes” que só respondessem perante os seus eleitos?”

    Mas se os deputados não devem responder perante quem os elege, para que havemos de os eleger?

    “Alguém quer um parlamento permanentemente “Limiano”, com todas as leis a serem negociadas com cada deputado caso-a-caso? Já imaginaram o que isso seria?”

    Tem a certeza que as leis emanadas actualmente do Parlamento são ajustadas ao país como um todo? Quer um exemplo? O salário mínimo. Embora eu entenda que ele deveria ser extinto, a existir, deveria assumir valores diferentes em cada região do país de acordo com o respectivo nível de desenvolvimento – mais alto em Lisboa e no Porto, mais baixo em Bragança ou em Portalegre.

    “E não estou a pensar sequer em actos ilícitos, em que os deputados poderiam ser corrompidos directamente para aprovarem ou recusarem uma lei.”

    Acha que na actual situação os deputados não são corrompidos? Ou, se quiser um expressão mais suave, sujeitos a “influências” que os faz actuar geralmente contra os interesses dos seus eleitores?

    Gostar

  24. Fartinho da Silva permalink
    3 Agosto, 2009 21:17

    Aí está o exemplo daquilo que é a “república” portuguesa… um dos poucos deputados que trabalhou tendo em atenção os seus eleitores foi escorraçado pelo seu próprio partido porque ao representar os seus eleitores não podia obedecer ao seu chefe de ocasião!

    Os partidos políticos não têm qualquer interesse que os deputados eleitos representem os eleitores por razões tão evidentes que nem sequer vale a pena comentar…

    Isto é Portugal, o resto é conversa para entreter meninos…

    Gostar

  25. carlos graça permalink
    3 Agosto, 2009 21:47

    Ponte de Lima 4 ever!

    Gostar

  26. 3 Agosto, 2009 22:12

    Se os deputados se assumissem como representantes locais e não como representantes do interesse nacional comum teríamos um parlamento com 230 partidos diferentes.

    Podemos imaginar o que seria esse parlamento se o imaginarmos constituído pelos presidentes de câmara de todo o país.

    Francamente não acredito que, no estado actual do país, a governabilidade melhorasse o que quer que fosse.

    Gostar

  27. 3 Agosto, 2009 22:48

    Carlos Albuquerque,

    Portanto você não concebe que as pessoas se possam entender, conciliar e negociar posições. No seu entender, a vida em sociedade é portanto impossível, já que cada um de nós tem de facto interesses específicos, por vezes únicos e muitas vezes divergentes dos de outras pessoas.
    O sistema parlamentar actual já mostrou o que vale: nada. O que é que você tem a perder em experimentar um sistema alternativo?

    Gostar

  28. Dazulpintado permalink
    3 Agosto, 2009 23:13

    Carlos Albuquerque:
    “Se os deputados se assumissem como representantes locais e não como representantes do interesse nacional comum teríamos um parlamento com 230 partidos diferentes”.

    Já que não temos 230 partidos diferentes, para que queremos 230 deputados?

    Gostar

  29. Fartinho da Silva permalink
    3 Agosto, 2009 23:23

    Uma boa parte dos opinion makers destruíram um dos pouco deputados no verdadeiro sentido da palavra com a conversa muito gira do Carlos Albuquerque. Acho curioso estes mesmos opinion makers não defenderem o encerramento do parlamento e a abertura de um T0 na Avenida da Liberdade onde se sentariam os 5 representantes dos partidos para discutirem o sexo dos anjos tal como hoje o fazem. A “democracia” portuguesa funcionaria EXACTAMENTE da mesma forma e ficaria muito mais barata ao Zé Contribuinte…!

    Gostar

  30. Rosana permalink
    3 Agosto, 2009 23:46

    A única coisa que lamento é que este, actual mandato, seja o seu último. Quem acompanha o dia-a-dia da vila sabe que Ponte de Lima é o que é graças a este Sr. Como limiana só tenho a agradecer por tudo que foi feito. Duvido que apareça melhor. E sim, Dr Daniel Campelo durante todos estes anos apenas se limitou a servir o município. Não percebo o erro associado à afirmação. Não deveria ser este o dever e o papel de todos os presidentes de Câmara?

    Gostar

  31. Anónimo permalink
    4 Agosto, 2009 00:53

    Mas de onde é que concluíram, os legalistas da constituição, que Daniel Campelo defendeu só o interesse de Ponte de Lima? Para os comentadores que aqui dizem acreditar no sistema actual foi apenas um deputado que achou, como os outros 115, que aquele era um bom orçamento de estado. Defendeu interesses locais? Para vocês, ele defendeu tanto os interesses locais como os outros 115. Sejam coerentes… com o impossível de achar que aquela Assembleia representa alguma coisa relevante… Criticar Campelo, em termos práticos tem tanto sentido como criticar os 115 que votaram a favor: o seu interesse particular em ficar nas listas do partido do Governo, e dos 114 que votaram contra: tramar o governo de então em nome do interesse das suas direcções partidárias. Interesse por interesse… o deste deputado ainda levou alguma coisa para alguém que não ele

    Gostar

  32. Anónimo permalink
    4 Agosto, 2009 00:54

    Dúvida:

    Ao abrigo da Constituição todos os candidatos a deputados que prometem ir defender os interesses dos eleitores do seu círculo eleitoral estão rigorosamente a mentir?

    Gostar

  33. 4 Agosto, 2009 01:06

    Se os deputados não representassem o seu círculo eleitoral, então mais valia assumir o sistema proporcional absoluto. Assim sendo, devem prestar contas a quem os elegeu. Até porque os interesses nacionais são muitas vezes obscuros e não passam de interesses partidários.

    E ao contrário do que se diz, Campelo não teve como contrapartida um “queijo” (Ponte de Lima nunca viu mais nenhuma fábrica de laticínios), mas sim uma quantidade de estruturas que beneficiaram todo o distrito de Viana.

    Gostar

  34. Anti-liberal permalink
    4 Agosto, 2009 01:16

    .

    LR,
    Parece que, pelo menos, em grande parte, estamos de acordo que a Constituição não serve. Como não se pode remendar – sob risco de ficar ainda pior -, então pugnemos por umas legislativas que proponham, não uma revisão constitucional mas a elaboração de uma Constituição inteiramente nova, que permita os referendos que forem necessários e que seja sufragada polo Povo.
    Como sabe, estes são os pecados capitais e mortais da presente Constituição.

    Nuno

    Gostar

  35. Anti-liberal permalink
    4 Agosto, 2009 01:25

    .

    Ou em alternativa e para usar a linguagem imprópria dos comentaristas, um verdadeiro deputado é um filho de puta.

    Nuno

    Gostar

  36. 4 Agosto, 2009 02:47

    LR

    “Portanto você não concebe que as pessoas se possam entender, conciliar e negociar posições.”

    Concebo, sim.

    “No seu entender, a vida em sociedade é portanto impossível, já que cada um de nós tem de facto interesses específicos, por vezes únicos e muitas vezes divergentes dos de outras pessoas.”

    Quando nos assumimos como defensores apenas dos nossos interesses (ou da região que nos elegeu), passando por cima de tudo o resto, a vida em sociedade fica realmente impossível.

    “O sistema parlamentar actual já mostrou o que vale: nada. O que é que você tem a perder em experimentar um sistema alternativo?”

    O sistema actual não é o culpado dos nossos problemas e modificá-lo pode muito bem ser o princípio de mais problemas, sobretudo se o nosso modelo for o de cada pequena região lutar pelos seus interesses específicos passando ignorando tudo o resto.

    Gostar

  37. 4 Agosto, 2009 03:20

    “Já que não temos 230 partidos diferentes, para que queremos 230 deputados?”

    “Acho curioso estes mesmos opinion makers não defenderem o encerramento do parlamento e a abertura de um T0 na Avenida da Liberdade onde se sentariam os 5 representantes dos partidos”

    O trabalho do parlamento precisa de muito mais de cinco pessoas para ser feito. Os 230 deputados têm certamente trabalho se se dedicarem a isso.

    Um parlamento alargado permite a representação de partidos mais pequenos.

    Gostar

  38. Marafado de Buliquei-me permalink
    4 Agosto, 2009 04:37

    Se fizerem bem as contas, teremos 10 milhões de partidos políticos, já que somos 10 milhões de caga sentenças, eu incluído !!

    Gostar

  39. Pedro permalink
    4 Agosto, 2009 06:01

    Isaltino … Um poderoso condenado? So me acredito quando tiver com o rabiosque na pildra.
    Agora vai ser arquivado, mais 4 anos em águas de bacalhau, chega à altura recorre e é absolvido. Ou entao faz como a outra pisga-se pro Brasil e volta bronzeado como se nada fosse.
    No caso impossível de ser efectivamente preso, passa um ou dois meses na choça e depois vai para casa em prisao domiciliaria como o do BPN, passado uns tempos já é livre e nem tem nada no cadastro.
    Um pobre rouba um queijo no Jumbo e nem é preciso provas nem coisa alguma. Ala queixos no calabouço.
    Mas nao fui eu que votei nele. Foi o povo que curiosamente passa a vida a queixar-se do país.
    Resta-me dizer que meus amigos voces têm o pais que merecem.
    E pronto continuem-se a entreter com as noticias do Ronaldo, do Benfica e da Diana Chaves.
    No fim do mes mais uma espera de 4 horas na segurança social e o sobressílio lá há-de cair.
    Portugal, o país com alto astral.

    Gostar

  40. 4 Agosto, 2009 08:23

    Carlos Albuquerque,

    “Quando nos assumimos como defensores apenas dos nossos interesses (ou da região que nos elegeu), passando por cima de tudo o resto, a vida em sociedade fica realmente impossível.”

    Deduzo portanto que você:
    – Ou tem um vida impossível, pois olha apenas para os seus interesses passando por cima de tudo e de todos;
    – Preocupa-se apenas com os interesses de outrém e nada com os seus ou dos seus.

    Gostar

  41. 4 Agosto, 2009 08:50

    Parece haver quem queira transformar o parlamento numa reunião de presidentes da junta.

    Gostar

  42. 4 Agosto, 2009 08:59

    Piscoiso,

    Mas você tem alguma dúvida que os presidentes de Junta defendem muitíssimo mais os interesses dos seus eleitores do que os actuais deputados?

    Gostar

  43. Fartinho da Silva permalink
    4 Agosto, 2009 09:58

    O eleito é eleito para representar os eleitores!

    Enquanto não percebermos que é esta a missão do eleito não vamos a lado nenhum. A democracia não é permitir que os eleitores votem…

    Gostar

  44. 4 Agosto, 2009 10:11

    Pois, e Campelo é deputado por quem votou PSD e não por quem bebe dessa água.

    Gostar

  45. 4 Agosto, 2009 10:44

    Piscoiso,

    Campelo foi deputado do CDS.

    Gostar

  46. 4 Agosto, 2009 11:59

    Incrivel, o piscoiso não acerta uma :/

    Gostar

  47. votoembranco permalink
    4 Agosto, 2009 12:06

    Eu cá por mim prefiro um deputado que faça as leis gerais do país negociando com os Mota & Coelho, Melo’s e o com o Júdice, a bem da estabilidade.

    Gostar

  48. 4 Agosto, 2009 12:40

    Quero lá saber se ele foi deputado pelo Partido A ou B.
    Julgava que era PSD. As minhas desculpas.

    Gostar

  49. Rui Dias permalink
    4 Agosto, 2009 13:08

    Para quando a ilegalização da disciplina de voto?

    Gostar

  50. Anónimo permalink
    4 Agosto, 2009 16:13

    hum? e o que é o interesse nacional? : comprar submarinos? construir estádios ? manter a rtp? casórios gays? novas oportunidades? defender o território de possíveis invasores (lol)? os lucros da mota engil e outras destas? manter observatórios , institutos e demais ninhos de piolhos? submeter a justiça? etc , etc ?. é isto?
    ou será desenvolver as regiões de acordo com o seu potencial e as suas necessidades? e quem sabe mesmo quais são? quem vive lá , né?.
    Agora , claro , meter os deputados a trabalhar , fazer aquilo para que foram eleitos ,representar ( filmes não , pessoas ) , negociar , chegar a consensos em que todos ganhem , é pedir muito , de certeza.

    Gostar

  51. José Estaline permalink
    4 Agosto, 2009 18:08

    Gosto do homem.Defende com honestidade os seus eleitores, o que a maioria não faz e ainda por cima os roubam!

    Gostar

  52. caramelo permalink
    4 Agosto, 2009 18:28

    LR, o que esta a propôr e uma especie de Assembleia Geral Permaamente de Autarcas. Não esta mal visto, não senhor. Eu juro que daria dinheiro para assistir à experiência…

    Gostar

  53. 4 Agosto, 2009 19:03

    Caramelo (#52),

    Estou? Leu bem a posta? Ou você considera que só os autarcas estão “autorizados” a defenderem os interesses locais e que não é concebível que algum não autarca o faça?

    Gostar

  54. caramelo permalink
    4 Agosto, 2009 19:54

    Não, LR, eu sei, você falou em deputados representativos dos interesses locais, não em autarcas. Não é que eu veja bem a diferença (qual a diferença, afinal, entre uma assembleia de deputados “reprentativos” de freguesias, paroquias ou concelhos, e uma de autarcas? Poderiam até, uns e outros, ficar nos seus gabinetes, junto do seu povo, dos seus protegidos, e conferenciar por teleconferência), mas enfim, dou-lhe razão.

    Gostar

  55. Amonino permalink
    5 Agosto, 2009 04:11

    .
    A organização politica SALAZARISTA do nosso Estado está a anos luz por exemplo disto que seria uma blasfémia, quiçá um tabu, para a ultrapassada elite transitória portuguesa ditatorial contra a Constituição ‘Regionalização’ (virá para o ‘osso’ quando acabar a ‘carne de lombo’ dos fundos da UE):
    .
    -Galicia prepara un recurso contra el fondo estatal de ayudas a la banca
    El Gobierno catalán duda entre acudir al Constitucional o abrir otro proceso
    ,
    http://www.elpais.com/articulo/economia/Galicia/prepara/recurso/fondo/estatal/ayudas/banca/elpepueco/20090805elpepieco_3/Tes
    .

    Gostar

  56. Tolstoi permalink
    5 Agosto, 2009 11:05

    Este foi o deputado que votou o orçamento do governo Guterres com a bancada socialista,viabilizando um governo cuja gestão se revelou ruinosa para o país. Relembrar Pina Moura é
    sempre preciso se acreditarmos que se aprende com os erros.

    Gostar

  57. João Silva permalink
    14 Agosto, 2009 14:12

    “Presumo que o dia-a-dia económico e financeiro das pessoas esteja razoavelmente bem.

    Dá gosto estar em Ponte de Lima.
    Acordar num solar e re-conhecer a vila, lanchar junto ao rio, passear durante a noite, são sempre momentos especiais.”

    Pois se tivesse que viver lá não diria isso. Campelo transformou Ponte de Lima numa reserva para turistas endinheirados ou para turistas de autocarro. Os primeiros não saem da redoma do “solar” os últimos trazem tudo na lancheira…

    Se é assim tão bom porque será que Ponte de Lima têm das maiores taxas de desemprego e pobreza do distrito de Viana do Castelo e logo portanto de Portugal? Porque será que sendo como diz o sr. Campelo um dos concelhos mais jovens estes para viverem/trabalharem imigram?

    A fachada do concelho de Ponte de Lima é bela, o hall de entrada não fica mal mas experimentem entrar no resto da casa e verão o “bom” que é o sr. Campelo

    Gostar

Trackbacks

  1. Cinco? « Vila Real: A Bila

Indigne-se aqui.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: