“Em 2010” *
Em 2010 os políticos, todos, vão repisar promessas que nunca tencionaram cumprir.
Em 2010 vai aumentar o desemprego embora Sócrates e seus cúmplices jurem que não.
Em 2010 duplicará a nossa dependência de um Estado cada vez mais inchado.
Em 2010 subirão os impostos com o pretexto da crise que passou e da que está para vir.
Em 2010 o País ficará mais endividado.
Em 2010 vamos ser superados por outra mão-cheia de países do ex-Leste europeu.
Em 2010 a podridão dos homens públicos já não abalará quase ninguém.
Em 2010, falar-se de corrupção passará a ser uma grave falha de etiqueta.
Em 2010 a liberdade de expressão ocorrerá só às vezes.
Em 2010 nenhum dos crónicos problemas que este regime retém será resolvido.
Em 2010 ficaremos ainda mais iguais ao que éramos em 1910.

Caro CAA,
“Em 2010 ficaremos ainda mais iguais ao que éramos em 1910.”
Ou seja, se calhar era melhor restaurar a Monarquia ou meter um Salazar, versão 2.0?
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Salazar ressuscitou, mas agora tem outro nome.
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Em 2010 o caminho dos expatriados desta “madrasta” que dá pelo nome de Portugal, será Angola, Brasil e o que mais se verá!
Em 2010 será o tempo de mudarmos para o carrinho eléctrico!
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Desejo a todos um Ano Novo melhor que o passado e pior que o futuro.
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O CAA sabe escolher as palavras:
“Em 2010 vai aumentar o desemprego embora Sócrates e seus cúmplices jurem que não”
Cúmplice: “pessoa que colabora com outra num crime”
E o fdp do CAA é cúmolice de quem?
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Enumeração do óbvio…
Um Bom Ano para si.
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Eu sou cúmplice de CAA:
Em 2010, em Portugal vai continuar a chover torrencialmente (e a culpa é minha por ter votado no JS…).
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Em 2010 a direita vai perder as eleições mais uma vez. Em 2010 o PSD vai continuar a intrujar os portugueses – julgando q são estúpidos –, com a sua demagogia de pacotilha.
Em 2010, Paulo Portas vai continuar a ser socialista.
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Como não sou pessimista, dispenso a visão catastrofista do Novo Ano.
Mas agradeço retribuo o
“Happy New Year 2010”
se é que “Happy” se traduz por feliz.
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Apesar da conjectura internacional, (não é só cá), um bom Ano 2010
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Em 2010 CAA vai persistir crítico, maledicente, vilipendiador de tudo e todos, sem nunca ousar uma opinião construtiva, uma ideia regeneradora, uma sugestão terapêutica. Genético?
Um 2010 cheio de sucesso.
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“Em 2010 a direita vai perder as eleições mais uma vez”
Espero bem que sim. Quem quer ir ao leme do Titanic depois de ter sido abalroado pelo iceberg? O PS tem de aprender a governar de uma vez por todas, não pode estar sempre à espera do PSD para tirar o país de apuros.
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“O PS tem de aprender a governar de uma vez por todas…”
Há muito que o PS aprendeu a governar-SE.
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#13,
E queres que seja o psd a fazê-lo em lugar do ps? Entendi.
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Os doentes continuam com o spam socretino e a falta da mais básica educação.Usam variados nicks para parecerem muitos,mas como no caso do Fonseca,bem se conhece pelo marcado analfabetismo e no caso da psicótico,pelo ódio e facciosismo patológico.
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O Durão pirou-se, depois veio o Santana mais preocupado com o Canal Caveira – 2 anedotas e os outros é que são.
Ai ai
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CAA,
é o género de coisas que poderia ser escrito no início de todos os anos precedentes e que poderá ser escrito no início de todos os anos que se seguirão… nada de original, portanto!
a frase menos comum, no lote, poderia ser esta: “vamos ser superados por outra mão-cheia de países do ex-Leste europeu”, mas, eu, ó ser insignificante e sem importância, já dizia isso, mesmo antes de alguns deles terem entrado no clube vip europeu, porque conheci, muitas dessas realidades, mesmo antes do muro de Berlim ter caído… e nunca aderi ou tive qualquer simpatia por qualquer partido comunista… só tenho os olhos e ouvidos bem abertos e atentos… e choquei muita gente por cá, quando para cá voltei há uma dúzia de anos, ao dizer-lhes o que agora vão constatando…
parece que o legado “comunista” desses países tem menos consequências nefastas que o legado de pobreza económica e de espírito adicionadas ao analfabetismo e obscurantismo do estado novo… nesses países, ao menos, o nível de instrução e cultura, parece ter o efeito dum bom humus favorável ao desenvolvimento.
o que vos desejo para 2010?
para além da saúde e alegria,
sobretudo um melhor funcionamento dos neurónios, para todos os portugueses!…
que bem precisamos todos nós e o país!
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Por falar em neurónios (e agora, a sério), a década já acabou?
Não acabará só no final de 2010?
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no largo dos ratos fornecem
bigodinhos,
cruzes “gamadas”
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ªªªªª… nesses países, ao menos, o nível de instrução e cultura, parece ter o efeito dum bom humus favorável ao desenvolvimento.*****
O bom húms da sx-URSS foi incapaz de formar CIDADAOS de pleno direito| Por 8 décadas aguentaram um ABJECTO E ASSASSINO Estado Policial sem se revoltarem. Foi preciso a Alemanha do Leste dar o exemplo.
Mas agora voltou a estar tudo bem lá: desfile de armas atómicas na Praça Vermelha ,
amordaçamento dos Jornais,assassínios políticos …
RUDO POR OBRA E GRAÇA DO PUTIM.
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“parece que o legado “comunista” desses países tem menos consequências nefastas que o legado de pobreza económica e de espírito adicionadas ao analfabetismo e obscurantismo do estado novo”
ahahaha, agora a culpa é do Salazar. Esqueceram-se que com Cavaco Silva como ministro, Portugal estava entre os 20 países mais ricos do mundo. Bastou 10 anos de governo socialista para passar para 32º lugar.
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@20 licas,
desejo-lhe, sinceramente, que os seus neurónios passem a funcionar melhor em 2010… mes pelo que vejo, nesse seu comentário, não é o caso, parece-me, mesmo, que é um caso desesperado e perdido, e que não só tem um acentuado défice de funcionamento dos ditos neurónios, como nem sabe ler… que saiba, a Rússia não aderiu nem está na lista de espera para aderir a UE… aprenda a ler, primeiro, e só depois é que pode fazer comentários!…
mesmo sendo um caso desesperado, continuo a desejar-lhe um melhor funcionamento dos seus poucos e fracos neurónios, tá?!…
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18.
A 1ª década acabou ontem…
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19.balde-de-cal disse
1 Janeiro, 2010 às 1:25 pm
no largo dos ratos fornecem
bigodinhos,cruzes “gamadas”
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Porque raio hão-de ser só as cruzes?
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tina,
já lhe disse uma vez, que, apesar de, por vezes, fazer prova de algum bom senso, devia deixar de pensar com um só neurónio… se só tem um, utilize-o o melhor possível!…
no tempo de Cavaco Silva, corria dinheiro a rodos da tal mama gigante da Europa… e pera onde foi todo esse maná? para o betão e alcatrão… mais uns jipes à fartazana para agricultores, empresários e outros empreendedores orresponsáveis… para onde foi tanta riqueza tão mal investida? é que o descalabro do que funciona mal neste país (saúde, educação, justiça, etc. para não dizer tudo) não data da década que acaba agora… o país investiu em betão, alcatrão e jipes… e o resto degradou-se sempre mais!
bom funcionamento do seu neurónio e para os dos seus, para 2010!
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Desde já me desculpe pelo longo e fastidioso comentário que aqui deixo.
O Carlos Abreu Amorim deve ter em boa nota o desempenho de um certo governo que a partir de 1985 administrou Portugal durante uma década. Foi a época de todos os desvarios, do “yupismo” parolo dos Jeeps, da especulação desenfreada que enviou centos de milhar para a periferia, arruinou os centros urbanos – veja como Lisboa está! -, criou um clientelismo como não há memória e que a actual situação confirma. Quem trouxe afinal, a chamada má moeda para o poder? Não é o socratismo o produto final daquilo a que durante anos a manchete do Independente nos habituou? Eles tiveram uma oportunidade de ouro – em todos os sentidos do termo – que a adesão à CEE proporcionou. Não, fizeram o oposto, desde a péssimos e repetitivos investimentos no autoestradismo que hoje todos contestam, até à falsificação vergonhosa da formação profissional e reconversão da indústria, agricultura, pescas, etc. Não é inegável?
É este, exactamente o sistema presidido pelo senhor que agora alguns querem alcandroar a salvador da pátria. No fundo, querem que tudo continue na mesma. O problema é profundo e começa na destrinça daquilo que são as instituições e nos métodos usados para as conformar e confirmar (o voto).
Se me vier falar numa República em que o Chefe do Estado seja protocolar – como convém -, inevitavelmente saído de uma escolha partidária no Parlamento, compreendo. Rotineiramente poderemos ter a boa sorte de ter um émulo de um Weiszaecker, por exemplo. Agora um Messias? Com esta gente? Por favor…
Ninguém se preocupa em liquidar o sistema eleitoral de lista que tantos trastes inúteis impõe a um Parlamento completamente vítima do caciquismo. Reduzida para proporcionar uma segunda Câmara, a Alta, com poderes de decisão quanto a aspectos tão importantes como a valoração das obras públicas e controlo do sector empresarial do Estado – entre outras atribuições -, a Câmara Baixa deve contribuir para a legislação, sem que isso signifique expurgar o governo dos seus poderes executivos. Seja ele o governo que for, é perfeitamente a cor do Partido, desde que o executivo seja sério e eficaz. Ps, PSD, CDS ou até o recurso aos outros dois para coligações pontuais, pouco importaria, se os Partidos estivessem organizados da forma que o princípio darwiniano da selecção imporia através do método adoptado para eleger os deputados. como as coisas estão, é o fracasso contra o qual todos reclamam.
Compreende-se a necessidade de mudar o sistema, a base. Eleições e círculos eleitorais, composição do Parlamento, liquidação da infinidade de instituições parasitas – como PGR, Supremos para tudo e mais alguma coisa -, reestruturação do poder autárquico através de uma maior concentração que impede a asneira regionalizante, etc.
Mas isso é o bem conhecido – e hoje bastante canibalizado, até por Soares! – programa monárquico, queiram ou não queiram reconhecê-lo. Está na agenda e sabem disso muito bem, porque o atacam ou citam constantemente. Em qualquer Faculdade de Direito as aulas estão cheias de “hipóteses” que vão nessa direcção. O Direito comparativo é bastante útil e desfaz mitos e preconceitos. Atendamos à realidade material das coisas e deixemos os oitocentismos para trás. A República – que não existe – é o pior desses sofismas.
De facto, a instauração da Monarquia tal como existe noutros países europeus e até noCcanadá, Austrália, Japão e outros, é uma segurança para a independência formal de um país hoje mais que nunca ameaçado pela absorção que a insignificância imposta pelo actual sistema, pressupõe. Estamos todos à mercê de interesses bem conhecidos, onde ministros se declaram totalmente iberistas – sabem lá o que isso quer verdadeiramente dizer – e pouco depois, vão gerir Iberdrolas, construtoras, bancos dos “vizinhos”, etc.
Para mudar, há que alijar preconceitos e se compararmos a simplicidade do sistema constitucional dinamarquês – uma entre outras monarquias, europeias ou não -, verificamos que o grau daquilo que se considera como cidadania é infinitamente superior. De facto, o CAA é mais súbdito em Portugal, que qualquer espanhol é em Madrid, Vigo ou Barcelona. Nem se pode comparar. Toda a retórica recorrente, consiste numa uma questão de princípios de outros tempos, esvaziados do real conteúdo. Troco facilmente a minha categoria de “cidadão desta república”, pela de súbdito de um conceito de Estado que sabe defender os meus direitos, mas que também me obriga aos naturais deveres para com a sociedade. É esta a minha Monarquia, infinitamente superior esta moribunda República. Superior no legado histórico, nos princípios de equidade perante o sistema político, impermeável aos jogos do dinheiro. Nem sequer acredito no providencialismo salvífico de um homem, chame-se Bonaparte, Salazar ou muito menos ainda, Afonso Costa, Sócratres ou Cavaco Silva.
Até no sempre imaginativo argumento dos custos é mais viável. Se quiser extrapolar as coisas, o CAA até pode recorrer ao financiamento da Instituição que em 1910 auferia exactamente da mesma dotação que lhe fora atribuída desde os anos 20 do século XIX. Imagina os srs. Cavaco, Soares ou Sampaio com o orçamento do António José de Almeida? Um sociólogo bastante conhecido, dizia há poucos meses que a atribuição de tanta importância ao PR se devia antes do mais, a tudo aquilo que a existência do cargo pressupunha em termos de traficâncias e influência no poder. Proporciona centos de cargos, etc, nem sequer valendo a pena mencionar os tristes eventos das alegadas escutas e a clara guerrilha a que temos estado submetidos. Aviltante tudo isto no ano do “centenário”, não é? Afinal é o Centenário do quê?
Quanto a 1910, tem razão. O problema não era o Rei do momento – tanto o caído em 1908 como o D. Manuel, eram infinitamente superiores a qualquer um dos PR’s que lhes sucederam até hoje! -, nem qualquer um dos seus antecessores em torno dos quais a existência internacional do país girou. Os próprios ingleses, geralmente tão frios na análise, sabiam bem o que liquidação da Monarquia portuguesa significava até para a própria estabilidade na Europa. N altura, Portugal tinha um império nada negligenciável no jogo das potência. Rui Ramos, na sua biografia de D. Carlos explica muito bem a conjuntura.
A questão estava na partidocracia que como o CAA muito bem sabe, agravou-se e de que maneira, com a chegada do regime de 1910-76. O que hoje vivemos é o que de mais parecido temos com o período final da Monarquia Constitucional. Liberdades constitucionais de todos os tipos, mas um caciquismo larvar que toma conta do Estado no seu sentido mais lato. No entanto, estamos em clara desvantagem em relação à Monarquia Constitucional. O Presidente da República é parte interessada, cúmplice e absolutamente responsável pelo estado de coisas. Chame-se ele Soares, Sampaio ou Cavaco, porque Eanes, esse, pertence a outra galáxia. Hoje em dia, o PR nada simboliza, nada significa como factor de união da cidadania que se reconheceria no Estado. Nada. É apenas mais um agente da partidocracia. É caro e deixou de servir.
Ora, só vale quem serve. E no caso português, os PR deixaram de servir.
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Por falar em cruzes gamadas, passei a meia-noite passada a ver o Tarantino: “Sacanas sem Lei”. Aos nazis que eram apanhados pelos sacanas, agarravam-os pelos cabelos e cortavam-lhes os escalpes.
Até bati palmas.
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26.
Lindo!
CLAP! CLAP! CLAP!
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27.
Pelos vistos, foi uma treta. Faltou o seu escalpe.
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Esta malta da direita ( PSD + CDS ) pensam com se estivessem ainda no tempo do “Botas” OOOOOOOOOOOOOOO pessoal, acordem, actualizem-se, deixem de ser a direita mais estúpida da Europa e arredores e depois, vá lá sejam da direita como na Suécia, Dinamarca e por aí fora… mas não, vocês querem continuar a bater com a mão no peito e facada nas costas… se não andam para a frente, como querem tirar o governo a Sócrates ?
Os unicos culpados são vocês, ainda não perceberam !?
O Império, as missas campais, a pirataria já foi e já era, agor, façam contas à vida e governem aqui a “BARRACA”….. ( Portugal ) como deve ser e aí sim….!
Agora, estão autorizados a insultar o que desejarem e que 2010 lhes proporcione o triplo daquilo que me desejarem !
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Quero dizer que existe um grande banco em Portugal que substituiu cartões visa (pelo menos um de um titular) sem que tal fosse solicitado (alegando terem surgido “problemas” n se sabe com quem, pois o titular n reclamou nada nem nada solicitou), banco esse que processou nominalmente os “estornos”(reembolsos) – alguns mas substanciais – feitos referentes a compras adquiridas com o cartão que decidiram substituir.
Esses “estornos” apareceram no extracto da conta mas que não foram efectivamente creditados. Esse grande banco tb opera em Espanha e em Angola, nomeadamente.
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O Pacto de Varsóvia, organização militar defensiva alegadamente criada para se opor à NATO/OTAN, desapareceu de morte natural (em 1991) quando os Povos que (à força) os integravam tiveram finalmente voz activa para decidirem livremente. Um, dos muitos, bens da Liberdade: o de não serem cúmplices dos objectivos/tácticas do Colonizador (a ex-URSS).
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E quero dizer que uma personalidade publicamente conhecida me informou por e-mail do seguinte:
“Também já me aconteceu num grande banco português…”
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“no tempo de Cavaco Silva, corria dinheiro a rodos da tal mama gigante da Europa… e pera onde foi todo esse”
no tempo de Guterres igualmente. Mas logo no segundo mandato, o senhor teve de ir embora perante o descalabro que ele próprio criou. A cabecinha do Eko deve ser completamente oca, é por isso que apesar de já ter vivido tanto ainda não aprendeu nada. A não ser insultar, tipo analfabruto.
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#18: Acho que és a unica pessoa que sabe fazer contas por aqui.. Já estou farto de ler em tudo quanto é sitio que a decada acabou ontem…. Mas como dizia o meu prefessor de Física do secundário tudo depende da referencia…. Se tomarmos como referencia o Ano 1 DC, a primeira decada vai do ano 1 ao ano 10, a segunda do ano 11 ao ano 20, a terceira do ano 21 ao ano 30, … logo esta década vai do ano 2001 ao ano 2010. A única maneira de esta decada ter acabado no fim de 2009 era se o inicio da referencia fosse o ano ZERO…. ORA nao existiu ano ZERO, mas sim ano 1 AC (ou ano -1) sendo logo seguido pelo ano 1 DC… Aprendam a contar…
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óh amorim, só falta dizeres: dêem-me 1/2 hora de prime time que eu explico isto ao país. tenta vender cobertores burberry em carcavelos, pode ser que convenças umas aspirantes a tia. e já agora para os pasteleiros do psd aconselho bombons vianense, pela respectiva filarmónica, conduzida pelo preto e para a restante cambada pode ser uma champanhada da mesma família.
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#35,tem razão,mas para o caso já não há hipótese de erro.Sócrates será sempre o pior da década,mesmo que a década tivesse mais 20 anos a probabilidade de aparecer um mostrengo como ele é diminuta!
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35.
Tem razão!
Malvados romanos que nos confundiram tudo e não conheciam o número ZERO.
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Continuando o #32
Fazem parte da NATO/OTAN, os seguintes 28 países:
Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Islândia,
Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Portugal,
Reino Unido, Estados Unidos, Grécia, Turquia, Alemanha,
Espanha, R. Checa, Hungria, Polónia, Bulgária,
Estónia, Letónia, Lituânia, Roménia, Eslováquia,
Eslovénia, Albânia, Croácia.
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CAROS AMIGOS
Aqui fica o nosso ponto de vista sobre 2010.
O ANO DO GRANDE VIGARISTA
Ao chegarmos ao final deste ano é imperioso colocarem-se algumas questões:
Estamos ou não a ser enganados por políticos incompetentes e corruptos ?
Somos ou não um povo de gente inculta e de mentalidade retrógrada ?
É ou não o nosso País o mais atrasado da U.E.?
Estamos ou não com o mais baixo nível de crescimento económico na década que passou ?
A taxa de desemprego real está ou não próxima dos 15% ?
Prevê-se ou não capacidade de implementação de novas politicas de desenvolvimento ?
O País vai ou não continuar a atrasar-se em relação aos restantes membros da U.E. ?
Consideramos ou não que estamos a ser enganados através de compromissos não cumpridos ?
As perguntas poderiam continuar neste ritmo se não tivéssemos de parar de vez em quando para pensar em coisas que nos são apresentadas e em que de imediato dizemos. Como é que isto é possível ?
É o caso noticiado hoje. As policias estão sem viaturas para poderem cumprir a sua missão. Por vezes têm que utilizar as viaturas particulares para responderem a solicitações que lhes são feitas.
Neste mesmo País os detentores de cargos políticos dispõem de viaturas topo de gama.
Estendem mesmo essa generosidade aos Juízes do Tribunal Constitucional. Que eles nomeiam e de quem esperam como é evidente a devida compreensão. Mais uma frota de BMWs não é certamente ofensivo para um País próspero e desenvolvido como o nosso.
Assim e aos poucos fomos permitindo que se criasse uma estrutura social em que a maioria das pessoas foram relegadas para a mera situação de contribuintes passivos dum Estado Imoral e Vergonhosamente apresentado com o rótulo de Estado de Direito Democrático.
Esta construção tem vários responsáveis, alguns já bem identificados e outros ainda envoltos por um manto de algum secretismo. A verdade é que a maior parte dos políticos conhecidos poderiam ser apresentados com o rosto marcado pelas situações escandalosas em que têm estado envolvidos. Alguns já o vêm ostentando de forma perfeitamente consciente e totalmente seguros de que nada poderemos fazer para os por em causa, para lá das pequenas vergonhas por que vão passando quando a comunicação social trás a conhecimento publico as “habilidades” em que vão estando envolvidos.
A consciência de que a corrupção estava generalizada, permitiu a alguns dos novos detentores do Poder enquadrar a vigarice dentro daquilo a que chamam os segredos de Estado. O Sistema de Encobrimento de Políticos Corruptos estava assim montado. E funciona perfeitamente tal como foi comprovado no ano que termina agora.
Há quem lhe chame o ano do Grande Vigarista, talvez inspirado na canção emblemática “the great pretender”. Por muito que puxem pela cabeça não será fácil descortinarem o nome deste grande obreiro do descalabro a que chegou o País.
Temos intenção de voltar a este assunto e caso a vida nos possa correr melhor no próximo ano, poderemos desta vez sermos nós a oferecer um BMW.
Será um concurso simples em que se farão apenas duas perguntas.
Como é evidente a primeira será sobre quem foi o grande vigarista da primeira década do ano 2.000 e será de fácil resposta.
A nossa intenção será dificultar ao máximo a segunda. Talvez possamos pedir que nos indiquem 10 nomes de gente impoluta que possa ter estado nesse período ligada á gestão política do País.
Se sentirmos que não é fácil chegar-se a esse numero poderemos considerar uma redução do mesmo.
Mesmo assim, o mais certo é o prémio não ser atribuído. Estamos conscientes da dificuldade na resposta.
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É cumplice da mafia nortenha, particularmente do mafioso George e afins
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FORÇA EMERGENTE
Caros amigos
Por ter saído como anónimo, indicamos que o comentário 40, está publicado no Blogue http://forcemergente.blogspot.com
COM AS NOSSAS DESCULPAS
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Para que conste: está o Mundo preocupado com a Corrupção (excepto o PS)
leiam (e apreciem)
CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONTRA A CORRUPÇÃO
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Eng. Ângelo Correia (o dos milhares de cunhas):
O mundo está perdendo a graça toda , não está?
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10, Manuel Fonseca
“conjectura internacional”
Essa é de partir o coco. Revela, só por si, o grau de literacia dos socretinos: saem todos ao chefe, o falso engenheiro que se licenciou por fax a um domingo…
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16, Conde de Castelo-Branco
Se a estupidez e a cretinice fossem instrumentos musicais, este gajo era a Filarmónica da Arrentela, salvo seja (e com pedido de desculpas à dita…).
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Se a pessoa se reduz á visão e análise da estreita e provincianíssima realidade política portuguesa (composta de paróquias políticas estanques e lutas de caciques menores ou maiores) então de facto está-se sob a influência de ares mais do que nefastos a todos os tipos de saúde – a mental, em primeiro lugar – e não há outra saída a não ser subscrever a prospectiva arqui-pessimista do post do CAA.
Dados os actores da corrente narrativa política não virem certamente a mudar, tudo se voltará a passar do mesmo modo, presos que estão os intervenientes no mesmo discurso, incapazes de um salto cognitivo decisivo – que exigiria que tivessem consciência de si mesmos, primeiro e depois da realidade nacional.
Mas a impossibilidade auto-cognitiva dos actores políticos leva forçosamente a vaticinar, sem ser preciso grandes dotes de oráculo, que ninguém conseguirá sair do cavalo de tróia – também porque não há nem de um lado nem de outro Aquiles e Heitor. O cavalo de Tróia lusitano além de ter os olhos vendados, é hermético e estanque. Espinoteia sozinho e anda ao acaso debaixo da influência de drogas ao mesmo tempo triviais e estranhas: as mil e uma propostas modernistas – que são do mais velho e relho que há. Nestas circunstâncias sitiantes e cercados são indesejavelmente semelhantes: estão presos na auto-delusão, e não parecem evidenciar o menor indício de uma “prise de conscience” que seria indispensável para sair das confusôes conflituais ainda não resolvidas de um fim de século demasiado prolongado e indefinido, em que se tomou vagamente consciência do “atraso” do país, mas não se percebeu que o provincianismo que irmana todos os partidos, sendo espúrias a sua divisão em “espectro” polpitico, é o fruto de uma falta de ascenção solar à plena consciência.
Mas essa só é garantida pelo trabalho (interior) individual, por um lado e pela possibilidade de acesso à cultura, por outra. Duas tarefas em que os portugueses capciosamente afastam de si, porque é mais cómodo instalar-se no modo depreciativo, no fatalismo resignado, no pessimismo secular ou na trivial sátira chocarreira. Mas isso não dá vitalidade, e muitos menos perspectivas originais quje levem à “dynamis” especificamente portuguesa. Pelo contrário dá a estagnada e estafada debilidade da consciência lusa, que entre a consciência e a cultura, no sentido lato e translato escolhe o calão.
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o cavaco já não está preocupado com o desemprego, agora é mais com a família.
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Caro 46, senhor A. Castro.
Para si sou estúpido, porque talvez não compreenda o que deixo aqui para ler. É apenas uma questão de perspectiva. O que propõe e que visão tem do país, além do Partido?
Caro 30, Marafado de Buliquei-me (gabo-lhe a assertividade do nick, é arrasador para o “dito cujo”):
Não se admire muito por lhe dar razão. Já o sr. Marcelo Caetano dizia que a nossa direita é a mais estúpida da Europa (ANP incluída). Para se obter algo, no nosso país é necessário pedir-se o máximo e infelizmente, esta “direita” tão inculta, boçal e preconceituosa, insiste nos “erros que de longe vêem”, tal como dizia o rei D. Carlos. Na verdade, todo este afã em promover o presidencialismo, deve-se à monomania do “fuehrerprinzip” que jamais a abandonou e que até conseguiu contaminar à sua esquerda. Como se um homem tão mal acompanhado ao longo de 30 anos de carreira, pudesse vir as setenta anos, salvar fosse o que fosse. Não duvido – nem me interessa – da sua honorabilidade pessoal. O que importa é o resultado de uma administração. Até nisso, a nossa “direita” – digo entre aspas porque existe uma Direita mais decente, liberal, inteligente e culta – não sabe comparar. Por exemplo, em Portugal tivemos um governante indubitavelmente honesto e culto, incapaz de qualquer tipo de esbulhou aproveitamento material em seu benefício: Salazar. Os espanhóis tiveram Franco, com a Pena de Morte, a prepotente Falange e uma cáfila familiar de um chupismo que se estendeu ao regime inteiro. No entanto, homem intelectualmente muito inferior a Salazar, soube rodear-se e preparou a evolução do país. Quem está hoje no seu lugar? João Carlos? Aqui, temos o sr. Cavaco e antes Sampaio. Não é brilhante e confirma o Fado, este fatalismo do deixa andar de laivos sovietizantes que Salazar tão bem conseguiu implementar, directamente herdado do Pombalismo estatizante. O ideal para o homem comum, é um país onde exista pleno emprego, embora mal pago. Onde existam apenas 3 qualidades de pão, a preço tablado. Onde as rendas estejam congeladas durante 40 anos, em nome da tranquilidade pública. Onde a cunha funcione para abrir portas. É esta, a ideia da República Portuguesa. A “direita” gosta e a esquerda adere facilmente. Uma questão de banco de escola primária.
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O que mais gostei do post foi a expressão “países do ex-Leste europeu”.
Para onde terão ido esses países?
Serão “recentes países do ocidente europeu”?
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50,
«O que mais gostei do post foi a expressão “países do ex-Leste europeu”.
Para onde terão ido esses países?»
Do ex-Leste comunista, obviamente. Esses países saíram das ditaduras comunistas e vieram para a Europa livre onde muitos deles já nos ultrapassaram.
Estamos em 19.º. Daqui a 4 ou 5 anos, se continuarmos com o tipo de governação que mantemos desde 1995, estaremos a disputar os últimos lugares com a Bulgária e a Roménia.
Depois, nessa altura, poder ser que o sr. pergunte para onde teremos ido nós…
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o amorim emborcou uma de mcarreira bruto seco reserva e ainda não se livrou do efeito.
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As palavras do CAA,por serem verdadeiras,têm para os alienados do falso socialismo o efeito da cruz para os possessos.
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Isto está bonito, está!.
Mas, repetindo-me,
lguem dá fé dos nosos Ouros?.
È que isto é a nossa reseva para tempos ruins,
digamos, uma “Poupança para uma doença”.
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.
O CAA é um presunçoso e completamente balofo – vazio de ideias.
Parece não ter emenda.
Nuno
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49, Primo do “Conde” de Castelo-Branco
A sua “literatura” é simplesmente intragável. Estou que nem V. conseguirá reler-se.
Ó homem, mude actividade! Dedique-se exclusivamente à cultura do nabo, como o seu primo!
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Ao senhor 56 que tem um apelido alusivo à castração:
Claro que a minha “literatura” (ena, que homenagem!) é para sii intragável. Não a compreende, simplesmente. Fique-se pela Bola, Pato Donald, Maria e Caras (a sua obsessão, pelo que parece). Pare de me dar tanta importância e ignore-me completamente. Quanto mim, se quiser consultar pornografia, sei onde procurar, não preciso da sua insistência para nada. Já lhe disse e repito: torne-se namorado de si próprio, porque o verdadeiro problema está aí mesmo. Trate-se e leia umas coisinhas, nem que seja um jornal grátis no Metro. Não custa nada.
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Não ando de “metro”, que é coisa para o povo… E também para talassas pelintras, que é o seu caso…
Trate mas é de se curar.
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58, sr. Castro
Fico-me por aqui, em matéria de insultos. Se quiser prosseguir nesta senda, esteja à vontade. Não conte mais comigo. O Blasfémias é um dos raros blogues que visito diariamente e este tipo de linguagem de agressão, consiste numa falta de respeito para com os autores, neste caso o Carlos Abreu Amorim.
Se quiser trocar ideias ou até comentar acontecimentos, tudo bem. Caso contrário, ficamos por aqui.
Um bom ano para si.
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Há tantos insultos no Blasfémias pq a direita está rancorosa, mal disposta… bebam um copo d’água…
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60, G_L
Está cheio de razão. Quando a direita está na oposição, fica idêntica ao PS, quando se encontra na mesma situação. Uma questão de frustração, sabe-se lá porquê… Mas que a “laranjada” anda bastante irascível, lá isso anda. Não vão a sítio nenhum. A propósito leiam hoje a crónica do Pulido Valente. Acerta em cheio.
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Vou ver o dr MEDINA CARREIRA, pois sei que tem razão!
Mas destes partidos nada espero!
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Ou seja por razões dispares e opostas a móca vem aí em 2010. Não tem nada que saber.
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51.CAA disse
1 Janeiro, 2010 às 11:54 pm
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O que será que o CAA que dizer na dele?
Nuno
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Só que em 2010, não haverá capacidade financeira, para continuar a aldrabar os portugueses!
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“Só que em 2010, não haverá capacidade financeira, para continuar a aldrabar os portugueses!”
É por isso que o seu partido não quer ir para lá… só vale à pena aldrabar os portugueses quando for para encher os bolsos de massa.
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35. Não só acabou a década, como acabou o milénio:
milénio 1009-2009.
Como vê, qualquer altura é boa para comemorar e fazer festas! Bom ano.
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43.Licas disse
1 Janeiro, 2010 às 6:26 pm
Para que conste: está o Mundo preocupado com a Corrupção (excepto o PS)
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Da afirmação/suspeição que formulei não houve nem uma resposta reactiva. Porque será? Ainda estou á espera . . .
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