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Prémio entregue

30 Outubro, 2010
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O prémio para a causa mais ridícula do ano já tem dono: a luta contra os pensos cor-de-pele. São pensos racistas, dizem…

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37 comentários leave one →
  1. Pedrovski permalink
    30 Outubro, 2010 22:18

    Se eu não tivesse lido, não acreditaria… Ao que a imbecilidade consegue chegar…

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  2. 30 Outubro, 2010 22:30

    eu alucino com alguns posts. esse foi um deles. mas quem , normal , se preocupa com a cor de pensos rápidos? a psi lá do sítio devia dedicar algum tempo aos colegas. pro bono , se não puderem pagar. precisam.

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  3. lucklucky permalink
    30 Outubro, 2010 22:31

    Na mesma onda: http://www.spectator.co.uk/essays/all/6391918/whos-the-daddy.thtml
    .
    “…DNA tests are an anti-feminist appliance of science…”
    .
    Porquê? porque os Papás podem afinal descobrir que não são papás…

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  4. José permalink
    30 Outubro, 2010 22:31

    Comecei a ler a coisa, mas o vómito mental que me acometeu impediu a leitura após alguns parágrafos.
    Esta f. tem o condão de ser “diferente”. Tem um mundo à parte. O único problema é pretender que esse mundo se torne mundano para todos os demais.

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  5. PJV permalink
    30 Outubro, 2010 23:16

    é uma imbecil essa mulherzinha, a roçar a demência

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  6. Astromar permalink
    30 Outubro, 2010 23:18

    Deram-lhe palanque e agora vejam no que se tornou.
    Ahaha!
    É difícil encontrar coisa mais desequilibrada!
    Mas o facto é que há.
    Tem estado a legislar há seis anos e deu no que se sabe.
    Um país virado do avesso.

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  7. 30 Outubro, 2010 23:18

    Numa das minhas estadias em Paris, em casa de um casal amigo, professores, levava daqui o Independente, com uma excelente reportagem sobre a Amália Rodrigues, ainda viva.
    Curiosamente do que mais gostaram no jornal foi do artigo de Miguel Esteves Cardoso, que dissertava sobre slips.

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  8. Zundy permalink
    30 Outubro, 2010 23:42

    A ver se ela convence a ministra da saúde a introduzir compressas pretas no SNS, que tudo branco é racista.

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  9. 30 Outubro, 2010 23:53

    Não pude deixar de sorrir ao ver este post. Totalmente ridiculo!

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  10. Ana C permalink
    31 Outubro, 2010 00:26

    Boa Zundy!

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  11. CAA permalink
    31 Outubro, 2010 00:42

    Tive de tomar alguns Kompensan, brancos, aliás, após me ter apercebido das práticas racistas em que tenho derrapado em todas as feriditas que até agora me aleijaram…

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  12. CAA permalink
    31 Outubro, 2010 00:47

    E as ligaduras para os casos clinicamente mais relevantes, vão continuar brancas, tipo Ku-Klux-Klan?

    E o gesso para as fracturas ósseas? Permanece alvo, ao sabor de todos os racismos???

    E o bicarbornato de sódio, meu Deus?! E o Eno, Nossa Senhora? As digestões ficam à mercê da brancura infecta do remédio?

    E o OMO LAVA MAIS BRANCO??? Não há quem os ponha na ordem e os intime a lavar como manda o politicamente correcto???

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  13. Francisco permalink
    31 Outubro, 2010 00:51

    E os pensos-não-rápidos, também chamados de pensos-higiénicos (como se os rápidos o não fossem) que cor deveriam ter?

    E os pensos para as palmas das mãos, solas dos pés, olhos do cú, poderão ter uma cor universal?

    Aposto que a dona f. não pensou nisto. Problemas, problemas.

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  14. Barbosa permalink
    31 Outubro, 2010 01:02

    E as pastas dentífricas branqueadoras?
    E os comprimidos que são quase todos brancos?
    É todo um mundo de discriminação dissimulada.
    Valha-nos ao menos a Renova que lançou o papel higiénico preto. Mas atenção que o preço é diferente, e isto dava matéria para mais um profundíssimo artigo.

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  15. Pedro C permalink
    31 Outubro, 2010 01:13

    E o carvão? Já alguém viu queimar carvão branco? E acham isso certo?

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  16. 31 Outubro, 2010 01:28

    e a neve? não há preta ? racismo!

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  17. 31 Outubro, 2010 01:40

    Fernanda Câncio (f para os amigos) é uma tolinha que teve o seu momento de glória quando foi a Barbie do Pinóquio.
    Acontece que o post dela apenas reflecte aquilo que o jornal inglês espalmou nas suas páginas.
    A cada um o seu mérito.

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  18. 31 Outubro, 2010 03:01

    Só consegui chegar a meio. A Câncio causa-me náuseas.

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  19. Nuno permalink
    31 Outubro, 2010 05:19


    As pretas são mais baratas e disfarçam melhor a porcaria.
    Os maricas usam o arco-íris.
    Nuno

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  20. Tiradentes permalink
    31 Outubro, 2010 09:50

    Numas quantas visitas que fiz a Paris, felizmente, só encontrei gente que além de interessada genuinamente na história e cultura portuguesa (os que não conheciam) assim como encontrei muita gente interessada em me mostrar e explicar da história e cultura francesa levando-me aliás para roteiros dos castelos e outras regiões explicando-me de forma detalhada cada uma delas.
    Não me recordo em pormenor da frase utilizada por um deles para um provérbio provérbio popular deles, mas lembro perfeitamente de fazer a associação quase literal ao nosso “velhinho” “diz-me com quem andas, direi quem és”.

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  21. campos de minas permalink
    31 Outubro, 2010 11:42

    mas e o tom-de-pele do monhé J M F?
    este monhé ainda ñ se foi? como somos tolerantes….

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  22. 31 Outubro, 2010 11:53

    Tiradentes, é tudo uma questão de estilo

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  23. ALopes permalink
    31 Outubro, 2010 14:05

    E caganeira é o quê? depende da côr não é!

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  24. JP Ribeiro permalink
    31 Outubro, 2010 14:08

    fado, parece-me que foi mais Ken que Barbie.

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  25. 31 Outubro, 2010 15:26

    Olha que sorte, a da f. : felizmente o ridículo não mata.

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  26. Rocco permalink
    31 Outubro, 2010 20:30

    Esta sujeita é tão inteligente… Não é a “ex-pretensa” do panfletário palhaço?
    Um espectáculo de raciocínio e utilidade.

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  27. Analfabeto informático permalink
    31 Outubro, 2010 22:24

    Também é um bocado ridículo ler aquela palhaçada e a que faz de palhaço rico.

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  28. maria permalink
    31 Outubro, 2010 22:34

    Esta mulher é ridícula.
    Já percebo porque namorava o Pinóquio. Estão bem um para o outro.

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  29. 1 Novembro, 2010 00:03

    Fernanda Câncio revela, mais uma vez, que é absolutamente hostil à realidade quando esta é hostil à cartilha que lhe deram a ler. Portugal a desmoronar-se e ela preocupada com a cor dos pensos rápidos!
    Já estou a ver as questões fracturantes seguintes.
    Imagine-se um branco ir a uma farmácia comprar pensos da cor da sua pele e os mesmos estarem esgotados. Só haver pensos castanho-escuro. A coisa mais normal do mundo, sem dúvida. Ai do branco que reclamasse, caíam-lhe logo em cima por ser racista. Fosse a outra farmácia, como é óbvio.
    Agora imagine-se um preto ir a uma farmácia comprar pensos da cor da sua pele e os mesmos estarem esgotados. Só haver pensos castanhos claros, para os tugas com menos ascendentes africanos (sim, que todos os temos, uns mais, outros menos). Ai meu Deus! Lá vinha a Câncio, mais o inevitável Daniel-Oliveira-Padroeiro-das-Causas-Cretinas, mais o Mamadu-não-sei-quantos do SOS Racismo, mais o Guterres dos refugiados e o Sampaio dos tuberculosos, mais o Louçã dos olhos nos olhos, clamando contra a discriminação racial na pobre farmácia.
    Eh pá, deixemos lá os pensos e concentremo-nos naquilo que interessa. Vi há pouco na SIC uma reportagem sobre um gestor de 49 anos de idade desempregado há 4 anos que, apesar de se prestar a todo o tipo de trabalho, não consegue arranjar emprego. Ele, a mulher o os 2 filhos passam fome. Isto em Torres Vedras. Foi ao banco alimentar pedir ajuda e deram-lhe uns pacotes de bolachas, latas de salsichas e uma ou duas outras porcarias do género. Azar o dele: é branco. Se ele fosse cigano, teria direito a tudo.
    Esta é a realidade que eu vejo. Seguramente diferente daquela em que a Câncio vive.

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  30. 1 Novembro, 2010 00:14

    E eu que pensava que tinha sido a fotografia do telemóvel do Dr. Eduardo Catroga.

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  31. Tiradentes permalink
    1 Novembro, 2010 09:33

    Piscoiso
    Pode ser sim uma questão de estilo…literário, musical, plástico…quiçá até político.
    Só não conhecia o estilo do slip senão aquele que limpo me servia e serve para trocar diariamente.
    Mas cada um tem os seus “estilos”.

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  32. O Silva permalink
    1 Novembro, 2010 12:10

    Existem pensos de cor transparente… alguem perdeu uma oportunidade para estar calada

    Até na quinta do conde, o marketing já pensou nisso http://www.farmaciaquintadoconde.pt/produtos/primeiros-socorros/material-penso/gothaplast-penso-rapido-transparente/2547.php

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  33. blitzkrieg permalink
    1 Novembro, 2010 23:21

    A gaja é parva, mas acima de tudo e neste contexto, é racista.

    É racismo olhar para uns pensos bege e exigir pensos “rácicos”. Ainda por cima quando já existem pensos transparentes.

    Curiosamente, eu escolho pensos transparentes quando quero disfarçar uma pequena ferida mas com uma ferida maior, quero pensos bege para que vejam que estou ferido e não me magoem inadvertidamente. E digo bege, é a cor convencionada há muitos anos e é interpretada como algo que protege uma ferida. No mesmo raciocínio, num semáforo prefiro que usem as cores clássicas já convencionadas em vez de rosa, salmão, e roxo por exemplo.

    Para mim, a cor dos pensos tem um lado totalmente prático. Para a Câncio é um tema de raças. Na minha cabeça a gaja é parva. Na cabeça dela eu simplesmente não existo, e por mim ainda bem.

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  34. Luís permalink
    2 Novembro, 2010 00:50

    e os preservativos com sabor?
    chocolate, morango e pouco mais… onde anda os sabores de todos os cantos do mundo não esquecendo morsa para não deixarmos os inuit de fora? quando deve comer com o sabor que quer…
    isto é que era uma grande ideia, sabores de todos os países do mundo, uma espécie de vá pra fora, dentro do seu quarto…

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  35. Miguel permalink
    2 Novembro, 2010 11:45

    A propósito do comentario do lucklucky:
    “‘The result can be shattering, leading to divorce, marital violence, mental health difficulties for all parties including the children.’ Well, yes. Scientific certainty has produced clarity all right, and relieved any number of men of their moral obligations, but at God knows what cost in misery, recrimination and guilt.”

    Realmente tudo indica que o problema neste caso parece ser o teste.

    “But in making paternity conditional on a test rather than the say-so of the mother, it has removed from women a powerful instrument of choice. I’m not sure that many people are much happier for it.”

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