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Eu fiz a minha parte. Não digam que não avisei.

13 Maio, 2010
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10 de Janeiro de 2002, Fóruns do Público:

“O nosso maior (enorme!) problema a médio longo prazo chama-se despesa pública. Como fazer cortes substanciais nesta despesa quando todos aqueles cuja vida depende do orçamento de estado lutarão sempre (com maior ou menor justiça) por um aumento do seu quinhão?

No futuro próximo (a partir de Abril…) podem acontecer duas coisas, independentemente de quem ganhe as eleições: Ou se continua como até aqui, aumentando todos os anos o quinhão de estado e correndo, mais tarde ou mais cedo, o risco de um estouro, ou podemos cortar forte na despesa pública. …

23 de Janeiro de 2004, Blogue Jaquinzinhos

“Os governos PS foram irresponsáveis logo com Sousa Franco. A despesa pública corrente cresceu sempre perto dos 2 dígitos. A ‘sorte’ de Sousa Franco, foi ter estado no governo na altura em que as vacas estavam gordinhas, o que lhe permite pegar hoje no megafone para publicitar o seu sucesso. Pina Moura já apanhou o início da dieta das ruminantes. Durante o período de Sousa Franco exigia-se um superavit nas contas públicas, quer via redução da despesa (ou crescimento abaixo do crescimento do PIB) ou, alternativamente através de aumento de impostos. Tendo em conta o horror à impopularidade que sempre fez o PS governar em função das sondagens, geriram Portugal numa permanente fuga para a frente. Já não tinham o escudo para desvalorizar… Felizmente, diga-se. Imagino o forrobodó que não teria sido o guterrismo com a moeda à solta…

A minha opinião sobre Guterres é simples: foi o pior que nos podia ter acontecido. Hipotecou o crescimento futuro de Portugal, patrocinou a mais incompetente e irreflectida gestão orçamental, deixou a despesa pública corrente aumentar prociclicamente a níveis insustentáveis, cedeu a todo e qualquer grupelho de pressão que lhe apareceu pela frente e ensinou aos portugueses que o estado paga tudo, direitos sem deveres, o povo quer o povo tem. E para cúmulo, quando se apercebeu das consequências da sua incompetência, fugiu. Como um cobarde, não assumiu a responsabilidade das suas decisões.”

7 de Setembro de 2004, Blogue Jaquinzinhos

“O grande problema da esquerda não é a falta de uma política fiscal consistente. É a impossibilidade prática de cumprir as habituais promessas da esquerda porque não há nenhuma política fiscal que resista a um aumento permanente da despesa pública. A culpa não é do neo-liberalismo, é da aritmética. A primeira pergunta nunca pode ser “Quanto custa?” mas sim “Quanto podemos gastar?”. E mesmo essa pergunta não tem uma resposta directa, porque podemos gastar mais ou menos, mas quanto mais gastarmos hoje, menos temos para gastar amanhã.”

4 de Outubro de 2004, Blogue Jaquinzinhos

“Na passada semana Zapatero deu uma entrevista ao Público. Fracota até mais não. Sound Bytes para a intelectualidade reinante… “Para mudarmos o modelo de crescimento temos de ter mais laboratórios, mais títulos académicos e menos tijolos” … ao mesmo tempo que diz que não aceita reduções dos fundos estruturais que afectem a construção das infra-estruturas programadas; … Um discurso cheio de percentagens, 1% do PIB para isto, 0,7% para aquilo, a recordar o pior Guterres. A minha sensação é de Deja Vu. E temo que as consequências do Zapaterismo não sejam muito diferentes das consequências do guterrismo. Aposto que daqui a meia dúzia de anos, à primeira inversão do ciclo económico, a Espanha estará a atravessar uma crise semelhante à que Portugal tem atravessado. Singelo contra dobrado…”

13 de Janeiro de 2005, Blogue Jaquinzinhos

“Nos dias que correm o debate deveria estar a ser feito à volta da mais que necessária redução do peso do estado na economia. Onde cortar, como, o quê, a quem. Mas não está. E não está porque o PS, provável vencedor das eleições de Fevereiro, não tem qualquer intenção de atacar o cancro da despesa pública. Dois debates televisivos arruinaram-me os últimos resquícios de esperança que, ingenuamente, ainda alimentava.

Anteontem debatiam na Dois parlamentares dos 5 partidos. Independentemente da prática recente, PP e PSD defendiam cortes na despesa pública. Nunca disseram onde, nem em quê. Têm a teoria mas não explicam a prática, ou não têm coragem de a explicar. Na esquerda, a ignorância económica do deputado do PCP e de Luís Fazenda estiveram ao nível habitual. Representando o PS, Joel Hasse Ferreira tinha algumas obrigações de responsabilidade exigíveis a um partido que quer ser governo. Nada. Uma completa nulidade misturada com muita irresponsabilidade e banha da cobra. Joel Hasse Ferreira foi incapaz de fugir da banalidade da promessa do crescimento milagroso que resolverá todos os problemas à custa do aumento de receitas sem ser necessário atacar as despesas. Pura demagogia, pura mentira, pura ilusão. Medidas do lado da despesa: zero. Pior ainda: quer retirar do cálculo de défice o ‘investimento’ e, apesar disso, chegar ao fim dos 4 anos da legislatura com 3% de défice. Uma absoluta tragédia de endividamento público, é o que o PS nos promete para os próximos 4 anos. 4 anos*3% de défice mais investimento, falamos de um aumento da dívida pública superior a 15% do PIB… Que irresponsabilidade!

Poderia dar-se o caso de ser apenas eleitoralismo de Hasse Ferreira. Não é. Ontem, no “Quadratura do Círculo”, depois de Sócrates ter prometido um aumento de despesa de mais algumas centenas de milhões de euros por ano, Pacheco Pereira tentou arrancar a José Magalhães uma pequena medida, uma apenas, de combate à despesa do estado. Não há. José Magalhães não conhece nenhuma. A cassete é sempre a mesma: crescer o PIB a 3% a.a. e ‘criar’ 150.000 empregos… As poucas expectativas de um PS responsável e capaz de atacar a situação das contas públicas, já se foram. Não sobra nada, nem sequer a luz ao fundo do túnel.”

21 de Janeiro de 2005, Blogue Jaquinzinhos

“… O estado tem que saber onde estão os seus limites e não se pode comprometer a pagar para lá das suas capacidades. Já percebemos que um estado que custa metade do PIB é um estado insustentável. Os brutais impostos que hoje se pagam em Portugal já não chegam para pagar o custo do brinquedo. E não vale a pena em pensar ir pelo lado da receita porque os impostos em Portugal têm que baixar se queremos manter alguma competitividade. Logo, o custo do estado tem obrigatoriamente que descer. Só pode descer. Qualquer outro caminho tem consequências trágicas e já estamos hoje a ter uma amostra das consequências dessas absurdas opções que seguimos nos últimos anos.”

2 de Janeiro de 2006, Blasfémias

“Do lado da contenção da despesa pública, anda meio mundo em polvorosa com cortes de regalias cujo peso é, quase sempre, insignificante na despesa pública. Ao mesmo tempo anunciam-se investimentos megalómanos, cujos efeitos nas contas públicas a médio prazo serão, provavelmente, catastróficos.

Cortar a sério, têm-se visto pouco. Ainda não houve coragem para atacar as dezenas de IEFPs, IAPMEIs, ICEPs, INGAs/IFADAPs e afins, continuam intactas as excessivas super-estruturas de muitos ministérios e parece não haver vontade política para diminuir significativamente o número de funcionários públicos.

O insuportável peso do estado, aliado à ineficácia generalizada da gestão pública, é hoje um dos maiores entraves ao crescimento da economia e a opção clara de não mexer no monstro mantém as expectativas para o futuro bastante deprimentes.”

24 de Janeiro de 2006, Blasfémias

“Enquanto a campanha nos distraía, a despesa pública do sub-sector estado continuava a crescer a ritmos insustentáveis, no primeiro ano de contenção socialista.

“Do lado da despesa registou-se um aumento de 8,2% no ano passado, face a 2004, para os 41,5 mil milhões de euros. Este aumento resultou da conjugação de uma expansão da despesa corrente em 8,8%, para 38 mil milhões de euros, e da de capital em 1,6 por cento, para 3,4 mil milhões de euros.”

E ainda faltam as autarquias. E a OTA e o TGV. Continuem assim. O abismo é já ali à frente.”

19 de Junho de 2006, Dia D (Público)

“Em Portugal, como em quase toda a Europa, a construção do “modelo social” traduziu-se sempre em acréscimos da intervenção do estado na economia. A golpes de orçamento, os governos legítimos arrestaram fatias cada vez maiores da riqueza disponibilizada pelos cidadãos e empresas e, unilateralmente, assinaram contratos de futuros com a sociedade, garantindo aos eleitores do momento aquilo que ainda não sabiam se os seus filhos iriam produzir.

Hoje, até a aritmética mais simples já é suficiente para demonstrar a inviabilidade de alguns excessos prometidos e os membros do clube do estado sentem-se enganados e protestam, com toda a razão. Infelizmente, alguém lhes garantiu que teriam direito ao impossível.

Desde o abandono de Guterres, após um inevitável choque com a realidade, todos os governos se têm empenhado em meritórias tentativas de domar a incontrolável despesa pública, por entre manifestações diárias de descontentamento de vários grupos com honra, carteira e direitos beliscados. Inglória é a tarefa e parcos os resultados. O poder da inércia do rolo compressor do estado social é incomparavelmente mais forte que a vontade proclamada de qualquer governo eleito por períodos de 4 anos. As proclamadas intenções de mudança, apesar do incómodo que causam nos grupos atingidos, pouco mais fazem do que mexer na primeira ou segunda casa decimal do consternado défice.

Apesar da irrelevância macroeconómica da maior parte das medidas anunciadas, a mínima atitude de contenção dos exageros é suficiente para deixar os afectados em estado de histeria. Imagine-se o que não aconteceria se o governo tivesse coragem para cortar a sério, transformar défices em superávits, diminuir a dívida pública, dotar o sistema fiscal de competitividade internacional e criar condições para deixar Portugal enriquecer.

Reconheça-se que há alternativas. A primeira é óbvia, a opção voluntária pela segunda divisão. Aceite-se a nossa evidente e demonstrada incompetência para gerir um orçamento equilibrado e recupere-se o instrumento monetário, abandonando o Euro. Desvalorize-se a moeda e renovem-se os ajustes do início da década de 80, com ou sem FMI. Os custos financeiros disparam, as famílias sentem na carteira o menor poder de compra, perdem-se mercados. As falências, a inflação e o desemprego encarregar-se-ão de repor muitos salários a níveis consistentes com a nossa realidade económica. Com sorte, depois do choque e de competitividade recuperada poderemos estar ao nível da Hungria, da Polónia ou da Roménia e recomeçar a senda do crescimento a partir daí.

A outra alternativa é não fazer nada. Desiste-se de lutar contra todos os interesses instalados, cedem-se às pressões do clube do estado e aceita-se a modorra do empobrecimento continuado. Continuamos como até aqui, com governos incapazes de ajustar a sua dimensão às capacidades do país, suportando os défices com sistemáticos aumentos de impostos. O país empobrece, o clima deteriora-se, os governos não duram, os ministros são descartáveis, os extremismos ganham espaço e a entropia instala-se. Os nossos bisavôs ainda se lembram de tempos assim e sabem bem como acabaram os dias da confusão. Foi em 28 de Maio de 1926.”

2 de Junho de 2008, Blasfémias

“Enquanto tivermos um estado que consome e distribui metade da riqueza nacional e que continua a crescer todos os anos, não faz muito sentido discutir medidas pontuais de “corta aqui e põe ali”. Mas um dia, o status quo terá que mudar. A actual situação de estagnação económica só terá reversão num cenário de cortes significativos e estruturais no custo da administração.”

1 de Janeiro de 2009, Blasfémias

“Depois de muitos anos com aumentos sucessivos de impostos, défices regulares, crescimento da dívida pública e pesos crescentes do estado na economia, chegou finalmente a crise deste neoliberalismo selvagem. 2008 foi o ano em que, finalmente, se compreendeu que é necessário mudar de paradigma. Parece agora consensual que a solução passa por aumento do peso do estado, permitindo défices maiores e crescimento do endividamento público. Claro que também teremos aumentos de impostos, mas deveremos compreender que será por uma boa causa.”

19 de Fevereiro de 2009, Blasfémias

“…não confundir recessões. A que estamos a viver hoje nasce do que se fez no passado. As asneiras que se estão a fazer para combater esta recessão, são só para ter impacto na próxima. Resta saber se vamos conseguir distingui-las.”

26 de Maio de 2009

“A única mensagem que ouvimos dos políticos, com raras excepções, é a defesa de mais despesa pública, mais ‘investimento’, mais ajudas, mais apoios sociais, mais regulação, mais bailouts. Aquilo que se fez nos últimos anos, multiplicado por 10. São as “medidas” que uns anunciam e outros exigem e quase todas elas terão o mesmo resultado que aquele que o taberneiro poderia esperar ao efectuar uma cirurgia cerebral. A verdade é que não parecemos excessivamente preocupados – quem dorme na praia não se assusta com o tsunami. Também não temos muito por onde escolher. O que está em causa, afinal, é apenas saber qual ou quais os partidos que vão aumentar os impostos em 2010 e que nos vão conduzir até às próximas eleições – onde se repetirão as mesmas promessas para que os mesmos ou outros partidos possam cometer os mesmos disparates e assim sucessivamente – enquanto houver eleições.”

4 de Setembro de 2009

“O PS continua a demonstrar ser um partido estatista irreformável. Em 4 anos e meio, agravou as contas do estado, aumentou todos os impostos e disparou a dívida pública para valores inimagináveis. Foi uma gestão trágica, com a desculpa da crise, como se o PS não estivesse estado no poder em 11,5 dos últimos 14 anos e tivesse alguma vez, feito algo diferente. Tudo pelo estado, tudo para o estado. Impostos, impostos e mais impostos. O PS é o partido número um da sanha fiscal. Meias-verdades, mentiras inteiras e propaganda em cada frase.”

27 de Setembro de 2009

“Os impostos, que aumentaram fortemente nestes últimos 4 anos, vão subir ainda mais. O PS sempre foi o partido da leviandade fiscal. O PS trouxe-nos os governos mais inconscientes e depredadores das últimas 3 décadas, os seis anos de esbanjamento guterrista. Como a situação está ainda mais insustentável do que quando Guterres fugiu do pântano que criou, o próximo governo vai começar por aumentar impostos, uma vez mais. O IVA voltará para 21% ou irá para 22%, os poucos benefícios fiscais que restam vão desaparecer e mais algumas empresas dos poucos sectores que ainda vão funcionando bem em Portugal serão escolhidas para sangramento.”

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38 comentários leave one →
  1. Eleutério Viegas permalink
    13 Maio, 2010 23:17

    Estes cabrões filhos da puta (estou completamente sem travão!!!) precisam de levar porrada da grossa.

    Ladrões filhos da puta!!!

    Até entro nas manifs da intersindical e do pc se for para chegar a roupa ao pelo da xuxalhada palhaça!!!!!

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  2. Portela Menos 1 permalink
    13 Maio, 2010 23:19

    2002? e ainda não conseguiram acabar com o Estado? Incompetentes.

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  3. Anónimo permalink
    13 Maio, 2010 23:27

    Quem colocou lá os mentirosos é que os pode de lá tirar.

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  4. Anónimo permalink
    13 Maio, 2010 23:33

    eu ando a fazer a minha parte : todo aquele que quer acceder ao poder não presta , é doente , tem problemas de auto estima e não sobrevive sem ser em manada e a manipular. é isso que ensino aos mais pequenos: a cuspir em políticos ” representativos” e a lutar por uma sociedade livre deles.
    como dizem o John Lennon e a Marilyn no anúncio do citroen : construam as vossas próprias categorias , nostalgia não é cool , viver através de conceitos herdados também não.

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  5. luikki permalink
    13 Maio, 2010 23:36

    e fica mais um aviso:
    a novas “tabelas de retenção na fonte” vão ter uma surpresa…. e não é “kinder”…
    esperem pela publicação…

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  6. Embuçado permalink
    13 Maio, 2010 23:37

    O «Perdoa-me» de Pedro Passos Coelho foi, sem dúvida, um dos actos mais ridículos da história da democracia portuguesa. PPC parece um Sócrates II.

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  7. 13 Maio, 2010 23:37

    Portela Menos 1 disse
    13 Maio, 2010 às 5:53 pm
    Eduardo F.
    just in case … post “O caminho da servidão”

    Veja, por favor, resposta no post “Fiquei emocionado”.

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  8. Portela Menos 1 permalink
    13 Maio, 2010 23:45

    Eduardo F.
    obrigado. Preguiça minha porque já conhecia o site recomendado.
    mas o meu comentário na altura também tinha que ver com a confirmação, ou não, acerca da diminuição do peso dos “rendimentos de trabalho” face ao produto.

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  9. Al-Gahrb al Andalucia permalink
    13 Maio, 2010 23:47

    E medidas para controlar a Banca? Nada… os politeicos estão caladinhos. Por que motivo a Banca nacional paga menos imposto IRC que as restantes empresas que são tributadas à taxa de 25%? Querem mais receitas de impostos para equilibrar o défice? Então é muito simples: AUMENTEM OS IMPOSTOS À BANCA, ESSES LADRÕES QUE LUCRAM MILHÕES DE EUROS DIARIAMENTE.
    Espero que alguém com capacidade ponha a circular uma petição online dirigida ao Presidente da Assembleia da República, à A.R., ao PR, ao ministro das Finanças, para que a Banca nacional passe a ser tributada à taxa de 25%. Rapidamente se ultrapassam as 4.000 subscrições para o pedido poder vir a ser discutido em plenário da A.R.
    Uma petição destas equivale a encostar o governo, a oposição e todos os deputados à parede. Depois de divulgarem a decisão de aumentos do IVA e do saque que vão fazer aos salários de quem trabalha, gostava de os ver entalados perante a opinião pública face a um pedido do povo para aumentar os impostos aos banqueiros.
    E José Sócrates devia ser descontado no seu salário e ficar com o correspondente ao montante de reforma que a maioria dos portugueses recebe, ou seja 303,00 euros.

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  10. lucklucky permalink
    13 Maio, 2010 23:54

    Aha os Fóruns do Publico, destruídos pelo Malheiros quando começou a ver que as coisas não corriam a seu gosto. Bons tempos.

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  11. Anónimo permalink
    13 Maio, 2010 23:57

    De facto este post é esclarecedor.Uma radiografia que vê através da propaganda e da mentira.
    É a verdade que não passa pela muralha de aldrabices da súcia e da sua rectaguarda apaniguada do PC e BE.

    Gostava de ver discutir neste país a redução do nº de deputados.Afinal todos sabemos que um terço era demais.
    Além disso,para levantar o braço quando lhes mandam nem precisam ser políticos.Qualquer funcionário o faria e pelo salário mínimo.

    Para o PPC,aqui está a gratidão de Assis…a falar de conciência(imagine-se!):

    “Lisboa, 13 mai (Lusa) – O líder parlamentar do PS criticou hoje o presidente do PSD por este ter pedido desculpa aos portugueses por viabilizar as medidas de austeridade do Governo, contrapondo que os políticos têm de estar “de consciência tranquila”.
    Assis (PS) critica Passos Coelho e diz que políticos têm de ter a consciência tranquila
    O presidente do Grupo Parlamentar do PS criticou essas palavras de Pedro Passos Coelho, dizendo que, pessoalmente, não quer seguir “por esse caminho de pedir desculpa ao país”.

    Uns recuerdos:

    http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Nao-havera-qualquer-aumento-de-impostos-em-Portugal.rtp&article=297711&visual=3&layout=20&tm=6

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  12. 13 Maio, 2010 23:57

    Parabéns.

    Agora o jcd subiu ao patamar Zandinga do Blasfemias.

    Bem haja.

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  13. lucklucky permalink
    14 Maio, 2010 00:00

    “Pior ainda: quer retirar do cálculo de défice o ‘investimento’”

    Já me tinha esquecido desta tentativa dos Euro Socialiistas de retirarem das contas do défice o “investimento”… pelo caminho que as coisas tomaram nesta altura já não haveria regime provavelmente…

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  14. 14 Maio, 2010 00:53

    Já agora podia avisar o que vai acontecer daqui pr’a frente.

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  15. 14 Maio, 2010 01:13

    Mais uma vez Sócrates mostrou hoje a sua irrelevância como cidadão (minimamente) interessado pelas classes mais desfavorecidas, e como irresponsável, desastrado PM: colocou no mesmo patamar dos bens essenciais a Coca e a Pepsi Cola, o leite e o pão.

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  16. Anónimo permalink
    14 Maio, 2010 01:45

    Fujamos aos impostos… ñ alimentem estes chulos!!

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  17. 14 Maio, 2010 01:45

    JCD,

    Boa reposição de factos, neste post

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  18. José Barros permalink
    14 Maio, 2010 01:54

    Bom resumo, que permite matar saudades do Jaquinzinhos.

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  19. FrancisSilva permalink
    14 Maio, 2010 02:13

    Há aqui um gigantesco engano…
    O principal problema de Portugal não é o déficite nem as contas públicas…
    É um sujeito chamado Sócrates que é autista… anuncia medidas muito gravosas para os portugueses e ri-se como se estivesse a dizer uma banalidade engraçada…
    Votaram nele…
    FrancisSilva

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  20. 14 Maio, 2010 02:25

    Por acaso, lá na tasca tb avisámos com muita antecedência

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  21. Sal&Pimenta permalink
    14 Maio, 2010 02:36

    .
    Os Ingleses surgem a resolver a ‘AUSTERIDADE E A CRISE’ de maneira radicalmente diferente,
    .
    à volta de 80% em gastos publicos e 20% em carga fiscal. Prioridade maxima: reacender a Economia e Disciplinar a Banca sem hesitações.
    .
    Convém acompanhar com atenção e aprender. Não costumam falhar a trabalhar politicamente. ‘Não brincam em serviço’
    .
    -El nuevo Gobierno británico se baja el sueldo en su primera reunión
    La reducción del déficit público, superior al 11% del PIB, es uno de los principales objetivos de la coalicion
    http://www.elpais.com/articulo/internacional/nuevo/Gobierno/britanico/baja/sueldo/primera/reunion/elpepuint/20100513elpepuint_9/Tes
    .
    -Cameron recorta un 5% el salario de los ministros
    El nuevo Gobierno británico tendrá que reducir en 67.000 millones de euros el próximo presupuesto
    http://www.elpais.com/articulo/internacional/Cameron/recorta/salario/ministros/elpepiint/20100514elpepiint_1/Tes
    .

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  22. REVOLTA POPULAR permalink
    14 Maio, 2010 02:39

    Mr MJRB!

    Totalmente de acordo!

    A esquerda, por definição, despreza de forma cínica o povo!

    Para disfarçar, grita constantemente que “o defende” que “está ao lado do povo”….claro, para o manter hipnotizado.

    Onde governa, seja em democracia ou ditadura, a esuqerda é anti-povo!

    E o povo corre com eles quando vê que é enganado!

    Foi assim que o POVO, escorraçou, de forma pacífica, os governos comunistas da Europa de Leste.

    Ainda há dias, a Direita na Hungria ganhou as eleições com DOIS TERÇOS DOS VOTOS!
    Exacto, onde o 1º ministro xuxa foi apanhado a dizer que mentia para ganhar eleições (onde já ouvi isto das mentiras???)

    Claro, os media em Portugal tentaram esconder esta verdade Histórica!

    Afinla, não passam de moços de recados dos lobbies gay e da maçonaria-corrupção.

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  23. Sal&Pimenta permalink
    14 Maio, 2010 02:47

    .
    Eu também. Já que tudo publica, hei-de procurar no arquivo, um conjunto de textos que publiquei em 2007 no Expresso sobre o assunto anunciando que a Crise iria durar pelo menos até 2017/2020. E praticamente todas as soluções que, ou agora andam a ser tomadas, e outras que vão ter de ser obrigatoriamente impostas. A nivel Português e Internacional.
    .
    Como andaram a fugir do assunto, ou não pereceberam nada do que se estava a acontecer, deixaram passar 3 anos com prejuizos incalculaveis que podiam ter sido perfeitamente evitados.
    .
    Está lá tudo direitinho.
    .
    Quando tiver tempo para procurar esses textos, eu publico-os aqui.
    .

    .

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  24. REVOLTA POPULAR permalink
    14 Maio, 2010 02:49

    Antes que venham os lacaios da esquerda das negociatas escuras para aqui defender os corruptos, aí vai mais uma prova do desprezo da esquerda pelo POVO!

    AS REFORMAS DOS TRABALHADORES RURAIS SUBIRAM DOIS EUROS/MÊS!

    repete-se: DOIS EUROS/MÊS!

    repete-se: DOIS EUROS/MÊS!

    repete-se: DOIS EUROS/MÊS!

    Só quem vive um profundo e cínico sentimento ANTI-POVO pode fazer e defender estas medidas asquerosas e cruéis!

    AS reformas/mês são: 227€!

    SIM: DUZENTOS E VINTE E SETE EUROS!

    DUZENTOS E VINTE E SETE EUROS!

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  25. JLeme permalink
    14 Maio, 2010 02:51


    Não são 5 ou 10% dos salários da presidência da republica, dos ministros todos, da assembleia, dos juízes, etc. e dos funcionários públicos que resolvem o problema. Os ordenados dos nossos lacaios devem ser colocados, a partir do ordenado mínimo numa escala estudada e indexada numa progressão reduzida até um teto máximo de 30% (trinta por cento).
    Aliás, bem vistas as coisas, o nosso primeiro mais os ministros e o conjunto de secretários e assessores não precisam de mais do que um quinto do que metem na algibeira e não podem ter subsídios nem ajudas de custo.

    J.

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  26. Sal&Pimenta permalink
    14 Maio, 2010 03:53

    .
    -The True Costs of the Euro
    Greece’s bailout marks a shift away from national control of budgetary policy
    http://www.timesonline.co.uk/tol/comment/leading_article/article7122315.ece
    .
    Nota: mesmo que os membros da Governança não tivessem ordenado, a fila de candidatos na corrida aos lugares da Governança incluia todos os actuais, ou até aumentava. Vá-se lá saber porquê …. Se calhar até legitimavam algumas coisas que dizem por aí e poupava-se a massa dos ordenados, ajudas de custo, carros, choferes, seguros, cartoes de credito, esse catálogo de lucros sempre a pingar no fim do mês.
    .

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  27. Sal&Pimenta permalink
    14 Maio, 2010 04:09

    .
    -‘We are once again the schmucks of Europe!’ German media’s verdict as anger at Greek bailout swells
    .
    http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1277393/Greece-debt-crisis-German-anger-750bn-euro-bailout-swells.html#ixzz0nrwMKyJD
    .
    -Protesters attempt to storm Irish parliament
    Protesters angry at Ireland’s multi-billion efforts to bail out its banks have tried to storm the entrance of the Irish parliament and several have been injured in scuffles with police.
    http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/ireland/7712972/Protesters-attempt-to-storm-Irish-parliament.html
    .
    .
    Convem recordar o panorama (mapa interactivo):
    .
    http://www.nytimes.com/interactive/2010/05/02/weekinreview/02marsh.html?ref=weekinreview
    .

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  28. Sal&Pimenta permalink
    14 Maio, 2010 04:51

    .
    Outras perspectivas da Crise Europeia vista doutros Continentes:
    .
    .
    -Germany is ripe for a change in leadership. (video)
    http://thetrumpet.com/index.php?q=7187.5731.0.0
    .
    -Euro crisis is worse than you think
    http://www.chinapost.com.tw/commentary/the-china-post/special-to-the-china-post/2010/05/13/256320/Euro-crisis.htm
    .
    -Extraordinary Developments in Europe’s Financial Crisis (video)
    http://thetrumpet.com/index.php?q=7186.5729.0.0
    .

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  29. 14 Maio, 2010 08:10

    “Agora o jcd subiu ao patamar Zandinga do Blasfemias.”

    De modo algum. O Zandinga corre riscos de não acertar, eu apenas escrevi coisas óbvias.

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  30. Simsim permalink
    14 Maio, 2010 08:29

    eheheh
    Está tudo de acordo!
    Mééééé.

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  31. ingénuo permalink
    14 Maio, 2010 09:45

    Outro boa chamada de atenção era o JCD voltar a postar o “Monstro das Bolachas”. Esse também devia ser considerado como “serviço público” e de leitura obrigatória para os pseudo-governantes que por aí andam.

    Mais triste é ver aqueles com que levam com os factos (bem) esfregados na cara e ainda se julgam com muita piadinha… Olha pázinho, Zandingas são a corja xuxuliasta que julgavam que tinham descoberto o milagre da multuplicação dos subsidios sem os terem que pagar! E o fod*** desta mer**, é que quando é a hora da distribuição dos *robalos* e dos lugares da PT a valerem 2 milhoes de euros/ano sabemos para quem é que vão, e quando é a hora de pagar aí já entra os “nós” e o “todos somos responsáveis”!!

    por isso, CD, faz um favorzinho e vai morrer longe, pagando antes a minha parte desta badalhoquice que os “inginheiros” metem nojo (logo dois seguindos, o gutas e o socras) fizeram o favor de nos meter

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  32. Anónimo permalink
    14 Maio, 2010 09:53

    Entanto a economía dos protestantes paises do Norte continuam a navegar vento em popa a toda vela…

    http://www.larepublica.com.uy/economia/369566-pbi-de-finlandia-caera-6-durante-el-ano-2009

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  33. Nightwish permalink
    14 Maio, 2010 09:57

    REVOLTA POPULAR:
    Ora diga lá quanto subiram as reformas durante os 3 anos do Zé Manel. E o IVA. E o quanto as contas continuaram na mesma.
    O problema é a mama, n é a esquerda. O Pinócrates não tem ideologia que não seja si próprio.

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  34. lucklucky permalink
    14 Maio, 2010 18:39

    A mama é a esquerda socialiista, são os maiores defensores da mama. Começa por se acharem com direito a endividar um País. Basta ouvir os discursos de criaturas da esquerda como Louça, Alegre ou Sócrates. A direita socialiista é pouco diferente.

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  35. 15 Maio, 2010 16:31

    9 em cada 10 aposentados com mais de
    5.000 euros mensais foram juízes!!!! Lista de Aposentados no ano de 2005
    Janeiro
    Ministério da Justiça
    5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    Março
    Ministério da Justiça
    7148.12 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5484.41 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
    6082.48 Jurista 5 CTT Correios Portugal SA
    Abril
    Ministério da Justiça
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
    Antigos Subscritores
    6193.34 Professor Auxiliar Convidado
    Maio
    Ministério da Justiça
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    5460.37 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    Junho
    Ministério da Justiça
    5663.51 Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    Julho
    Ministério da Justiça
    5182.91 Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
    5182.91 Procurador República Procuradoria-Geral República
    5307.63 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    Agosto
    Ministério da Justiça
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5043.12 Notária Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5027.65 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5159.57 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5173.46 Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
    Setembro
    Ministério dos Negócios Estrangeiros
    7284.78 Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
    6758.68 Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)
    Ministério da Justiça
    5663.51 Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
    Ministério da Educação
    5103.95 Presidente Conselho Nacional Educação
    Outubro
    Ministério da Justiça
    5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    Novembro
    Ministério dos Negócios Estrangeiros
    7327.27 Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
    Tribunal de Contas
    5663.51 Presidente
    Ministério da Justiça
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura

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  36. 18 Outubro, 2013 08:06

    Obrigado pela selecção.

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