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De como é impossível gerir um escola pública

17 Janeiro, 2011
by

Já Agora, Têm Mandado Fazer Muitos PIT?

Para ler os dois documentos. Primeiro aquele em que a escola pede para lhe permitirem resolver o problema de um “aluno”; depois aquele em que essa autonomia lhe é negada. Exemplar.

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35 comentários leave one →
  1. Bulimunda permalink
    17 Janeiro, 2011 11:19

    Poi.s.o desconhecimento da realidade faz parte de muitos..a realidade é para esses algo virtual…visto nos media ..nunca no terreno..e depois a admiração..um pouco como o cornudo..é sempre o último a saber..
    http://bulimunda.wordpress.com/2011/01/13/as-chamadas-verdades-essenciais-do-homem-quanta-verdade-em-tao-poucas-palavras-sabias/

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  2. Bulimunda permalink
    17 Janeiro, 2011 11:20

    Por cá é a monotonia cinzenta..
    http://bulimunda.wordpress.com/2011/01/17/a-monotonia-melhor-definicao-que-ja-vi-da-mesma/

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  3. Bulimunda permalink
    17 Janeiro, 2011 11:21

    Porque escolas como esta talvez daqui a mais de cem anos seja possível,por cá…
    http://bulimunda.wordpress.com/2011/01/16/denmark-more-democracy-in-education-a-verdadeira-escola-da-ponte/

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  4. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 12:44

    Á Atenção dos pessimistas. Três noticias relacionas, embora aaprentemente nada tenham a ver umas com as outras:
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    “Wie heißt die ehemalige portugiesische Kolonie in Indien, deren Namen auch eine Stilrichtung des Trance trägt?”
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    In http://www.expansion.com/2011/01/17/economia/1295259636.html
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    [A noticia mais elaborada foi publicada na imprensa asiática, em que os Chineses estão dispostos a mostrar aos americanos, que poderão liderar o mundo contra as políticas suicidas de Washington e de Londres.]
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    “Rusia ve ahora “fundamentos” para retirar su veto a la deuda española”
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    In http://www.expansion.com/2011/01/17/mercados/1295265888.html
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    [Um dos países que fará parte da contra-ofensiva contra os USA, que poderá envolver o Japão inclusivé. – Daí se explica melhor porquê que o Japão também anunciou suportar a compra de dívida pública europeia.]
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    “El Tesoro recibe peticiones por más de 6.000 millones para su emisión sindicada
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    La crisis de deuda, pese al respiro de la semana pasada, ha llevado al Tesoro a cambiar de planes, con el objetivo de diversificar su base de inversores. Las peticiones para la emisión sindicada que sustituye a la subasta ordinaria prevista para este jueves superan ya los 6.000 millones de euros. El objetivo era colocar hasta 5.000 millones. El precio rondaría los 225 puntos básicos sobre midswap.”
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    In http://www.expansion.com/2011/01/17/mercados/1295258040.html
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    Aqui nesta noticia fica claro que Espanha vai passar por cima dos mercados manipulados da sua dívida, por cima até das próprias emissões dos mercados secundários e vai colocar dívida directamente. A procura foi de tal forma maior, embora pagando um prémio para tal, que subiu a oferta em 20%.
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    Aparentemente há espaço para a Europa contornar a manipulação dos bancos de investimento americanos (e seus aliados hedge funds) e colocar dívida junto de alguns investidores.
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    Haja esperança em resolver agora o problema bancário, pois este é que não se vê fim à vista. Mas pode surgir uma solução mais breve do que se pensa.

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  5. 17 Janeiro, 2011 13:01

    Se o senhor Apolinário e Silva mal sabe escrever em português para que é que se preocupam com o grunho que não vai às aulas.
    A seu tempo chegará a director de uma merda qualquer.

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  6. 17 Janeiro, 2011 13:49

    Uma palhaçada, esta “Educação” do falso engenheiro.
    Aliás, só seria de estranhar que o não fosse. Não se “licenciou” ele a um Domingo, numa “Universidade” que veio a fechar por falta de qualidade e acumulação de trafulhices var(i)as?

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  7. lucklucky permalink
    17 Janeiro, 2011 14:00

    E pronto só cá faltava o anti-comuna… Aprenda a fazer contas.

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  8. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 14:11

    “E pronto só cá faltava o anti-comuna… Aprenda a fazer contas.”
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    Então ensine-me. lololololol
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    Espere, que já vai ler umas coisinhas sobre os seus amigos americanos… eheheheheheh

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  9. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 14:47

    El amigo americano o el gringo ha llegado
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    Este poderia ser um título de um artigo sobre os americanos. Não sobre o seu povo mas sobre as suas autoridades. Poderia ser um artigo escrito por um chileno qualquer, por um ibero-latino qualquer, ou por outra vítima das políticas americanas.
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    Não, não vou falar de guerras militares, bombas, da Lockheed-Martin, do Iraque ou do Afenanistão. Vou falar de uma guerra mais perigosa e mais mortífera. Vou falar dos americanos e das suas políticas económicas imperialistas.
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    Quando o líder da Reserva Federal Americana, Bernanke, anunciou a sua nova política de compra de dívida federal americana, o famoso QE2, ele disse ao mundo que a sua intenção era baixar as taxas de juro e afastar um cenário de possível deflação. Os seus criticos diziam que a economia americana não precisava de mais estímulos monetários, que era preciso eram políticas de austeridade e que exportar a crise, através da emissão de dólares e baixar o valor destes não resolvia problemas económicos nenhuns. Apenas os adiava. No fundo, havia mesmo quem dissesse que o famoso QE2 servia apenas para dar mais dinheiro à banca de Wall Street.
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    Desde o anuncio do famoso QE2 que as taxas de juro americanas subiram, os mercados accionistas subiram, o dólar baixou mais contra algumas moedas e o preço das matérias-primas disparou. Em especial os alimentos e o pitroil. No entanto, a crise da dívida soberana já aterrou nos USA, com uma forte queda das obrigações estaduais americanas. Por outro lado, o crescimento económico actual americano poucos empregos está a criar.
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    Recentemente o líder da Reserva Federal declarou que o QE2 era um sucesso. Alguns perguntaram-se: então não era suposto baixar as taxas de juro? E afinal não eram para descer? Seja como for na verdade o QE2 tem efeitos perniciosos que as autoridades monetárias não revelam mas poderão ser mesmo esse o objectivo.
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    Na Tunisia houve uma revolução ou um golpe de estado. Realmente ainda não se sabe bem o que realmente aconteceu. Mas sabe-se que a população está nas ruas muito por culpa da subida do custo de vida. Subida essa que muito se deve à subida dos preços dos alimentos. Subida esta, o próprio Banco Mundial disse-o este fim-de-semana, se deve ao excesso de liquidez dos vários bancos centrais de países desenvolvidos que depois exportam para os países em vias de desenvolvimento. A Tunisia é apenas um dos países onde existem revoltas sociais devido à inflação.
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    Com o QE2, os USA deliberadamente criaram uma situação de guerra económica contra o resto do mundo. Como os USA ficaram isolados nas duas últimas reuniões do G20, eles unilateralmente apostaram em inundar o mercado financeiro internacional com dólares. O objectivo era baixar o dólar. Mas para exportar mais? Não. Os USA não têm capacidade produtiva para epxortar mais do que o vai fazendo. Não, a guerra era outra. Era obrigar o mundo a suportar o dólar, leia-se, comprar dólares.
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    No Chile a coisa está um bocado chata. O Chile é um país que exporta bastante cobre. É mesmo o maior exportador mundial de cobre. Como exporta bastante cobre tem a sua economia sob pressão por causa do excesso de liquidez que pressiona a sua moeda, de duas formas. A primeira, pela forte subida das exportações chilenas mas sobretudo num produto: cobre. Ou seja, um produto de baixo valor acrescentado. O segundo efeito é o ataque da banca americana, com o apoio da FED, através do famoso carry trade, à moeda chilena. E é um ataque concertado. A Reserva Federal empresta dinheiro barato à banca de investimento americana, a uma JPMorgan, por exemplo, cobrando cerca de 1%. E este banco compra cobre e pesos chilenos, usando o dinheiro emprestado pela Reserva Federal. Após a forte subida dos preços do cobre e da subida de cerca de 20% do peso chileno contra o dólar e face a um eventual colapso do tecido produtivo chileno, o banco central chileno é obrigado a intervir nos mercados cambiais.
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    Na primeira semana do ano, o BC chileno comprou cerca de 12 mil milhões de dólares americanos. O equivalente a cerca de 17% do PIB do Chile. (Ver esta noticia http://www.cnnexpansion.com/economia/2011/01/03/chile-realiza-compra-record-de-divisas ). O BC do Chile torrou cerca de 17% da riqueza criada no Chile para impedir a forte subida da sua moeda contra o dólar. E, desta forma, os USA em vez de exportarem produtos ou serviços, exporta bilhetinhos da Reserva Federal. Uma troca desigual, em que participam um conjunto de instituições americanas para depenar o Chile. 17% da riqueza criada no Chile foi torrada a defender a sua moeda contra as manipulações dos USA. Manipulação essa promvoida pelas autoridades americanas, a começar pela Reserva Federal, que com a ajuda da banca de investimento, como a JP Morgan, depenam os chilenos.
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    O Chile é apenas uma vítima destas políticas americanas. Outros há, como o Brasil, por exemplo. E, é por isso, que o sentimento anti-americano na ibero-américa está em forte alta, onde até os aliados dos americanos, não conseguem calar as críticas aos americanos.
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    Os americanos são useiros e vezeiros nesta forma de rapinar outros países mais fracos. Como eu lia há uns longos meses atrás, num blogue conhecido americano, a guerra americana contra estes países estava ganha à partida, porque nenhum país do mundo conseguia criar recursos suficientes para ultrapassar a velocidade com que os USA poderiam criar dólares. E, dito e feito, o que nesse blogue defendiam, veio-se a verificar. Há bastantes países a serem depenados pelos americanos, que para controlarem as fortes valorizações das suas moedas, têm que comprar… Dólares. Dólares esses que valem cada vez menos.
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    É uma guerra muito mais sofisticada que a guerra militar. Veja-se bem, sem disparar um único tiro, os USA pilharam 17% da riqueza criada no Chile em 2010. E talvez esta pilhagem não fique por aqui. Afinal, o banco central chileno torrou 17% da riqueza criada no Chile e o peso pouco se apreciou contra o dólar e, talvez, o dólar continuará a cair, forçando o Chile a entregar mais riqueza aos USA.
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    Este é o caminho traçado pelos USA. Muitos, por esse mundo fora, não compreendem o que se está a passar. Outros atribuem às autoridades do seu país a forte subida no custo de vida, como na Tunisia. Mas realmente quem está por trás desta guerra económica são os americanos. Que continuam a ter muitos amigos. Mas, realmente, cada vez tem menos amigos e cada vez mais são vistos pelos gringos saqueadores.
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    A China parece estar a liderar uma contra-ofensiva contra estas políticas americanas. Eles não estão muito interessados em comprar o lixo americano, leia-se, o dólar. Por isso estão a tentar criar uma frente internacional contra esta política americana. Cada vez mais países olham para a China como um verdadeiro aliado contra os… Americanos. E isto vai ter reflexos no futuro.
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    Em Portugal poucos meditam nestas coisas que estão a acontecer. Alguns, crentes que os americanos até são nossos aliados, acusam antes a Europa de incompetência, face à mestria americana. Mas, seja como for, têm vistas curtas. Brevemente irão ver o império americano liderado pelo nú imperador. Porque, o que os americanos estão a fazer está a gerar as sementes de uma revolta internacional contra os USA. Eles comportam-se como donos do mundo mas o mundo ainda não os aceita como seus donos. E, tal como no império romano, não é com guerras deste tipo que se ganha o futuro. O caminho dos USA está traçado.

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  10. 17 Janeiro, 2011 15:10

    Enquanto isso e quando o euro podia ser o suporte de afirmação da Europa como força a considerar num Mundo bipolar, onde os EUA fossem apenas uma das pontas da estrela, eis que a Alemanha
    a França (o Reino Unido já tinha posto o cu de fora quando decidiu não aderir à meda única) decidem armar-se em honestos num jogo de filhos-da-puta.
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    E os irlandeses os gregos os portugueses e os espanhóis, apanhados com as calças na mão, a pagarem a conta.
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    Bonito serviço.
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    Porra, façam como os americanos: ponham a merda das rotativas a funcionar!

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  11. Bulimunda permalink
    17 Janeiro, 2011 15:19

    VEJAM…
    http://www.por7ugal.net/educacao.html

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  12. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 15:22

    “Porra, façam como os americanos: ponham a merda das rotativas a funcionar!”
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    Isso é o que os americanos aspiram. Mas seria o nosso erro. Que era meter as rotativas a funcionar e deixar os Estados gastarem à vontade. Essa não é a cura. Um drogado não pode continuar a manter o vicio com mais droga no corpo.
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    Esta guerra económica que os americanos nos lançaram terá que ser vencida nos fundamentos económicos. Isto é, sustentar crescimento económico com base na competitividade do tecido produtivo e não nos estímulos monetários. É verdade que as curas de emagrecimento no curto prazo são duras. Mas como os pequenos estados bálticos o mostram, são mesmo a melhor saída.
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    Esta nossa crise da dívida soberana é dura. Claro que é. Andamos a gastar demasiado no passado, vivendo acima das nossos possibilidades. Mas a cura faz doer, claro que faz. Os drogados sabem melhor que ninguém. Mas sem dor não há cura. E nós, europeus, não podemos ceder. Não podemos imprimir para tirar os países da crise. Mas com redução de despesa, poupanças e reformas económicas.
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    No curto prazo parece que é uma guerra perdida à partida. Afinal, o crescimento económico é mais baixo por causa das políticas de austeridade. Mas o crescimento económico futuro será mais sólido e sustentado no futuro. Sem ceder às guerras económicas americanas. Eles querem que a Europa destrua o euro ao imprimirem como os americanos. Afinal, se a europa imprimir como os americanos, o euro nunca será moeda de reserva mundial rival do dólar. Não imprimindo, obriga-nos a curas de emagrecimento. Mas lança as futuras bases para o acesso a capitais mais baratos e que nos permitirá investir melhor e sobretudo em industrias de capital intensivo. A longo prazo, ganharemos a guerra económica.
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    Isto é uma batalha de uma longa guerra pelo futuro controlo de um novo sistema financeiro mundial. Já estamos a ganhar batalhas mas a guerra será longa. Em último recurso, os USA abrirão um conflito mundial, algures na Ásia ou no Golfo, para obrigar muitos países a refugiarem-se no dólar. Mas até nisso a China vai mostrar que não aceitará este cenários fácilmente.
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    O que os americanos nunca contaram foi que a Europa aceitasse a ajudinha da China, criando esta uma frente internacional para combater as políticas americanas. Mas a China não é tão infléxivel como parece e é mais ágil do que eles supunham.
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    Claro que haverá sempre trengos que estarão sempre do lado dos americanos, mesmo que isso implique saquear o mundo para salvar a rota economia americana. Mas os fundamentos económicos, a médio longo prazo, são as verdadeiras armas contra o imperialismo unilateral americano.

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  13. lucklucky permalink
    17 Janeiro, 2011 15:25

    Não entendeste… Os problemas europeus de gastar mais do que se produz (e já agora dos americanos)
    não se resolvem com estas guerras.
    Se os Americanos desvalorizam mais ou menos , ou se X ou Y andam à batatada com os americanos não resolve o problema de fundo que é o excesso de endividamento.

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  14. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 15:27

    Eis umas das faces do unilateralismo americano:
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    The Great Food Crisis of 2011
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    It’s real, and it’s not going away anytime soon.
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    In http://www.foreignpolicy.com/articles/2011/01/10/the_great_food_crisis_of_2011?page=full
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    Aliás, cada vez mais me convenço que a fraude do aquecimento global é suportada oficialmente pelos americanos e ingleses para obrigar o mundo a viver de acordo com as ideias e directrizes dos gringos. É mesmo oficialmente que as autoridades americanas e ingleses manipulam os dados meteorológicos para obrigar o resto do mundo a viver pior para impedir que tenhamos o mesmo nível de vida deles. Mas estão com azar. O mundo está a acordar para a fraude.

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  15. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 15:33

    O caso belga.
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    A primeira vez que vi que a Bélgica ia ser atacada pelos americanos, também foi em dois blogues americanos. Há uns meses atrás. Se estivermos atentos ao spin americano, até se consegue perceber, mais ou menos, os passos que eles darão, contra a Europa.
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    .
    Tudo maquinado, entre a Reserva Federal americana, a Administração Obama (que tenta semear divisões na Europa), a banca de investimentos americanas e os hedge funds ligados a essa banca ou seus aliados. Para atacar e descredibilizar a Europa e as suas políticas económicas e financeiras.
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    Faz sentido que os países que assumem políticas de austeridade e reformas económicas sejam mais vítimas que países que deliberadamente gastam à grande e à francesa e usem as impressoras para cobrirem estes gastos, como os USA e o UK? Faz sentido económico? Não. Se os nossos países gastaram bastante, têm que cortar na despesa e nos gastos. Mas outros não o fazem e até conseguem as pontuações máximas pelas agências de rating?
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    .
    Só que, estes ataques aceleram ainda mais as reformas económicas e obrigam os Estados a cortarem na despesa. No fundo, estes ataques, enfraquecem-nos no curto prazo, mas dar-nos-ão o músculo para crescer muito mais no futuro.

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  16. Bulimunda permalink
    17 Janeiro, 2011 15:33

    Em especial o 2º..fui..

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  17. lucklucky permalink
    17 Janeiro, 2011 15:48

    Tralalala…

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  18. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 15:54

    Lucklucky, vá engolindo, pois afinal Vc. só vê os dados que lhe encaixam na ideologia. Mas Vc. nunca conseguiria ver a realidade toda dos factos porque é um apaixonado pelos… USA. É o mal de muita gente. Depois não consegue explicar porquê o rating americano e inglês é AAA quando as suas economias estão perto de um colapso, se não conseguirem que o mundo ceda na chantagem americana.
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    Claro que depois lhe custa a saber que os Estados europeus usam sindicatos financeiros para colocarem dívida, que afinal gera compradores, ao contrário do que nos parece nos mercados secundários. lololololololol
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    Sabe qual é o seu problema? Vê o mundo pelo prisma da ideologia, separando factos e só valorizando aqueles que encaixam na sua visão do mundo. Depois… ehhehehhehehheh

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  19. lucklucky permalink
    17 Janeiro, 2011 16:00

    Você não percebe, estas guerrinhas não vão ajudar ninguém, só vão tornar as coisas piores. A ideia absurda que se vai caminhar para a prosperidade a bater nos americanos ou vice versa não tem sentido algum. Só desvia as atenções do que é importante. A insustentabilidade dos Estados como estão configurados. A necessidade de inflação financeira e ou demográfica que está desenhada em todos eles.
    .
    Caso ainda não tenha notado não está ninguém em austeridade. Estão todos com défices brutais.
    .
    É essa a conta que deveria fazer.

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  20. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 16:09

    “Caso ainda não tenha notado não está ninguém em austeridade. Estão todos com défices brutais.
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    É essa a conta que deveria fazer.”
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    Pois. Vc. até parece que está a fazer as contas. Então a Europa já não está a baixar os défices? E os americanos?
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    Ah! Depois diz que não ganhamos nada em bater nos americanos. Desculpe lá que lhe diga. Mas Vc. é parvo em deixar que lhe batam, só porque acha que eles são seus amigos. Com amigos destes…
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    Mal ou bem, a Europa está a fazer o seu caminho. O caso mais paradigmático é o alemão. O ano passado baixou o défice orçamental para 3,5%. Este ano deverá baixar mais e, se correr bem, lá para 2016 já começará a baixar a dívida pública a alta velocidade. Mas os seus amiguinhos americanos até diziam que esta política económica alemã iria fazer a Europa cair numa depressão económica. Em Portugal não faltou calimeros a replicarem o que eles diziam, com o exemplo anedótico do gajo de lacinho do Expesso.
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    Agora até a nossa direitinha tuga anda a invocar o Krugman, tal é a sua confusão mental.
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    Certo e sabido, os défices orçamentais estão a ser cortados. Claro que a velocidade deste corte não é muito alta mas também, é verdade, muitos países tinham as suas políticas de combate à crise que terminariam em 2010. Um exemplo: abate de carros e estímulo a novas compras.
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    Mas, felizmente, mal ou bem, a Europa está a fazer o seu trabalho de casa. E os americanos? E os ingleses? O caso inglês é ainda mais anedótico, que tenta dar-se bem com deus e com o diabo. Por um lado anuncia políticas de austeridade, por outro, colam-se aos americanos contra o Euro e o BoE imprime libras como quem imprime cromos da bola.
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    Vc. é que está perdido, caro Lucklucky. A sua teimosia em não querer ver o evidnete é que lhe faz só ver metade do filme. Aquele que serve para atacar a Europa e bater palmadinhas nos americanos. Olhe, não seja tão subserviente aos poderosos. É apenas o que eu lhe digo. Pense apenas em defende os interesses de Portugal. Isso sim, era o que o amigo devia fazer. O resto…

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  21. Trader permalink
    17 Janeiro, 2011 16:33

    O BCE adquiriu títulos de dívida de países da Zona Euro no valor de 2,313 mil milhões de euros na última semana, um forte aumento face ao registo anterior.
    A actuação do BCE na semana passada, descrita por alguns operadores como “agressiva”, comprova-se agora pelos números divulgados esta segunda-feira. A intervenção foi citada por vários especialistas como tendo sido crucial para que, por exemplo, Portugal tenha conseguido baixar os juros no leilão de dívida a 10 anos.
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463461

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  22. Trader permalink
    17 Janeiro, 2011 16:38

    Quanto é mesmo a nossa dívida pública face ao PIB ? Provavelmente acima dos 120% dada a dívida escondida nas empresas públicas e PPP’s desde 1995, ou seja, andará próximo da dívida grega no final de 2009, sendo que a nossa dívida privada face ao PIB é muito superior à da Grécia.

    ……………..
    Mas se o FMI entrasse neste momento em Portugal seria defrontado com condições muito parecidas com as da Grécia e com as da Irlanda? Comparar-nos com a Grécia não é um exagero?
    Para mim, é um exagero. Neste momento, o mercado, aliás, o custo da dívida portuguesa não é o mesmo que o da grega. Mas também acho que nós não fizemos o balanço de todas as contas, nomeadamente de todas as dívidas, e não explicitámos tudo isso em dívida titulada. Há muita coisa de fora e é conhecida: a dívida das PPP, as dívidas das Estradas de Portugal, as dívidas das empresas de transporte, etc.

    Tem um cálculo de quanto é que poderá ser?
    Não. Sigo o dos colegas que fizeram as contas, que aponta para valores muito superiores àquilo que são os valores titulados!

    Titulados são 91% do PIB.
    Sim, sensivelmente 90% do PIB. E depois, com as não tituladas, temos de meter em cima pelo menos 30%.

    120% garantidos?
    Sim, 120% garantidos! O problema, para mim, da entrada do FMI é a possibilidade de um conjunto de técnicos ter imposições de cortes que não dão qualquer hipótese de manobra, para se fazer a selecção. Mas o Governo também tomou essa atitude recente quando mandou cortar indiscriminadamente, de acordo com uma tabela, os vencimentos de uma série de funcionários públicos e de pessoas que estão enquadradas dentro das empresas do Estado, sem salvaguardar qualquer tipo de política discriminatória. Não discriminar é não fazer gestão!

    http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1758537&page=-1
    ……….

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  23. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 17:09

    Lucklucky, a esta velocidade, os espanhois enfiam tanta dívida, que depois podem fechar bem os olhos ao que os CDSs e mercados secundários fazem. lolololololololol
    .
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    “El Tesoro ha logrado concertar una sindicación de hasta 5.000 millones en bonos a 10 años, que sustituye a las emisiones previstas de bonos a 10 y 13 años. La apertura de libros se ha realizado hoy y de momento la demanda supera los 12.000 millones de euros. El objetivo de la operación es ampliar el importe de colocación y la base de inversores.”
    .
    In http://www.finanzas.com/noticias/economia/2011-01-17/413297_tesoro-cierra-sindicacion-deuda-para.html
    .
    .
    E só oferecem 20 pontos como prémio. lololololololol
    .
    .
    Parece que os belgas também vão fazer o mesmo. Afinal, tanto se criticou Portugal por enfiar dívida em emissões “privadas” e no entanto…
    .
    .
    Dá-me a impressão que isto ainda vai dar muito que falar na Europa. ehehehehheheheh

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  24. 17 Janeiro, 2011 17:16

    “Porra, façam como os americanos: ponham a merda das rotativas a funcionar!”
    .
    AC, claro que percebeu que estava a ironizar, mas valeu a pena a provocação…pelas réplicas!

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  25. nela permalink
    17 Janeiro, 2011 17:17

    Pensei que era para falar da inutilidade, da hipocrisia, do fingimento que é o Plano Individual de Trabalho que os professores elaboram para se poder continuar a deixar os alunos desinteressados frequentarem a escola…
    Tanta manobra de diversão, tanta lama só para protecção de quem ou de quê?

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  26. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 17:26

    “AC, claro que percebeu que estava a ironizar, mas valeu a pena a provocação…pelas réplicas!”
    .
    .
    Sim, sim. Compreendi. Mas quem não perceber a sua ironia (até porque já li coisas suas) até pensaria que seria a solução ideal. ;))
    .
    .
    Mas percebi a sua ironia. Aliás, é por isso que eu digo que isto é uma crise artificial e mais política que económica. O que se passa na Europa são batalhas pelo futuro. Alguns percebem-no, muitos outros não. Infelizmente…

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  27. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 17:51

    O Ambrósio já deita a toalha ao chão. ehehheehheeh Dáse como derrotado mas tenta nova ofensiva contra a Europa, contra o euro e tenta semear mais divisões na Europa.
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    .http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/8262685/EMU-policies-are-pushing-Southern-Europe-into-systemic-political-crisis.html
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    Em Portugal há cromos que acreditam nas patranhas deste gajo. Mas ler isto até dá para riri:
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    “Let us assume for the sake of argument that Europe succeeds in containing the immediate EMU debt crisis, with help from Asia, and that Germany’s fractious coalition actually agrees to a bail-out fund big enough to make any difference.”
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    [Já aceita que a crise irá ser contida. Uma evolução que este cab*** agora admite mas nunca o fez antes, pensando que somos atrasados mnetais.]
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    “The 30pc gap in labour competitiveness that has built up between Germany and Club Med since the eurozone currencies were locked together in perpetuity will remain.”
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    [Este FDP pensa que os portugueses nunca conseguirão subir a sua produtividade e conter os custos de trabalho, posis seremos eternamente atrasinhos face aos alemães. Aqui revela as suas duas verdadeiras facetas, que eu já lhe topoei há muito. Este FDP é xenófobo e não gosta de portugueses. Mas também tem complexos de inferioridade face ao sucesso alemão.]
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    “There is an awful possibility – or probability — that German über-growth will increase the pain for peripheral Europe before it offers a meaningful lifeline to Club Med through trade stimulus.”
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    [Este FDP tanto se diz contra as políticas despesistas (dos PIGS, claro) mas depois pensa que só sairemos da crise se houver injecções monetárias ou estímulos despesistas. Mais xanófobo que isto não há. E ainda há portugueses que o seguem religiosamente. Não conhecem a peça e não analisam como deviam o que o gajo escreve.]
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    “This is what happened to Britain during the ERM crisis of 1992, the trial run for the monetary union.
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    German reunification was an “asymmetric shock”, setting off a boom that compelled the Bundesbank to tighten the screw again and again, and forcing the Bank of England to follow suit at a time when the UK housing bust was already underway.”
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    Aqui o gajo diz a verdade. Ele continua fod*** pelo que aconteceu quando o Soros estoirou com a libra e ajoelhou os bifes. Este gajo continua a acusar os alemães pelo que aconteceu, quando devia era recriminar o que os ingleses andaram a fazer. Claro, os alemães tiveram que puxar pelas taxas de juro e os bifes não tiveram pedalada para aguentar o choque, e cederam quando desvalorizaram a libra e deitaram às urtigas a “serpentina europeia”. Desde aí se percebeu que o UK não tem estaleca para ser uma verdadeira potência económica. E o gajo recrimina a Alemanha por mostrar isso mesmo. lolololololol]
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    “Oddly, perhaps, I am not seriously worried about Ireland. It has a dynamic manufacturing and export service base, and can hope to export its way back to health. The fact that Ireland has required an EU-IMF rescue should not be misread as evidence that it is in worse shape than several others. Banking busts are desperate but not serious, as the saying goes.”
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    Custou-lhe a engolir o colapso irlandês, pois, tal como ele vendia nas suas patranhas, a Irlanda era um caso à parte dos PIGS. Claro que era, ou não fosse ele um descendente dessa nobre raça “irlandesa”. No entanto, a Irlanda colapsou e está lixada, pois é o povo que vai pagar os desmandos da banca. Mas se ele diz agora que não está preocupado, porquê tanta propaganda contra a intervenção europeia na Irlanda?]
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    “The less open economies of Greece, Spain, and Portugal will find it more of a struggle to recover. The IMF says Portugal’s current account deficit will still be 9.2pc of GDP this year (and 8.4pc in 2015, if it is possible to defy gravity for so long), Greece will be 7.7pc, and Spain 4.8pc.
    That these deficits should be so high two or three years into a slump shows how hard it will be to turn this crisis around. Meanwhile, The Netherlands will have a surplus of 6.8pc, and Germany 5.8pc.”
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    [Ora, ele volta ao mesmo. Semear divisões na Europa. É gravissimo estes défices. Mas já não são graves os ingleses? Ou os ingleses são especiais e os nossos muito maus? O que este cab*** não quer aceitar é que as nossas políticas de austeridade, que ele tanto critica, irão corrigir parte destes défices. Provocados sobretudo por conversões ao euro erradas, mas que são corrigidas no tempo, que até as próprias políticas de austeridade ajudam. Ou não é mesmo o problema de excesso de procura interna face à capacidade de suprir essa procura no interior dos países, que até acaba por gerar os tais défices?]
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    A verdade é esta. Este gajo pode ser eurocéptico. Está no seu direito. Mas agora que não tente enganar quem o lê, porque o gajo tem complexos de inferioridade dos alemães mas já pensa que nós, “os morenos” somos atrasados mentais.
    .
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    Mas engana-se. As políticas de austeridade no interior das nossas economias apenas tornarão mais competitivos os países, mesmo que, como ele diz (argumento do Bernanke que usou em Frankfurt para atacar a Europa) gere recessão ou menores crescimentos económicos. Mas é isso mesmo que precisamos. Cortar desequilíbrios, a começar pelo excesso de despesa pública.
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    Este gajo usa todo o tipo de argumentos para atacar a Europa, o €uro e os tais PIGS, mesmo que contraditórios entre si. Mas, eu pergunto. Há portugueses que acreditam neste gajo? Se acreditam perguntem-se porque ele não usa os mesmos argumentos contra a própria Inglaterra? Pois. O que este gajo sei eu o que quer. Mas vai ter azar. Há-de ver os ingleses de joelhos se não a população não abrir os olhos. E não falta muito!

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  28. lucklucky permalink
    17 Janeiro, 2011 22:00

    “Dá-me a impressão que isto ainda vai dar muito que falar na Europa. ehehehehheheheh”
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    Reféns.
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    Já não haverá mais nobeís para dissidentes chineses ou árabes.

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  29. anti-comuna permalink
    17 Janeiro, 2011 23:24

    Lucklucky, vou-lhe dar um link. Talvez aprenda um pouco mais sobre nós europeus, sobre os americanos e sobre as nossas relações.
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    Está na altura de nos tornarmos homenzinhos e deixar-nos de ser marionetes nas mãos dos americanos.
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    Analise bem esta peça televisiva. E aprenda. Pois em Portugal…

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  30. 17 Janeiro, 2011 23:26

    A escola pública tem muitas falhas, é verdade. Nota-se por exemplo, o autor deste post, que dizem os mais atentos já foi director de um jornal, deu um erro clamoroso no português escrito, logo no título.

    Além de ser difícil gerir UMA escola pública, mais difícil é aceitar que este tipo de gente se acha com alguma capacidade intelectual para opinar, difícil de aceitar, mas aceita-se…

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  31. anti-comuna permalink
    18 Janeiro, 2011 00:50

    Lucklucky, este é outro link para Vc. perceber que este tipo de coisas já vem de longe.
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    http://www.dailymail.co.uk/news/article-1098904/Secret-Lusitania-Arms-challenges-Allied-claims-solely-passenger-ship.html?ITO=1490#
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    Dizem muitos (a maioria) que o Chuchiil foi um grande Estadista. Foi o heroi da Liberdade, não foi? Os anglofonos e os amantes dos americanos costumam frequentemente apontar os USA e o UK como os herois do século XX. Pois então veja o que “suplicava” o borrachola:
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    “He said: ‘It is most important to attract neutral shipping to our shores, in the hope especially of embroiling the U.S. with Germany.
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    ‘For our part we want the traffic – the more the better and if some of it gets into trouble, better still.'”
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    Hoje é consensual que o Lusitania (como outros) transportavam armas para os ingleses. E os americanos sempre quiseram uma desculpa para vender ao povo a entrada na guerra. Curiosamente, na II Guerra Mundial acontece o mesmo. Os americanos financiam os nazis e vendem armas aos ingleses. Por fim, têm a desculpa ideal: Pearl Harbour.
    .
    .
    Se a religião é o ópio do povo, a ideologia é o ópio das élites.

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