Media do futuro ou media a querer travar o futuro?
11 Novembro, 2012
*«Balsemão aguarda reação do Governo contra a Google Francisco Pinto Balsemão quer que, tal como está a acontecer na Alemanha, a Google venha a ser obrigada a pagar os conteúdos. E já apelou junto do gabinete de Miguel Relvas para que o Governo legisle nesse sentido, disse na abertura da conferência Media do Futuro»
13 comentários
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Com a NET de borla … qual é o perigo da comunicação social “enfraquecida”? Esta gente da comunicação social dá-se a si própria demasiada importância.
Desfilam Marias Antonietas a caminho da Bastilha, é vê-las com as suas cabeleiras emproadas, mas … nada lá dentro porque nada perceberam…
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embalsemado com
‘los pantalones en las manitas de plata’
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O pagamento de conteúdos utilizados pelos motores de busca (não só do Google) é uma medida de eficácia extremamente complexa e envolta em densa polémica.
O mais provável é alguns jornais (entre eles o Expresso) sairem das actualidades noticiosas da Web.
Reivindicar pagamentos de ‘propriedade intelectual’ quando se esmagam os salários dos jornalistas, se transformam os conselhos de redacção em oficinas de copy-paste de agengis noticiosas, não será muito pertinente. Mas os grandes grupo de comunicação social lá sabem. Na verdade, todos julgamos que a internet arranjará resposta para estes desafios… (tal como hoje se já se verifica na China).
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O balsas está a mais, a maior parte destes jornalistas sabujos que atuam como 5ª coluna pela extrema esquerda está a mais. A utilização da net com todos os seus perigos para quem quer saber o que se passa no mundo, é de longe superior a todos os canais conspurcados como a lusa. Eles dizem que é perigo para a democracia se forem para casa, eu digo que são eles o perigo para uma democracia que nunca respeitaram.
Cunhal nunca acreditou na democracia, aliás, Cunhal desprezou sempre regimes com mais de um partido. Não é uma questão de opinião. É uma questão de facto. Numa famosa (e silenciada) conversa com Oriana Fallaci, Cunhal disse – em pleno PREC – que o seu partido nunca permitiria que Portugal tivesse uma democracia pluralista. Mas não é preciso convocar Oriana Fallaci. Basta ler Zita Seabra. Está lá tudo.
Cunhal era um ditador wannabe que desejava um regime ditatorial. Cunhal não queria eleições, e nem sequer queria uma transição pacífica. Para o Generalíssimo do PCP, as eleições eram “um desvio de direita”. O Estado Novo devia ser derrubado pela violência controlada pelo PCP, e nunca através de uma transição democrática aberta a várias forças políticas. Repare-se que Cunhal até viu estes “desvios de direita” no próprio PCP, nomeadamente na direcção de Júlio Fogaça (1907-1980). Enquanto Cunhal esteve preso, Fogaça desenvolveu a ideia de que o Estado Novo podia sofrer uma democratização pacífica e plural. Quando regressou à liderança, Cunhal afirmou logo que estas teses não passavam de frescuras burguesas, que, ainda por cima, profanavam a via científica (e violenta) de Lenine. Resultado? Fogaça foi expulso do PCP devido à sua “homossexualidade”. Uma prática típica da tolerância comunista.
Desta forma, Álvaro Cunhal chegou aos anos 70 com a cabeça enterrada em 1917
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/alvaro-cunhal-nao-era-um-democrata=f720843#ixzz2BuoMJQEf
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O caso RTP devia encher o governo de vergonha. Como é possível que passado tanto tempo não haja ainda uma solução para aquele sorvedouro de impostos. Portugal é irreformável até ao dia da bancarrota.
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então hoje a tralha não cita a opinião de VPValente no vosso inimigo de estimação (Público) ?
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Se Balsemão acha que a RTP deve ser mantida, pois que a compre e a pague, para assegurar o escrutínio adulto dos cidadãos.
Mas ele não faz isso na SIC?
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Uma comunicação social que abafa as notícias que não dão jeito ao executivo vigente também constitui uma séria ameaça à democracia, mas não os vejo preocupados com isso.
Basta ver o caso da eólica que ardeu para os lados da Malveira, que foi notícia em… um jornal , por parte de… um cidadão-repórter.
Mais a mais, é fácil evitar que o Google (e outros motores de busca) indexe determinadas páginas. É claro que isso vai ser ainda pior.
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Mais a mais as noticias são muito facciosas… Por exemplo,
“Ministério da Justiça poupa 7,5 milhões em rendas por ano”
podia ler-se:
“Ministério da Justiça andou anos a fio a gastar 7,5 milhões desnecessariamente em rendas por ano.”
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Em 1973 o Expresso era uma escrita respeitada- não haviam subsidios- e eu comprava-o todas manhãs aos sábados. A SIC não vejo e dispenso.
Hoje, O Expresso, desde há uns 10 anos que para mim não existe e a SIC, hoje, se deixar de exitir serão menos subsidios que nós contribuites estamos sujeitos.Boas leituras in NET pois, pô!
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Balsemão é um dos que respeita a lei de que a maioria dos capitalistas após atingirem o sucesso tornam-se soci2listas, estatistas refugiados nas saias do poder político.
A Elite tuga aristocrata não quer mercado livre, essa coisa burguesa é só para o reles povo que tem cafés e mercearias.
Inovação é Disrupção, nunca poderia acontecer em Portugal, a cultura dos muitos Balsemões não deixa.
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Julgo que a privatização da RTP não deverá ser ‘muito problemática’ (como receia Balsemão). Quando muito será emblemática (em relação ao futuro das privatizações). Mas isso é um problema mais vasto…
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É o que eu sempre desconfiei: Balsemão à custa dos impostos dos portugueses = milhões de euors de prejuízos dos canais públicos e com o medo do ministro relvas de que o grupo TVI e SIC digam as verdades sobre ele, lá vai conseguir que os canais públicos continuem a roubar o contribuinte, repito, à custa do erário público e balsemão, ainda vai conseguir que os mesmos canais públicos deixem de ter publicidade para o bom povo português pagar ainda mais impostos. Uma vergonha este ministro relvas & Cª.
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