Entre a abstenção e a indignação.*
A Europa acordou estremunhada após as eleições italianas, com as gargalhadas truculentas de Beppe Grillo. Estremunhada e subitamente receosa. Curiosamente, houve uma certa similitude entre essa reação e aquela que, há uns anos atrás, surgiu na sequência do então efémero movimento populista holandês de Pym Fortyun. Como já alguém disse, com efeito, parece que a Europa não aprendeu com os erros. Mas – pergunta-se – que erros? O que é que suscita votações em movimentos aparentemente apartidários, sem propostas de governação viáveis, ultra populistas e ultra nacionalistas? O que é que motiva os eleitores quando elegem quem manifestamente não está preparado para compreender o funcionamento político institucional (nem quer) e faz da “conversa de café”, descontraída e irrefletida, uma espécie de programa político. Eleitos que criticam a democracia representativa e tentam repristinar uma espécie de “ditadura do proletariado” anti-ideológica e anti-partidária, sob a capa difusa das vantagens da democracia direta?
Acompanhei, pela televisão, uma entrevista a um recém-eleito italiano, pelo movimento “5 estrelas” e a sua franqueza (um ponto positivo) foi simultaneamente simpática, mas também preocupante, ao dizer-nos que, no fundo, não sabia, nem fazia ideia de como a coisa (entenda-se, a Câmara de que em breve fará parte) funciona e para quê. Claro, pode dizer-se (e, realmente, na generalidade dos casos, não o poderemos negar) que a política tradicional é má, que os políticos são maus, que as instituições não são credíveis, nem funcionam. Podemos falar de um direito legítimo à indignação. Mas o que me incomoda é o facto de só notarmos e reagirmos contra isso em períodos de crise aguda. Antes e depois desses períodos, normalmente, somos indiferentes… pelo menos, avaliando os resultados recorrentes (em tempos de “normalidade”) da abstenção, na generalidade das eleições. Ou seja, há uma questão mal assimilada de cidadania, ou de falta dela. E aí sim, na ausência de um esforço político pedagógico a favor da cidadania, reside a culpa da Europa que é a culpa dos seus Estados-membros e respetivos políticos, mas também, de um modo geral, da imprensa e de todos nós.
Isto também se pode aplicar ao atual momento português de protesto sistemático contra o Governo, contra a oposição, contra os políticos, contra a “troika”, etc.? Talvez. Talvez sim. Precisamos (até o Primeiro-ministro o disse recentemente) de apostar no crescimento económico, não esticando mais a corda da austeridade. No entanto – inquietação angustiante! – durante a última década, a despesa pública e o investimento público aumentaram significativamente, não houve austeridade orçamental e, contudo, o nosso crescimento económico foi nulo. Ah! e também entre nós, a abstenção cresceu.
* GRANDE PORTO, ed. 01.03.2013.

http://revelaraverdadesemcensura.blogspot.pt/2012/07/descobrir-realidade-casino-estoril-uma_9779.html?showComment=1357944706515
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“As gargalhadas truculentas de Beppe Grillo” escondem a saudade pelas brigadas vermelhas. A esmagadora maioria que suporta deste tipo de movimentos não imagina o engodo. O assassinato de Aldo Moro foi um exemplo pouco divulgado de como a cia tira partido da agressividade descontrolada.
Na agenda dos grandes grupos de pressão mundial para quem o rectângulo é um apêndice manipulável a bel prazer, o que está na agenda é o apoio a uma esquerda de fachada que torna mais fácil a manipulação das massas.
Estes movimentos incluindo as contrafacções rascas do protetorado acabam por servir desígnios opostos.
O encorajamento e a proteção que recebem dos mídia tem que ver com isso.”Estremunhada e subitamente receosa” está a europa preguiçosa e cobarde.
Tem razões para isso. Os bárbaros já cá estão dentro, os indígenas e os importados, dispostos a fazer grande estrago. Anunciam-nos todos os dias até com o beneplácito e o entusiasmo dos jornalistas suicidas.
Tal como aconteceu noutras ocasiões recentes, quando a casa estiver a arder, não venham dizer que ficaram surpreendidos.
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A casa já esta a arder para um milhão e duzentos mil desempregados e para três milhões de pobres.
É preciso apagar este incêndio . Não podem ser os que o atearam a apaga-lo. Isso já esta claro para a maioria.
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« J’en ai assez de la télévision et des médias qui déforment systématiquement les évenements ». Gente consciente.
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Londres – O claro “não” à austeridade que saiu das urnas na Itália corre paralelo ao “não” das contas de Portugal, Espanha, Grécia e República da Irlanda, obrigados a estender ou reestruturar os prazos pactuados com a Troika (Comissão Europeia, Banco central Europeu e Fundo Monetário Internacional) ante o fracasso dos programas de ajuste. A própria França, segunda economia da eurozona, solicitou na semana passada à Comissão Europeia uma extensão do prazo para diminuir seu déficit fiscal. Para o grego Costas Lapavitsas, autor de “Crise na Eurozona”, e professor de Economia de SOAS, Universidade de Londres, a eleição italiana é uma excelente notícia. “Dá uma esperança para um caminho alternativo e expõe o fracasso político da Troika e da Alemanha”, disse à Carta Maior.
A Itália colocou no mercado nesta quarta-feira cerca de 6,5 bilhões em títulos, mas teve que pagar 4,83%, o juro mais alto desde outubro de 2012. Com o correr dos dias o impasse político e os problemas econômicos aumentaram a pressão sobre o pesado programa de vencimentos da dívida que terá o futuro governo. No ano passado, a economia caiu 2,2%, mais de 100 mil pequenas empresas fecharam suas portas, o desemprego hoje é d e10% e a dívida é a segunda da Eurozona, depois da Grécia.
Um paradoxo mostra o absurdo do estrangulamento econômico da austeridade: o déficit fiscal italiano é menor do que o da maioria dos 17 países da eurozona, incluindo França e Holanda. Segundo o “think thank” Capital Markets, uma prolongação da atual crise levará rapidamente às taxas de juro a insustentáveis 7% e a um resgate. A primeira reação dos mercados foi uma abrupta queda das ações dos bancos europeus (principais credores da dívida soberana europeia): o Deutsche perdeu 5% de seu valor, o Barclays, 4%.
No ano passado, o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, acalmou as águas da zona do euro dizendo que faria “tudo o que fosse necessário” para salvar o euro. O resgate da Itália – terceira economia da eurozona – colocaria a prova esta vontade política. Mas a crise italiana aprofundará também os problemas que estão experimentando os programas de ajuste dos outros países.
Esta semana a Troika discute a marcha do programa de resgate de 78 bilhões de euros acordado com o governo português em 2011. A coalizão de centro-direita, que conseguiu no ano passado que fossem flexibilizados os prazos para a redução do déficit fiscal, buscará uma segunda extensão das datas.
A razão é simples. Segundo cálculos oficiais, a economia encolherá pelo terceiro ano consecutivo em 2013 (cerca de 2%) e o desemprego superará os 17%. Um duro editorial do diário opositor Público colocou os “pontos nos is”: “Portugal entrou em um ciclo recessivo que não tem saída à vista. As metas fiscais são inalcançáveis. As condições sociais se deterioraram e a própria democracia está sofrendo. Este programa não serve”.
Na Espanha, o número de falências aumentou em 40% no último trimestre do ano passado e o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 0,7%. O desemprego é de 26%, atingindo cerca de 6 milhões de pessoas. Os cálculos do FMI e do setor privado para a economia este ano coincidem em apontar que a recessão continuará e só divergem quanto à profundidade da queda – 1,5%, segundo o FMI, e 2,2%, segundo o Citibank.
Com estes dados e sem crescimento à vista não surpreende que as metas fiscais pactuadas pelo governo do atribulado Mariano Rajoy tenham voado pela janela e que ele tenha acertado uma prorrogação de um ano para conseguir a meta de um déficit abaixo de 3% ao final de 2014, meta que parece tão inalcançável como as criticadas pelo editorial de “Público” em Portugal.
Outro dos resgatados da eurozona em troca de um duro ajuste, a República da Irlanda tem o déficit mais alto da eurozona (8%) e acaba de reestruturar a dívida de seus bancos. A Grécia, por sua vez, está em seu quinto ano de recessão, com um desemprego de 30% após dois resgates com as receitas da austeridade. Segundo Costas Lapavitsas, a contração grega é superior a experimentada pela Argentina na implosão econômica de 2001. “A contração deste ano na Grécia vai ser pior do que a vivida no momento da dissolução da conversibilidade”, observou à Carta Maior.
Se a situação grega não surpreende mais ninguém, a da França causa consternação. Na semana passada, o governo de François Hollande pediu a Bruxelas um ano adicional para cumprir seu compromisso de que o déficit fique abaixo dos 3%. A resposta do presidente do Banco Central alemão, Jens Weidman foi negativa: “Estamos diante de uma crise de confiança das regras fiscais da Europa. É importante que os países fortes da eurozona deem uma mensagem clara a respeito”, disse Weidman.
Neste ponto a mensagem da Alemanha foi consistente. Mas com pesquisas complicadas para a reeleição de Angela Merkel na disputa de setembro, com uma economia que se contraiu no último trimestre do ano passado, com uma cúpula europeia em março, com diferenças no interior da própria Troika e o susto que causa a possível aparição de outros Beppe Grillos na eurozona, a pressão está crescendo para que haja uma mudança ao menos no discurso.
Segundo outro “think thank”, a Lombar Street Research, a mensagem de Grillo é inequívoca. “Pode-se dizer que são políticas populistas, mas isso é o que se consegue quando se tenta lutar contra a depressão econômica somente com a austeridade”, disse ao The Guardian o analista Dario Perkins.
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Pois é . Os tempos estão a mudar
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Come gather ‘round people
Wherever you roam
And admit that the waters
Around you have grown
And accept it that soon
You’ll be drenched to the bone
If your time to you
Is worth savin’
Then you better start swimmin’
Or you’ll sink like a stone
For the times they are a-changin’.
Come writers and critics
Who prophesize with your pen
And keep your eyes wide
The chance won’t come again
And don’t speak too soon
For the wheel’s still in spin
And there’s no tellin’ who
That it’s namin’
For the loser now
Will be later to win
For the times they are a-changin’.
Come senators, congressmen
Please heed the call
Don’t stand in the doorway
Don’t block up the hall
For he that gets hurt
Will be he who has stalled
There’s a battle outside
And it is ragin’
It’ll soon shake your windows
And rattle your walls
For the times they are a-changin’.
Come mothers and fathers
Throughout the land
And don’t criticize
What you can’t understand
Your sons and your daughters
Are beyond your command
Your old road is
Rapidly agin’
Please get out of the new one
If you can’t lend your hand
For the times they are a-changin’.
The line it is drawn
The curse it is cast
The slow one now
Will later be fast
As the present now
Will later be past
The order is
Rapidly fadin’
And the first one now
Will later be last
For the times they are a-changin’.
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Lido há pouco no Sapo : Paulo Futre rejeitou convite do Fernando Seara para se candidatar à Junta de Freguesia de Campolide…
Pura falta de senso. No mínimo.
O multiusos FSeara presidente da câmara de Lisboa ? — era o que faltava para compôr o ramalhete da incompetência, do tachismo e da vaidade pessoal…
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Adenda :
“Pura falta de senso” do multiusos FSeara, claro !
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o que se pretende é tipo um up date comtemporâneo do Direito consuetudinário .. e que os senhores das sociedades experimentais com base em ideologias esquerda direita volver , que vomitam leis a torto e a direito para nos formatar e ganhar dinheiro à nossa custa , vão seguir o conselho do senhor Viegas 🙂
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“No entanto – inquietação angustiante! – durante a última década, a despesa pública e o investimento público aumentaram significativamente”…
E isso é nada, praticamente, comparado ao roubo que o governo endereça às PPP, à banca e aos boys, como sobretudo à mesma troïka, de tal modo que a despesa pública, que se situava nos 68% do PIB, ao fim do reinado sókras, passou já passa os 120% do PIB, a esta hora do pomposo Coelho, sem obras públicas, sem trabalho, sobre corte das pensões e do trabalho, mais e mais desemprego, emigração, falência de milhares de empresas, miséria, raiva, suicídeos…
e um pavão de primeiro ministro, despeitado, invejoso, um desgraçado retornado das colónias, com o relvas sem estudos, apostado em f… lixar o país, conduzi-lo à pobreza, à penúria do pior dos seus dias, por se dizer forte e mau, ou sou mau, Laura querida, vais ver ainda Portugal todo a berrar comigo…
Que diz o Paulo Teixeira, meu amigo, que isto até tinha solução fácil, bastava eu recomendar ao Gaspar a baixa de juros, que a Alemanha e a França, que têm o dinheiro de graça, a custo zero e às vezes a custo negativo, não têm nada a perder, francamente, mais que nos levarem um pouco menos da pele, sabido como por muito menos diheiro Portugal paga mais juros que a Grécia, mas eu sou burro, sou mau, pior que a troïka, e já disse à Laura, eu não me dobro a pedir lá que seja, batatinhas…
Eu sou mau, sou muito mau, tenham cuidado, e pobre povo português, que eu já sabia lá de Angola que havia de vir aqui f..dê-lo, montado nas leis da República, para o apanhar, manso e crédulo, julgando um tipo honesto e escoreito.
Eu vou dar cabo deste país de beatos, selar o meu gosto de glória, mimnha e do relvas, sobre esta cambada de impotentes.
Eu sou mau, muito mau, e o pior que podia ter acontecido a este país de teóricos, dados a moral e honestidade beatas.
Viva a Maçonaria, viva a máfia e viva eu e o relvas, que somos os mais espertos, a nata !
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com a taxa de desemprego a que chegou Portugal e o seu nivel de destruição económica… Um Governo de Emergência Nacional Cristão …a PSP deve imediatamente passar para a alçada das Forças Armadas Cristãs….Judeus e Jacobinos para a RUA!!!! depois da porcaria que fizeram…só aquela do “roubo” de metade das reservas estratégicas de ouro dos Portugueses…
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já agora , suponho que os sufragistas do iníicio do sec. XX também ouviram os mesmos comentários que o movimento 5 estrelas : ai o fim do mundo !!!
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5 Estrelas não me soa mal.
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Hospital do Barreiro – Médico Espanhol dá Cabo de Listas de Espera
REPASSEM ESTA PORRA ATÉ À EXAUSTÃO, DÊEM CONHECIMENTO AOS BURROS QUE POR AQUI PROLIFERAM E TEIMAM EM NÃO ACREDITAR NA CHULICE DESTES “INTELIGENTES”.
SEM PAPAS NA LÍNGUA…
Médico Espanhol dá Cabo de Listas de Espera
Lê bem o que vem escrito a seguir e pensa bem se em Portugal não há tantos chulos que não querem trabalhar!
Porque é que existem listas de espera?
Em 6 dias operou tanto como 5 médicos num ano e por metade do preço cobrado na privada.
Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a “indignar” a Ordem dos Médicos. Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia. No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde. Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano). No final do ano passado, a lista de espera era de 384, e foi entretanto reduzida a 50 com a intervenção do médico espanhol.
A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março – onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme – foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola – em Dom Benito (Badajoz) e Mérida. Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às “críticas” de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses.”Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros”, diz ao DN o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.
As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidadee de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador. O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.
HÁ QUE ACABAR COM A CHULAGEM DA ORDEM DOS MÉDICOS E BAIXAR AS MÉDIAS DE MEDICINA E ABRIR NOVAS FACULDADES.
ASSIM ACABA-SE A MAMA DESTA CORJA DE PARASITAS, QUE SÓ PENSAM EM GANHAR GUITO NA PRIVADA.
TOCA A PASSAR AOS AMIGOS
“As pessoas precisam de entender que estão a ser burladas. O País não pode continuar a ser dirigido por trafulhas…”
(Dr. Medina Carreira)
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Não acordem que não é preciso:
retirado do Sol:
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=69095
esteves
01.03.2013 – 22:10
denunciar
O que esta a acontecer em Barcelos e em Guimarães com a VIMAGUA é o que espera todos os portugueses, caso se privatize a água. EM Guimarães, só para ligar o saneamento a VIMAGUA, pede, 500 euros mais uma taxa por metro quadrado, mais 15 euros por mês…Um saque, mais vale desligar da rede e continuar com os furos…Já ali ao lado em Famalicão, a ligação do saneamento é de graça, até para que os munícipes se liguem…A VIMAGUA é um exemplo do que nunca deveria acontecer…Privatização da água e resíduos…
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obviamente que uma UE que só pensa nos negócios, que ignorou a corrupção, que a alimentou ao mandar biliões sem controle apertado que incrementaram ainda mais as desigualdades nos países atrasados, não merece respeito. Obviamente que esta UE vai ser historicamente responsabilizada se a paz falhar. Obviamente que quem colocou um tuga à frente dos destinos da CE é mais culpado do que ele.
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Golp (ada), é pior ainda do que pensa. Os enfermeiros dos Centros de Saúde não tarda, graças ao discernimento do ministro Paulo Macedo, é bom que se diga, vão naturalmente demonstrar que não são precisos mais de 25% dos médicos que atualmente lá trabalham.
O problema não está na falta de médicos, o problema está nas Golp(adas) que até agora têm passado em claro ao longo de muitos ministérios de várias cores.
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obviamente que uma UE que só pensa nos negócios DE UNS POUCOS), que ignorou a corrupção, que a alimentou ao mandar biliões sem controle apertado que incrementaram ainda mais as desigualdades nos países atrasados, não merece respeito. Obviamente que esta UE vai ser historicamente responsabilizada se a paz falhar. Obviamente que quem colocou um tuga à frente dos destinos da CE é mais culpado do que ele.
…
E o tonto útil que resultou o papel de Durao estivohistóricamente na altura . Deu a perfeçao.Melhor impossivel.Mais vejamno lá disfrutando do papel da su vidinha qual belhaco qual actor de Holivúuuuu com o seu Oscar correspondente. Da noxo mas nao há nada a fazer.Agora temos estes lodos…,
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Não sou só eu que o digo, até o Duarte o confirma, ao transcrever o que se escreve em Londres: “Um duro editorial do diário opositor Público colocou os “pontos nos is”.
Vou deixar de comprar o pasquim!
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Como este coment´qrio colocado abaixo aborda o conteúdo deste post, vou replicá-lo aqui:
“Hoje venho mesmo só confirmar a opinião do AC e outros observadores sempre fidedignos e sabedores do sentimento de todos os portugueses.
Depois de rever várias vezes as imagens das manifestações de ontem concluí que não estava absolutamente ninguém nas ruas;
A maioria dos que lá não estavam mas poderiam ter estado, era comunista ou aproximado;
Outra parte dos que lá não estiveram, mas poderiam ter estado, dizendo-se militantes do PSD e até mostrando os respetivos cartões, afinal eram infiltrados e está provado que nem tinham as quotas em dia;
O PSD poderá assim não só ir muito além da troika, como fez Passos Coelho, como até despedir os troikanos com as palavras de ordem “Que se lixe a troika”;
Está garantida a vitória do PSD nas próximas eleições graças ao facto de os portugueses terem compreensão com os mais de 25% de inativos, contando com 17% de desempregados inscritos (cerca de um milhão);
Está também garantido que o desmantelamento eleitoral dos partidos tradicionais, como aconteceu em vários países europeus (a Itália foi o último), nunca acontecerá em Portugal(juro! juro! juro!);
O facto de a Holanda agora ter de subir as taxas plicadas às empresas, agora já é bom, quando antes o que era bom era as taxas serem baixas.
Respigadas razões que apoiam o AC e os tais outros comentadores, ainda acrescento a observação extraordinária de Eduardo Cintra Torres, citando de memória: Ah! E tal! “Mesmo que estivessem um milhão de pessoas nas ruas, haverá nove milhões que não estavam”.
Termino à AC: Eh! Eh! Eh!
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Como este comentário colocado abaixo aborda o tema do post, vou replicá-lo aqui:
“Hoje venho mesmo só confirmar a opinião do AC e outros observadores sempre fidedignos e sabedores do sentimento de todos os portugueses.
Depois de rever várias vezes as imagens das manifestações de ontem concluí que não estava absolutamente ninguém nas ruas;
A maioria dos que lá não estavam mas poderiam ter estado, era comunista ou aproximado;
Outra parte dos que lá não estiveram, mas poderiam ter estado, dizendo-se militantes do PSD e até mostrando os respetivos cartões, afinal eram infiltrados e está provado que nem tinham as quotas em dia;
O PSD poderá assim não só ir muito além da troika, como fez Passos Coelho, como até despedir os troikanos com as palavras de ordem “Que se lixe a troika”;
Está garantida a vitória do PSD nas próximas eleições graças ao facto de os portugueses terem compreensão com os mais de 25% de inativos, contando com 17% de desempregados inscritos (cerca de um milhão);
Está também garantido que o desmantelamento eleitoral dos partidos tradicionais, como aconteceu em vários países europeus (a Itália foi o último), nunca acontecerá em Portugal(juro! juro! juro!);
O facto de a Holanda agora ter de subir as taxas plicadas às empresas, agora já é bom, quando antes o que era bom era as taxas serem baixas.
Respigadas razões que apoiam o AC e os tais outros comentadores, ainda acrescento a observação extraordinária de Eduardo Cintra Torres, citando de memória: Ah! E tal! “Mesmo que estivessem um milhão de pessoas nas ruas, haverá nove milhões que não estavam”.
Termino à AC: Eh! Eh! Eh!”
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Raios! Era para ser só uma vez.
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Foi duplicado porque há quem leu por primeira vez e nem se enterou (ou nao quis enterarse, que tanto dá como dá tanto).
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mais vale um Grillo do que uma infinidade de shepanishes
.
http://psicanalises.blogspot.pt/2013/02/esqueci-me-de-tomar-pilula-da-manha.html
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Do saque e da falência do lugar
Presidente dos EUA recebe por ano $400.000,00 (291.290,417 Euros); O Presidente da TAP recebeu, em 2009, 624.422,21 Euros;
O Vice-Presidente dos EUA recebe por ano $ 208.000,00 (151.471,017 Euros); Um Vogal do Conselho de Administração da TAP recebeu 483.568,00 Euros;
O Presidente da TAP ganha por mês 55,7 anos de salário médio de cada português.
A Chanceler Ângela Merkel recebe cerca de 220.000,00 Euros por ano.
O Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 560.012,80 Euros;
O Vice-Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 558.891,00 Euros;
O Presidente da Caixa Geral de Depósitos ganha por mês 50 anos de salário médio de cada português.
O Primeiro-Ministro do último governo recebeu cerca de 100.000,00 Euros por ano;
O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS recebeu 249.896,78 Euros;
O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS ganha por mês 22,3 anos de salário médio de cada português.
O Presidente da República recebe cerca de 140.000,00 Euros por ano;
O Presidente do Conselho de Administração da Águas de Portugal recebeu 205.814,00 Euros;
O Presidente do Conselho de Administração da Águas de Portugal ganha por mês 18,4 anos de salário médio de cada português;
O Presidente Hollande recebe cerca de 250.000,00 Euros por ano;
O Presidente de Administração dos CTT – Correios de Portugal, S.A. recebeu 336.662,59 Euros;
O Presidente de Administração dos CTT – Correios de Portugal,S.A. ganha por mês 30 anos de salário médio de cada português.
O Primeiro-Ministro David Cameron recebe cerca de250.000,00 Euros por ano;
O Presidente do Conselho de Administração da RTP recebeu 254.314,00 Euros;
O Presidente da Assembleia da República recebe cerca de 120.000,00 Euros por ano;
O Presidente de Administração da ANA Aeroportos de Portugal SA. recebeu 189.273,92 Euros;
O Vice-Presidente de Administração da ANA Aeroportos de Portugal SA. recebeu 213.967,23 Euros.
É certo que a EDP é privada… mas também é certo que detém uma posição monopolista que lhe permite impôr os preços que entende aos consumidores. Por isso deve ser dito que o salário do seu CEO é de um milhão e trezentos mil euros, ou algo assim, e todos os salários de topo são superiores a esses expostos acima. De qualquer das formas qualquer um deles é um escândalo e uma brutalidade num país onde o salário mínimo é de 485 euros mensais e onde continua a existir fome, com a agravante de que as empresas acima enumeradas vivem do dinheiro dos contribuintes!
Posted 16th August 2012 by Álvaro
Labels: MEP, chulice, terceiro-mundo, érretêpê, mamões, tápe
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“ultra populistas ”
.
Essa tem piada, então a Constituição da III Republica que caminha para o soci@lismo que temos não é ultra populista? é só ir aos artigos onde oferece frigoríficos, TV’s, carros: aqueles em que se diz que a educação e saúde com tendência para a gratuitidade.
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Ditadura na Europa
por Juan Torres López
Nem 24 horas se passaram desde o encerramento das urnas na Itália e Angela Merkel ditou o que é preciso continuar a fazer ali. O porta-voz do seu partido afirmou que seja qual for o governo que se forme só admitirá um caminho a seguir, o das reformas de Monti. E o seu ministro da Economia reiterou que não há mais alternativas senão as medidas que executava o presidente-banqueiro que agora foi fragorosamente derrotado nas eleições.
Não há forma mais clara de afirmar que o que disseram os cidadãos através do voto é que se estão a marimbar para aqueles que hoje em dia converteram a Europa numa ditadura de facto.
Na Europa está a desmantelar-se a democracia e é lógico que isto esteja a ocorrer. É a única maneira que as autoridades têm de garantir que se possam continuar a aplicar políticas cujo fracasso é indisfarçável e assim beneficiar uma minoria muito poderosa que vive de um modelo social desigual e injusto.
O relatório de Inverno apresentado há alguns dias pelo comissário da Economia, Olli Rehn, demonstra claramente que os resultados das políticas que se vêm impondo são totalmente distintos do que disseram que iam conseguir quando as anunciavam como nossa salvação. Tudo é ao contrário do que haviam previsto: o crescimento é menor, o desemprego aumentou, os bancos não financiam, as empresas continuam a fechar, o défice e a dívida crescem e ao invés de recuperar-se a economia europeia entra em recessão.
Os danos sociais que isto provoca aumentam em todos os países, sem excepção. Os indicadores que o Eurostat, o gabinete de estatística europeu, apresentou esta semana mostram que já quase um de cada quatro europeus (24,2%) e uns 27% dos jovens menores de 18 anos está em risco de pobreza ou exclusão social. Percentagens que são terrivelmente mais altas em alguns países da União Europeia, como a Bulgária (49,1 e 51,8%), onde as pessoas na rua acabam de derrubar o governo. E que alcançam proporções siderais quando se dão em famílias de baixos níveis de estudos. Neste caso, a percentagem de menores de 18 anos em risco de pobreza monetária no conjunto da UE é de 49,2%, de 76,2% na Chéquia ou de 78,3% na Roménia. Inclusive em países que sempre havíamos considerado a vanguarda do progresso está a começar a ser desencadeada a pobreza infantil e juvenil em famílias com baixo nível de estudos: 54,4% na Suécia, 52,5% em França ou 55,1% na Alemanha. A única coisa que avança na Europa é a concentração do rendimento e o peso dos rendimentos do capital no conjunto dos rendimentos.
E o problema maior que tudo isto está a provocar é que a deterioração económica está a deixar de ser conjuntural. Estamos a ponto de cruzar uma fronteira a partir da qual os danos, em forma de destruição de tecido empresarial, de emprego, de inovação e de capital físico, social, investigador e humano para o investimento futuro são irreversíveis. Por isso é dramático que os líderes europeus se fechem em copas perante qualquer sinal de reforma que não seja as que eles apregoam como representantes dos grandes capitais, cujos negócios ajudam e gerir quer no âmbito público como no privado através das portas giratórias que funcionam tão bem sob o seu mandato.
A Alemanha está a cometer com a Europa o mesmo erro que com ela cometeram os países europeus que a venceram na Primeira Guerra Mundial. Então, foi-lhe imposta uma política de reparações que criou o demónio que anos mais tarde incendiou todo o continente e agora os alemães emprenham-se em impor uma política de austeridade que não só é injusta e tosca como também é impossível que possa ter êxito. Mais uma vez, ateiam fogo à Europa.
As exigências alemãs para que os demais países continuem a reduzir salários e exportem cada vez mais são simplesmente estúpidas. É materialmente inviável que todos os países se especializem da mesma forma e que todos possam ter vantagens se se dedicarem a desenvolver a mesma estratégia. É um engano porque oculta que assim só se beneficiam as grandes corporações exportadoras à custa do empobrecimento de todo o mercado interno europeu. E o empenho em reduzir despesas públicas é paranóico porque o que na verdade a cada dia gera mais dívida são os juros por culpa de um banco central europeu que não o é.
O impressionante, contudo, é que não há reacção potente dos governos de países europeus que vêem como esta estratégia afunda suas economias e destroça suas sociedades. Inclusive uma grande potência como a França assume-a sem sequer refilar. A Espanha tem um peso suficiente na Europa para forçar mudanças, mas nem sequer tenta. E assim um atrás do outro, pois não parece que ao novo governo italiano se vá dar muita capacidade de manobra.
As imposições da Merkel e do capital alemão já são muito mais do que um empenho ideológico. Não vale recorrer outra vez ao santo temor alemão à inflação ou ao seu conceito pecaminoso de dívida. São as suas políticas que alentam um poder de mercado que arrasa o poder aquisitivo da imensa maioria das famílias europeia ou os que impõem um banco central que é a fonte real do incremento do défice e da dívida.
O que há por trás de tudo isto é a decisão de salvaguardar o poder financeiro acima de qualquer outra vontade e a vontade firme de saltar em estilo toureiro as preferências dos povos, e de evitar o que dizem nas urnas. Mas vamos deixar de dissimulações. Isso já conhecemos na Europa e chama-se ditadura.
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Inclusive uma grande potência como a França assume-a sem sequer refilar. A Espanha tem um peso suficiente na Europa para forçar mudanças, mas nem sequer tenta. E assim um atrás do outro, pois não parece que ao novo governo italiano se vá dar muita capacidade de manobra.
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Os tontos uteis que deveriam ser declarados “inimigos públicos nº 1” ou traidores-bem-pagos -pelo propio inimigo nos seus propios paises…peanuts.
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