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Os tampões de Américo Amorim

1 Dezembro, 2011

A notícia é mais ou menos esta: Américo Amorim terá incluido despesas com tampões nas contas da sua holding. Seria, claro, um caso de abuso, de inclusão de despesas pessoais na conta da empresa. Isto porque não faz sentido nenhum que uma empresa precise de tampões. Excepto se a empresa for um hotel, ou um hospital, um centro comercial com casas de banho públicas, uma empresa de aviação, uma rede de escolas, uma universidade etc etc.  E também se a empresa quiser dispensar o mínimo de comodidade a quem lá trabalha. Em suma, qualquer instituição onde trabalhem mulheres ou em que as mulheres constituam uma parte dos clientes.

24 comentários leave one →
  1. 1 Dezembro, 2011 12:04

    João Miranda, ardendo todo na chama da sua ideia, publica um post com justificações absurdas para as práticas de fuga
    de Américo Amorim.
    .
    Já agora arranje lá outra para as festas de aniversário. Para as massagens já percebemos que é igual às dos tampões.
    .
    Tanta diligência, caramba! Até enternece!…

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  2. Golp(ada) permalink
    1 Dezembro, 2011 12:08

    Eles andam a pôr tampões há muito…

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  3. anti-comuna permalink
    1 Dezembro, 2011 12:11

    Um novo movimento em Portugal?
    .
    .
    Tradicionalmente, os grupos portugueses começavam/começaram no sector dos bens transaccionáveis e fugiam para a mama dos bens não transaccionáveis. Procuravam obter rentabilidades mais altas com menos risco, através das mamas estatais. No entanto, o Estado agora vai ter que acabar com as mamas dadas a determinados sectores. Seja por opção própria (neo-liberalismo, dizem alguns), seja por imposição da Troika.
    .
    .
    Um grupo tuga parece ter encetado essa inversão, em deixar de apostar em sectores protegidos para se dedicar aos bens transacccionáveis. O Grupo Viasabeira.
    .
    .
    Investimento
    .
    Visabeira aposta na expansão da área de mobiliário de cozinha”
    .
    “A Visabeira tem em curso um plano de expansão, em Portugal, de uma rede de lojas próximas da MOB, empresa de mobiliário de cozinhas detida pelo grupo liderado por Paulo Varela.
    .
    “O objectivo é abrir uma loja por ano, criando uma rede no mercado nacional, contemplando as principais cidades portuguesas”, avança o presidente da MOB, Manuel Madeira, ao Diário Económico.”
    .
    “xportação representa 50%
    .
    A MOB continuará a privilegiar a distribuição das cozinhas através de agentes autorizados em vários pontos do País e ainda em Angola, Espanha, França e Emirados Árabes Unidos.
    .
    De acordo com Manuel Madeira, os mercados internacionais absorvem cerca de 50% da produção. Destaca-se, sobretudo, Angola, onde a fábrica de em Luanda destina-se a abastecer apenas o mercado angolano. Esta unidade emprega 30 trabalhadores, enquanto a fábrica de Viseu – que abastece o mercado interno e o mercado externo – tem 80 funcionários.
    .
    O mesmo responsável realça o facto de a MOB ser escolhida com frequência para equipar cozinhas em várias partes do mundo. “A última empreitada que ganhámos foi a instalação de 182 cozinhas num empreendimento com 48 pisos, no Dubai. Nos últimos meses outros condomínio e moradias de luxo dos Emirados Árabes Unidos e de Angola têm adjudicado cozinhas MOB.”
    .
    in http://economico.sapo.pt/noticias/visabeira-aposta-na-expansao-da-area-de-mobiliario-de-cozinha_132408.html
    .
    .
    Repare-se que o próprio Belmiro de Azevedo, tido como industrial, tem grande parte dos seus negócios fora da área industrial. Mostrando que até ele fugiu da industria. Mas será que ele (ou o filho, melhor dizendo) já se apercebeu que vai ter que voltar a apostar/investir em força na indústria?
    .
    .
    Estou convencido que um novo modelo económico está a nascer em Portugal. O retorno à industria e à produção de bens transaccionáveis para crescer. O Grupo Visabeira, é na minha opinião, u dos poucos que já está bem adiantado nesta nova fase da vida económica nacional.

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  4. 1 Dezembro, 2011 12:19

    Trabalho com uma empresa industrial que gastou uma pequena fortuna em calças tipo jeans.
    .
    .
    .
    .
    .
    Para destruir em testes, no desenvolvimento de máquinas para criar efeitos no tecido.

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  5. neototo permalink
    1 Dezembro, 2011 12:22

    João Miranda, ardendo todo na chama da sua ideia, publica um post com justificações absurdas para as práticas de fuga
    de Américo Amorim.
    .
    Algúm ainda nesta altura nao perceveu que o JM dava para um bom advogado…do Diabo !!!!!!!

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  6. afédoshomens permalink
    1 Dezembro, 2011 12:46

    ainda goza o postador! achamos todos muito justo!

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  7. Alberto Mendes permalink
    1 Dezembro, 2011 12:55

    Com a carga tributária que o homem e as suas empresas pagam e tendo em conta as asneiras que se fazem com o dinheiro dos impostos é um dever de patriotismo fugir aos impostos.

    Se o estado não tiver dinheiro não faz cagada, não ajuda os “empresários” amigos e como bónus ainda se acaba com a corrupção.

    Fugir aos impostos, no estado actual do país, é um acto de cidadania.

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  8. 1 Dezembro, 2011 12:57

    também em tempos uma equipa de andebol justificou a compra de pensos higiénicos para secar as sapatilhas.
    teve de pagar o importinho na mesma.
    Caro João Miranda, não invente, pode ser?

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  9. Zebedeu Flautista permalink
    1 Dezembro, 2011 13:39

    Pois é possível. Mas a noticia não é de 3 milhões de euros? É muita tampão! O Américo Amorim até pode estar ele próprio a ser enganado e assalariados menos correctos andarem a empurrar despesas pessoais para as contas sem ele saber. Aguarde-se o desenrolar da situação e presuma-se a inocência.

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  10. António Joaquim permalink
    1 Dezembro, 2011 14:13

    Atenção! Caramba, é o empresário dos empresários portugas. Os apitos entram na próxima declaração.

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  11. Portela Menos 1 permalink
    1 Dezembro, 2011 14:35

    deixem o “trabalhador” em paz e gozem só com o Miranda!

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  12. A. R permalink
    1 Dezembro, 2011 15:05

    Já são contra as boas condições e salubridade no local de trabalho. Esta esquerdalha anda sem norte.

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  13. Arlindo da Costa permalink
    1 Dezembro, 2011 18:16

    Isso é contra-informação fdo Fisco.
    No lugar de irem fiscalizar as contas dos políticos, dos banqueiros, dos grandes clientes bancários, dos gestores públicos e dos corruptos que estãi na administração «pública», tencionam descredibilizar aqueles que ainda criam riqueza para esta pôrra de país.

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  14. Fredo permalink
    1 Dezembro, 2011 20:57

    O João Miranda não costuma ser tão distraído nas suas postas.
    Desta vez esqueceu-se que a holding de Américo Amorim inclui (até mais que um) “hotel, ou um hospital, um centro comercial com casas de banho públicas”. E vários etc. etc.

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  15. confrade permalink
    1 Dezembro, 2011 22:25

    se calhar não eram tampões mas sim rolhas , ou seria para um candeeiro como o da Joana Vasconcelos?
    http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTuMKunNULvfBOfHE_77FPZlYu2Fn37K46-frPG8prDbK5z6KW8

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  16. Zebedeu Flautista permalink
    1 Dezembro, 2011 22:27

    Tinham ponta de diamante os tampões.

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  17. Zebedeu Flautista permalink
    1 Dezembro, 2011 22:32

    O Arlindo tem alguma razão. Por exemplo no caso face oculta está mais que visto que é tudo uma cambada de ladrões. No entanto só o ladrão que trabalha e dá emprego a umas centenas de pessoas é que foi bater com os costados na choldra, pouco tempo é certo, mas está visto que não vai mais ninguém de cana.
    .
    CADÉ A EQUIDADE?!?!?

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  18. ulisses permalink
    2 Dezembro, 2011 12:29

    e palas pro olhos, tb meteu nas contas?

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  19. afédoshomens permalink
    2 Dezembro, 2011 12:41

    só o ladrão que trabalha e dá emprego a umas centenas de pessoas é que foi bater com os costados na choldra…
    estava à espera de quê?

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  20. Artista português permalink
    2 Dezembro, 2011 13:34

    Coitado do AA! Deixem-no em paz! Lembrem-se que ele só ganha o ordenado mínimo…

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  21. ping pong permalink
    2 Dezembro, 2011 16:40

    Se forem tampões para os ouvidos, já faz sentido?

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  22. afédoshomens permalink
    2 Dezembro, 2011 16:42

    “O défice vai ficar abaixo dos 5,9%” do produto interno bruto (PIB). Quem o garantiu foi o secretário de Estado da Administração Pública, Helder Rosalino.
    faz escola,né???

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  23. afédoshomens permalink
    2 Dezembro, 2011 16:56

    as ventas do dito helder rosalino…o paulo sargento que diga se também é esquisó-paranóide:http://economico.sapo.pt/noticias/defice-ficara-abaixo-dos-59_132836.html

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