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Afinal as escolas privadas são mais baratas

31 Janeiro, 2011

Ainda no Aventar, leio que o custo de um aluno numa escola privada (não associada) é de 2640 euros. Repito: dois mil seiscentos e quarenta euros. Ninguém sabe ao certo quanto custa um aluno no ensino público, mas as indicações dadas pelo ministério sugerem que o custo por aluno do ensino público é muito superior. É seguramente superior a 3000 euros. O novo valor indicativo usado para as escolas com contrato de associação, que a ministra da educação diz ser equivalente ao custo das escolas públicas, sugere que as escolas públicas custam 4000 euros por aluno. Ou seja, de acordo com as contas publicadas no Aventar um aluno numa escola pública custa mais 1400 euros que um aluno numa escola privada. Qual é a conclusão que no Aventar querem tirar disto? Que o sector público desperdiça dinheiro? Que mais valia dar um cheque ensino de 3000 euros a cada aluno?

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42 comentários leave one →
  1. asCéptico permalink
    31 Janeiro, 2011 13:19

    Transforme-se todas escolas públicas em escolas privadas com contrato de associação. Todos ficam a ganhar – o governo que passa a gastar menos por aluno e o país que passa a ter melhor educação. Será que o JM defende esta ideia?

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  2. Bulimunda permalink
    31 Janeiro, 2011 13:34

    MELHOR MESMO E MAIS BARATO É ABORTAR..É BARATO DÁ MILHÕES E IMAGINE-SE O QUE SE POUPA EM HORAS DE TRABALHO QUE AS FUTURAS MÃES PERDERIAM EM BAIXAS PELOS FILHOS E DE MATERNIDADE?
    http://bulimunda.wordpress.com/2011/01/30/education-is-not-for-the-poor-of-course-the-private-sistem-ou-este-pais-nao-e-para-totos-do-publico/

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  3. Fredo permalink
    31 Janeiro, 2011 14:08

    O único problema é o dos ranhosos dos filhos dos drogados e dos “jovens de etnias xxx” que nunca conseguirão entra numa dessas escolas.
    Deixem-me adivinhar: para esses, um programa de morte assistida pouparia muito dinheiro ao Estado.
    Vamos em frente, que já estivemos mais longe!

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  4. campos de minas permalink
    31 Janeiro, 2011 14:09

    se são baratas que o J Miranda as compre todas!

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  5. António Parente permalink
    31 Janeiro, 2011 14:09

    Muito bem.

    p.s. – já estou farto de concordar. veja lá se faz um post com uma distribuição de poisson pelo meio para se poder discordar.

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  6. 31 Janeiro, 2011 14:11

    Se são mais baratas, as escolas com contrato de associação devem ser financidas com menos $$$ que as escolas públicas. Não percebo o porquê de tanta histeria e de tanto caixão com fotos de crianças.

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  7. JoaoMiranda permalink*
    31 Janeiro, 2011 14:13

    ««Se são mais baratas, as escolas com contrato de associação devem ser financidas com menos $$$ que as escolas públicas.»»
    .
    A conclusão não devia antes ser: O estado devia acabar com as escolas públicas e distribuir cheque ensino? É que dar menos dinheiro às escolas associadas não impede que as escolas públicas continuem 1400 euros mais caras que as privadas.

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  8. dürer permalink
    31 Janeiro, 2011 14:24

    Mas que valores são estes? O custo por aluno calcula-se com base no custo de cada hora de formação. Ou seja é necessário saber o nº de horas por aluno em cada ano lectivo. Tanto quanto sei o custo hora por aluno, há uns anos atrás, rondava os 5 euros. Talvez menos, actualmente.

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  9. dürer permalink
    31 Janeiro, 2011 14:31

    Mas é fácil de calcular. Se partirmos do princípio de que o custo hora é 5€ e houver uma média de 25 horas por semana durante um ano lectivo (35 semanas), chegamos a 875 horas por ano por aluno. Isto é 5€*875=4375 euros.

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  10. Daniel permalink
    31 Janeiro, 2011 14:50

    As privadas são mais baratas visto pagaram menos aos professores. Para não dizer que exploram.

    As universidades privadas também são mais baratas, fechemos as públicas?

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  11. Ricciardi permalink
    31 Janeiro, 2011 14:51

    Bom, qual é o argumento de suporte, para além da ideologia, para se preferir um sistema cheque-aluno ou o sistema público.
    1º a qualidade
    2º a liberdade de escolha
    .
    Uma e outra estão interligadas; a liberdade de escolha deverá (em tese) aportar qualidade a prazo fruto das leis de mercado básicas. As melhores serão mais procuradas…
    .
    Tudo isto é válido nas cidades de grande dimensão. Pouco válido em cidades de média dimensão. Nada válido em cidades de pequena dimensão.
    .
    O mercado resolve a educação no interior de uma maneira eficaz e simples: a) a não existencia de escolas nas cidades pequenas que não justificam investimentos para um punhado de crianças b) a existencia de uma ou duas escolas em cidades médias c) a existencia de várias escolas nas grandes.
    .
    A plenitude e virtudes do mercado só se verifica na alinea c), uma concorrencia plena que sobreleva a qualidade. A aliena b) potencia a cartelização e oligarquia, aonde a prazo, esta preversão, traz mais problemas do que beneficios (é o caso tipico portugues à excepção de 3 ou 4 cidades). A alinea c) o mercado não resolve de forma alguma, excepto se os pagadores estiverem dispostos a pagar um preço muito superior.
    .
    RB

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  12. António Parente permalink
    31 Janeiro, 2011 15:03

    Daniel
    Os professores do ensino particular e cooperativo têm um acordo colectivo de trabalho com uma tabela salarial negociada entre a associação do sector e os sindicatos. Uma das explicações para os custos serem mais baixos pode resultar do facto dos professores do ensino privado terem menos anos de serviço do que os colegas do sector público.
    Estão aqui as tabelas salariais do ensino particular e cooperativo:

    http://www.fne.pt/upload/bte_8_2_2009.pdf

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  13. Arlindo da Costa permalink
    31 Janeiro, 2011 15:52

    São mais baratas?
    Ok.
    Então vamos privatizar todas as escolas. Como contribuinte apoio.
    Espero que logo à noite os «liberais» Portas e Passos Coelho apresentem ma televisão uma proposta para privatizar todas as escolas e universidades, incluindo as faculdades de medicina.
    O Arlindo apoia. Vamos ver o folgo destes liberais!

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  14. AAA permalink
    31 Janeiro, 2011 16:01

    2640€ por aluno?
    Nesse caso não percebo porque vão as escolas fechar.
    Com 25 alunos por turma, dá 66.000€ turma/ano. Ainda ficam a ganhar 14.000€ por turma.

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  15. MigPT permalink
    31 Janeiro, 2011 16:20

    As contas são muito fáceis de fazer. Utilizando o Pordata (um excelente serviço público realizado por uma instituição privada), as despesas do min. da educação em 2009 foi de 8.507.400.000,00 € e estavam inscritos no ensino não superior 1.781.520 alunos, ora, o custo por aluno foi de 4,775 €. Agora, como diria outro grande engenheiro socialista, é só fazer as contas.
    Outra questão relacionada com o jugo do ensino público colocado nas nossas cabeças está relacionado com o processo de atribuição de escola. No fantástico mundo socialista, a escolha da escola para o meu filho está directamente relacionada com o nº da minha porta. Como se sabe esse critério é deveras importante na selecção das melhores opções para os nossos filhos num assunto tão importante como o ensino básico. Parabéns a todos os que apoiam este sistema maravilhoso de ensino.

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  16. Arlindo da Costa permalink
    31 Janeiro, 2011 16:27

    Eu também quero liberdade de escolha para as minhas férias.
    Só posso ir à Malveira da Serra mas quero ir aos Açores.
    Se o governo pagar a diferença, obviamente que estou a exercer a minha liberdade de escolha.
    Estou certo ou estou errado, como dizia o Sinhozinho Malta?

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  17. MigPT permalink
    31 Janeiro, 2011 16:35

    O Arlindo Costa sofre do problema comum a todos os socialistas – miopia económica.
    1º O estado não paga nada. O estado pega no nosso dinheiro e de uma forma discricionária decide como o redistribuir (normalmente mal).
    2º pegando no triste exemplo que dá, o estado não tem que pagar a diferença para os açores, o que o estado tem que fazer é não lhe tirar tanto rendimento que só lhe permite fazer férias na malveira. Imagine que o IVA era 12% em vez de 23%, que o IRS era metade, que todos os restantes impostos indirectos eram reduzidos a menos de metade (ISV, ISP, IMI, IMT, IC, etc). Se calhar já tinha o dinheiro para ir aos açores, ou será que não?

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  18. Arlindo da Costa permalink
    31 Janeiro, 2011 17:11

    Certo. Sou pela quase extinção dos impostos. Os empresáruios não devem pedir subsídios. Os partidos não devem receber um tostão dos contribuintes. As candidaturas presidenciais devem devolver todo o dinheiro que recebemm dos contribuintes. O efectivo da função pública deve ser reduzido a metade. O Estado não deve dar ajudas às empresas monopolistas e muito menos à banca. Os deputados não deviam ser remunerados e/ou funcionalizados, etc.
    É este liberalismo que defendo.
    Não é o «liberalismo» daqueles que querem ter liberdade de estiolar os impostos pagos pelos outros cidadãos.
    Perguntem aos sindicatos bancários, às motas-enguias, às pts, às concessionárias, às edps, aos srs advogados dos grandes escritórios, se eles estão já dispostos a viver sem a ajuda do Estado, como já vivem muita gente que nem rendimento mínimo têm?
    Perguntem aos reformados dourados (todos liberais, como o Catroga!) se prescindem da ajudazinha do Estado para pagar as suas milionárias reformas e as comparticipações em milionários investimentos?
    Perguntem, ó «liberais» da treta!

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  19. 31 Janeiro, 2011 17:18

    Sim a ambas as perguntas não sendo necessária a frequência de um curso de Lógica aristotélica para se chegar a essa conclusão.

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  20. Tiradentes permalink
    31 Janeiro, 2011 17:50

    Às Arlindas Moura Guedes quando se lhes retiram os argumentos elas saltam para as posições contrárias extremistas, como se alguém se tivesse posto nelas.
    Umas vezes é o estado que paga. Se lhe dizem que o estado não paga ele passa a ser contra os impostos.
    Esse materialismo dialéctico verbal é tipico. Morto por ter cão e por não o ter.

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  21. Arlindo da Costa permalink
    31 Janeiro, 2011 18:30

    Ó «TiraDentes», também queres tirar os nossos impostos?
    E trabalhar? Faz mal ao calos?

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  22. abc permalink
    31 Janeiro, 2011 18:49

    estes valores deste post são ridiculos. talvez 5 vezes mais seja verdade.

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  23. ASL permalink
    31 Janeiro, 2011 20:07

    O que é ridiculo é o raciocinio. Alguém diga ao sr. João Miranda que o orçamento por aluno provindo do ME inclui os gastos com direcções regionais, estruturas intermédias, departamentos de estudos, GAVES e demais organismos centralizadores. Nada disto entra nas contas dos privados associados ou não associados.
    Se querem fazer as contas bem feitas, obtenha-se o valor do orçamento anual que as escolas recebem e divida-se por aluno; compare-se com o valor das escolas com contrato de associação. Até aposto que o valor do público continuar a ser superior, mas é devido a:
    -gastos de manutenção superiores pois a populaça estudantil é “entropicamente” mais indisciplinada;
    -o valor dos vencimentos dos profs.no público são superiores pois o corpo docente está em escalões superiores ao do privado;
    -maior número de funcionários não docentes em virtude da parafernália administrativa que assola a organização das escolas públicas;

    E todas estas razões não são facilmente modificáveis. Nem com cheque-ensino, nem com o ensino em cheque

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  24. João Miranda permalink*
    31 Janeiro, 2011 20:27

    ««O que é ridiculo é o raciocinio. Alguém diga ao sr. João Miranda que o orçamento por aluno provindo do ME inclui os gastos com direcções regionais, estruturas intermédias, departamentos de estudos, GAVES e demais organismos centralizadores. Nada disto entra nas contas dos privados associados ou não associados.»»
    .
    A maior parte dessas estruturas são sorvedouros de dinheiro. Mas se o problema é esse, a Ministra da Educação anda a fazer mal as contas.

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  25. João Miranda permalink*
    31 Janeiro, 2011 20:28

    ««Se querem fazer as contas bem feitas, obtenha-se o valor do orçamento anual que as escolas recebem e divida-se por aluno; compare-se com o valor das escolas com contrato de associação. »
    .
    E o imobiliário das escolas públicas sai de borla? E as taxas da segurança social e impostos são iguais?

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  26. João Miranda permalink*
    31 Janeiro, 2011 20:30

    ««-o valor dos vencimentos dos profs.no público são superiores pois o corpo docente está em escalões superiores ao do privado;»»
    .
    Ou seja, os profs do público são mais caros.
    .
    «-maior número de funcionários não docentes em virtude da parafernália administrativa que assola a organização das escolas públicas;»»
    .
    Isso parece ser um argumento para mostrar que as públicas são mais ineficientes.

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  27. Tiradentes permalink
    31 Janeiro, 2011 20:39

    Claro que trabalhar até faz mal aos calos quando o fruto desse trabalho é engolindo por Arlindas.
    Dois post atrás não queria impostos. Agora já luta por eles.

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  28. MJP permalink
    31 Janeiro, 2011 20:54

    Já conclui que a ministra está a ser burrinha ao não contratar os gestores das escolas privadas para gerir as públicas. Com o mesmo dinheiro por aluno até oferecem golf e equitação enquanto que nas públicas o dinheiro nem chega para papel higiénico (continua a ser dado a quem pede).
    O preço por aluno na escola pública inclui as Novas Oportunidades que estão a ser um sorvedouro inacreditável. Só será sustentável recorrendo a professores contratados à hora.

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  29. ASL permalink
    31 Janeiro, 2011 21:08

    “E o imobiliário das escolas públicas sai de borla? E as taxas da segurança social e impostos são iguais?”

    O custo de instalação não é relevante para uma comparação actual. Mas a manutenção nas escolas públicas é superior, quer pela fraca qualidade do imobiliário( e sobre isso a discussão iria até aos fornecedores, passando pelo sistema de compras), quer pelo nível socio-cultural da população escolar que torna a manutenção bem mais frequente e cara.
    Quanto às taxas de seg. social, as escolas públicas já o tem que fazer. E os impostos são mínimos, supostamente os lucros dos privados são diminutos. São amendoins no valor total dos custos e pouco significativos.

    “Isso parece ser um argumento para mostrar que as públicas são mais ineficientes.”
    Não, apenas têm que se sujeitar às regras do ME. Que são ineficientes é verdade, mas não é no ensino. É por serem públicas e estarem sob a alçada do monstro central que as obriga a efectuar algumas tarefas de índole administrativa pouco eficiente . Ainda mais porque essa parafernália não tem nada a ver com o ensino. Aposto que se pudessem, os professores e directores das públicas fariam um melhor trabalho , sem precisar de gestores privados.

    “A maior parte dessas estruturas são sorvedouros de dinheiro. Mas se o problema é esse, a Ministra da Educação anda a fazer mal as contas.”
    Não , não anda. É que da “jeito” colocar certos custos no orçamento de Estado para a Educação, para mostrar que gastamos na média europeia. Mesmo que sejam gastos desnecessários. E gastos que poderiam ser canalizados para outras vertentes do ensino.

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  30. 31 Janeiro, 2011 21:11

    Já lhe respondi. O problema não são os custos, é a selecção de alunos e a qualidade de ensino. Assim tipo: as privadas aceitam todos os alunos, o estado paga, a malta ri-se.

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  31. Daniel permalink
    31 Janeiro, 2011 21:48

    MigPT,

    “As contas são muito fáceis de fazer. Utilizando o Pordata (um excelente serviço público realizado por uma instituição privada), as despesas do min. da educação em 2009 foi de 8.507.400.000,00 € e estavam inscritos no ensino não superior 1.781.520 alunos, ora, o custo por aluno foi de 4,775 €. Agora, como diria outro grande engenheiro socialista, é só fazer as contas.”

    A esses 8.507.400.000.00 tem de deduzir:
    – Transferências para Escola de Ensino Especial
    – Transferências para as Escolas de Música Privadas.
    – Transferências para os colégios privados
    – Transferência para as IPSS e infantários privados.
    – Funcionamento das aparelho burocrático

    É mais fácil aceder ao orçamento de estado e dividir a verba respeitanto ao funcionamento do ensino básico e secundário público pelo total de alunos. Em 2010 o valor andava na casa dos 4000 euros.

    É

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  32. Daniel permalink
    31 Janeiro, 2011 21:56

    “O preço por aluno na escola pública inclui as Novas Oportunidades que estão a ser um sorvedouro inacreditável. Só será sustentável recorrendo a professores contratados à hora.”

    São financiados pelo POPH. E no caso dos alunos dos EFA entram na contabilidade do n.º de alunos.

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  33. Fincapé permalink
    31 Janeiro, 2011 22:13

    O que mais custa neste tema do custo do ensino público e privado é mesmo as asneiras que se ouvem.
    Alguns até incluem o investimento nas contas. Ainda se ao menos incluissem também o valor patrimonial do Estado como proprietário!?
    Ou se comparassem o nível sa instalações, laboratórios, diversidade de cursos/áreas, estando, obviamente os mais caros nas públicas. Ou ainda a percentagem de ensino privado em Portugal com os outros países da Europa!
    Este país continua muito mal, não sei se em economia, mas em Matemática, céus!!!

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  34. PMP permalink
    31 Janeiro, 2011 23:51

    Falta incluir nas 4000 euros dos custos por aluno das escolas públicas, os cinco mil milhões que a Parque Escolar EPE anda a desbaratar em obras sem concurso que beneficiam grandes empresas privadas.
    .
    Os gestores dessas grandes empresas privadas com esse lucros mandam os filhos paras as melhores escolas do país.
    .
    Este governo anda a desviar as atenções com polémicas de trocos, para que o regabofe da Parque Escolar EPE continue a alimentar o “sistema” das obras públicas.
    .
    A PArque Escolar EPE é a entidade pública que mais obras e projectos adjudica no país, ainda mais que a Estradas de Portugal S.A.

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  35. JoaoMiranda permalink*
    1 Fevereiro, 2011 07:49

    ««O custo de instalação não é relevante para uma comparação actual. »»
    .
    Porquê? Acha que as instalações da escola pública saem de borla?

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  36. dürer permalink
    1 Fevereiro, 2011 09:59

    Aí está o problema da falta de informação clara e detalhada sobre estes assuntos (sem dúvida culpa da cultura de esconde-esconde, ou pura e simplesmente fruto do desleixo –está aqui a dar-me um ataque de optimismo– das chefias da Função Pública): toda a gente se põe a especular e a baralhar as questões.

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  37. João Vasco permalink
    1 Fevereiro, 2011 11:49

    Que confusão entre custo médio e custo marginal…

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  38. brmf permalink
    1 Fevereiro, 2011 12:57

    “Afinal as escolas privadas são mais baratas”. As escolas privadas são mais baratas ao Estado!…olha que novidade. Se for privado a 100% ainda mais barato fica, vai uma aposta?

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  39. 1 Fevereiro, 2011 14:17

    Acabem logo de vez com essa ideia totalitária da necessidade da existência de um ministério da educação! Concordo que há situações em que as pessoas precisam de ajuda para educar os seus filhos, mas não seria isso assunto para as câmaras municipais? Centralizar a educação num ministério é dar aos sacanas o poder para doutrinar a todos de acordo com a sua vontade.

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  40. pardal permalink
    1 Fevereiro, 2011 22:46

    Isto parece uma conversa de patetas e velhacos…

    No preço de cada aluno entrar o custo do património e dos cambalachos com empresas de construção…
    No preço de cada aluno contar a 5 de outubro e a 24 de Julho e as Dre’s e todo o exército de burocratas e e parasitas e consultores e Gabinetes e as invenções e subterfúgios e gamanços …

    Mas atenção, o património edificado, e não só, que foi pago pelo Estado a fundo perdido isso não conta… nada… nada mesmo!

    Ó João Miranda, não é preciso ir tão longe…

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  41. josé permalink
    2 Fevereiro, 2011 15:58

    Olhe. Eu vou-lhe explicar o evidente que é para ver se percebe. O custo de um aluno no ensino público é diferente de acordo com a região onde o aluno se encontra. Por exemplo, as escolas do interior tenderão a ter menos alunos que as escolas dos subúrbios de Lisboa. Assim, o custo por aluno associado a manter a infraestrutura tem um impacto muito superior numa escola do interior do que numa escola dos subúrbios de Lisboa. Ainda está a seguir? É o que se chama o custo da coesão regional. É preciso escolas mais caras no interior porque não queremos forçar as criancinhas a viajar 100km por dia. Um colégio não é rentável nestas localidades. Onde estão estas tais escolas com contracto de associação? Em Coimbra, em Lisboa (todas no litoral). Naturalmente que os custos que decorrem da coesão regional têm necessariamente que ser subtraídos ao custo médio de um aluno numa escola pública. Se se quiser ser objectivo, aquilo que se tem de fazer é em cada localidade fazer a comparação. Repito: por localidade!!! Quanto é que custa um aluno na pública em Coimbra e quanto é custa um aluno num colégio com contracto de associação em Coimbra. Esta é a pergunta objectiva e o resto são meras manipulações.

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