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Prioridades do programa eleitoral do CDS

1 Setembro, 2009

[Fim o pagamento especial por conta e desconto fiscal por filho] Assumimos esta despesa, porque sabemos o valor desta prioridade.

Por aqui se vê como o CDS está certo quando diz que a primeira
prioridade é o crescimento

tomando como prioridades o uso eficiente da água, a eficiência energética e a reabilitação ao nível das infraestruturas e equipamentos

[Floresta mediterrânica] Esta prioridade deve ser assumida ao nível europeu

No domínio da investigação e do desenvolvimento experimental, as
prioridades são as necessidades concretas dos agricultores portugueses.

prioridade à modernização das empresas agrícolas;

São objectivos que têm as pessoas como prioridade absoluta

o governo deve ter como prioridade a implementação de políticas de ambiente descentralizadas,

A conservação na natureza é uma prioridade primeira de um Ministério do Ambiente,

O CDS tem afirmado repetidamente que considera a Cultura uma prioridade para Portugal.

Tem de ser dada prioridade ao Turismo Cultural,

Damos prioridade estratégica ao Brasil e aos países lusófonos

A Defesa Nacional constitui uma das prioridades fundamentais do Estado

Até pela sua absoluta prioridade para as missões, a nossa preocupação é recuperar o atraso nos NPO e NCP – Navios de Patrulha Oceânica e Navios de Combate à Poluição

prioridade aos recursos humanos da Defesa Nacional.

A possibilidade de criação de equipas pluridisciplinares e de horários neste ciclo também devem constituir prioridades.

prioridade absoluta que devemos dar à internacionalização das empresas portuguesas

[Mico e pequenas empresas] O CDS defende uma alteração radical das prioridades da política económica do governo.

prioridade absoluta à diplomacia económica
A acrescer, Portugal tem uma taxa de desemprego muito elevada de licenciados, sobretudo jovens. São situações a corrigir com toda
a prioridade.

Dar prioridade ao crescimento sobre o défice não é um dilema.

prioridade ao crescimento económico

desenvolvimento sustentável do país, que o CDS entende como
prioridade

dar prioridade a uma política de prevenção e mitigação de riscos naturais, ambientais e tecnológicos

dar prioridade à revisão do regime do despejo,

prioridade para o transporte de mercadorias
Assumir a prioridade da Justiça

prioridade nacional nas próximas décadas é a Língua Portuguesa.

A outra prioridade que destacamos é uma nova atitude face à diáspora Portuguesa.

São três as prioridades definidas pelo CDS para a próxima legislatura: redução progressiva da carga fiscal, reforço da competitividade das empresas e defesa das garantias dos contribuintes.

dar prioridade à situação da pobreza no universo dos pensionistas,

prioridade ao policiamento das Áreas Metropolitanas.

prioridade estratégica a qualificação da nossa oferta turística,

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39 comentários leave one →
  1. Isabel permalink
    1 Setembro, 2009 13:18

    João Miranda

    Obrigada pela PRIORIDADE que deu ao programa do único partido que pode fazer avançar Portugal.

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  2. 1-2-3 permalink
    1 Setembro, 2009 13:18

    Prioridade para correr com essa cambada da Assembleia da República.

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  3. Marafado de Buliquei-me permalink
    1 Setembro, 2009 13:56

    O Paulinho ,anda sem gravata nas feiras e mercados , porquê ?

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  4. 1 Setembro, 2009 14:00

    Felipe Menezes foi contratado pelo Benfica. Para quando Manuel Alegre no FC Porto? ou até Manuel Monteiro no Sporting?

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  5. 1 Setembro, 2009 14:02

    ping back no Novo-Rumo: http://novo-rumo.blogs.sapo.pt/61868.html

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  6. Piscoisa permalink
    1 Setembro, 2009 14:05

    Só falta a prioridade de mandar regressar a casa os ilegais que por aí andam.Mas está quieto que nos chamariam logo xenófobos…

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  7. 1 Setembro, 2009 14:08

    As campanhas são simples mas temo que se tornem (ainda mais) aborrecidas. Já agora, alguém que tenha lido, pode preencher os chavões dos outros dois?

    PS=Optimismo/Futuro
    PSD=Verdade
    CDS=Prioridade
    CDU=?
    BE=?

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  8. Ricardo permalink
    1 Setembro, 2009 14:15

    Os outros dois não têm chavões porque estão santificados…

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  9. 1 Setembro, 2009 14:39

    Com tanta e boa prioridade só admira mesmo que o prioritário CDS nem o obsoleto PCP consiga ultrapassar nas preferências dos portugueses.

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  10. 1 Setembro, 2009 14:44

    Tanta prioridade.
    Realmente é de não ter tempo para pintar a melena!

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  11. Anónimo permalink
    1 Setembro, 2009 14:50

    está certo. a bem dizer , se quisermos por um “sem abrigo” minimamente apresentável e tirá-lo das ruas , as prioridades são mais que muitas : lavá-lo , alimentá-lo , desparasitá-lo ( esta era importantissima..) , vesti-lo , calçá-lo , leva-lo ao médico , arranjar-lhe um sítio para dormir , um trabalho e etc , etc . conseguem dizer qual destas coisas é a mais importante para que deixe de ser sem abrigo ? depois disto tudo , como brinde, sempre se lhe pode dar um telele , um pc e talvez um carro eléctrico.

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  12. João permalink
    1 Setembro, 2009 15:30

    <Alegadamente foi usada quase tantas a palavra prioridade como o alegado pelos jornalistas.
    Os mesmos que fazem questão de não fazer perguntas.

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  13. 1 Setembro, 2009 15:35

    Esse é o único partido, apesar de longe do ideal, que está comprometido com a manutenção da soberania.

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  14. Joao Fernandes permalink
    1 Setembro, 2009 15:52

    E eu que achava engraçado aquele anúncio do seguro de saúde do BES…

    «
    Em primeiro lugar, porque não tem limite de idade
    Em primeiro lugar, porque não tem períodos de carência

    »

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  15. PPB permalink
    1 Setembro, 2009 16:06

    João Miranda

    São 30 prioriadades.
    Acha muito quando está em causa um programa de Governo ?
    PPB

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  16. José Barros permalink
    1 Setembro, 2009 16:25

    São 30 prioriadades.
    Acha muito quando está em causa um programa de Governo ? – PPB

    Estes exercícios estatísticos são perigosos pela simples razão de que provocam um efeito de truque de magia. Parece muito, mas pode não ser, até porque em muitos casos estamos perante o enunciado das prioridades de cada área ou subárea e não do governo enquanto todo.

    O que considero errado no programa do CDS é a sua extensão: quem apresenta um programa, ao que parece, de 200 páginas, não quer ser lido.

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  17. permalink
    1 Setembro, 2009 16:38

    Não quer ser lido para alguns e quer ser exclarecido para outros…

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  18. Anónimo permalink
    1 Setembro, 2009 17:29

    o protas teinventa o código da estrada, prioridade à direita num programa rotundo.

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  19. José Barros permalink
    1 Setembro, 2009 17:40

    Não quer ser lido para alguns e quer ser exclarecido para outros – Zé

    O problema é que o número dos primeiros é muito superior ao dos segundos. É por isso que os partidos ganham votos se fizerem programas curtos.

    Os partidos continuam a comportar-se de forma infantil relativamente a campanhas:

    1) Não entenderam que os brindes e os outdoors e toda a tralha propagandística não funcionam, porque custam dinheiro e custando dinheiro horrorizam as pessoas com os custos das campanhas.

    2) Não entenderam que os comícios também já não trazem votos, porque já toda a gente sabe que as pessoas são trazidas de camioneta de um ponto do país para o outro especialmente para o efeito (neste particular o PS não aprendeu mesmo nada com as Europeias)

    3) E da próxima vez também não vão entender que os programas eleitorais devem ser curtos, porque se as chances de serem lidos já são mínimas, alongá-los por mais de 50 páginas (para 120 ou 200, nos casos conhecidos) certifica que tal nunca acontecerá.

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  20. 1 Setembro, 2009 18:28

    “não vão entender que os programas eleitorais devem ser curtos”

    José Barros,

    O simples facto do PSD ter apresentado um programa apenas com 40 páginas, não lhe confere, por si só, qualquer credibilidade acrescida. Pode, outrossim, significar que o PSD, das duas uma, não faz a mínima ideia do que quer para o país ou tem uma agenda escondida que não quer revelar ao país para não assustar os portugueses (“o PSD terá um programa prudente”, como lhe chamou o António Borges …), esta última hipótese é a mais provável e a mais temível, também.
    E o programa do PSD é risível. Por exemplo, alguém acredita que eles não vão construir o TGV? Algum dia o PSD empresarial (que agora começa a aproximar-se e até com brindes Pina Moura) vai deixar que isso aconteça. E alguém acredita que vão rasgar o sistema de avaliação dos professores e a diferenciação de carreiras? Claro que não vão, quando muito vão mudar os nomes e deixar tudo na mesma ou pior.
    A estratégia do PSD é simples, aproveitar o clima de descontentamento dos cidadão por causa da crise que o país atravessa (o resto do mundo não está melhor, já agora) e culpar o governo dessa situação. O seu plano é assim falar e aparecer o menos possível para que os portugueses não se assustem e não vejam que este PSD cavaquista e requentado não passa de mais do mesmo.

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  21. José Barros permalink
    1 Setembro, 2009 19:02

    Rb,

    Eu não disse que lhe conferia credibilidade acrescida, tão só que lhe conferia legibilidade. Um eleitor medianamente interessado pode não se importar com uma hora de tempo perdido a ler quarenta páginas.

    Importa-se de certeza com a perda de três horas a ler o programa do PS.

    E isso é uma vantagem do PSD em termos de fazer campanha. Uma vantagem competitiva, porque nenhum dos outros partidos se lembrou de fazer o mesmo.

    Agora se os eleitores se convencem ou não convencem, isso é um problema deles. O meu ponto é que se o programa pode captar eleitores, então só o PSD é que utilizou essa arma, porque só o programa do PSD foi lido e comentado. Obsessivamente, aliás.

    Quanto às suas divergências políticas com o PSD, já são conhecidas. Já discutimos todas elas, pelo que nada mais há a discutir nesse capítulo.

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  22. 1 Setembro, 2009 19:38

    Alguém falou em soberania?
    Isso esteve na moda até ao início da segunda metade do século passado.

    Liberalismo e globalização mandaram essa “coisa” às urtigas.

    Não venham agora com tretas!

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  23. Paulo Nunes permalink
    1 Setembro, 2009 19:56

    O que os programas eleitorais deviam de ter era um “Executive Summary”.
    O grosso do documento era para quando surgissem dúvidas ou se quisesse aprofundar um tema.

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  24. 1 Setembro, 2009 20:07

    Obrigado João Miranda pelo prioritário post em que se apresenta um programa cujas prioridades dão uma clara prioridade a todas as áreas da governação (tornando-se, desta forma, prioritárias)

    Um abraço

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  25. José Manuel Santos Ferreira permalink
    1 Setembro, 2009 22:23

    A minha prioridade é votar Sócrates

    E o resto que se foda

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  26. 1 Setembro, 2009 22:37

    Breve recapitulação da saga EPE

    Os hospitais públicos com gestão empresarial (EPE) tiveram um prejuízo de 91,1 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, um agravamento de 22,6 por cento em relação ao período homólogo de 2008. A fórmula mágica voltou a dar mostras de que não serve. Abaixo republico o que escrevi em Novembro de 2007. Permanece actualíssimo. Desde então, o buraco do SNS não parou de aumentar (em Março de 2008, as dívidas do SNS já haviam aumentado 132 por cento desde o início da governação Sócrates) e a qualidade dos serviços prestados continuou a deteriorar-se. Pelo meio, apareceram empresas privadas cujo lucro provém do aluguer de médicos ao dia, houve contratos, legais e ilegais, celebrados com grupos privados para a exploração do negócio da saúde por 30 e mais anos, encerraram-se unidades de saúde de excelência do SNS para permitir o aparecimento de unidades privadas no seu lugar, ao mesmo tempo que os sucessivos relatórios do Tribunal de Contas, que invariavelmente apontaram irregularidades graves às gestões EPE, tão empresariais que nem contas fidedignas apresentam, foram sendo engavetados e esquecidos. Para pagar tudo, cá estiveram os portugueses. Com os seus impostos e, tantas vezes, com a própria vida.
    Com uma gestão privada iam ser a oitava maravilha. Uma gestão mais ágil, competitiva, Melhor aproveitamento de recursos, melhor gestão de tudo e mais alguma coisa. Nada disso aconteceu. As dívidas até poderiam ter-se mantido e já isso seria um mau resultado diante de tantas expectativas. Nem isso. As dívidas mais que duplicaram, o atendimento piorou, mas… já nada disto conta para o défice. A meta foi alcançada e o resto é o resto. Agora já só falta deixar apodrecer, para depois encerrar. Corrijo: ter que encerrar.

    “«As dívidas dos hospitais transformados em entidades públicas empresariais mais do que duplicaram nos últimos dois anos e meio.

    Segundo um relatório do sector, a que a agência Lusa teve acesso, o prazo médio de pagamento é superior a um ano, havendo, mesmo, um hospital que demora mais de três anos a pagar as contas. O relatório, datado de Setembro, mostra que desde a posse do actual Governo, em Março de 2005, a dívida dos hospitais com gestão empresarial passou de 256,7 para 597,3 milhões de euros. Ou seja, a dívida dos hospitais com gestão empresarial subiu 132 por cento.»
    Código de barras: Boas notícias para a Medis e Multicare
    Filipe Tourais

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  27. 1 Setembro, 2009 23:37

    “Alguém falou em soberania?
    Isso esteve na moda até ao início da segunda metade do século passado.
    Liberalismo e globalização mandaram essa “coisa” às urtigas.”

    Pois é, hoje a moda é que determina as opções políticas das mentes volúveis e pouco dadas à história. Política virou algo semelhante ao mundo de caras. O que interessa é o que está in ou out, não o que é correcto ou errado. Hoje é in o suicídio colectivo. Pena que os chineses e os russos sejam tão out, têm investido mais em armas sofisticadas que em roupas in e casas de férias. Veremos daqui a uns anos quem estava correcto. Me parece que nesse dia a moda será o uniforme de trabalhador da época do Mao ou o dos judeus nos campos de trabalho do nacional-socialismo alemão.

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  28. 2 Setembro, 2009 00:42

    20,9 casos por cada cem mil habitantes
    Gripe A: Portugal é o segundo país europeu com maior incidência de infecções

    Portugal é o segundo país europeu com maior incidência de infecções de gripe A (H1N1), com 20,9 casos por cada cem mil habitantes, a seguir ao Reino Unido, com 21,4 casos por cada cem mil habitantes.

    As contas foram feitas pela agência Lusa com base na listagem de casos divulgados hoje no portal do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças e no número de habitantes dos respectivos países.

    A Alemanha e a Grécia ocupam o terceiro e o quarto lugares do “ranking” das maiores incidências de infecções, respectivamente com 18,9 e 17,1 casos por cada cem mil habitantes.

    O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças aponta Portugal como o terceiro país europeu com mais casos confirmados de gripe A (2.244), depois da Alemanha (15.567) e do Reino Unido (13.095).

    Contudo, em proporção com a população, a incidência de infecções acaba por ser maior em Portugal, que tem 10,7 milhões de habitantes, do que na Alemanha, com 82 milhões de habitantes.

    Portugal só é ultrapassado pelo Reino Unido, onde vivem 61 milhões de pessoas.

    A Grécia, que apresenta a mesma população do que Portugal, tem uma incidência de casos menor do que Portugal, uma vez que regista menos infecções: 1.839.

    Atrás de Portugal surgem a Espanha e a Itália, com 3.79 e 3.01 casos por cada cem mil habitantes, respectivamente.

    Espanha, com 40,5 milhões de habitantes, tem 1.538 casos de gripe A, enquanto a Itália, com 58 milhões de habitantes, apresenta 1.800 infecções do H1N1, de acordo com os mesmos dados hoje divulgados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças.

    Apesar de ser o segundo país europeu com maior incidência de infecções de gripe A (H1N1), Portugal não regista casos mortais, ao contrário do Reino Unido (65), Espanha (21) e Grécia (1).
    http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398302

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  29. anti-liberal permalink
    2 Setembro, 2009 03:03

    #10
    Paulo Quintela disse
    1 Setembro, 2009 às 2:39 pm
    .

    Afinal o que é que você quer dizer na sua?

    Nuno

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  30. anti-liberal permalink
    2 Setembro, 2009 03:17

    #12
    Anónimo disse
    1 Setembro, 2009 às 2:50 pm
    .

    A começar por si e a continuar em todos os que abordam as prioridades do CDS, seria bom que pensassem um bocadinho, só um bocadinho, para encontrarem mais uma data de prioridades que não constam naquela lista. Por exemplo, se vocês e outros do mesmo estilo, não encontrarem outras prioridades, estão aqui a mais e devem ir rapidamente para a estrumeira a que pertencem.
    Cheira aqui mal.

    Nuno

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  31. anti-liberal permalink
    2 Setembro, 2009 03:45

    #21
    rb disse
    1 Setembro, 2009 às 6:28 pm
    .

    rb,
    Quando a ignorância e a estupidez são de monta tratam-se como a um cavalo desembestado. Deixa-se que siga a toda a pbida até que perca o fôlego e estoire.
    Vai demorar o seu tempo para relinchar de novo.

    Nuno

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  32. anti-liberal permalink
    2 Setembro, 2009 03:50

    #
    24
    Paulo Nunes disse
    1 Setembro, 2009 às 7:56 pm

    Meu caro,
    Mas quais são os políticos que sabem o que é executive summary?
    Nem como fazer nem o objecivo.

    Nuno

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  33. Anónimo permalink
    2 Setembro, 2009 07:44

    orange executive summary é o sumo de laranja que o broges bebe, as laranjas são descascadas e retirados os caroços antes de espremidas.

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  34. K2ou3 permalink
    2 Setembro, 2009 10:34

    Isto com tanta “prioridade”, vai mas é haver engarrafamento.
    Tudo empanado como o costume

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  35. JP Ribeiro permalink
    2 Setembro, 2009 11:31

    Se o anúncio do BES passa bem, e se o discernimento do comentador #26 também passa, porque não hão de passar 47 prioridades do CDS? É o país que temos.

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  36. O puto novo no bairro permalink
    2 Setembro, 2009 11:47

    DESVENTURAS DA INFLAÇÃO DE UMA PALAVRA: Com tantas prioridades nenhuma pode ser prioritária.

    Assim terão que fazer uma revisão semântica-ideológica e definir as prioridades:

    a)Prioridade de tipo prioritário
    b) Prioridade eventualmente prioritária
    c) Prioridade não prioritária de todo.

    Quando, por inflação se esvazia de sentido a palavra que queriam?

    A menos que prioridades sejam constituição de “PRIORADOS”. O prior do Ambiente, o Prior da Cultura, o Prior da Defesa.

    Num país que evoluiu de um clericalismo religioso para um clericalismo agnóstico-ateu, os Priores continuam.

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  37. 2 Setembro, 2009 16:23

    O programa do CDS (basta ver no site) tem um enunciado principal (não é o executive summary aqui pretendido, mas não anda longe) e mais de vinte partes sectoriais.

    O exagero das prioridades – apresentado pelo JM – é a confusão entre as que são enunciadas no início, e são várias e não excluentes, e as de cada sector.

    Dizer que um país só tem cinco prioridades sai bem em televisão. Esquecer que existe todo um país para além disso, que cada área tem os seus problemas e não apresentar propostas sectoriais pode ser mais conciso mas será,sempre, menos esclarecedor.

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  38. O puto novo no bairro permalink
    3 Setembro, 2009 13:31

    Santos Ferreira, dixit:

    “A minha prioridade é votar Sócrates

    E o resto que se foda”

    Sem dúvida, para um discípulo devoto do simplex, está tudo dito. Meia-bola e força, camarada!

    Mas já agora pegando na sua frase e sem lhe alterar uma só palavra (apenas alterando a ordem):

    “A minha Sócrates é a prioridade,

    e que (se) reste a foda ”

    a sua frase alterada è mais optimista, tem futuro, abre para um portugal positivo e talvez tenha menos ego. Não lhe parece?

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