ouvida à porta do conselho de ministros
7 Julho, 2012
– Eh pá, os gajos do Constitucional não nos deixam ficar com a massa dos nossos funcionários.
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– Até nem é pior! Ficamos com a deles e com a dos outros.
22 comentários
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– Eh pá, os gajos do Constitucional não nos deixam ficar com a massa dos nossos funcionários.
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– Até nem é pior! Ficamos com a deles e com a dos outros.
Há dívidas a pagar e quanto mais depressa melhor.
Via IRS cada um paga à medida dos rendimentos que tem, sejam de trabalho privado, público, ou de rendimentos de capitais.
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Por favor alguem que me exclareça: – O que tem mais força institucional, a Constituição da Republica ou o Orçamento de Estado???
A mim parece-me que é a Constituição. A ser porque deixa Cavaco passar uma medida inconstitucional em função do Orçamento de Estado?? Ele só tem de avaliar se é ou não é inconstitucional, deve é pensar que está a falar para os netos.
Porque não há um jornalistas que o envergonhe na frente de todos??? Depois admiram-se de ser pagos a 3 €uros á hora.
Acordemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm cambada de acomodados de merda
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Cavaco nem sequer é pago para ser PR. Vive das pensões que já tinha. Não se lhe pode exigir muito, por este preço.
Parece que terá jurado cumprir e fazer cumprir a Constituição e que afirmou em público que o OE não respeitava o princípio da equidade, mas isso não parece dizer-lhe nada. Nem sequer foi capaz de chamar Passos Coelho em Setembro e dizer-lhe imediatamente que com cortes selectivos iria pedir a fiscalização do OE, obrigando Passos a assumir a responsabilidade pela constitucionalidade da medida.
Se Cavaco soubesse o que se espera de um PR devia demitir-se.
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Porque será que não nos centramos no essencial. Entendi o corte deste orçamento sobre salários da função pública e pensões, nos termos em que na época foi defendido pelo Ministro das Finanças, a saber: não era possível, na altura, reduzir a despesa pública de forma significativa por outra via, dada a escassez de tempo para avaliar onde reduzir a dimensão do Estado, o que pressupus significar que no próximo Orçamento (para 2013) o Governo já saberia que serviços extinguir, reduzir, etc Ora, o Governo já está em funções há um ano, pelo que deveria estar em condições de saber fazer a grande reforma estrutural que se impõe em termos da função e dimensão do Estado. Enquanto contribuinte, gostaria que os recursos escassos de que o Estado pode dispôr fossem usados eficientemente e com equidade. Ora, se nós queremos ter, por exemplo, um serviço nacional de saúde de qualidade, não me parece que tal seja compaginável com médicos, enfermeiros, etc mal pagos, quanto mais não seja porque corremos o risco de não lhes poder moralmente exigir responsabilidades pelas nossas vidas e saúde. Se a ideologia dominante acha que há Estado a mais, Estado gordo e desmesurado em relação há riqueza que produzimos, entendam-se então sobre qual é o papel do Estado, sobre quais são os serviços públicos que deverão existir e com que dimensão e privatizem o resto. Acabem com despesas sumptuárias, como por exemplo os privilégios dos políticos (são tão maus, que os incentivos que legislaram para si próprios só levaram a que os políticos que temos sejam medíocres – basta ver alguns debates na AR para se ver a pobreza intelectual do que lá abunda): se somos pobres, não temos recursos para tantas benesses aos ex-presidentes, aos ex-deputados, etc por exemplo. Façam lá a reforma autárquica, extingam as Fundações, Institutos, etc e demais orgãos para os boys. Se somos uma economia de mercado, acabem lá com os incentivos rentistas ao sector não transaccionável e senhores capitalistas e CEO’s deixem de viver à pala do Estado, deixem de perdoar dívidas a Berardo´s, etc. Aumentem os impostos, mas só depois de demonstrarem que a reforma estrutural do Estado e do seu papel se traduz na redução da despesa em meros “peanuts”, mas demonstrem a sério!
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uma guerra civil em 75 tinha sido a grande solução para uma revolução social-fascista.
50% de quase analfabetos são um peso morto.
não há tecnologia, nem vontade de trabalhar.
os ‘picaços e arménios’ da função pública castradora encarregam-se do ‘afundanço’
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Todos os que andam na blogoesfera a babar-se com o acordão do TC e trabalham em empresas privadas, não se esqueçam que no proximo ano vão ficar pelo menos sem um dos subsidios: ou o de ferias, ou o de Natal. Depois não se esqueçam de agradecer aos 25 socretinos do Partido Socialista, e ao sacristão Louçã e ao bando que o acompanha no parlamento, que provocaram esta situação!
E aos comunistas que andam a evocar a Constituição como se fosse uma Biblia, quero-lhes lembra que a CPR proibe expressamente a existencia de partidos politicos que defendam soluções politicas totalitárias, o que torna o PCP e o BE inconstitucionais.
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Portanto, se eu roubar alguém porque não me ocorre melhor ideia para arranjar dinheiro de que efectivamente precise, eu devo ficar admirado se for preso?
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Anteontem, num pub, ouvimos dum amigo normalmente “bem informado”, que caso MRelvas renuncie ao cargo, um dos seus sucessores poderá ser o actual presidente do grupo parlamentar do PSD ou, CAbreu Amorim.
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Aliás, já há três ansiosos para que MRelvas renuncie…
(Mas a minha convicção é que sendo MRelvas vs Público e MRelvas-estudante é “um não-caso”, PPCoelho vai mantê-lo : Relvas só há um e mais nenhum !, necessário pelo estilo neste momento de abalos no governo provocados interna e externamente…).
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Errata
segundoo parágrafo, MRelvas-estudante “um não-caso”,
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Por ser asunto actual, peço desculpa por entrar aqui no post do rui.a.
Do Miguel Relvas e seus comparsitas já aqui disse que ele há-de ser mais problema para o governo e PSD que solução. Para melhor se perceber porque está Miguel Relvas neste governo, convinha ver o último Quadratura do círculo, Pacheco Pereira explicou de forma clara e quem são os comparsitas que o rodeiam.
Quanto ao Expresso, que volta em grande às ofertas, o que é um sinal das dificuldades por que passam, armado em que tudo sabe e tudo consegue saber, a respeito agora do Miguel Relvas e dos professores meteu o pé na argola. Já foi desmentido e já se sabem os nomes dos quatros professores através do comunicado da própria Universidade Lusófona. Mas ao ver os noticiários da tarde da Sic-Notícias, referem que a Universidade já emitiu um comunicado mas nunca dizem os nomes dos professores que terão avaliado Miguel Relvas nas 4 cadeiras. E rapidamente passam outra vez à peça que hoje o Expresso produziu através de Rosa Pedroso Lima. Mais grave ainda é quando o próprio Expresso, que por sua vez também já produziu um comunicado sobre os novos dados adiantados pela Universidade Lusófona. Este comunicado do Expresso é mais um hino ao mau jornalismo, à teimosia, à mania das grandezas, idêntico ao que fizeram quando dispensaram Mário Crespo da colaboração do Expresso. Uma vergonha. A peça que estão a passar na Sic-Notícias enferma dos mesmos vícios e do mesmo mau jornalismo por ali praticado.
Miguel Relvas é uma figurinha repelente, já o era, antes das secretas, antes do caso com o jornal Público, antes desta licenciatura da noite para o dia. Mas há jornalismo e jornalistas que não lhe ficam atrás. Merecem-se uns aos outros.
http://expresso.sapo.pt/comunicado-do-expresso-sobre-o-caso-miguel-relvas=f738190
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JCardoso,
Não li (não leio) o actual Expresso, mas sei que está um jornal avarento. “Acelerado mental”, sai idéia para vender e nem crivam as consequências…
Na primeira página de hoje, coloca “Os 100 mais influentes”. Enviaram-me a lista e de facto algumas daquelas personagens se são influentes, é porque quem se deixa influenciar está civica e culturalmente ao nível de pouco mais do que NADA !
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já escrevi noutro post:
é desonestidade institucional/intelectual dizer que o TC defende o alargamento a “todos” do corte de subsídios.
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Portela,
Convém ao governo, aos seus deputados, aos jornalistas-a-recibo-laranja, criar e fazer circular a “má-vontade” do TConstitucional.
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http://www.record.xl.pt/fora_campo/interior.aspx?content_id=766570
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“Plano da troika, piora desigualdades, ameaça impostos e faz subir Juros”.
“estas políticas são potencialmente destrutivas” – Branko Milanovic, economista-chefe do Banco Mundial (No nosso caso já se pode dispensar o advérbio!)
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO051992.html
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A direita patética ficou à nora. Deram-lhe cabo da única ideia que tinha para arranjar dinheiro (ideia, diga-se, de que nem a troika se tinha lembrado). Agora lamuria-se, mostrando a sua verdadeira face: o que quer é dar cabo da constituição (mais uma vez). Para quem já tem uns anitos, o rol dos queixumes com que esta “direitinha” justifica o atraso do país, é extenso: foi o pacto com o MFA, a seguir o conselho da revolução, as nacionalizações, a constituição de 1976 (a que se seguiram todas as outras), a reforma agrária, a falta da Europa, o facto de estarmos na Europa, a falta da moeda única, o facto de estarmos na moeda única, a legislação laboral… E cada vez que lhe respondem aos desejos, arranja nova queixa. Talvez porque a única coisa que não quer que se perceba, é que é ela mesma a verdadeira razão do estado em que estamos: pelos privilégios que detém, pelos favores do estado que conseguiu, pelo parasitismo em que sempre conseguiu viver. E, no entanto, há outra direita, essa sim com razão de queixa: a de não se conseguir ver livre da má imagem deixada por esta.
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Parece, ou melhor, é seguro que a estupidez e a ignorância, de forma galopante, se instalaram nessa republiqueta. Assim, como é apanágio, a ética é coisa desconhecida. Tal se constata a cada passo, como agora no julgamento do tribunal costitucional, no comportamento apressado dos governantes e na estultícia do presidente da dita república de chacha que se instalou em Portugal — o país dos tugas.
A lei vigente é a de nivelar por baixo tudo e mais alguma coisa e aí temos os cortes nos rendimentos do povo mais carecido, a aproximar-se da miséria absoluta que grassa a olhos vistos, povo esse que quase não tem meios para protestar e se impôr a não ser pela expressão violenta do seu mal estar.
(Não se pode deixar em claro que o nivelamento por baixo terá começado precisamente na Educação, desde a abrilada de 1974, onde a falta de qualidade dos docentes se traduziu no vexatório aproveitamento dos discentes com as consequências à vista.)
A questão que ressalta é esta: então e o grande capital, as grandes empresas e os seus gestores, os seus accionistas, as grandes fortunas, toda a bolsa em geral — que pode ser tributada de forma escalonada –, a banca que se locupleta, em grande parte, com a exploração dos mais carenciados, os próprios servidores do estado — pagos pelo povo — que têm no topo, desde o presidente da república passando pelos governantes e deputados, todos a acumular rendimentos, pensões, mordomias, prebendas, sinecuras, uma enormidade de benefícios extraordinários, sem contar com ajudas para casa, automóvel próprio e de serviço, despesas de representação, telefones, petty cash (ou dinheiro vivo), eu sei lá, uma infinidade que dará para colmatar largamente quase todas as brechas sem passar pela vergonha — e sem correr riscos desnecassários porventura a todos os títulos muitíssimo dolorosos — de ir aos bolsos vazios dos que até já vêem descontados os seus precários subsídios e diminutos rendimentos de miséria?
Que bando de mentecaptos é esse cujo fiel propósito, matreiro, é o de se enriquecer numa exploração desenfreada e com objectivos mal disfarçados, sem a menor decência e um resquício de lucidez? Que povo é esse que aceita — mas já começa a apupar e a demonstrar violência mal contida — broncos desses no comando das operações desse país cada vez mais envergonhado sem quaisquer motivos para sentir orgulhp?
Onde vai parar esse jardim à beira mar plantado onde a Fé já escasseia e, se calhar, nem a devoção a Fátima serve de panaceia para as crescentes amarguras?
Povo, cada vez mais de tugas (se calhar com acanhamento de se dizerem portugueses…), a quem foi deliberadamente coarctada a instrucção e a vontade de evoluir, se anulou o amor próprio e, até, a força e capacidade de intervir e se impôr, já sem alma — a não ser no reino dos impossíveis — para esperar por um D. Sebastião, um ditador saído das brumas da inépsia colectiva para arrumar e limpar os restos da casa e, com muita inteligência executar a tarefa ciclópica de tratar da barafunda instalada a tornar-se um verdadeiro tugúrio dos miseráveis — porque que tem posses, roubando ou não, vive bem.
É um lugar onde raros querem regressar ou, como eu, visitar sequer, dada a promiscuidade, a ordinarice, o palavreado grosseiro, as asneiras e o escarro para o chão, dito “o grande”.
Pobre País…
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Isabel,
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clap clap clap
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Rb
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Isabel,
de acordo.
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Um “manganão” rico deste país, dizia-me no final do mês passado, no Porto : “oh pá, os que dependem de ordenados médios e baixos é que vão pagar a crise e comer cada vez menos. A malta com dinheiro safa-se !”
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Uma semana em cheio
por Sérgio Lavos/Arrastão
REN. Arnaut nomeado para empresa que é cliente do seu escritório.
Gestores públicos de topo contornam cortes salariais.
Licenciatura: Relvas fez quatro das 36 cadeiras.
Ministério de Paulo Portas contrata funcionário do CDS-PP.
Passos admite generalizar cortes a toda a gente.
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Estamos todos de parabéns. E quem votou PSD/CDS deverá estar especialmente satisfeito.
tags: crime organizado, crise
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Aplaudo Isabel.
Falta cultura de excelência em Portugal e a que há… amputam-na…
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