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Lista de empresas a privatizar

7 Dezembro, 2009

Lista de empresas detidas pela Parpública

Participações directas do Estado

Ainda há muita empresa com valor para vender: CGD, parte da REN, parte da GALP, parte da EDP, ANA, Águas de Portugal, Companhia das Lezírias, Inapa e as empresas ligadas ao Pólis. E depois há as que provavelmente têm valor negativo ( RTP, RAVE, CP, TAP, metros) e que poderiam ser saneadas ou vendidas por 1 euro para não darem mais prejuízo. Já para não falar nas participações em empresas importantíssimas como o Centro de Abate de Suínos do Oeste, a DILOP-Charcutaria Cozidos e Fumados e a Sociedade Têxtil da Cuca.

31 comentários leave one →
  1. 7 Dezembro, 2009 12:34

    Já para não falar nas participações em empresas importantíssimas como o Centro de Abate de Suínos do Oeste, a DILOP-Charcutaria Cozidos e Fumados e a Sociedade Têxtil da Cuca

    -Que raio de participações são estas?

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  2. JoaoMiranda permalink*
    7 Dezembro, 2009 12:38

    António de Almeida:

    Click to access carteira_acessoria_reportada_a_30_09_2009.pdf

    Integra as participações directas do Estado de reduzida utilidade para a prossecução do interesse público e, em geral, de fraca expressão económica que chegam à posse do Estado por um conjunto variado de razões:

    Liquidação da participação directamente detida;
    Extinção do organismo público que a detinha;
    Dação em pagamento de dívidas fiscais;
    Conversão de créditos em capital;
    Prescrição a favor do Estado por abandono ou ausência de herdeiros.

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  3. Gabriel Silva permalink*
    7 Dezembro, 2009 12:39

    Não esquecer a Farmácia de Carcavelos, detida em 95% pelo estado.

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  4. 7 Dezembro, 2009 12:40

    Com a concorrência dos chineses e vietnamitas e a magnífica “gestão” pública, a sociedade têxtil pode ser saneada para outro objecto social.

    Por exemplo, a realização dos festejos tão do palhaço sokas, do estado e do peiésse (ou dos dois, porque, como sabemos, o que é do estado é do peiésse), onde se incluem a festa anual do tratado de Lisboa, as cimeiras anuais com países do terceiro mundo armados ao pingarelho, as fronteiras novas e velhas do peiésse, as entregas do bimbalhães… enfim, uma miríade de “negócio” para a sociedade têxtil da cuca, que teria que mudar de nome. Sugiro “OS LELÉS DA CUCA” em singela homenagem aos “two million mentally handicaped” (isto em inglês soa melhor) que insistem em votar na bandalheira só cretina.

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  5. Gabriel Silva permalink*
    7 Dezembro, 2009 12:40

    «Integra as participações directas do Estado de reduzida utilidade para a prossecução do interesse público e, em geral, de fraca expressão económica que chegam à posse do Estado por um conjunto variado de razões»

    entre essas «de reduzida utilidade» e «fraca expressão económica» encontrma-se os 100% do capital do BPN…..

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  6. anonimo permalink
    7 Dezembro, 2009 12:51

    e a quela porra onde o miranda faz que investiga

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  7. Eleutério Viegas permalink
    7 Dezembro, 2009 12:53

    Ó #6, que porra é esse, que eu não sei?…

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  8. anonimo permalink
    7 Dezembro, 2009 12:56

    #7 – eu também não, mas deve existir e não deve pagar mal, pois o miranda já me apagou o comentário 2 vezes.

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  9. Anónimo permalink
    7 Dezembro, 2009 12:57

    Do privatização do metro, da CP ou das Águas de Portugal discordo. Quanto ao resto, quanto mais depressa for privatizado, melhor.

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  10. 7 Dezembro, 2009 12:57

    Em sintonia com o comentário #6.

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  11. 7 Dezembro, 2009 13:11

    Poderíamos acabar com as transferências do Estado para o ensino particular e cooperativo, seja no básico, secundário ou universitário como a Universidade Católica.

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  12. portela menos 1 permalink
    7 Dezembro, 2009 13:15

    o país de sonho do pessoal do Blasfémias não existe.
    tal como a esquerda, a direita também tem as suas utopias.

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  13. combater a cartelização permalink
    7 Dezembro, 2009 14:13

    COMBATER EFICAZMENTE A ROUBALHEIRA

    Se a Caixa Geral de Depósitos não fosse pública… já andávamos todos a pagar (leia-se ser roubados diariamente) taxas de multibanco.
    Se existisse uma petrolífera 100% pública… não andaríamos (todos os dias) a ser roubados nos preços dos combustíveis.

    CONCLUINDO: Só através da concorrência de empresas públicas… é que se poderá combater eficazmente a cartelização [leia-se roubalheira] privada!

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  14. al harem permalink
    7 Dezembro, 2009 14:33

    A RTP deverá ser a primeira.

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  15. 7 Dezembro, 2009 14:41

    Privatizar é amordaçar o cidadão.
    De facto: o cidadão pode manifestar-se contra a imposição de mais taxas… por parte de empresas públicas que dão lucro (note-se bem: que dão LUCRO); pelo contrário, quando a cartelização (vulgo roubalheira) privada actua… dizem que o mercado está a funcionar normalmente… e o cidadão tem que comer….

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  16. Marafado de Buliquei-me permalink
    7 Dezembro, 2009 14:41

    A Rádio Renascença e os pastorinhos de Fátima a 2ª !

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  17. jupiter permalink
    7 Dezembro, 2009 14:47

    Os ratos têm sempre quem os proteja nos momentos difíceis que se avizinham. “Constâncio tem quase garantida a vice-presidência do BCE”. Notícias do dia.

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  18. Golp(ada) permalink
    7 Dezembro, 2009 15:49

    Privatize-se a Assembleia da Republica com os políticos e assessores incluídos,e importamos políticos nórdicos, onde a corrupção é 0000000,1.

    Isto mudava.
    País pequeno é facilímo de gerir.

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  19. Golp(ada) permalink
    7 Dezembro, 2009 15:58

    Imagine-se isto aqui no retângulo:

    “Governo britânico quer cortar 20 por cento ao salário dos funcionários mais bem pagos”

    Caía o Carmo e Trindade.

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  20. Ambrósio permalink
    7 Dezembro, 2009 16:00

    Deve-se PRIVATIZAR tudo, com excepção dos tribunais, forças armadas, segurança e diplomacia.

    Tudo o resto é para funcionar segundo as leis do mercado.

    Quem trabalhar come!Quem não trabalhar que vá pr’a merda.

    Acabar com as EPS, EMs, Institutos e toda essa xulança das «parcerias público/privadas»!

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  21. 7 Dezembro, 2009 16:01

    Se têm valor explique lá porque se devem vender? E já agora explique lá também quem quereria comprar alguma coisa com “valor negativo” mesmo por 1€, a não ser que de facto essa coisa não tenha valor negativo?

    O eterno problema desta história das privatizações é este: enquanto os gestores e adimistradores públicos e respectivos políticos que os nomearam, não forem responsabilizados pelo seu trabalho e acções, para o bem ou para o mal (demitidos e/ou processados por crimes contra o Estado e Bem público) à frente das empresas, teremos sempre esta visão redutora do João Miranda que o Privado é bom e o Público é mau.

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  22. 7 Dezembro, 2009 16:24

    Caro Gabriel Silva,

    O seu comentário # 3 das 12:39 pm é a sério ou de brincadeira? Sendo a sério, será que a dita farmácia é aquela que eu estou a pensar que funciona como há 50 anos atrás?

    P.S. – Se for de brincadeira, também apreciarei o humor.

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  23. 7 Dezembro, 2009 16:26

    Caro Jmmtc,

    «Se têm valor explique lá porque se devem vender?»

    Mas, meu caro, se não tivessem valor, seriam impossíveis de vender! Aliás, pensando bem, há “n” + “m” casos em que nem dadas eu as quereria (a não ser que, antes, houvesse uma “impeza”do seu passivo…).

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  24. 7 Dezembro, 2009 16:45

    Eduardo F.

    não é brincadeira, está lá na lista das emrpesas detidas pelo estado: 95% da Farmácia de Carcavelos.
    é clikar nos links que o JM apresenta.

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  25. lucklucky permalink
    7 Dezembro, 2009 16:49

    Privatizar não, pois é dinheiro nas mãos dos políticos – Mesmo que digam que é para pagar a Dívida Pública e o Défice, não acreditem sem uma mudança na Constituição.
    Entregue-se as empresas aos Portugueses. Cada um fica acionista e assim tiram-se milhões ao poder do Governo.

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  26. Anónimo permalink
    7 Dezembro, 2009 18:47

    It seems that Fukuyama’s 1990s utopia had to die twice: the collapse of the liberal-democratic political utopia on 9/11 did not affect the economic utopia of global market capitalism, but the 2008 financial meltdown surely has. In the 1990s, it was believed that humanity had finally found the formula for an optimal socio-economic order. The experience of the last few decades has clearly shown that the market is not a benign mechanism that works best when left alone. It requires violence to create the conditions necessary for it to function. The way market fundamentalists react to the turmoil that ensues when their ideas are implemented is typical of utopian ‘totalitarians’: they blame the failure on compromise – there is still too much state intervention – and demand an even more radical implementation of market doctrine.

    Today we observe the explosion of capitalism in China and ask when it will become a democracy. But what if it never does? What if its authoritarian capitalism isn’t merely a repetition of the process of capitalist accumulation which, in Europe, went on from the 16th to the 18th century, but a sign of what is to come? What if ‘the vicious combination of the Asian knout and the European stock market’ (Trotsky’s characterisation of tsarist Russia) proves economically more efficient than liberal capitalism? What if it shows that democracy, as we understand it, is no longer the condition and engine of economic development, but its obstacle?

    And if this is the case, maybe post-Communist disappointment should not be dismissed as a sign of ‘immature’ expectations. When people protested against Communist regimes in Eastern Europe, most of them weren’t asking for capitalism. They wanted solidarity and a rough kind of justice; they wanted the freedom to live their own lives outside state control, to come together and talk as they pleased; they wanted to be liberated from primitive ideological indoctrination and hypocrisy. In effect they aspired to something that could best be described as ‘socialism with a human face’. Perhaps this sentiment deserves a second chance.

    Zizek, link acima

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  27. 7 Dezembro, 2009 19:02

    Caro Gabriel Silva,

    Pois é! Eu tinha tentado pesquisar por farmácia mas devo ter cometido algum erro ortográfico pois não a encontrei. Mas lá está ela – Sociedade Pereira Pinto,Ldª-Farmácia Central de Carcavelos!

    Como moro para aqueles lados, ainda hoje vou passar por aquela farmácia cujo funcionamento parou no tempo: não tem computador; o X-acto é usado para retirar o código de barras de cada embalagem de medicamentos para, com fita-cola, o colar na receita médica; “caixa” onde se paga a despesa usando um “talão” passado pelo funcionário do balcão; pós-pagamento, o funcionário do balcão emite a factura/recibo manualmente.

    Bolas! Nem acredito que me acreditem. Mas a farmácia funciona mesmo assim! No centro de Carcavelos! Só pode mesmo ser do Estado!

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  28. 7 Dezembro, 2009 22:04

    Eduardo F (#28):

    E depois dizem que o estado não cuida do património cultural…

    Aqui está um exemplar a integrar nos roteiros turísticos, sob o tópico: veja como era uma farmácia portuguesa no “intigamente”.

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  29. 9 Dezembro, 2009 12:50

    Caro Eduardo F.

    Sabe por acaso se a dita farmácia dá lucro? Se sim, certamente é um caso exemplar, mesmo usando os recibos e facturas com papel quimíco… (um caso parecido é a Papelaria da Moda em Lisboa – paradoxal tendo em conta o nome).

    Mas falando mais a sério e em relação ao seu comentário #23: Não é bem certo o que diz: o valor de que falamos aqui é o valor que é obtido pela Empresa para os seus accionistas tendo em conta as expectativas do tempo de vida de ambos; colocar uma empresa pública em pé e depois vende-la a privados é dizer o quê? que sim há gestores público que conseguem tirar empresas do marasmo (após as afundarem) mas depois já não conseguem manter essa mesma empresa em estado lucrativo se o accionista for o Estado – mas se for o contrário, sendo privados, aí sim a mesma Empresa será lucrativa, com os mesmos gestores?

    O problema das privatizações em Portugal é que politicamente se olha a curto-prazo, e os politicos que tomam as decisões, as tomam apenas olhando para o seu tempo de vida (deles) e de carreira (e dos seus compadres empresários).

    Existe um bando de chulos neste bloco central que nos governa há quase 30 anos que gere o presente de Portugal enchendo os seus bolsos (deles) e hipotecando o nosso futuro.

    Não existe uma cultura séria e honesta de gestão do Bem Público; ou acha que uma CP/REFER/RAVE nas mãos de privados faz maior valor do que faria com gente séria, competente e despojada de interesses próprios gerindo correctamente o interesse público?

    O caso da ferroviária neste país é bem o exemplo da degradação da política e da economia em Portugal: olhe-se para a linha do Oeste – via única não electrificada! – que passa apenas e só (combinado com a linha do norte) pela área mais populosa do país! olhe-se para a inexistencia de tráfego para o Sul! olhe-se para a negociata que está a ser o TGV – muito bem exposto ontem mesmo numa reportagem na TVI e TVI24; olhe-se para o subaproveitamento das linhas horizontais para Espanha.

    Finalizando: as coisas não se devem colocar em modos fundamentalistas mas de modo sério. Há empresas e áreas que se devem privatizar sim senhor, mas outras porque razão o fazer?
    Portugal é tão diminuto para permitir um mercado com vários operadores ferroviários – ou quererá manter o monopólio mudando-lhe apenas o dono?

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  30. Gabriel Ramos permalink
    9 Outubro, 2010 22:58

    Privatizem o metropolitano de Lisboa e acabem com tanta chulice.
    Essa empresa só funciona como está por ser sustentada com o dinheiro de todos os Portugueses, mesmo aqueles que não andam de metro( como é o meu caso).
    Será que são precisos tantos engenheiros? E os inspectores…que andam lá a fazer?? Gostava que alguém me explicasse, para que serve um operador de linha???…(para além de galarem as meninas das bilheteiras, o que é que mais fazem????) Será que é aceitável, um vendedor de bilhetes ter de ordenado cerca de 108o eur. fora sub. de refeição e outras ajudas (trabalham 7 h por turno)??????
    E este é dos mais baixos ordenados do metropolitano de Lisboa!
    PRIVATIZEM O METRO JÁ, E ACABEM COM ESTAS E OUTRAS CHULICES.

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