as perguntas a que o governo tem de responder
Antes de sacar dinheiro aos contribuintes, este governo – qualquer governo – tem a obrigação moral, ética e política de justificar o destino que lhe pretende dar. Tirar, coercivamente, dinheiro ganho honradamente por quem trabalha é violar direitos mais do que fundamentais dos indivíduos, verdadeiramente, o direito natural a cada um dispor do que é seu, do seu corpo e do seu espírito, da sua personalidade e do seu tempo, que nunca sabemos quando terminará. Fazê-lo em nome de erros contabilísticos, isto é, por causa da inépcia de quem não sabe fazer contas, é roubo.
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O governo que nos governa foi eleito com base em compromissos eleitorais – que se presumiam feitos por gente séria – de respeitar a propriedade e o trabalho alheios. Foi eleito contra a voracidade fiscal do governo socialista de José Sócrates e expressamente contra um anunciado PEC IV, que pretendia agravar essa rapinagem. Pedro Passos Coelho ganhou as eleições porque garantiu aos portugueses que havia outro caminho. Afinal, esse caminho era transformar a voracidade fiscal do governo socialista num pálido apetite de criança.
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Vão longe, muito longe mesmo, os tempos em que Passos Coelho pedia desculpa aos portugueses por autorizar novos aumentos da carga fiscal. Agora, cada novo assalto aos contribuintes é majestaticamente anunciado como uma sábia e inelutável decisão de um governo iluminado, sem alternativa possível e com um destino único: tapar os buracos da conta do estado. Sustentar e pagar as reformas necessárias para que essa conta possa efectivamente baixar é conversa que não voltamos a ouvir da sua boca.
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Ora, como esse caminho passa inevitavelmente pelos nossos bolsos, ainda que o não queira, Pedro Passos Coelho tem obrigação de nos explicar o que vai fazer com o nosso dinheiro, ou o que deixará de fazer quando o receber. É necessário perguntar-lhe e é preciso que ele nos responda. O dinheiro é nosso e não dele.
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Assim, segue aqui uma primeira pergunta: o governo de Pedro Passos Coelho tenciona continuar a pagar os estudos superiores de quase mais 50.000 novos alunos por ano, independentemente das necessidades de cada um, do rendimento familiar de cada um, do mérito escolar posterior de cada um?
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E outra, no seguimento da anterior: pretende manter abertas dezenas de escolas superiores pagas pelos contribuintes, institutos politécnicos e universidades de província que estão às moscas, com cursos vazios e sem empregabilidade, a distâncias recíprocas irrisórias, resultado da velha «paixão pela educação» do socialista António Guterres?
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Este serviço, quase gratuíto, de ensino superior público é para manter como está ou para reformar a sério?

Caro Rui, não se esqueça desta pergunta prática, se faz favor:
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Se quiser fazer o obséquio de responder agradeço imenso. Se não souber, não precisa de responder. Obrigado pela sua atenção.
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Quanto a esta questão e a resposta é tão fácil, que me doi como Vc. a faz. A sério. Doi-me porque devia saber, mas não sabe. O que é engraçado.
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“Antes de sacar dinheiro aos contribuintes, este governo – qualquer governo – tem a obrigação moral, ética e política de justificar o destino que lhe pretende dar. Tirar, coercivamente, dinheiro ganho honradamente por quem trabalha é violar direitos mais do que fundamentais dos indivíduos, verdadeiramente, o direito natural a cada um dispor do que é seu, do seu corpo e do seu espírito, da sua personalidade e do seu tempo, que nunca sabemos quando terminará. Fazê-lo em nome de erros contabilísticos, isto é, por causa da inépcia de quem não sabe fazer contas, é roubo.”
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O dinheiro que o governo vai tirar ao trabalho é para entregar ao capital. Isto seguindo a metodologia patente no seu texto, que parece um texto copiado das sebentas do… Jerónimo de Sousa.
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Tem ainda dúvidas? ahahahahahahahahah
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AC: olh que o jeronimo de sousa tal como voce tambem gosta de roubar os cidadãos via fiscal.. ahahah
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Caro Rui, se precisar de uma ajudinha, o Louçã parece que patrocina as suas ideias e adesão: http://tinyurl.com/9j8ba9n
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Aproveite, que eles agora estão em crise e dá para tomar de assalta a chafarica. ehehehhheh
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“PSD “perplexo” com debate “prematuro” sobre constitucionalidade do Orçamento
Debate “prematuro” sobre possível inconstitucionalidade das novas medidas de austeridade está a “chocar” Carlos Abreu Amorim.
(Ler mais: http://expresso.sapo.pt/psd-perplexo-com-debate-prematuro-sobre-constitucionalidade-do-orcamento=f752072#ixzz25zCYNO2s)
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Ainda antes de ler os outros comentários, deixo esta preocupação: ajudem CAA a não “chocar”. Já basta os sapos que ele tem de engolir.
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Outra coisa sobre isto:
“Tirar, coercivamente, dinheiro ganho honradamente por quem trabalha é violar direitos mais do que fundamentais dos indivíduos, verdadeiramente, o direito natural a cada um dispor do que é seu, do seu corpo e do seu espírito, da sua personalidade e do seu tempo…”
Já pensou, rui a., no seguinte:
um cro-magnon um dia caçava um veado e dizia aos outros cro-magnons que o veado era dele, que não os deixava comer e mandava-os caçar para poderem comer, mesmo que já não houvesse mais veados para caçar.
Responda-me: o que é que acha os outros cro-magnons faziam?
(Eu vou ajudar: se calhar, não teria chegado a haver homo-sapiens sapiens. Concorda?)
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anti-comuna,
já lhe dei a resposta: negociando com os credores um plano de reestruturação que não seja meramente contabilístico, mas estrutural. Que solicita prazo, isto é, dinheiro, para reformar a despesa pública e não apenas acorrer-lhe na emergência da sua ruptura por falta de rentabilidade e de financiamento. Qualquer empresário pataqueiro percebe que é assim se se recupera uma empresa. Ora, quando os credores não dão prazo, nem dinheiro é sinal que não acreditam na viabilidade da empresa e na capacidade dos seus gestores. Com Sócrates, já sabíamos isso, mas com o Passos Coelho a credibilidade não ia ser outra? Ou será que os credores continuam sem ver como é que a gerência desta tasca vai dar a volta a isto?
Agora, responda você: você acha, mas acha mesmo!, que estas medidinhas vão permitir, sem reformas estruturais a sério (as tais que vc. acha que só se podem fazer em ditadura), o equilíbrio das contas públicas e o relançamento da economia?
Por último, deixe-se lá de bombas de fumo, como esta do camarada Jerónimo e dos liberais de pacotilha, se quiser manter a conversa num plano sério e não de mera fuga para diante, só com perguntas e sem respostas. Doutra maneira, não valerá a pena mantermos a conversa e vc. fica para aí a atirar foguetes sózinho, feliz e satisfeito, à espera do milagre económico português que só você conseguiu antever.
Cumps.,
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Esta medida não é para sacar dinheiro mais dinheiro aos contribuintes para continuar a sustentar a despesa do Estado. O impacto desta medida é neutro ou até negativo em termos fiscais (impactos indirectos de aumento do IRC menores do que na redução do IVA).
Esta medida é para re-equilibrar o mercado de trabalho, cuja descida de preços (salários) é inflexível e com as condicionantes constitucionais actuais, o que faz com que o re-equilíbrio demore muito tempo e com um grande custo social (falências e desemprego).
E é também para re-equilibrar os termos de troca internacionais, de forma a corrigir o défice externo, emulando uma desvalorização cambial.
A despesa do Estado (excluindo juros de dívida e pagamentos em atraso a outros sub-sistemas) está a diminuir 7%. E estão em curso medidas de impacto muito forte para continuar esta redução.
Também estou muito irritado por perder um salário. Mas como disse um blogger que escreve no blasfémias “défices são impostos futuros e hoje é o futuro dos défices passados”. A minha irritação é com quem nos trouxe até aqui e comprou votos com dívida. E não com quem está a perder votos ao confrontar-nos com a realidade e a poupar-nos a mais impostos futuros.
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Ora, esse governo não responde nada, incompetente e servil, se rouba os pobres para o dar aos ricos, como aos trolhas e famelga de boys, tanto e mais desonesta que a seita com que alterna a delapidação do País .
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“já lhe dei a resposta: negociando com os credores um plano de reestruturação que não seja meramente contabilístico, mas estrutural. Que solicita prazo, isto é, dinheiro, para reformar a despesa pública e não apenas acorrer-lhe na emergência da sua ruptura por falta de rentabilidade e de financiamento. Qualquer empresário pataqueiro percebe que é assim se se recupera uma empresa.”
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Acha mesmo que se pode comparar? Numa empresa, negociea-se com os credores actuais, quando Portugal assinou o Memorando, fê-lo com novos credores. Só aqui se v~e como o amigo vive no mundo do faz do conta, desculpe que lhe diga. Os credores quando aceitaram injectar dinheiro em Portugal (e tornarem-se novos credores em troca de aprte dos antigos). negociaram os termos e caldenários para o risco que assumiram. Três anos, veja lá bem. E Vc. ia pedir quantos anos? 10 como fazem os ingleses? E para injectar quanto na economia portuguesa? Se para injectarem nem menos de metade do PIB tuga, eles fizeram aquelas condições, Vc. acha que ia pedir 150 ou 200 mil milhões para pagar em 10 anos? Caro Rui, tenha a bondade de me desculpar, mas Vc. vive no mundo do faz-de conta. Conhece algum caso destes, nos últimos 50 anos? Eu não, mas o Rui, ia de mão-estendida, negociar um acordo destes com eles e acredita que eles aceitariam? Balelas, caro Rui. Desça à terra e não invente soluções impossíveis.
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” Ou será que os credores continuam sem ver como é que a gerência desta tasca vai dar a volta a isto?”
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O que Vc. acredita ou não, não conta para este campeonato. Não é Vc. que anda a comprar obrigações e dívida portuguesa. E elas, as obrigações estão a ser compradas. Vc. é mais inteligente do que estes compradores, não? Se é, pode shortar essas obrigações e ganha dinheiro com as suas teorias. 😉
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Desça à terra, caro Rui. Isto não vai lá com teorias, não vai não.
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” Doutra maneira, não valerá a pena mantermos a conversa e vc. fica para aí a atirar foguetes sózinho, feliz e satisfeito, à espera do milagre económico português que só você conseguiu antever.”
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Daqui a uns trimestres falamos. E depois Vc. vai levar bailinho da madeira, como outros já o levaram e levarão. Está disposto a levar baile nessa altura? Se quiser, pode ter a certeza que eu costumo ter alguma memória para estas coisas. hehehhehe
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Mas não fique ofendido em o comparar ao Jerónimo de Sousa ou ao Louçã. Não fique triste. São os seus textos que o fazem, não sou eu. eheheheheh
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E quando o amigo não vê uma desvalorização salarial a um palmo dos seus olhos e anda a fazer perguntas de retórica á comuna, tenha lá paciência. Só dá para rir. E chorar por mais. eeheheheheh
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O CAA é jurista? Não me parece.
CAA: obvio que o PM disse intenções, mas o PM não conversa, não dá palpite, no pressuposto que cumpre a palavra, as pessoas pronunciam-se…os que sabem, e não como o DANIEL OLIVEIRA que para ele é tudo claro…
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Depois do Tribunal Constitucional Alemão dizer algo é que ISTO vai passar a ter piada…
Por agora, peanuts
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ressuscitou o Anti,justamente a tempo de assistir às medidas de desvaloização salarial que eu adivinhava e ele desdenhava,,,
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O Rui ainda não deve ter oportunidade de ler isto. E se leu e não compreendeu, precisa de alguns conselhos para além das sebentas.
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“De um ponto de vista estritamente económico, estas alterações fiscais parecem-me apresentar algumas vantagens:
De um ponto de vista global, o aumento da carga fiscal é pequeno. Estávamos todos à espera de um forte agravamento dos impostos. Isto deve indiciar que a Troika não vai ser fundamentalista com o cumprimento das metas.
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Fica claro que os servidores do Estado vão perder de forma permanente um salário (aquele que corresponde ao aumento dos descontos para a SS). Acaba-se com a palhaçada dos cortes que são temporariamente permanentes. Assim, é conseguida, de facto, uma redução estrutural na despesa do Estado (já não se pode alegar que é uma redução temporária e, portanto, conjuntural).
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É dada às empresas uma oportunidade de reduzir os salários e tornarem-se mais competitivas. Aquelas que estão mais desafogadas financeiramente, não necessitando de reduzir custos, podem sempre aumentar os salários na exacta medida em que reduzem as suas contribuições para a SS. Se isso for feito, o impacto no salário líquido dos trabalhadores é parcialmente anulado. Empresas que estavam com a corda na garganta conseguem aqui uma redução de custos importante, evitando-se assim algumas falências e despedimentos
Vejo nesta medida algumas fortes desvantagens:
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Uma brutal descida dos salários generalizada a toda a população e que atinge de igual forma quem tem salários mais baixos. A conflitualidade social deverá aumentar a sério.
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Os descontos para a SS passam de 34,75% para 36%. Encarece-se o factor trabalho. A médio prazo, isso traduzir-se-á em salários líquidos mais baixos e numa taxa de empregabilidade mais baixa. Chega-se também ao absurdo de cada um de nós descontar quase 40% do seu salário para um sistema de SS que todos sabem ser insustentável.
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Vamos continuar a brincar às constituições, aprovando uma lei que toda a gente sabe ser inconstitucional, mas que se vai fingir que não é. Desafiar desta forma a lei fundamental de um país é dizer adeus ao Estado de Direito. Infelizmente, já sabemos, o presidente da república há muito que jurou que não ia fazer cumprir a constituição. Infelizmente, também não se demite. Veremos como isto vai evoluir.”
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in http://destrezadasduvidas.blogspot.pt/2012/09/pensamentos-soltos-sobre-os-cortes.html
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E isto foi escrito a quente e sem ter em conta os dados todos.
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O que o LA-C se esqueceu é que não serão todos os salários que levarão com uma subida de 7 pontos percentuais, que estas medidas terão efeitos adversos para os sofres do Estado, em especial nas receitas fiscais indirectas (como o IVA por exemplo) e até directas, em sede de IRS, já que a matéria colectável irá cair.
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Dito de outro modo, isto é uma desvalorização salarial, sem ganhos para os cofres do Estado (pelo contrário, irá libertar recursos do Estado para o sector produtivo), em parte análoga à solução exigida pela Troika, que era uma queda na TSU e uma subida do IVA para ser neutra do ponto de vista fiscal. Se até o meu amigo não compreende isto, também não é por aqui que vai compreender os efeitos práticos desta medida anunciada pelo Governo, que irá contribuir solidificar a Balança de Corrente, que é imprescindível para eliminar o credit crunch na economia portuguesa. Mas lá está, para quem só tem um martelo (baixar impostos e despedir funcionários públicos) isto só lhe parece bizantinices que não encaixam na sua visão dos problemas: um grande prego.
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E mais poderia discorrer sobre o que foi anunciado ontem mas desconfio que é demasiados pregos para o seu pequeno martelo. eeheheheheheh
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Falta de memória.
Há 9 meses atrás a probabilidade de default de portugal era de 75%, a 2a mais elevado do mundo. Hoje é de 35%, descemos para a 7a posição no ranking.
As yields das obrigações a 10 anos eram de 18%. Agora são de 8%. As de 2 anos já estão em valores
Há 9 meses atrás os investidores acreditavam que iríamos seguir o caminho da grécia. Hoje acreditam que estamos a seguir o caminho da irlanda (antes perder um salário hoje para não ter de seguir o caminho da grécia, do que vir a viver o caos grego).
Quem está irritado por ter perdido um salário pode achar que o governo não tem um plano. Mas quem investe o seu dinheiro, não concorda. E acha que o plano tem boas hipóteses de funcionar.
.Portugal’s 10-Year Yield Drops to 18-Month Low on ECB Bond Plans
Portugal’s bonds rose for a sixth- straight week, sending 10-year yields to the lowest in almost 18 months, after European Central Bank President Mario Draghi announced a plan to buy indebted-nations’ bonds.
Borrowing costs plunged below the market rates when Portugal requested financial aid from the European Union on April 6, 2011. Bond purchases may be considered for euro-area countries currently under bailout programs, such as Greece, Portugal and Ireland, when they regain bond-market access, Draghi said at a press conference in Frankfurt yesterday.
“The lower yields now facing Ireland and Portugal make market financing an ever more realistic” prospect in the coming months, said Ciaran O’Hagan, head of European rates strategy at Societe Generale SA in Paris.
Ten-year government bond yields dropped 61 basis points, or 0.61 percentage point, to 8.10 percent at 5:58 p.m. London time, after reaching 8.09 percent, the lowest since March 31, 2011, and down from 9.31 percent a week ago. The 4.95 percent security due in October 2023 climbed 3.58, or 35.80 euros per 1,000-euro ($1,278) face amount, to 77.475.
The extra yield investors demand to hold Portuguese 10-year bonds instead of their German equivalents shrank to 647 basis points, the narrowest since May 2011. Portugal’s five-year note yields reached 5.94 percent, the least since January 2011. Two- year rates fell to as low as 4.14 percent, the least since March 2011.
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Vejo que o anti-comuna é de facto, um adepto das soluções soviéticas.Eles lá é que estão contra o consumo, contra as empresas, contra a riqueza.Vejo que gosta de sadomasoquismo, de lhe tirarem o ordenado.Mas se é isso que quer, funde lá o seu proprio pais independente.
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Caro JEM, esta gente vive no mundo do faz de conta. E acha que lá fora, quem tem dinheiro e está atento a estas coisas, é tótó como alguns liberais de pacotilha, que agora andam desiludidos com os pilantras ingleses, e não conseguem entender como é possível haver quem compre dívida pública tuga. ahahhaahahah
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Deus me livre, que este país está mesmo nas lonas. Os Allendes e os Pinochets juntaram-se todos em uníssono para baterem no governo, numa das poucas vezes que foi sensato, em baixar a carga fiscal sobre o tecido produtivo. ahahahhhah
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É irónico que a carga fiscal vai cair, com o que o Governo anunciou ontem, e esta gente é tão inteligente não a vê. E diz que é um aumento da carga fiscal. Mas que raio de escola económica é esta, que esta gente defende? Bolas, só duques e cenas tristes, deus me livre.
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Para os que comem bolos: http://tinyurl.com/9m8f7k8
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O outro é que tinha razão:
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Interessante a justificação usada por PPC para as novas medidas de austeridade que tentam contornar (desqualificar/torpedear) 0 acórdão do TC: “a emergência financeira”.
Entretanto, não estará na calha o rebentar de uma “emergência social” consequência do colapso do mercado interno?
Por este caminho a breve trecho deixaremos de lado as “emergências” para entrarmos em “estado de sítio”…
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Anti-comuna, voce parte de um juizo ignorante sobre o penbsamento liberal:que parte das politicas liberais,é a desvaorlização salarial e a interferencia nos rendimentos e gastos de cada um.Voce espalha-se ai á grande.
Eu acredito que tenho que ganhar da mesma forma que produzo, e que tenho de gastar da mesma forma que ganhar.Está a ver? Isto é um ciclo.Ora, se uma empresa aumentar o meu salario mas a minhacontribição aumentar, logo fica tudo na mesma,e o estado está a interferir na minha luta pessoa para subir de vida?
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“Anti-comuna, voce parte de um juizo ignorante sobre o penbsamento liberal:que parte das politicas liberais,é a desvaorlização salarial e a interferencia nos rendimentos e gastos de cada um.Voce espalha-se ai á grande.”
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Ai sim? Onde é que aprendeu isso? Com as mamas da Hayek? Ora dê cá uma lição de liberalismo económico cá ao anti-comuna, faxavor.
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“Entretanto, não estará na calha o rebentar de uma “emergência social” consequência do colapso do mercado interno?”
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O mercado interno não sai afectado por estas medidas, já que os recursos financeiros são transferidos das famílias para o sector produtivo. Do ponto de vista financeiro, a procura interna não aquece nem arrefece. Se não perceber a coisa, comece pelas sebentas académicas dos cursos de economia do primeiro ano. ehehheheh
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Ou a escola das mamas Hayek ainda não explicaram como é decomposto o mercado interno? E a procura interna?
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Eu desconfio que esta gente não precisa de sebentas hayek mas o básico que se devia ensinar nas escolas de economia e finanças. Mas pronto. Valha-nos as mamas da Hayek.
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Anti-comuna: e a sua escola é qual? A de moscovo ,a de havana pyeongyang? Ora dê-,me lá uma lição de “liberalismo genuino”.Natural que goste do botas: partilham do mesmo fascismo economico estatista.
As suas ideias já tiveram uma experiencia: Urss, itália fascista, e alemanha nazi.E mais não digo
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Logo vi que o RR é outro neófito, que caiu hoje no liberalismo económico, porque é chique. Não porque o seja com convicção mas porque é chique. Dá-se! E anda um pai a gastar dinheiro com o livros de um filho para acabar nisto. Pfff!
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É verdade ac,mas sabe uma coisa rapaz: As minhas ideias ao menos ao contrário das suas nunca causaram fome e desgraça no mundo..Mas voce afinal o que quer? Voce é um bocadinho bipolar mentalmente para o meu gosto.. um pouco tolinho
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Já vi que discussões ponderadas e sérias nao e consigo, anti-comuna.Voce é um bocadinho bicho do mato
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anti-comuna,
Vc. foi tomado pela febre dos fanáticos, dos iniciados que viram a luz, e, como um bom taliban coelhista, não duvida, por um segundo, da infalibilidade das decisões do mestre e desqualifica quem não as venere como você. A verdade é que, sobre a “infalibilidade” destas (e doutras…) medidinhas, o Hayek tinha, de facto, algo a dizer e nós temos alguma coisa a aprender com ele. O Bastiat também falava na “falácia da janela quebrada”, que muito bem se ajusta a estas medidas salvadoras do emprego, com o qual Passos está preocupado, entre outras, por razões eleitorias (vêm aí as autárquicas e, em seguida, as legislativas…), tal como se preocupara, em tempos, o seu antecessor, o também infalível, aos olhos de outros talibans parecidos consigo, José Sócrates.
Escuso de lhe explicar a si, que não recebe lições de liberalismo (e começo a crer de seja o que for) de ninguém, como assinalou, acima, ao rr, o que escreveram Bastiat e Hayek sobre a “infalibilidade” das decisões públicas, sobretudo e quando feitas à custa da redistribuição de rendimento alheio. Cá estaremos – espero bem – para avaliar a “infalibilidade” destas brilhantes medidas ontem anunciadas e das que serão em breve anunciadas à plebe, sobretudo se, como até agora, continuarem desamparadas por reformas sérias e estruturais. Até lá, meu caro, dou-lhe uma sugestão: não perca tempo a comentar textos de liberais analfabetos, e abra um blog próprio, para o qual lhe deixo aqui uma sugestão de título: Câmara Mais do que Corporativa.
Cumps.
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Bem dita rui.O AC não passa de um cagarolas..
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“Vc. foi tomado pela febre dos fanáticos, dos iniciados que viram a luz, e, como um bom taliban coelhista, não duvida, por um segundo, da infalibilidade das decisões do mestre e desqualifica quem não as venere como você. ”
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Caro Rui, o mesmo se aplica a si. Vc. é que tem a certeza que as medidas do governo estão erradas. Por isso, shorte a dívida portuguesa e ponha as suas teorias à prova, nos mercados. Como bom liberal que é.
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“Até lá, meu caro, dou-lhe uma sugestão: não perca tempo a comentar textos de liberais analfabetos, e abra um blog próprio, para o qual lhe deixo aqui uma sugestão de título: Câmara Mais do que Corporativa.”
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Obrigado pelo convite. Eu deixo de lhe dar baile. ehhehheheh
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Mas logo vi que o meu amigo não ia ter estômago para aguentar com as críticas. Abracinhos e até qualquer dia. Mas não se esqueça da minha outra sugestão: o BE precisa de sangue novo para arrebitar a barraquinha que minga
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Abraços. Cá nos veremos com o tempo. ahahhahhahahh
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Anti-comuna, desculp-me lá: mas porque é que voce tem de ir buscar o BE a estas discussões? .Que eu saiba, nenhum liberal ao contrário de si e do be, propos taxas sobre as transaccoes financeiras,e taxar os rendimentos altos.Ora como vc pode ver ,por ai, AS IDEIAS DO BE SÃO MAIS PARECIDAS COM AS SUAS E NÃO COM AS DO RUI A.Voce não é honesto pois nao?
Até lhe digo mais ac: o seu socialismo de treta, foi aquilo que nos trouxe á ruina! Voce não é mais que uma versão light do ps ou até do BE.Vá lá ter com o seu louçã, com a sua isabelinha moreira, com o seu socrates
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Um político que diz “que se lixem as eleições” é perigoso. E, não precisa de dar explicações ou apresentar resultados a ninguém, a não ao grande grupo ou grupos financeiros ou “lobbY”, que lhe dará emprego no futuro, que esperamos seja próximo. Se qualquer jornalista, não sei porquê que ainda não o fizeram, for pedir a opnião de Senhores como Pires de Lima, António Mexia, Zanal Bava ou outros desta estirpe, garanto-vos que apoiam as medidas do governo. É para eles que o sr Coelho governa, não é para o país e muito menos para a maioria dos portugueses.
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O Anti-Comuna afirmou uma coisa que me tranquiliza: “O mercado interno não sai afectado por estas medidas, já que os recursos financeiros são transferidos das famílias para o sector produtivo. Do ponto de vista financeiro, a procura interna não aquece nem arrefece”.
Assim sendo já fico mais tranquilo em relação à minha empresa. As vendas não vão baixar mais… Apesar da “tesura” cada vez maior dos clientes… — Mas como ele é o “expert” em economia, vou acreditar… — Também acreditei no Pai Natal durante muito tempo.
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Ó anti-comuna, você acha mesmo que não tenho arcaboiço para si e que vem para aqui dar baile? Vc. leva-se a sério quando vem para aqui escrever estes, e outros, disparates? Veja bem, para o que me falta pachorra é para perder tempo a falar com quem não quer ouvir, nem tão pouco argumentar. Vc., até agora, não criou qualquer debate, nem fez absolutamente nenhuma argumentação. Limitou-se a fazer profissão de fé sobre medidas genericamente anunciadas há dois dias, incompletas, como o homem já teve ocasião de dizer, suportadas em números que vc., e provavelmente ninguém, conseguiu ainda dominar, e garante-nos a todos que dessas medidas as empresas portuguesas renascerão das cinzas, graças às imensas economias geradas pela baixa do custo de trabalho. Para além disso, entreteve-se com um foguetório das «mamas da Hayek», dos «liberais de pacotilha», das reformas do governo inglês e por isto, que se não for uma brincadeira, não vale nada, se ficou. Acha mesmo que isto vale alguma coisa, que tem algum mérito para um debate sério? Tenha dó, homem de Deus. Por outro lado, embora desconheça, tal e qual como você, os números reais e o impacto económico e financeiro destas medidas (será que Passos os conhecerá?…) o que lhe posso dizer é que, por princípio e por convicção, desfonfio, melhor, não acredito em engenharias financeiras e económicas dos governos para resolver problemas do mercado. A nossa diferença, e, aí, faz muito bem em vir com o Hayek (provavelmente mais um liberal de pacotilha, se cá estivesse e testemunhasse a magnificência da governação coelhista), é que eu acredito que não é o estado que resolve os problemas do emprego, mas o mercado. Acredito nisto, de facto, como o Hayek. Vc., o Passos, o Sócrates e o Keynes acreditavam no contrário. Estão no seu pleníssimo direito, mas deixo-lhe aqui uma última sugestão, de borla: mude o nick (eu sei, eu sei, é famoso) de anti-comuna para anti-liberal. E escusa dê lhe acrescentar o pacotilha. Fica bem assim.
Abs. e até breve para uma nova roda do bailinho,
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A discussão teve nível e interesse reduzidos (cheia de palavras impróprias), mais por culpa do AC que, a mim cansa, pela sobranceria e falta de respeito pelos outros. Eu, por exemplo, teria aprendido mais, se ele explicasse – com dispensa de fonemas alcoólicos – o “milagre tuga” que insistentemente profetizou e que creio ajuiza ter efectivamente ocorrido..
Por isso, ouso atribuir interesse ao artigo do Público de hoje do Prof. Paulo Trigo Pereira: “Um erro colossal e uma vitória de Pirro”.
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Não batam mais no homem,
que estava com os copos.
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O Rui A não fez a lista toda: ainda falta o gigantesco problema com os ingleses.
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O AC é uma pena mas anda só alcool e paranóias.
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” Acha mesmo que isto vale alguma coisa, que tem algum mérito para um debate sério? Tenha dó, homem de Deus. Por outro lado, embora desconheça, tal e qual como você, os números reais e o impacto económico e financeiro destas medidas (será que Passos os conhecerá?…) o que lhe posso dizer é que, por princípio e por convicção, desfonfio, melhor, não acredito em engenharias financeiras e económicas dos governos para resolver problemas do mercado. ”
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Shorte a dívida pública portuguesa, homem. Teorias testam-se no mercado. E roubos também.
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A ´+unica sua argumentação é esta: o Estado rouba, estas e outras medidas não chegam e vamos a caminho do desastre. O mercado, que Vc. diz acreditar responde-lhe assim: http://tinyurl.com/9m8f7k8
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E Vc. vem-me dizer que estes tipos que estão a comprar dívida pública portuguesa são uns nabos, porque não conseguem compreender que o Rui diz que isto é tudo um disparate, e tem fé no mercado. Está a gozar comigo? Então o mercado está a mostrar que acredita neste governo e nas suas medidas e o iluminado Rui diz que não e eu vou acreditar em si?
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E depois, para cúmulo, diz que não debato, quando Vc. nem sequer é capaz de medir o alcance económica das medidas anunciadas ontem e limita-se a chamar roubou, como se fosse o Jerónimo de Sousa? Alô, caro Rui, desça á terra.
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Então não é evidente, para qualquer pessoa séria, que em termos económicos, o que o governo anunciou ontem é um desgravamenbto fiscal sobre as empresas e eventual perde para os trabalhadores e Vc. vem-me dizer que isto é engenheria fiscal e social? Quando as empresas terão a oportunidade de continuar a pagar o mesmo ou mais se quiserem, coomo fazem no IVA e diz que isto é uma atentado ao mercado? Alôr, caro Rui, desça à Terra. Alô Marte, temos um problema.
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Vc. limita-se à cartilha. O Estado rouba, é preciso baixar os empostos e despedir funcionários públicos. E pronto, para si todos os problemas resolvem o seu martelinho: despedir funcionários públicos e baixar os impostos. Como os pilantras ingleses. E andamos nisto. É esse o seu debate. pedir menor carga fiscal e despedir funcionários públicos. ahhahahah
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Houston, we got a problem. lolol
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Ah! E outra coisinha. Na única vez que Vc. teve de me responder sobre um caso prático, inventa uma solução, que nunca foi feita no mundo, que nunca ninguém a financiaria no seu perfeito juízo e que tão pouco alguém acredita nela. Senão Vc. que acredita na sua solução. E iria pedir o equivalente a 100% do PIB tuga, ou por aí, e esperaava que lhe emprestassem a massa para 10 ou 20 anos, que foi quanto levou o Chile a recuperar economicamente aquilo que Vc. quer fazer em Portugal. lolol
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Alô, desça à Terra, caro Rui. We got a problem, Houston. ahahahahaa
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anti-comuna, meu velho e caro amigo, você tripou de vez! parece o Jocker do Batman, com gargalhadas histriónicas e a dizer coisas sem senso. Primeiro: nós não vamos a caminho do abismo; nós estamos no abismo! Segunda: quem nos dera a recuperação do Chile! Conhece, ao menos o país? Sabe há quantos anos estamos a recuperar as nossas contas públicas, com tributação agravada e medidas miracolosas que nos vão tirar, de vez, do buraco onde essas mesmas medidas nos enfiaram? Tem algum problema com modelos teóricos? Homem de Deus, como é óbvio não existem paraísos terrestres. Mas existem modelos e formas de aproximação. Se você aumenta impostos, tira renda a quem a produz e espatifa-a na despesa do estado, está, inequivocamente, a caminho da servidão. mais uma sugestão, a terceira, a terceira que lhe dou de borla (assim, não há mercado que resista!) tire o «anti-» do seu nick, e proponha-se a nacionalizar tudo o que ainda não pertence ao estado.
P.S.: seum sujeito falido me pedir dinheiro a troco das jóias da família, também sou capaz de lhe emprestar algum. Depende do que lhe conseguir sacar no curto prazo…
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“E depois, para cúmulo, diz que não debato, quando Vc. nem sequer é capaz de medir o alcance económica das medidas anunciadas ontem e limita-se a chamar roubou, como se fosse o Jerónimo de Sousa? Alô, caro Rui, desça á terra.”
Não, voce não debate, voce insulta que nao concorda consigo.Depois, não vale a pena voce manipular o discurso do jeronimo: ele não se referia a IMPOSTOS, mas referia-se á redução salarial dos funcionários publicos e ás privatizações.Pelo contrário: as soluções fiscais do pcp são extremamente parecidas com as suas.Mais impostos, mais estado, mais burocracia , anti-americanismo , etc..
“o não é evidente, para qualquer pessoa séria, que em termos económicos, o que o governo anunciou ontem é um desgravamenbto fiscal sobre as empresas e eventual perde para os trabalhadores e Vc. vem-me dizer que isto é engenheria fiscal e social? Quando as empresas terão a oportunidade de continuar a pagar o mesmo ou mais se quiserem, coomo fazem no IVA e diz que isto é uma atentado ao mercado? Alôr, caro Rui, desça à Terra. Alô Marte, temos um problema.”
Equivale á medida do iva.Se a contribuição dos traablhadores aumentou 7%,isso significará que ao aumentar-se um salário , devido ao aumento, esse salário irá baixar.Ou seja, essa medida AC, serve para ficarmos na mesma!
“Vc. limita-se à cartilha. O Estado rouba, é preciso baixar os empostos e despedir funcionários públicos. E pronto, para si todos os problemas resolvem o seu martelinho: despedir funcionários públicos e baixar os impostos. Como os pilantras ingleses. E andamos nisto. É esse o seu debate. pedir menor carga fiscal e despedir funcionários públicos. ahhahahah”
.Vou-lhe explicar uma coisinha muito basica: eu(pelo menos eu), ando a trabalhar, para subir na vida meu caro.Para pagar as minha contas, para vestir, para comer, para ter uma vida tão digna quanto possivel.Não sou escravo do estado Ac.
Tem razão, o rui dá soluções.Agora de si, não conhecemos o seu diagnostico nem as suas soluções alternativas.Ou até sei, mas a coreia do norte ou o haiti não são propriamente bons modelos economico …
Mas aproveito-lhe para dizer uma coisinha: diz voce que se fez tal coisa na inglaterra e que deu tal resultado.Diz isso.Mas posso-lhe dizer para a troca que essas reformas que voce falou foram feitas em hong kong, no canadá, na austrália, na suécia, dinamarca e alemanha.A holanda tem uma fiscalidade muita baixa, e foi para lá que se mudou a jeronimo martins, e está sedeada o IKEA.A suiça tem uma fiscalidade ainda mais baixa,e é o pais mais rico do mundo, ou o 2ºmaior.
Dito isto , voce tem um argumento em troca, mas há muitos exemplos contra si.Passe bem
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“Primeiro: nós não vamos a caminho do abismo; nós estamos no abismo! Segunda: quem nos dera a recuperação do Chile! ”
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Meu deus, eu não vou á bola com o tipo, mas o Krugman uma vez calou os defensores do caso chileno. Com isto: http://tinyurl.com/8bx39ag
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Podemos não concordar com as ideias do tipo, mas calou a boca aos que gostam de endeusarem o Chile. E isto em termos puramente económicos, porque em termos políticos, quem endeusa o caso chileno não é um verdadeiro Liberal. Porque quem ama a Liberdade nunca defende ditaduras mesmo que usem as teorias do chamado liberalismo económico.
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É por isso que o pior do mundo são os intelectuais. E utópicos. Levam os modelos teóricos ao limite, como no caso chileno (que foi a pior propaganda ao próprio Liberalismo de que há memória e uma nódoa para os Liberais) ou no caso oposto dos comunas. Que fizeram o mesmo, mesmo que em nome dos tais modelos teóricos económicos e com isso mataram, escravizaram e tiraram a Liberdade a centenas e centenas de milhões de seres humanos. Vc. caro Rui, cai no mesmo problema. Vive no modelo teórico e quer que ele seja aplicado até ao fim.
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A mim custa-me bater em si, porque o tinha como mais sensato. Mas não. É radical como os que endeusam o caso chileno. Que afastou mais gente do Liberalismo que aproximou. Foi uma má experiência, mas há mesmo quem diga que os fins justificam os meios: inclusivé impôr ditadras, matar, encarcerar, torturar, em nome do Liberalismo económico. Pfff!
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Eu acredito nesta coisa simples. Liberal que defende o caso chileno, por mera defesa do liberalismo económico, não é um amante da Liberdade. Nem um verdadeiro Liberal. É o teste do algodão.
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Esta sua oposição não passou de uma reacção pavloviana. Típicamente pavloviano. Não se informou sobre as medidas em si, não leu o que outros pensavam deles e foi na onda à Jerónimo de Sousa: é um roubo. lolol
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Por fim, o que mais me surpreendeu foi a sua resposta ao caso inglês. A governação deles é um desastre mas Vc. pediu tempo para que as “reformas” deles começassem a darem os seus efeitos. Mas a mesma indulgência não tem para o Governo português, que está a fazer muito mais que eles, que está a tomar medidas corajosas, inclusive subir impostos, que até chegarem essas modas liberais de pacotilha, quando estes servirão para corrigir um défice, ao mesmo tempo que se se corta na despesa pública. Até á chegada das mamas Hayek, era consensual entre uma dada direita, que défices de hoje são impostos de amanhã mas com juros. Esta ideia antiga e Liberal, foi trocada com a descida de impostos para os pagar mais no futuro. Prefiro o Liberalismo à antiga e menos mamas Hayek.
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Tenha dó, caro Rui. Tenha dó. Os mercados estão a mostrar que Portugal está no bom caminho. os investidores internacionais já elogiam Portugal e até compram a dívida pública portuguesa. E o Rui, fazendo tábua rasa destes factos, fechando os olhos ao que o mercado lhe diz e mostra, diz que estamos no abismo e sem fim á vista. Também é dos tais novos liberais de pacotilha que acredita que uma forte queda no consumo pública não tem efeitos recessivos na economia? Se é, lamento-o, mas devia perder menos tempo com modelos teóricos de descer á terra. Ao mundo dos vivos e das pessoas normais.
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No regrets.
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De volta ao bailarico, caro anti-comuna? Mas, gaita, não venha de braço dado com o Krugman, que, se me tivesse dado conta das usas companhias há mais tempo, não tinha gasto tanto latim.
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No próxima ano há eleições. É a altura certa dos portugueses mostrarem que não gostam de ser enganados.
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“Mas a mesma indulgência não tem para o Governo português, que está a fazer muito mais que eles, que está a tomar medidas corajosas, inclusive subir impostos, que até chegarem essas modas liberais de pacotilha, quando estes servirão para corrigir um défice, ao mesmo tempo que se se corta na despesa pública.”
anti-comuna: também o socrates ao igual deste, aumentou impostos que se farta e foi uma pombinha a descer despesa publica.Veja como acabou.Também o passos, aumentou ainda mais que o socrates, e a descer a despesa “parece o comboio dos torresmos”, e agora a troika vai ter que flexibilizar as metas hihihihi.Isso dos mercados comprarem-nos é do tipo: eles sao os cliente e nós somos os ciganos.Vendemos a eles supostos roupas da dolce e gabbana, e os gajos compram a pensar que é verdadeiro, quando mais não passam de imitações baratas.E´o que se passa
“era consensual entre uma dada direita, que défices de hoje são impostos de amanhã mas com juros. Esta ideia antiga e Liberal, foi trocada com a descida de impostos para os pagar mais no futuro. Prefiro o Liberalismo à antiga e menos mamas Hayek.”
Tem razão, durante muito tempo a europa seguiu uma politica de esquerda, quer fosse um partido de esquerda ou de direita.Veja o exemplo espanhol meu caro anti-comuna.Veja o exemplo francês.O rajoy também foi corajoso, aumentou impostos a torto e direito.O anti-comuna pode dizer que espanha ou a itália estão no bom caminho?
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“A Podridão – corrupção na administração pública”
realidades de uma universidade pública (de “província”)
encontra-se (ou deveria encontrar-se pois sei que foi oferecido recentemente) na biblioteca da faculdade de letras da universidade de Lisboa
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10 milhões de Portugueses dão 46000 alunos que entram este ano no superior.
Belgica 10 milhões de habitantes 114 000 alunos que entram este ano no superior.
A continuar-mos assim continuamos mal.
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