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(ex?)Adepto das eólicas critica rendas da EDP

17 Abril, 2012

Pacheco Pereira apresenta-se aqui preocupado com as rendas da EDP. Esta preocupação com as rendas do sector energético é recente. Quando estes contratos estavam a ser assinados Pacheco Pereira fazia umas críticas à estética dos montes cheios de ventoínhas, mas ressalvava ser um grande adepto da energia eólica e das renováveis. Talvez agora nos possa dizer em que momento descobriu que os contratos de energia eram ruinosos para o contribuinte.

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16 comentários leave one →
  1. 17 Abril, 2012 09:47

    Mas em que é que consistem exactamente as famosas “rendas” da EDP? O que é de subsidios às eólicas e outras renováveis, o que é dos contratos de garantia de potência, o que é de subsidios para manter os preços baixos, etc.?

    É que ainda não percebi; aliás, ainda nem percebi se essas tais “rendas” fazem subir ou baixar os preços da electricidade.

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  2. 17 Abril, 2012 09:48

    JPP não percebe patavina destes assuntos!
    Enfim, quem se saiu com uma boa foi, mais uma vez, o que passou a ser o meu partido: a Troika
    Então, a estratégia para um Governo que não quer enfrentar o Monstro, é envergonhá-lo.

    Tem potencial: http://ecotretas.blogspot.pt/2012/04/envergonhar-as-empresas-de-energia.html

    Toca a envergonhar, incluindo JPP & companhia!

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  3. honi soit qui mal y pense permalink
    17 Abril, 2012 09:51

    o sector da electricidade merecia uma nacionalização … e os preços deviam ser tabelados , e iguais para todos

    o que aí vem vai ser uma selvageria e um roubo de igreja

    sou pela economia de mercado … mas não destes sectores essenciais em que os especuladores , e chicos-espertos como os Mexias e Pinas Moura , levam os consumidores ao engano …

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  4. 17 Abril, 2012 10:05

    Miguel,
    As rendas (subsídios) surgiram para subvencionar tecnologias (eólicas/solar) que não são competitivas. Como muito de vez em quando essas fontes de energia não estão lá, é preciso ter as outras anteriores a funcionar, que é preciso pagar também. Depois, é preciso pagar para ter onde armazenar a energia eólica quando a há em excesso, e por isso foi preciso pagar para construir as barragens… É o 3 em 1 da nossa desgraça!
    Neste momento, as rendas são aproximadamente:
    Renováveis: 900 Milhões, >500 Milhões das eólicas
    Cogeração gás natural: 400 Milhões
    CMEC: 260 Milhões
    Autarquias: 250 Milhões
    Défice Tarifário Anterior: 190 Milhões
    Regiões Autónomas: 180 Milhões
    Garantia de Potência: 55 Milhões

    O resto é peanuts…

    Ecotretas
    http://ecotretas.blogspot.com/

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  5. Portela Menos 1 permalink
    17 Abril, 2012 10:59

    uma coisa é certa, JMiranda sempre foi adepto deste tipo de rendas.

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  6. 17 Abril, 2012 12:43

    O hobby preferido de Pacheco é criticar toda e qualquer medida do PPD/PSD que não seja liderado pela sua direcção (que tem na cabeça, i.e., ele a Manuela e o António Preto). Como tal é apanhado na curva com frequência excessiva. Deixo aqui dois desabos;
    – Se todas as renegociações do Estado com Privados tiverem um ganho mínimo de 24% a favor do ‘bolso geral’ não é mau (fazendo crença nas contas dele);
    – Depois irrita-me a súbita descoberta de rendas excessivas nas energia, até Maio de 2011 era das poucas coisas consensualmente reconhecidas como boa -relativas à Era Sócrates, quem fazia algum reparo era um bota-abaixista- entrou um governo de direita e a partir daí é um roubo. Ajuste-se sim, não se deixe de premiar as renováveis e pensar o consumo de energia de forma favorável a essas variantes de produção.

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  7. 17 Abril, 2012 12:56

    Paulo,
    Porque queres premiar as renováveis? Para enviares o teu dinheiro para empresas estrangeiras, especialmente espanholas, francesas, italianas, e também a nossa chinesa???
    Ecotretas

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  8. piscoiso permalink
    17 Abril, 2012 12:59

    Acho piada ao PachecoP., nostálgico, “… daqui a anos não haverá cumeadas livres de ventoinhas.
    E que dizer dos campos petrolíferos, com aquelas cegonhas a bicarem nas perfurações?

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  9. henrique pereira dos permalink
    17 Abril, 2012 13:36

    João Miranda, porque provavelmente não verifica os números do Tretas e acredita neles, continua a confundir as rendas da EDP com as eólicas. Só que não são a mesma coisa. Há um sobrecusto com as renováveis mas não é exactamente disso que se trata quando se criticam as rendas da EDP (embora possa haver alguns contratos iniciais com tarifas excessivas para eólicas)

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  10. 17 Abril, 2012 13:45

    Deve ser por produzir Energia Eólica e Solar para consumo total na minha pequena propriedade agrícola no Alentejo que não tem linhas da EDP ou de outra distribuidora a lá chegar. Não querendo armar-me naquilo que não sou (especialista na matéria), agradam-me duas ideias;
    – Prefiro energia produzida em Portugal (atenção que não são só os ‘tubarões’ que a produzem);
    – Depois acredito que só premiando alguma coisa na produção se poderá abrir espaço para o desenvolvimento sustentado de energias limpas, até serem competitivas com as convencionais/importadas. Dou exemplo do que estou a tentar dizer; Eu quero ter um carro eléctrico mas só haverá desenvolvimento a sério desse tipo de carros a preços acessíveis se o construtor perceber que na Europa se está a caminhar nesse sentido dando primazia à energia verde para viaturas.

    Ao fim ao cabo são opções políticas dispendiosas, para as quais, actualmente, não temos um tostão. Reconheço! Custam décadas de investimento que foram para as autos-estradas que acabam em cada vilazinha com 10000 habitantes do nosso santo Portugal!

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  11. 17 Abril, 2012 15:10

    HPS,
    Qual é o problema com os meus dados??? Eu sei que tu não consegues produzir dados… mas daí a andar a bater nos dados dos outros vai uma longa distância. Aprende lá os rudimentos da matemática, vai ao site da ERSE, e procura. Mas para tua informação, os dados que coloquei até são do alarmista Público, de 20 de Fevereiro, que tive o cuidado em devida altura de validar com os dados da ERSE!
    Claro que a crítica das rendas não é suposto ser dirigida às renováveis, ou pelo menos assim pensam as melancias, as quais também estão infiltradas neste Governo. Como é que consegues dizer que “não é exactamente disso que se trata quando se criticam as rendas”, quando representam cerca de 40% do problema total, muito à frente do resto???

    Ecotretas

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  12. 17 Abril, 2012 15:11

    Paulo,
    Porque queres tu um carro eléctrico, se nem sequer os donos dos híbridos estão satisfeitos:
    http://ecotretas.blogspot.pt/2012/04/donos-de-hibridos-nao-sao-fieis.html
    Ecotretas

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  13. 17 Abril, 2012 15:17

    Paulo,
    Só mais uma coisa: uma das pessoas mais importantes no desastre energético Português disse num destes dias que a electricidade é a energia que mais polui em Portugal… Lá se vai o teu conceito de energia verde…
    Sai daqui mais a um bocado…
    Stay tuned,
    Ecotretas

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  14. 17 Abril, 2012 19:15

    Parte da minha dúvida inclui a dúvida se as “rendas” da EDP correspondem aos tais “Custos de Interesse Economico Geral”, se são outra coisa, se são coisas diferentes mas com uma grande intersecção entre as duas (p.ex., os direitos de passagem às autarquias, à partida, não me parece que devam contar como “rendas” da EDP)…

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  15. 17 Abril, 2012 20:55

    Miguel,
    Os direitos das autarquias são tão direitos como os direitos da EDP. São tudo rendas, subsídios, taxas, o que quiseres chamar-lhes, e que saiem dos bolsos dos contribuintes/consumidores!!! Atenção que a EDP nem sequer é a única a mamar, e nas eólicas é mesmo uma das que mama menos!!!
    Depois, há outros problemas muito graves, como é o caso da microgeração. Este é mesmo MUITO ANTI-SOCIAL. É incrível como a dita ESQUERDA não se levanta contra este esquema, em que os pobres andam a subsidiar os ricos! Mas há que convir que o pessoal da esquerda é completamente enrabado nestas questões…
    Ecotretas

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