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Banha da cobra

29 Dezembro, 2009

Vale a pena ver esta reportagem:

Ricas ondas! Investimento de 1 milhão e 250 mil euros só funcionou… 3 meses

Política económica de José Sócrates e Manuel Pinho. Culto da Carga. Parolismo. Ignorância. Banha da cobra.

56 comentários leave one →
  1. helenafmatos permalink
    29 Dezembro, 2009 12:58

    A energia das ondas tem sido até agora uma espécie de pântano: https://blasfemias.net/2008/09/24/ha-mar-e-mar-ha-ir-e-voltar/

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  2. Vitinho permalink
    29 Dezembro, 2009 13:07

    Então não foi uma pme (privada) que foi apoiada pelo socrates? Se não tivesse sido apoiada o que que os anormais diriam? Então o socras é preso por ter e por não ter cão? Quem deveria estar aqui a ser questionada era a empresa privada a quem foram entregues dinheiros públicos e não foi capaz de os gerir convenientemente.

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  3. JoaoMiranda permalink*
    29 Dezembro, 2009 13:09

    Caro Vitinho,

    Veio reclamar ao sítio errado. Eu não defendo que o governo apoie PMEs.

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  4. Pagode socialista permalink
    29 Dezembro, 2009 13:17

    Ó Vitinho socretino,então o governo vigarista não devia ser criterioso com as empresas a quem entrega o dinheiro dos outros?
    Não é suposto que seja competente a analizar a credibilidade das empresas que se candidatam à gamela socialista?
    Tal como a Sá Couto que tinha dívidas ao fisco e ficou multimilionária com as negociatas socretinas,sendo a primeira vez que vi um PM de Portugal a fazer o papl de vendedor de computadores made in EUA.A que título?
    Cadeia era pouco!

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  5. Insatisfeito permalink
    29 Dezembro, 2009 13:24

    As ondas estão a fazer uma campanha negra, sabotando o patriótico esforço do Governo na luta contra o desemprego e a modernização do país pela via das energias alternativas !
    Cordialmente

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  6. Sarkastiko permalink
    29 Dezembro, 2009 13:33

    É pá nao facam ondas! (LOL) É a corruptela a funcionar! Business as usual! Mas ainda alguem fica indignado e admirado com este habitué ? Já se sabe que o modus-operandi é sempre este.

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  7. Anónimo permalink
    29 Dezembro, 2009 13:34

    Se estes projectos tivessem a mínima possibilidade de sucesso não era necessário o Estado nem o senhor Pinto de Sousa. Quem sabe fazer e faz o que espera do senhor Pinto de Sousa é distância máxima. Este projecto é de gente louca e infantilóide.

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  8. Pagode socialista permalink
    29 Dezembro, 2009 13:43

    É preciso não esquecer nem deixar que o branqueamento apague o “currículo” do partido socialista.
    Não é só Sócrates,o próprio partido é um cancro desde o fundador.

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  9. henrique pereira dos santos permalink
    29 Dezembro, 2009 13:47

    Caro João Miranda,
    O seu comentário parece-me excessivo. Se reparar, a grande maioria do investimento foi da empresa que arriscou numa tecnologia inovadora (pelos vistos, comercialmente imatura, como se admitia à partida). Acontece haver negócios que correm mal, e acontece os Estados apoiarem o risco associado à inovação. Esperaria que no seu comentário se fizesse, para além da crítica ao eventual apoio do Estado, se assim o entender, um elogio ao risco e à atitude empreendedora da empresa. Classificar de banha da cobra esta atitude de risco, que permitirá avançar na transformação de uma tecnologia experimental em tecnologia comercial, mesmo se este projecto concreto falhou, não é uma atitude liberal.
    henrique pereira dos santos

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  10. Vitinho permalink
    29 Dezembro, 2009 14:15

    Quer JM quer Pagode (sim, no mesmo saco) defendem o que pensam que têm algo a perder mas não confessam o quê.
    Ao JM digo que não estou a reclamar. A verdade é que dois presidentes de câmara (Peniche e Póvoa de Varzim, de cores muito diferentes) apoiaram o projecto. Não conta?

    Ao Pagode digo que, na altura, não me lembro de ter visto quaisquer comentários em desabono deste projecto (privado). Agora, com a notícia também eu sou um heroi. Sempre disse que, com as calças do meu pai até eu sou um homem. Onde é que estava no dia da assinatura do contrato?

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  11. Insatisfeito permalink
    29 Dezembro, 2009 14:20

    Caro HPdS

    Risco e atitude empreendedora isto ?

    A redundância de casos análogos, de apoios estatais a projectos que mais tarde se revelam verdadeiros fracassos tecnológicos, são uma marca característica deste regime com uma cultura digna de cursos desprovidos de validade científica idónea, como é o caso do seu líder.

    Atitude liberal será portanto desmascarar e denunciar as empresas e os nomes daqueles que se encostam por sistema às benesses governamentais à custa do dinheiro dos contribuintes porque factor prejudicial aos verdadeiros investidores no risco e na inovação por deturpar a concorrência.

    Cordialmente

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  12. tina permalink
    29 Dezembro, 2009 14:38

    O discurso de Manuel Pinho demonstra bem a parolice e a ignorância de que o João fala. Como podia ele estar tão confiante, a partir de um projecto piloto, que daí a 15 anos a energia das ondas do mar seria uma certeza? É o que acontece quando os leigos começam a brincar aos cientistas, julgam que é tudo muito fácil.

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  13. Sarkastiko permalink
    29 Dezembro, 2009 14:40

    MOTE PARA DISCUSSAO:

    http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1415650

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  14. tina permalink
    29 Dezembro, 2009 14:42

    “Ao JM digo que não estou a reclamar. A verdade é que dois presidentes de câmara (Peniche e Póvoa de Varzim, de cores muito diferentes) apoiaram o projecto. Não conta?”

    Mas o que é que essa gente sabe acerca do assunto? E se a florista da praça também apoiasse o projecto, isso contava? Não contava? Pois, mas aposto que sabe tanto sobre energia hídrica como os presidentes de câmara.

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  15. henrique pereira dos santos permalink
    29 Dezembro, 2009 14:42

    Caro Insatisfeito,
    É melhor ouvir mesmo a notícia em vez de ficar apenas pelo cabeçalho, que dá uma informação errada. O investimento é de perto de nove milhões, o que significa que a empresa investiu mais de sete milhões e meio num projecto de elevado risco, por se tratar de transformar, pela primeira vez no mundo, uma tecnologia experimental num projecto comercial.
    Se isto não é risco nem atitude empreendedora vou ali e já venho.
    henrique pereira dos santos

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  16. Anónimo permalink
    29 Dezembro, 2009 14:48

    As centrais solares é a mesma banha da cobra. A energia é paga a 8 vezes o custo normal. Para que serve isto para além da propaganda ? Como é possível sermos governados desta forma ? Este poder é uma fraude, se fossem privados a fazer isto a accionistas, acabavam em tribunal acusados de crime económico.

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  17. tina permalink
    29 Dezembro, 2009 14:48

    Este governo tem uma atitude mesmo ignorante sobre inovação. Não percebem que se os outros ainda não seguiram esse caminho, é devido aos custos. Tal como a energia eólica em que Portugal está a apostar tanto. Parecem cientistas novatos no laboratório que julgam ter descoberto o segredo da pólvora.

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  18. tina permalink
    29 Dezembro, 2009 14:49

    E a energia solar tal como o comentador acima aponta.

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  19. Anónimo permalink
    29 Dezembro, 2009 14:53

    Classificar de banha da cobra esta atitude de risco, que permitirá avançar na transformação de uma tecnologia experimental em tecnologia comercial, mesmo se este projecto concreto falhou, não é uma atitude liberal.

    Mas também não é por aí. Podia dar-se o caso de ser tecnologia portuguesa e o Estado ter arriscado a apoiar algo nacional, mas nada disso, a tecnologia é de uma empresa escocesa, não iríamos ser nós a tirar proveito do seu eventual sucesso. Este projecto e dezenas de outros servem apenas a propaganda, nada mais. É exactamente a mesma coisa que tipos como o Chávez fazem com coisas como o Satélite Simón Bolívar, etc.

    Este país não existe, ninguém povo saudável deixava chegar as coisas a este ponto.

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  20. 29 Dezembro, 2009 15:03

    Henrique Pereira dos Santos (#15),

    Mas desde quando compete ao Estado fazer o papel de uma sociedade de capital de risco?

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  21. honni soit qui mal y pense permalink
    29 Dezembro, 2009 15:09

    era tudo uma operação tipica destes deslumbrados … o enfoque nas “alternativas” a parolice das declarações , tudo muito chunga

    afinal tantas eolicas e centrais de sol bla bla e pagamos mais caro a energia … tudo tretas . Entretanto a EDP promove maratonas e tem bela frota para a administração … paga o zé

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  22. 29 Dezembro, 2009 15:12

    Se o compadre João Miranda é investigador de biotecnologia, seria interessante saber se a sua investigação, qualquer investigação, tem êxito económico assegurado.
    Quem financia?
    É uma boa pergunta.

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  23. tina permalink
    29 Dezembro, 2009 15:16

    “afinal tantas eolicas e centrais de sol bla bla e pagamos mais caro a energia … tudo tretas . ”

    foi precisamente por essa razão que a URSS não sobreviveu. Como era tudo produzido pelo Estado, deixaram de olhar aos custos.

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  24. Insatisfeito permalink
    29 Dezembro, 2009 15:19

    Caro HPdD (#15)

    Se fôsse só isso como diz seria o primeiro a dar a mão à palmatória.
    Acontece que as notícias, como muito bem nota, ficam-se apenas pelos cabeçalhos.
    Convencer-me-ia se fôssem divulgados, e isentamente, todos os dados em presença, incluindo os subsídios de toda a espécie, nacionais ou comunitários, e as garantias oferecidas ou negociadas, directa ou indirectamente nesse negócio ou os estudos e pareceres encomendados.
    Não havendo almoços grátis ainda não deu para se perceber quem de facto ficou lesado no investimento efectuado, se é que alguém o ficou em termos de património pessoal, com o tal “projecto inovador”.
    Pelo menos aparentemente os potenciais “perdedores” ainda não se queixaram.

    Cordialmente

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  25. henrique pereira dos santos permalink
    29 Dezembro, 2009 15:34

    Caro L.R.
    Espero que tenha reparado que o meu comentário não discute a questão do apoio do Estado. Poderia fazê-lo, mas não faz. Limita-se a chamar a atenção para o excesso de classificar o projecto como banha da cobra. E para a desvalorização que é feita da atitude empresarial em causa. A razão por que faço o comentário (para além de achar este post uma reacção um bocado pavloviana à reportagem e a tudo o que tenha a mais leve ligação com questões ambientais, mas essa é uma razão pequenina) é exactamente por me custar ver como em Portugal são tratadas as pessoas que arriscam e falham nos negócios. Nos negócios, falhar é incomparavelmente mais provável que ter sucesso, e tentar é digno de louvor e registo, e tentar depois de ter falhado uma vez é duplamente digno de registo e louvor. A Enersis tentou, falhou e perdeu provavelmente mais de sete milhões de euros. Isso não merece ser qualificado como banha da cobra (já a propaganda do Governo ilustrada na reportagem sim, mas sobre isso eu não fiz comentários porque acho o post adequado).
    henrique pereira dos santos

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  26. Insatisfeito permalink
    29 Dezembro, 2009 16:28

    Caro HPdD

    Após “googlar” um pouco fica-se a saber que quem investiu nesse projecto foi a Enersis, cujo ramo de actividade, a nível mundial, é a exploração de energia eólica, subsidiária da entretanto falida Babcock & Brown, e o seu parceiro tecnológico escocês, a Ocean Power Energy (OPD).

    Os destinos da Enersis passaram em Outubro de 2008 para as mãos da Magnum Partners, o maior fundo de investimento ibérico, liderado em Portugal por João Talone, e associado entre outros ao Espírito Santo Capital, mas com exclusão do projecto da energia das ondas.

    Pelo que se vê andamos a financiar projectos que de nacional nada tem, e cujo risco envolvido é até factor de desencorajamento ao seu financiamento nos outros países.

    Tudo graças à parolice do ex-ministro Pinho !

    Cordialmente

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  27. JP Ribeiro permalink
    29 Dezembro, 2009 16:55

    “The future of wave energy starts today!”, e não contente com isto o imbecil repete em português: “o futuro da energia das ondas começa aqui, hoje!”

    Aqui, hoje!

    Ah Ganda Manel Pinho, és o maior!

    Estou a imaginar o “banco” australiano a rebolar-se de riso, e os sócios da empresa a encomendar Porches novos.

    Como dizia alguém: METADE DESTE GOVERNO É GENTE TOTALMENTE INCAPAZ, E A OUTRA METADE É GENTE CAPAZ DE TUDO.

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  28. Atol permalink
    29 Dezembro, 2009 17:09

    Faz-se um projecto que custa cerca de 9 milhões bem calculados num modelo informático, lança-se o isco a papalvos que dizem que “apenas” vão contribuir com 20 do projecto.
    Depois deste entrar no negócio com o dinheiro dos contribuintes não se investe nem mais um tostão da décima parte que diziam que iam gastar no projecto.
    Saca-se o milhão põe-se em off shores distribui-se umas “gracias” pelos “parceiros” , neste caso lusitanos , que ficam admirados e embasbacados com a capacidade da iniciativa privada e ainda com pena deles porque terão “perdido” uma fortuna.

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  29. henrique pereira dos santos permalink
    29 Dezembro, 2009 17:16

    Atol,
    E consegue demonstrar isso tudo o que diz ou é só a costumada mediocridade portuguesa incapaz de pensar num mundo onde há pessoas que investem o seu dinheiro e correm riscos?
    henrique pereira dos santos

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  30. Atoleiro permalink
    29 Dezembro, 2009 17:35

    HPS
    Quanto é mediocridade pelos vistos deve saber muito dela. Começando por se dirigir ás outras pessoas nesses termos passa a ser um pelo exemplar dela.
    Mas que começa assim uma possível discussão não merece que lhe lhe responda no pormenor.
    Chegou á conclusão “de que seria incapaz de pensar num mundo onde há pessoas que investem e correm riscos” onde?
    Do alto da sua supra-mediocridade não foi capaz de ver que me referia a alguns, que vão sendo muitos (e provavelmente este também) dos investimento e agora na moda os investimentos na área do ambiente, subsidiados a peso de ouro pelos impostos dos outros, gravita um sem número de gente que “investe” apenas o dinheiros dos outros?
    Desculpe-me dizer desta forma.
    Não lhe reconheço como juiz para me julgar
    Não aceito julgamentos de padres moralistas ainda que disfarçados de leigos cultos.
    Se consegue chegar a tão elevadas considerações sobre os outros por meia dúzia de linhas, dispenso conversa com gente da sua laia.

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  31. Atoleiro permalink
    29 Dezembro, 2009 17:36

    Repare que acrescentei o nick

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  32. JHB permalink
    29 Dezembro, 2009 17:55

    “Não percebem que se os outros ainda não seguiram esse caminho, é devido aos custos.”

    É mesmo o espírito português a funcionar. Esperar que os outros façam primeiro para ver se dá. Nao arriscar nada…e chegar sempre no fim.

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  33. Tribunus permalink
    29 Dezembro, 2009 19:07

    A aldrabice, que está sempre na estrela do socrates!

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  34. tina permalink
    29 Dezembro, 2009 19:37

    “É mesmo o espírito português a funcionar. Esperar que os outros façam primeiro para ver se dá.”

    Como se ninguém mais no mundo tivesse pensado ou experimentado isso antes!… Acredite que se ninguém o fez antes foi devido a custos. E a forma como o projecto foi abandonado tão depressa, prova que ali não está nenhum poço de petróleo.

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  35. 29 Dezembro, 2009 19:50

    Creio que nos esquecemos que a ideologia do patido socialista é “distributiva”
    Se não possibilidade de distribuir pelos métodos clássicos,há a possibilidade de destribuir de moodo enviosado.
    Esta é a razão primária porque o Estado está endividado ao máximo e a maioria da população deve a tanta outra gente e mormente aos Bancos.
    Tenhamos esperanças num PERDÃO dos Bancos Estrangeiros e cá dentro dos Bancos Nacionais.
    Já aconteceu em outros paises.

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  36. Anónimo permalink
    29 Dezembro, 2009 20:19

    O tipo ainda não foi preso?

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  37. DesconfiandoSempre permalink
    29 Dezembro, 2009 20:49

    Quem é que disse que não há solução para este país?
    Tantas s(h)umidades, gente que sabe da p(h)oda.

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  38. ҈ɒsnoɟ əp oʇuıd səʇɒɹɔoɟ҈ permalink
    29 Dezembro, 2009 21:45

    Há sempre um coiso a defender-me.
    São os quebra-ondas… E ficam mais baratos que a energia das ondas.

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  39. 30 Dezembro, 2009 01:18

    Citando Henrique Pereira dos Santos

    «O seu comentário parece-me excessivo. Se reparar, a grande maioria do investimento foi da empresa que arriscou numa tecnologia inovadora (pelos vistos, comercialmente imatura, como se admitia à partida). Acontece haver negócios que correm mal, e acontece os Estados apoiarem o risco associado à inovação. Esperaria que no seu comentário se fizesse, para além da crítica ao eventual apoio do Estado, se assim o entender, um elogio ao risco e à atitude empreendedora da empresa.»

    Pelos vistos e eu diria até, surpreendentemente, estamos os dois de acordo na necessidade de existirem empresários e capitalistas que se aventurem em empreendimentos arriscados, arrostando com as consequências de eventuais insucessos e ganhando (às vezes muito) com a sua ousadia.

    Mas o nosso acordo fica por aqui pois, e em primeiro lugar, há muito tempo que existem sociedades de capital de risco para financiarem os ditos cujos projectos, não cabendo ao Estado, como muito bem lembra João Miranda, envolver-se em negócios privados.

    Depois, e complementarmente, gostaria muito de saber quem é que financiou a engenhoca pois não acredito que apenas tenha havido recurso a capitais próprios, se é que houve. Ou o Henrique Pereira dos Santos acredita? Acaso não terá havido umas “mãozinhas” que, em troca de “favores” futuros, não tenha levado certas entidades bancárias privadas (apetecia-me pôr umas aspas nestas privadas) a avançarem com o dinheirito? Sim, porque o simples facto de o futuro ter começado, ali, com o Pinho, valia bem uns pares de milhões.

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  40. Atoleiro permalink
    30 Dezembro, 2009 09:14

    Não seja assim Eduardo.
    Não se junte aos “medíocres” da nação.
    Não questione as tramas bancarias de “ajudas” por trocas de outras ajudas.
    O que nos vale são os iluminados da nação que que além desse dom ainda tem o condão de a quem questione os juntar ao saco roto dos “degredados internos” desta nação linda cheia de gente tão esclarecida e empreendedora.
    Desculpe-me a prosa indirecta mas depois de ter sido insultado não consegui resistir.

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  41. henrique pereira dos santos permalink
    30 Dezembro, 2009 12:29

    Caro Atoleiro,
    O senhor diz que os promotores (não uns promotores em abstracto, mas estes em concreto, deste projecto) inventaram projectos de investimento, os inflacionaram para diluir os apoios públicos, meteram ao bolso os apoios públicos sem investir no projecto, colocaram os dinheiros dos apoios públicos em off shores, ou seja, nem sequer esses investiram no projecto e distribuiram umas luvas (nomeadamente por mim, coisa a que não liguei porque percebi que embora seja o que escreve, não era isso que queria dizer com certeza, a mim só queria chamar-me estúpido por eu achar que se deve reconhecer quem investe com risco em coisas novas).
    Perante isto pergunto-lhe se pode provar o que diz (ou ao menos se tem algum elemento concreto que o faça supor que assim foi), ou se são meras bocas sem qualquer base. Sim, nesta última parte poderia ter escrito menos irritado e não ter referido a mediocridade (até por ser inútil, face à incapacidade de fundamentar os insultos aos promotores toda a gente percebe).
    E agora está muito triste por ter sido insultado.
    Sim, se calhar insultei-o, mas pode ter a certeza que foi sem intenção porque nunca me passou pela cabeça que alguém faça as acusações que o Sr. faz, a pessoas concretas, a partir de projectos concretos, sem a menor base, portanto nunca me passou pela cabeça a hipótese da mediocridade, que era a segunda no meu comentário e pensei que fosse mera retórica, se verificasse no caso concreto.
    Peço-lhe pois desculpa pelo facto de lhe ter chamado medíocre, que evidentemente é um comportamento incorrecto, independentemente de ser verdade ou não.
    henrique pereira dos santos

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  42. 30 Dezembro, 2009 15:05

    quanto é que isso dá em robalos?
    A Ministra Ana Jorge assinou hoje um contrato com 19 hospitais públicos para reduzir o tempo de espera para cirugias de obesidade. O prazo deve reduzir-se para um máximo de 9 meses. O contrato custa quase 10 milhões aos contribuintes. A iniciativa mereceu aplausos. E justificados. É sempre uma boa política quando o Estado tem que subornar funcionários públicos para que façam o seu trabalho a tempo e horas.
    http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3583694.html

    O problema é que os funcionários públicos – médicos sairam, e estão a sair, aos magotes do SNS para o privado. Temos que pagar preços MUITÍSSIMO MAIS elevados a estes médicos recém reformados. Etc.

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  43. Atoleiro permalink
    30 Dezembro, 2009 18:08

    Independentemente de ser verdade ou não a estupidez da sua luminosa e esclarecida mente, que consegue em meia dúzia de linhas perceber do reflexo nos outros da sua própria estupidez seja ela real ou não.
    Também lhe peço desculpa por tudo o que gente como a sua importante e clarividente pessoa é (isto independentemente de ser verdade ou não)lhe disse atrás que não lhe vou responder em concreto.
    A imbecilidade verdadeira ou não fica com quem consegue estupidificar insultando e não tendo coragem sequer de o assumir.
    Isso é bom para os terminologicamente cobardes independentemente de ser verdade ou não.
    Passe bem.

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  44. Réplica permalink
    30 Dezembro, 2009 21:42

    È assim que alguns Portugueses resolvem os problemas do País?,

    conclusão nada ,nada, só conversa de chacha para satisfazer o égo,

    os vaidosos da letra.

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  45. Licas permalink
    31 Dezembro, 2009 00:08

    Banha da cobra? SIM
    Ondas?

    A ideia de transformar a energia das ondas em Electricidade já tem, pelo menos desde 1973.
    O Scientific American estima que cada kilowatt hora fica em 3600$ US.
    Eu que nada sei de Energia das Ondas, se fosse Ministro não ia nesse tão grosseiro Conto do Vigário: mas o Eng. Pinho (o dos corninhos, lembram-se?) mais a malta porreira (pá) caiu como um patinho. Ou não? Ou houve compensações *submarinas* ?

    Scientific American
    (in Sea Waves Energy/Wiki)

    The world’s first commercial wave farm opened in 2008 at the Aguçadora Wave Park near Póvoa de Varzim in Portugal. It uses three Pelamis P-750 machines with a total installed capacity of 2.25MW.[3][36] However in November the units were removed from the water and in March 2009 the project was suspended indefinitely.[37] A second phase of the project planned to increase the installed capacity to 21MW using a further 25 Pelamis machines[38] is in doubt following Babcock’s withdrawal from the project.
    http://www.scientificamerican.com/article.
    cfm?id=tidal-wave-renewable-energy
    o
    **************
    Isto é, ou não é, uma terra de tansos?

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  46. Licas permalink
    31 Dezembro, 2009 00:20

    27.Insatisfeito disse
    29 Dezembro, 2009 às 4:28 pm
    Tudo graças à parolice do ex-Ministro Pinho

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  47. Alexandre permalink
    31 Dezembro, 2009 02:17

    Aqui fica um excelente artigo sobre essa banha da cobra, escrito por quem realmente percebe do assunto:

    http://a-ciencia-nao-e-neutra.blogspot.com/2009/12/central-das-ondas-do-governo.html

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  48. Atoleiro permalink
    31 Dezembro, 2009 09:49

    Este Alexandre é um “chato” mais os seus links.
    Outro que “mediocramente” começa por pôr o dedo ma ferida, nessa grande ferida da “grande iniciativa” subsidiada directa e indirectamente. Se enterrar mais o dedo na dita acabam por sair larvas dela.
    Andava eu a fazer voto de silêncio mas há sempre mais um que põe o dedo nela.
    Cordiais cumprimentos

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  49. Licas permalink
    31 Dezembro, 2009 10:47

    Mais uma sobre ss ONDAS.
    Gostaria de sabe se houve (e o seu teor) ou não Parecer dos técnicos Portugueses acerca da viailidade económica / técnica da geringonça
    da Aguçadora (póvoa do Varzim).
    Quem pode ajudar? Talvez o INETI (onde fui Funcion+ario)?
    ARDO de cueiosidade

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  50. andré cruz permalink
    31 Dezembro, 2009 18:22

    ao 27 insatisfeito:

    num mesmo negócio temos um ministro q ainda é funcionário do bes, temos um fundo do bes, temos o talone e temos a babcock q é associada noutros negócios da galp e da martifer(controlada pela mota e financiada pelo bes…)

    enfim, é preciso dizer mais alguma coisa?

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  51. Réplica permalink
    1 Janeiro, 2010 01:54

    Enfim para quando a aparição da E.T.A.

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  52. 1 Janeiro, 2010 20:35

    Este projecto “Pelamis” pode ter sido pioneiro no seu género (cilindros flutuantes articulados), mas há outras instalações, muito mais antigas, para aproveitamento da energia da energia das ondas e que até funcionaram…

    Uma delas, é a Central Experimental da Ilha do Pico (2 grupos de 400 kW), funcionando pelo princípio de coluna de ar oscilante accionando turbinas de eixo horizontal.

    Por sua vez, essa central usava tecnologia já testada noutros países do norte da Europa, quer quanto ao processo de captação de energia (indirecta), quer quanto às turbinas (que funcionam sempre no mesmo sentido, independentemente do sentido do ar).

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  53. Réplica permalink
    3 Janeiro, 2010 02:41

    Mas alguém esta interessasdo nas experiências do ….Pico????

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  54. Licas permalink
    10 Março, 2010 21:43

    O Estado tem uma maneira de incentivar a investigação em Energia,ATRAVÉS DOS INSTIRUTOS DE INVESTIGAÇÃO . Mas NUNCA de promover
    instalações que nada têm de investigação como a que foi intalada.
    PERGUNTO *AGAIN* : quais os pareceres dos nossos técnicos (engenheiros)quanto à viabilidade
    ECONÓMICA da instalação. Mostrem-nos, os SENHORES DO GOVÊRNO, QUAIS FORAM OS PARECERES (não pode um Pinho qualquer isoladamente debitar a sua ORDEM DE FAÇA-SE PORQUE NÃO TEM, DE MANEIRA NENHUMA, COMPETÊNCIA TÉCNICA PARA O ORDENAR).

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