Abrantes pela liberdade de escolha
Então governo quer deixar de pagar a pílula.
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Esta foi a ideia que jugulares e abrantes tentaram passar.
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Na realidade, o Estado continua a pagar a pílula por inteiro. Estão disponíveis nos centros de saúde.
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O que pelos vistos acaba é comparticipação <s>no lucro das farmácias</s> na compra em farmácias. Mesmo essa comparticipação só ocorria com receita médica, o que esvazia totalmente a polémica. Mas adiante.
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Esta medida é equivalente a deixar de comparticipar consultas em médicos privados (ou acabar com as deduções no IRS que o PS tanto defendeu), oferendo-as apenas nos hospitais públicos. Ou a acabar com as escolas privadas com contrato de associação oferecendo apenas serviços de educação pagos pelo Estado nas escolas públicas.
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A medida de oferecer pílulas apenas nos Centros de Saúde foi criticada por abrantes e jugulares com argumentos do tipo:
– perde-se muito tempo no centro de saúde
– as pílulas são de pior qualidade
– nos centros de saúde o serviço é menos personalizado
– a liberdade de escolha da mulher é menor.
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Tudo bons argumentos, claro, que minam a ideia de que o serviço nacional de saúde deve ser prestado apenas por entidades públicas. O mesmo se aplica aos serviços de educação.

É o início da nacionalização da farmácia!
Também já se deu o início da nacionaliação das análises clínicas ( http://goo.gl/bZCZ2 ).
Isto é um Governo liberal ou um Governo socialista?
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Porque, enfim,
inteligente, um homem
não é batível, facilmente .
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Sócrates bem podia ser o patrono de todos estes liberais que aqui escrevem e doutrinam.
De todos os PM’s, Sócrates foi o mais liberal.
Ainda está para nascer um PM que tenha liberalizado a sociedade, a mentalidade e a economia portuguesa como ele!
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Isto hoje é só pílulas.
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um pequeno passo para o Blasfémias, um grande passo para a privatização do SNS.
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Os “serviços de educação” (esta desginação mirandesa não deixa de ser sintomática) também dão pílulas?
Ou então, é mais uma simplificação mirandesa, daquelas que gente gosta…. Não sei, não.
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“perde-se muito tempo no centro de saúde” para receber a pílula?
Ganha-se tempo sem abrir tanto as pernas.
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O autor do post em vez de identificar a contradição da posicão dos Abrantes, devia atender á contradição simétrica da sua posição.
Só o tempo dirá se isto vai poupar alguma coisa e incentiva ou não os abortos. É claro que a despesa da Saúde é uma causa ganha, pela maioria das decisões tomadas, sobre esta medida tenho muitas dúvidas, fica mal ao autor defendê-la.
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Mas então o preservativo não é muito mais barato e eficaz? E que eu saiba nem exige receita médica.
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Espalhe-se a mensagem:
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http://www.tvi24.iol.pt/politica/marques-mendes-cortes-economia-tvi24/1278889-4072.html
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Faz-se uma tempestade num copo de água por causa das pílulas.Porque é que eu hei-de ajudar a pagar uma coisa que faz gosto a dois (pelo menos dois) e nenhum deles tem dinheiro para a pílula?politicamente incorrecto,está visto.E não será politicamente incorrecto que indivíduos com doenças cancerosas tenham que tomar medicamentos sem quaisquer comparticipações.Vão dizer que é mentira,estou mesmo a ver.Então,tomem o fibrocide,um entre outros,e logo verão!
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Empresas portuguesas bem agressivas e com uma estratégia interessante. As Tintas Cin e as Tintas Barbot.
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http://www.cin.pt/portal/portal/user/anon/page/default.psml?categoryOID=6D808080808A80GC&contentid=&nl=pt
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http://www.barbot.pt/
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Estas duas empresas estão com uma estratégia bastante inteligente. Apesar de eu não conhecer os seus números financeiros, dados do mercado em geral, etc., acho interessante o que estão a fazer.
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Estas empresas estão inseridas num sector em crise, o da imobiliária. No entanto, estão a abrir lojas por todo o país. Do Norte ao Algarve. O que torna interessante já que, temos como adquirido que devem estar a crescer as suas quotas de mercado, com esta sua estratégia de expansão. É que além de inovarem nos seus produtos, estas duas empresas tentam contornar os grossistas do seu sector (que lhes comprimem as margens) vendendo directamente aos clientes. E talvez combatam mais eficazmente as multinacionais do sector.
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A estratégia é tão interessante que estou para ver quando iniciam a internacionalização deste seu conceito de negócio, no mercado europeu. Esta estratégia teria sucesso nos mercados mais exigentes e concorrenciais do centro da Europa? Se calhar sim. Mas estou mesmo para ver quando estas duas empresas testam este conceito nos mercados internacionais. No nosso mercado doméstico devem estar a conseguir resultados interessantes, pela abertura de lojas que estão a fazer. Isto numa altura que o mercado tuga está em contracção. O que é deveras curioso e interessante.
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Tenho para mim que, para tirar Portugal da crise, são precisas boas empresas, com com bons produtos e serviços. E que estas empresas, antes mesmo de exportarem, possam dominar o mercado português. Deste modo também impedem a importação de bens e serviços, contribuindo para a criação de riqueza nacional. Estas duas empresas, com esta estratégia interessante, devem estar a ganhar quotas de mercado e a aumentarem as suas margens. Pelo número de lojas abertas, tudo indica que assim está a acontecer. Agora, eu gostava de ver eles a testarem o conceito nos mercados mais concorrenciais e exigentes do centro da Europa. Porquê?
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A razão é simples. Por um lado, testam mesmo as suas capacidades nos mercados mais competitivos, que as podem levar a aprimorar as suas estratégias, levar ao desenvolvimento de novos produtos e até aprenderem a vender directamente aos consumidores. Por outro, se forem bem sucedidas, podem aumentar as suas economias de escala e as exportações, de que Portugal tanto precisa.
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É de estar atento à movimentação destes dois players nacionais. Poderão revelar-se boas surpresas no futuro. Além disso, mostram que é possível contornar os grandes distribuidores. E podem ser um exemplo para outros sectores de actividade.
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Afinal a Cin publicou o seu Relatório de Contas. Interessante o que lá vem.
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http://issuu.com/cin_/docs/relatoriocin_engsmall?mode=embed
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O mercado em Portugal cresceu em 2010. lolololol
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Mas os gajos em Espanha ainda precisam de arrumar com uns quantos de competidores. E as exportações para França cresceram a bom ritmo.
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Interessante ver esta competição entre dois produtores tugas. Pena a falta de dados da Barbot.
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O que é interessante é ver que os gajos da Cin se meteram no mercado francês e aumentarem bem as suas exportações. O que indicia grande potencial de crescimento nos mercados mais exigentes. Isto são mesmo boas noticias.
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Afinal não é nada disso. Falso alarme!
O Presidente do Infarmed é socialista, amigo especial de Ana Jorge, e precisa de ser remodelado.
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Perguntem a muitas mulheres se não andam já a pagá-la por inteiro há muito tempo?! Não estavam para perder uma manhã no centro de saúde, disse-me hoje uma. E o médico passava-lhe a receita para seis meses… A não ser aquelas sortudas do costume, com amigos e familiares médicos ou enfermeiros que sempre dão uma mãozinha nestas coisas. Desgraçada da que não tem esses privilégios! É muito mais criticável que haja mulheres a serem reincidentes 2, 3 e mais vezes a fazer abortos que o Estado paga! Deviam cuidar melhor do seu corpo, já que são donas dele. E o Estado, pagaria o primeiro e depois acabou!!!! Devia ser assim.
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OH! Sócrates é imbatível senhor Arlindo! Ai não que não é!!!!!!!!!!!!
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Pela canzoada, dir-se-ia que @s Jugulares precisam de pílulas para alguma coisa.
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… e não estão dispost@s a misturar-se com o povoléu nos Centros de Saúde.
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