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Avenças para amigalhaços

29 Agosto, 2011
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Governo constitui três grupos de trabalho para avaliar futebol

Aí estão os vícios de sempre da governação “tuga”, com a eterna transformação de despesa pública em lucros privados. Os objectivos são totalmente irrelevantes para justificar a constituição de três (!!!) grupos de trabalho. Daqui não advirá a mínima vantagem para o futebol, mas várias e substantivas para alguma(s) sociedade(s) de advogados ligada(s) ao poder.  Para além disso, é tema que propicia sempre bons títulos nos jornais.

Espero que a Troika venha a monitorizar estas despesas supérfluas e a proíbi-las terminantemente.

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22 comentários leave one →
  1. Arlindo da Costa permalink
    29 Agosto, 2011 18:31

    Lá está (na foto do link), o Relvas, o homem mais poderoso de Portugal, a seguir ao Pinto da Costa.
    Realmente só o futebol, essa próspera indústria de bens transacionáveis, é que nos vai tirar do atoleiro.
    Entretanto, alguns super-especialistas da bola e comentadores a recibo verde, serão recrutados para esta importante tarefa.
    Se não me engano, a sugestão para a constituição destes 3 grupos de estudo(!!!!!) deve ter partido do assessor, um tal «João dos Pequeninos», um homem muito entendido em bola, fado, ópera, sol e toiros…

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  2. A. C. da Silveira permalink
    29 Agosto, 2011 18:47

    Há-de vir o dia em que o Relvas e os colegas serão criticados por irem fazer uma mija às 10:30 da manhã. Este governo só pode mijar quando os media e os criticos profissionais assim o entenderem. Não sei se andam a por alguma coisa na água da rede, ou se a alienação já é natural neste país.
    P.S. Não sei se já perceberam, mas o futebol é um dos negocios que mais dinheiro movimenta hoje no país. Quanto mais regulado, menos roda por fora.

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  3. 29 Agosto, 2011 18:53

    Por alguma razão se diz que o leão é o rei da selva.
    Já tardava que o Sporting não mexesse os cordelinhos para que a questão dos árbitros chegasse ao governo.
    E ainda bem, pois parece que só com a profissionalização dos árbitros o sector entre nos eixos.
    Se há legislação a ser criada, ou alterada, para que isso seja possível,
    para que é que servem os deputados?

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  4. Fredo permalink
    29 Agosto, 2011 19:13

    Desta vez é que é: vai ficar perfeitamente legalizado, preto no branco, que qualquer um pode oferecer café com leite, fruta e viagens aos árbitros.

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  5. 29 Agosto, 2011 19:41

    Recuso-me a falar de «frutes», um desporto com jogos demasiado longos e que me aborrece, contudo e reconhecendo todavia que os clubes são quem faz a formação da «pequenada», duas perguntas:

    1. Nacionalismo serôdio: os maiores clubes do mundo não estão pejados de estrangeiros ?
    2. Os clubes «tuga» não estão endividados até à medula ?

    Just a couple of thoughts / questions…

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  6. António Campos permalink
    29 Agosto, 2011 19:58

    pthomsen@imf.org
    rasmus.rueffer@ecb.europa.eu
    juergen.kroeger@ec.europa.eu

    agora é só mandar-lhes emails, para termos a certeza de que sabem destas coisas

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  7. lucklucky permalink
    29 Agosto, 2011 20:08

    Mais Soci@lismo do Governo PSD-CDS
    .
    “Os objectivos são totalmente irrelevantes para justificar a constituição de três (!!!) grupos de trabalho. Daqui não advirá a mínima vantagem para o futebol”
    !!!
    Porque raio o Governo se tem de meter no Futebol? constituir 1 um grupo já é mau.

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  8. 29 Agosto, 2011 20:25

    Mas como é possível?
    Sim, como é possível que um Governo que prometia acabar com práticas deste tipo esteja, precisamente, a multiplicá-las?
    Desgraçado País, nunca mais tens conserto.

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  9. trill permalink
    29 Agosto, 2011 20:26

    “Daqui não advirá a mínima vantagem para o futebol, mas uma substantiva para alguma(s) sociedade(s) de advogados ligada ao poder.”

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  10. 29 Agosto, 2011 20:48

    A. C. da Silveira,
    .
    “Não sei se já perceberam, mas o futebol é um dos negocios que mais dinheiro movimenta hoje no país. Quanto mais regulado, menos roda por fora.”
    .
    Tretas, meu Caro. Movimenta é prejuízos. Se vir as contas dos 3 grandes, eles facturaram na última época em termos agregados (incluindo já transacções de jogadores), cerca de 200 milhões e obtiveram um prejuízo de 45 milhões. Considerando que os 3 deverão representar 80% da I Liga (se não mais), estaremos a falar de um volume de negócios global, para os 16 clubes da I Liga, na ordem dos 250 milhões e prejuízos porventura superiores a 50 milhões.
    A título de comparação, a cervejeira Unicer (da Super Bock), que não é propriamente das maiores empresas do país, facturou em 2010 perto de 500 milhões e teve lucros de 30 milhões.
    Ou seja, o futebol é fundamentalmente mediatismo e os políticos nunca mais aprendem a deixá-lo à sua sorte. Acham que se forem muito interventivos, isso lhes dará muitos votos. Mas geralmente saiem de lá chamuscados.

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  11. Dédé permalink
    29 Agosto, 2011 20:50

    E quanto isto é que dá traduzido em nomeações e pareceres pagos?

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  12. 29 Agosto, 2011 21:01

    que vergonha. as pessoas quase não têm pão e o governo gasta a avaliar o circo. pqp.

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  13. trill permalink
    29 Agosto, 2011 22:57

    ” as pessoas quase não têm pão e o governo gasta a avaliar o circo. “

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  14. trill permalink
    29 Agosto, 2011 23:00

    o governo deveria era mandar passar a pente fino todos esses Institutos Públicos todos que têm avenças som as sociedades de advogados em vez de usarem os seus juristas ou/e juristas contratados directamente a recibo verde. Juristas nãi faltam e essas sociedades de advigados sugam até ao tutano o Estado, através desses instituos públicos que as contratam.

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  15. trill permalink
    29 Agosto, 2011 23:07

    quem escreveu isto, num outro blog, tem razão, evidentemente que tem razão:
    “Nos últimos anos, o cidadão comum perdeu entre 10% e 20% do seu rendimento real, tendo em conta inflação, estagnação de salários, desemprego de uma parte, os aumentos de impostos. Mas as festas dos ricos continuam esplendorosas e ostentatórias. Se eu empobreci 10% desde o início desta crise, ou talvez mais, não percebo a razão para os milionários não poderem fazer um ajustamento na mesma proporção (não estou a falar das perdas virtuais em bolsa). E sou favorável a uma taxa Tobin que ajude a financiar ou aumente o orçamento da União Europeia.”

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  16. silva permalink
    29 Agosto, 2011 23:17

    DEVERAS CURIOSO… O que aconteceu com o despedimento colectivo de 112 trabalhadores do Casino Estoril
    “O irregular e promíscuo funcionamento dos poderes públicos é a causa primeira de todas as outras desordens que assolam o país.
    A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
    Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
    “Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
    Independentemente do valor dos homens e das suas intenções, os partidos, as facções e os grupos políticos supõem ser, por direito, os representantes da democracia. Exercendo de facto a soberania nacional, simultaneamente conspiram e criam entre si estranhas alianças de que apenas os beneficiários são os seus militantes mais activos.
    CASINO ESTORIL
    Quem investiga esta triste noticia para o Concelho de Cascais. Porque é que o estado não quer saber que a empresa Estoril-Sol despediu ilegalmente 112 funcionários do Casino Estoril em substituição de precários o que significa mais desempregados e desempregadas e postos de trabalho perdidos no Concelho de Cascais. Já não basta haver milhares de desempregados e desempregadas no nosso concelho agora vão juntar-se a este drama mais 112 trabalhadores.
    A comissão de trabalhadores diz que a Estoril-Sol já fechou ao longo dos últimos 6 anos um total de 681 postos de trabalho. Muitas empresas em nome do lucro e camufladas pela crise vão despedindo indiscriminadamente não querendo saber das suas responsabilidades sociais.
    A Presidência da Republica não tem força nem estabilidade.
    CASINO ESTORIL
    Despedimento colectivo de 112 trabalhadores no Casino Estoril
    Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente ? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos ?
    Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
    Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.
    E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
    Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada fizeram mediante as provas que presenciaram.
    Não gosto de ver o caos em que puseram este país, por irresponsabilidade, por falta de respeito, pelo cidadão nos casos da justiça que a civilização criou como valores para a igualdade.
    Muitas das vezes, os nossos governantes não têm a capacidade de perceber para onde nos estão a conduzir ou não têm a coragem de assumir. Isso custa-me, porque há vítimas que estão a sofrer imenso.
    Por má gestão, por causa de carreiras meteóricas.
    Não posso deixar de condenar, todo o governante ou político, que pôs o seu trajecto individual e social acima do trajecto colectivo.
    Podem não se importar com as palavras, mas o certo é que não deixa de ser egoísmo, egocentrismo, quase tirania.
    Quem com responsabilidades está por detrás deste despedimento ilegal, que leva o estado a suportar o subsidio destes 112 trabalhadores.
    O Parlamento oferece constantemente o espectáculo do desacordo, do tumulto, da incapacidade legislativa ou do obstrucionismo, escandalizando o país com o seu procedimento e, a inferior qualidade do seu trabalho.
    Aos Ministérios falta coesão, autoridade e uma linha de rumo, não podendo assim governar, mesmo que alguns mais bem-intencionados o pretendam fazer.
    A Administração pública, incluindo as autarquias, em vez de representar a unidade, a acção progressiva do estado e a vontade popular é um símbolo vivo da falta de colaboração geral, da irregularidade, da desorganização e do despesismo que gera, até nos melhores espíritos o cepticismo, a indiferença e o pessimismo.

    A corrupção não existe, agora chama-se: Ciência Politica Utilitária
    Directamente ligada a esta desordem instalada, a desordem financeira e económica agrava a desordem Política, num ciclo vicioso de males nacionais. Ambas as situações somadas conduziram fatalmente à corrupção generalizada que se instalou…”
    A sociedade está podre, mas a esperança de que o povo acorde de vez sem medo de olhar para o empresário ou politico e dizer-lhes a vida neste planeta a todos pertence.
    A maior pobreza existe no meio dos empresários e políticos que massacram um povo em prol de uns míseros euros que não são eternos pois todos morremos e os euros para além da morte não fazem falta.

    POR MAIS QUE OS TUBARÕES TENTEM ABAFAR O CASO DO DESPEDIMENTO COLECTIVO DO CASINO ESTORIL EU IREI SEMPRE LEMBRAR A TODOS QUE SOU ALÉRGICO A INJUSTIÇAS E CORRUPÇÃO.

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  17. 29 Agosto, 2011 23:54

    Fuck man!
    Eeste Relvas onde aparece só dá azar, Colômbia (foi em executiva?) Mónoco e sexta no Chipre?
    E agora mais isto e mais as nomeações.
    É demais!

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  18. Miguel permalink
    30 Agosto, 2011 00:38

    Atirar bosta é o que anda aí a ser sugerido …com razão.

    a bosta vai encarecer. Mas também atirava aos Felicianos, aos Menezes, aos Moedas, aos Montenegros, aos Frasquilhos…NÃO FAZEM FALTA!

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  19. 30 Agosto, 2011 04:26

    O futebol movimenta na realidade muitos milhões.

    se não fosse assim, nunca o Pinto da Costa conseguia arranjar uma brazuca com menos 50 anos do que ele.
    certo, foi numa casa de alterne….
    mas até para isso é preciso €€€.
    AH!
    e a filha dele que tem uma mansão que vale uma fortuna….

    AH!
    comprou mais uns milhares de acções da SAD..
    O que espera a Mizé morgado? ele não tem empresas extra futebol? (não me refiro ás viagens de árbitros, estudos dos filhos dos mesmos, carros, fruta tropical e etc…).
    Quanto aos “grupos de trabalho” (será algum frete aos amiguinhos do Relvas???), seria de bom tom que se apurasse o que ganham antes de se criticarem…

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  20. 30 Agosto, 2011 04:30

    Entretanto, bons exemplos dá o Mota Soares:
    http://www.ionline.pt/conteudo/145865-seguranca-social-governo-vai-reduzir-25-das-chefias-poupar-6-milhoes

    Correr com os parasitas da “Máfia Socialista com Experiência na Maçonaria”…….

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  21. Miguel Ferreira permalink
    30 Agosto, 2011 13:29

    Que credibilidade podemos dar a LR, quando dúvida sempre e sem excepção de tudo e de todos? O ministro garantiu que os grupos criados terão custo zero.

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  22. Arlindo da Costa permalink
    30 Agosto, 2011 18:03

    Para o marreco do Sátiro, o Governo também devia nomear três grupos de trabalho para avaliar o negócio das «casas de alterne»!…

    E o Relvas, é da «máfica socialista, com experiência na Maçonaria»?

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