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estado e justiça social

6 Outubro, 2013
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O governo prepara-se para cortar nas pensões de sobrevivência dos idosos e viúvos, para economizar 100 milhões de euros por ano. Compreende-se. Afinal, o estado já não tem mais por onde reduzir a sua despesa, e precisa de gerir parcimoniosamente todos os seus escassos recursos, a fim de manter os seus serviços sociais básicos, sem os quais não cumprirá as suas funções sociais mais elementares. Serviços como este, que gasta pelo menos 200 milhões por ano, e cuja indispensabilidade é por demais evidente. O estado social é isto: proteger os fracos com o dinheiro dos fortes.

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72 comentários leave one →
  1. O Insurgente da III Republica permalink
    6 Outubro, 2013 23:38

    Post demagógico. A RTP vai deixar de ter indemnização compensatória a partir de 2014.

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    • rui a. permalink*
      6 Outubro, 2013 23:40

      E os 200 milhões vêm donde?

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      • O Insurgente da III Republica permalink
        6 Outubro, 2013 23:45

        Contribuição audiovisual e publicidade.

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      • Joana P. permalink
        7 Outubro, 2013 01:40

        A contribuição audiovisual é um imposto. Sobre o consumo de electricidade.

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      • Tiradentes permalink
        7 Outubro, 2013 09:43

        Gostei desta…a “contribuição” audiovisual. A “contribuição” sobre os rendimentos (IRS) a mesma para a propriedade (IMI), ……. são tudo contribuições.
        Já agora……não tem nada a ver com o consumo de electricidade a despeito de ser cobrada na factura da mesma.. Além disso sofre sobre ela de outra “contribuição” . a do valor acrescentado (IVA). É assim como se pagasse o IRS mais IVA.

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      • Joana P. permalink
        7 Outubro, 2013 17:53

        “Já agora……não tem nada a ver com o consumo de electricidade a despeito de ser cobrada na factura da mesma..”

        Quem não consome electricidade, não a paga.

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      • Tiradentes permalink
        7 Outubro, 2013 20:18

        Paga paga Joaninha. Basta pedir a ligação e tê-la instalada com consumo zero que paga na mesma.
        É muito estranho que “nesta altura do campeonato” haja ainda tanta gente “tão bem informada” como você.

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      • Joana P. permalink
        7 Outubro, 2013 20:23

        Eu tenho pouca pachorra para jogos florais e adolescentes. Pedir a ligação e tê-la instalada é consumo, numa perspectiva económica. O imposto é pago por quem contrata fornecedores de electricidade, logo é um imposto sobre o consumo de electricidade.

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      • Tiradentes permalink
        8 Outubro, 2013 07:44

        Eu tenho pouca paciência para a iliteracia. Muito menos para quem nem sequer consegue ler e interpretar uma simples factura de electricidade. o próprio contrato de fornecimento, ou mesmo apenas e tão só a palavra em si. Se mandar instalar para a senhora madura não jogadora floralmente é consumo quer dizer que a senhora quando compra um carro, apesar de o ter metido na garagem e nunca andar com ele, consome gasolina.
        Se a florista paga a instalação e a taxa de potência disponibilizada a despeito de consumir zero ela paga a taxa de audiovisual. Não fará ideia de quantas floristas há neste país que o fazem apesar de consumirem zero ( há dezenas de milhares de casos desses, quiçá centenas-explorações agrícolas e industriais p.ex.). Se a doutora em filologia floral resolve chamar isso consumo, está com toda a certeza no seu direito e até de criar o seu próprio dicionário.Devia pedir a inconstitucionalidade da própria factura que na segunda parcela refere o consumo ( em kw/h) na medida em que na sua liberdade de interpretação de pouca pachorra, (será preguiça?) a instalação e a própria taxa de disponibilidade de potência significam por si só consumo.
        Eu é que não tenho paciência para as interpretações significadas e significantes de todas as floristas deste mundo.

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  2. rui a. permalink*
    6 Outubro, 2013 23:48

    “Contribuição”?

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    • JSF permalink
      7 Outubro, 2013 10:30

      Demagogia é o que não falta por aí. Alguma TV privada prestava uma homenagem aos Bombeiros como a RTP prestou? Porque não reduzem o numero de municípios como vem no memorando. Já sei é preciso dar emprego aos empregados do partido

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  3. 6 Outubro, 2013 23:50

    rui a,

    Rigorosamente como alertou Jeronimo de Sousa, a seguir ás eleições sairia mais um pacote de cortes.
    Porque não o fizeram antes das eleições??? Assim sempre enganaram mais uma mão cheia deles.
    Isto em Baleizão tem um nome: Filha da Putice.

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    • JoaoMiranda permalink*
      7 Outubro, 2013 00:42

      Bem, estes cortes estão anunciados desde pelo menos o fim da 7ª avaliação.

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      • 7 Outubro, 2013 13:31

        rui a,

        Enquanto academico devia ser mais imparcial.
        Nem discuto politicamente onde se situa, mas continuar a defender soluções que não o são…se a medida é boa para o povão porque não saiu antes da eleições?????

        Continuar a defender o indefensavel é paranoia.

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      • ora permalink
        7 Outubro, 2013 15:49

        escreve-se a cada mico…..enquanto a cade mico fica mal….mesmo a cad…já se usa pouco ó boleto baleizeiro azeiteiro

        soluções que não o são….atão se não o são chama-lhes in cógnitas

        ê cá acho bem que apoies o direito do Vitor Constâncio de receber 2500 de pensão de viuvez pois o homem é claramente necessitado

        e depois do que fez como governador do banco de Portugal vai-lhe ser difícil arranjar emprego…..

        nã márranjas aí uma viúva que tenha 88 ou 98 e seja professora primária aposentada….ou Baleizão tem já 3º ciclo?
        ou uma vereadora aposentada duma câmara do PCP

        a de Palmela nã pois é mai nova do que eu nunca mais via a pensão de viuvez

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    • neotonto permalink
      7 Outubro, 2013 07:46

      Mais além de Baleizao também tem o mesmo nome…:)

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    • Tiradentes permalink
      7 Outubro, 2013 09:47

      Rigorosamente estes cortes estão anunciados desde o dia em que um certo “inginheiro” assinou um memorando com uns gajos que vieram aqui emprestar uns trocos para ver se podiam continuar a pagar minimamente as contas, já que como dizia o contabilista da altura em finais de Maio só tinha liquides para mês e meio.O Jerónimo não é parvo (assim como a maioria dos outros) mas todos eles fazem de nós parvos.

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      • Tiradentes permalink
        7 Outubro, 2013 09:48

        liquidez ora essa

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      • 7 Outubro, 2013 13:54

        Tiradentes

        Acho que não percebeste e acabas por me dar razão.
        Se estava anunciada desde o inginheiro porque saiu depois e não antes das eleições??? Posso adivinhar???? Assim enganou mais uma mão cheia de papalvos.
        Já agora tu que és um moço informado, sabes alguma cosia da ministra da Agricultura???? Metade do pais ardeu e ela não deu sinais de vida.

        Atina porra

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      • Tiradentes permalink
        7 Outubro, 2013 15:11

        Atina tu porra!!! Eu dou-te razão e tu nem percebes. Só que a tua razão surge apenas depois destas eleições com o anúncio prévio do metalurgico que nunca o foi.A minha razão é que esse anúncio pelo Jerónimo ou outro qualquer poderia ter sido feito naquela altura que falei.
        Nessa altura nem o Jerónimo falou, nem depois da assinatura.
        Essa como esta nova de fecharem as rep de finanças. Eles sabem-no desde essa altura mas gostam de falar aos bochechos para tirar maiores dividendos ou sofrer menores prejuízos.
        Vê se atinas rapaz ……..rigorosamente ele ( e os outros) leram o memorando e sabem faz dois anos e picos que todas essas medidas constavam dele. Portanto vê tu se atinas e não vás atrás tanto dos que não anunciam rigorosamente como dos que rigorosamente anunciam.
        Mas isso é capaz de ser demais para a tua cabeça.
        Se não atinaste até agora……

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      • ora permalink
        7 Outubro, 2013 15:51

        metade do país ardeu?

        o país encolheu ? inda hontem tinha 9 milhões e 200 mil de ha…..

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  4. 7 Outubro, 2013 00:02

    Hienas autênticas, estes patifes que estão no governo !!!
    Já o foram com roubos anteriores, mas este, de retirar percentagem a pensões de sobrevivência…
    (PPortas é outra verdadeira nódoa dno regime !)

    A diferença, Rui A.,
    é que APonte já está a alertar o governo para a necessidade de manter a RTP com dotações-extra do Estado/contribuintes, e se necessário vai tê-las. Ao invés, os reformados e pensionistas, por muito que protestem –e com razão !!– ninguém em S.Bento nem em Belém lhes valerá, sequer para recuar no roubo perspectivado…

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  5. Portela Menos 1 permalink
    7 Outubro, 2013 00:09

    o partido do contribuinte, do reformado, do combatente, do agricultor … ainda se pode gabar que tem sempre um rui desta vida como apoiante; estou curioso em saber onde este vosso governo vai meter a taxa sobre as eléctricas, talvez no mesmo sítio onde estão a receber as taxas alimentares das grandes superfícies.
    que falta de nível.

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    • ora permalink
      7 Outubro, 2013 15:53

      do combatente? quem é esse

      do agricultor de fim de semana? com esse identifico-me

      jovem agricultor de 40 anos há poucos

      a maioria são garotos dos 60 aos 80……

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  6. Vivendi permalink
    7 Outubro, 2013 01:47

    Nós avisamos

    Como o Viriatos é um blogue que anda à frente do tempo… em Junho de 2013 já havíamos escrito o seguinte:

    Um sistema de pensões mais justo

    Se em Portugal vigorasse um sistema de pensões privado ou pelo menos um regime misto de capitalização (como na Suíça) uma das vantagens seria que após a morte de um qualquer titular que fez a sua acumulação de capitais para a sua reforma a parte sobrante reverteria para os herdeiros invés de ser como acontece atualmente o estado* a apropriar-se.

    * O estado prevê algumas exceções simbólicas de apoio para os herdeiros em determinadas situações como a pensão de viuvez, pensões de sobrevivência…

    Mas como Portugal anda a ser governado ao sabor do vento agora os portugueses levam com isto na tentativa do estado poupar € 100 milhões quando se podia e devia recorrer primeiro a outras opções e poupar logo uns € 200 milhões como o Rui A. propõe.

    http://viriatosdaeconomia.blogspot.com/2013/10/nos-avisamos.html

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    • ora permalink
      7 Outubro, 2013 15:55

      olha um bloco de cavacus…..nós avisámos ou avis amos?

      à frente du temps mais um com memórias futuras

      iste pega-se

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  7. Joana P. permalink
    7 Outubro, 2013 02:59

    “O Estado gasta 2.700 milhões de euros em pensões de sobrevivência, prestações atribuídas a viúvas e viúvos para compensar a perda de rendimentos de trabalho resultante da morte do cônjuge.”

    Há duas injustiças:
    – os 200 milhões da RTP
    – que dos 2.700 milhões (!! este número está correcto?) da pensões de sobrevivência, só cortem 100.

    Isto sugere que a esmagadora maioria das pensões não será afectada por cortes e que os cortes nas outras serão progressivos e relativamente pequenos.

    A nomenclatura pensões de sobrevivência é anedótica, com um toque de humor negro – e inteligente se o objectivo era tornar a eliminação ou futuros cortes ao programa mais difíceis. São subsídios à viuvez e orfandade. Quem é que achou uma boa ideia subsidiar essas coisas?

    25% das pensões à sobrevivência são superiores ao salário mínimo nacional. O peso orçamental é obviamente superior. E as pensões são uma compensação pela viuvez – ou seja, acumulam com pensões normais, de velhice e invalidez, sem serem “means tested”. Quando tiver tempo, calculo o custo das pensões de sobrevivência superiores a 1.500€.

    Cruzando os dados do RC da CGA com o corte anunciado de 100 milhões, no orçamento para estas pensões, se o corte for ligeiramente progressivo, as pessoas afectadas serão basicamente idosos ricos.

    Há alguma razão que me esteja a escapar para estas pensões não serem substituídas por pensões genéricas? Porque razão pessoas que cresceram ou viveram conjugalmente em lares com rendimentos mais elevados ainda têm direito a um privilégio destes?

    Não há nada de socialmente justo na existência destas pensões (para mais tendo em conta o desequilíbrio entre as pensões atribuídas em Portugal nas últimas décadas e as contribuições dos beneficiários), mas se por alguma razão as quiserem manter, como é que não existem condições de recurso e um tecto?

    Entre subsidiar uma televisão pública e cruzeiros à volta de mundo para viúvas de classe alta, venha o diabo e escolha.

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    • Carlos Dias permalink
      7 Outubro, 2013 11:55

      Ora aí está, o que é preciso é dar os nomes aos bois e deixar a demagogia para trás.

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      • Cáustico permalink
        7 Outubro, 2013 13:06

        Pois pois.
        Não percebeu a Joana que as contribuições são um montante suportado por um agregado familiar?
        Imagine um casal com filhos em que só o marido trabalha por conta de outrem; a esposa encarrega-se da casa e dos filhos (isto era comum em quem tem agora mais de 70 anos).
        No 1.º dia da condição de reformado, o marido fina-se.
        Por essa ordem de ideias, a viúva receber metade da pensão que era devida ao marido, é um roubo aos contribuintes?
        E se estivessemos a falar de um sistema misto ou privado (como sugere o Vivendi) já estava tudo bem?
        Juízo…

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      • Tiro ao Alvo permalink
        7 Outubro, 2013 13:21

        Cástico, pelo que se sabe, os cortes não atingem as pessoas que cabem no seu exemplo. Portanto, não baralhe, pf..

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      • Cáustico permalink
        7 Outubro, 2013 14:03

        Está a ficar baralhado? Pode, ainda assim, usar outro exemplo:
        vamos supor que trabalharam ambos por conta de outrem durante 40 anos e fizeram os respectivos descontos. A esposa recebe 750 euros de reforma mais 600 euros por conta da pensão do falecido. E, agora, o Estado, com toda a “legitimidade”, saca o que entende desta útlima pensão e está tudo bem. Se fosse num sistema de aforro chamava-se roubo…

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      • ora permalink
        7 Outubro, 2013 16:04

        1º não é metade é 60%

        segundo há pensões para órfãos….os pais morrem num acidente aos 40 anos
        o filho arrecebe pensão até aos 18…creio

        saca o que entende deve ser difícil

        por exemplo a euromilionária viúva ganhava a pensão de sobrevivência do marido desde os 23 e nã se casava com o outro para manter a pensão

        só casou depois do euromilhões

        é legítimo

        obviamente é…..a maior parte dos 2700 milhões cerca de 2100 correspondem a pensões muito baixas inferiores a 300 euros

        o problema é quantas viúvas auferem mais além dessas reformas minúsculas….

        é pensão de sobrevivência destina-se aos de menores recursos

        e não a uma viúva do professor Buescu que tem um salário chorudo e uma reforma choruda e sobrevive 28 anos ao marido

        e o marido inda por cima romeno só trabalhou uns aninhos em Portugal e a maioria dos des contos …….de réis

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      • 7 Outubro, 2013 16:13

        Há pensões que são uma treta de fraude. Até viúvas se marido que já nem era marido há seculos as recebem. Elas mais filharada que dá para viverem sem trabalhar e a “viúva ou viúvo” ainda acumula com reforma.

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      • Joana P. permalink
        7 Outubro, 2013 20:33

        “Não percebeu a Joana que as contribuições são um montante suportado por um agregado familiar?”

        As contribuições são suportadas pelos contribuintes.

        “Por essa ordem de ideias, a viúva receber metade da pensão que era devida ao marido, é um roubo aos contribuintes?”

        Eu não percebo a necessidade de utilizar palavras emocionalmente carregadas como “roubo”:

        Porque não pode essa pessoa receber o mesmo que outra qualquer na mesma situação? Porque não introduzir condições de recurso e um tecto? Isso poderá preservar situações como a do seu exemplo em que um agregado pobre vê uma parcela substancial do rendimento da família desaparecer de um momento para o outro mas impedirá que continue a situação de os contribuintes subsidiarem os luxos de pessoas substancialmente mais afortunadas do que eles.

        Os contribuintes portugueses não são suficientemente ricos para sustentar esquemas de pensões tão generosos. E nunca o serão enquanto a carga fiscal for tão elevada. E a carga fiscal não descerá enquanto estes sistemas generosos existirem.

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      • Joana P. permalink
        7 Outubro, 2013 20:35

        “E se estivessemos a falar de um sistema misto ou privado (como sugere o Vivendi) já estava tudo bem?”

        Se uma segurada privada fosse gerida como o estado português, já teria deixado de existir.

        Se o sistema fosse de capitalização, então todas estas pensões seriam uma facção do que são.

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    • ocni permalink
      7 Outubro, 2013 12:29

      um excelente comentário com o qual concordo inteiramente.

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      • Cáustico permalink
        8 Outubro, 2013 00:30

        Joana P: não se canse.
        A demagogia e o preconceito não me impressionam.
        Se as pensões não são suportadas por uma carreira contributiva, ajustem-se. Mas se são sustentadas em contribuições adequadas, por que raio de filosofia neo-soviete um viúvo/a não há-de receber uma parte da pensão do conjuge? AInda que seja somar 2000€ a 1500€ que já tenha. Ou 10.000€. Qual a razão pela qual quem descontou para receber 100 vai receber 100 e quem descontou para 1000 não recebe 1000?
        “Os contribuintes portugueses não são suficientemente ricos para sustentar esquemas de pensões tão generosos”. Relativamente a esta frase, e na linha deste tipo de argumentos tontos, dir-lhe-ia que os pensionistas não são suficientemente ricos para sustentar um país onde 75% das empresas não paga IRC e onde 1/4 do PIB é economia paralela.

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  8. manuel caçoilo permalink
    7 Outubro, 2013 03:16

    Este Ponte da televisão vai custar-nos muito mais que a Ponte Vasco da Gama do Ferreira do Amaral & Cia. Estou farto disto. Vou prá Síria. Adeus até ao meu regresso.

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  9. Joana P. permalink
    7 Outubro, 2013 03:29

    A SS não desagrega por escalões de pensão nas contas? Se sim, onde está isso?

    Olha para a taxa de crescimento real das pensões em Portugal nos últimos 25 anos é assustador. Eu presumia que era mau, mas não tanto. Isso sim, é injustiça social. Cortar nas pensões é repor um bocadinho de justiça.

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  10. Expatriado permalink
    7 Outubro, 2013 03:33

    Nao e’ uma lei do socretino de 2007 para entrar em vigor em 2008?

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  11. JCA permalink
    7 Outubro, 2013 05:03

    .
    Noticia bem metida,
    .
    fabricar o PROBLEMA (false flag)
    .
    controlar a REAÇÃO.
    .
    oferecer a SOLUÇÃO
    .
    Entretanto enquanto, toca a passar umas por baixo da mesa enquenato os megafones aandam entretidos a roer os ossos que lhe mandaram para roer,
    .
    embora esta cosiata já sabida desde o sec XVIII, os hegelianos com portas para vender sois,
    .
    no sec XXI só dão barraca, ou melhor grandes broncas porque hoje a TESE, a ANTITESE e a SINTESE (tugamente chamado o ‘consenso’I já não andam de coche puxado por mulas mas à velocidade da luz,
    .
    eles ainda não perceberam, masoquistas oferecem-se tão ingenuamente, mais velhos ou mais novos, para o sacrificio (apenas uma figura de estlilo).
    .
    desamparem a .loja ou a sacristia, como lhe queiram chamar.
    .

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  12. Tiro ao Alvo permalink
    7 Outubro, 2013 08:49

    A chamada pensão de sobrevivência foi pensada para isso mesmo, para garantir a sobrevivência do cônjuge sobrevivo, depois da viuvez. Mas convenhamos que pensões de sobrevivência de milhares de euros, a juntar a pensões de reforma também de milhares de euros, não podem ser consideradas pensões de sobrevivência.
    Além disso, quando um homem entradote (ou uma mulher, tanto faz) casa com alguém na flor da idade, pode deixar a essa pessoa uma pensão de sobrevivência por dezenas e dezenas de anos. O que poderá não ser justo.
    Com isto quero dizer que os partidos de esquerda cavalgaram a indignação que vai por aí, mas não têm inteira razão. Como alguém disse, os nossos dinheiros são parcos e devem ser gastos com parcimónia. O que nem sempre acontece com as pensões de sobrevivência. Como também não acontece com os dinheiros, vergonhosamente, gastos na RTP.

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    • Carlos Dias permalink
      7 Outubro, 2013 11:59

      Concordo plenamente

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    • zazie permalink
      7 Outubro, 2013 16:15

      Exacto. Conheço quem viva muito bem sem trabalhar à conta do esticanço do pernil do sujeito que já nem marido era.

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      • Tiro ao Alvo permalink
        7 Outubro, 2013 22:28

        Também eu conheço, zazie. E conheço gente que não se casa para não perder a pensão de sobrevivência, ou seja, de gente que vive na boa-vai-ela à conta de todos nós, por amor do falecido/a.

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  13. 7 Outubro, 2013 09:13

    Se a RTP morresse, como já foi prometido, nem o Estado ficava viúvo nem as viúvas deixavam de ver novelas.

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  14. manuel permalink
    7 Outubro, 2013 09:17

    Estou descansado com a governação deste governo. Na próxima semana sairá o documento da reforma do estado(palavras do sr Vice ) e neste documento ,serâo decerto consistentes ,coerentes e sustentáveis estes brilhantes cortes. Não é só a RTP,segundo dados de 2011 ,o estado tem comparticipação em 183 empresas ,como é evidente, num governo não socialista , todas estas participações vão ser alienadas/privatizadas. Não sendo assim,os cortes nos viúvos(as) e outros dependentes serão para pagar vencimentos dos Malatos ,F mendes,Catarinas e os seus pares de sapatos.Não e para si DR RUI A. , mas é impossível defender este governo, se o P.R. não ajuda na RTP e se o P.S. não colabora na reforma do estado o governo deve demitir-se ,terá o respeito dos Portugueses . A reforma do estado implica mexer nas reformas ,pensões ,etc ,mas assim não!

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  15. Tiradentes permalink
    7 Outubro, 2013 09:56

    Assim não…… uma senhora reformada no topo da sua carreira (escuso-me de a referir) tem uma pensão de cerca de 3.200 euros e teve o azar de recentemente lhe ter falecido o marido reformado de outra carreira no topo tendo como pensão de sobrevivência cerca de 2.700 euros.
    Deve ser isto que as pessoas não concordam…..ou não?

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    • Tiro ao Alvo permalink
      7 Outubro, 2013 12:18

      E se a senhora ainda tiver saúde para isso, ainda pode arranjar um jovem para lhe aquecer os pés, sem perder a pensão de “sobrevivência”. E se a relação dura muito tempo, mais tarde, ainda pode deixar a esse companheiro outra pensão de “sobrevivência” – toda a gente sabe como se faz.
      Para mim, é disto que as pessoas não gostam, excepto os nossos sindicalistas de esquerda que estão sempre contra o Estado, muitas vezes defendendo o que não é justo.

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      • Tiradentes permalink
        7 Outubro, 2013 20:28

        eu acho que já arranjou…..serve-lhe de motorista, acho que não lhe aquece a cama mas assim ela paga-lhe um pouco menos à conta da futura pensão de sobrevivência.

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  16. Rodrigo Castelo permalink
    7 Outubro, 2013 10:18

    Haverá possibilidade de saber o quanto totalizarâo os subsídios/financiamentos estatais a Fundações, Observatórios, ONG`s, e tutti quanti, que enxameiam a paróquia?
    E aí há cortes?

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    • zazie permalink
      7 Outubro, 2013 16:16

      Exacto, exacto. Isso tudo continua intocável e é mama para inúteis.

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  17. JDGF permalink
    7 Outubro, 2013 10:23

    A fadiga de – todos os dias – os portugueses serem confrontados com anúncios de mais cortes e de encapotadas agravamentos da carga fiscal vai ‘rebentar’ com este Governo.
    O constante ‘pingar’ de medidas punitivas dos cidadãos e das empresas mostra como a actual coligação ‘estava preparada’ para governar.
    Estamos a assistir a um ‘ajustamento’ desregrado e aos soluços que significa uma navegação à vista, i. e., sem qualquer rumo.
    Depois deste ‘terrorismo fiscal’ sobre os cidadãos e dos cortes cegos e avulsos sobre as empresas é fácil adivinhar o que, no fim do ajustamento, restará: escombros! …
    Quando o Governo fala em ‘fechar ‘ o actual período de resgate deveria ser mais explicito e objectivo. Ao tentar a ferro e fogo fechar ‘este’ período de resgate o Governo sabe, e todos já percebemos, que se segue outro (mais ou menos ‘cautelar’), mas de qualquer maneira ‘mais um’, ou, mesmo ‘mais alguns’.
    É uma completa demagogia invocar o fim do ‘protectorado’ para arrebanhar vontades e vergar a indignação porque, de facto, este regime de total subserviência tornou-se contínuo e vicioso e – como diz a sabedoria popular – se é para morrer – que seja devagar e sem dor.

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  18. Portela Menos 1 permalink
    7 Outubro, 2013 10:37

    (…) O governo diz que serão protegidas as pensões e reformas mais baixas. Mas é importante percebermos do que estamos a falar. A pensão de sobrevivência média é de 180 euros. Muito poucas são superiores a 500 euros. Não é difícil imaginar até onde tem de ir o governo para conseguir o corte anunciado de 100 milhões de euros com esta medida. Ou seja, as pensões e reformas continuam a ser tratadas como uma esmola e não como um direito à dignidade de quem confiou no Estado. A ideia, no futuro, será esta: quem quiser viver decentemente terá de fazer um PPR com os bancos. O Estado lida apenas com os indigentes (…)
    .
    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/e-agora-a-tsu-das-viuvas=f834313#ixzz2h1l2HTp7

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    • ora permalink
      7 Outubro, 2013 16:09

      bom se muito poucas são superiores a 500 euros ou 7000 por ano

      e se a média é de 180 ou 2520 anuais —–180 x10+ 4×180= 1800+720

      700 mil x 2520 dá,,,,,,,1750 milhões mais cousa menos cousa

      para 2700 milhões falta a pensão da tua famelga?

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    • ora permalink
      7 Outubro, 2013 16:11

      resumindo não sabes fazer médias e deram-te bolsa? pôrra

      2520 por ano 180 de média segunto portela de gamas

      mesmo se fossem 1 milhão delas não dava 2700 milhões

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  19. LTR permalink
    7 Outubro, 2013 11:17

    Por que será que anda o país inteiro a fazer de conta que não sabe que Portugal se candidatou ao Euro 2020?

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  20. Carlos Dias permalink
    7 Outubro, 2013 11:58

    As “pensões de sobrevivência” tem nome de telenovela.
    Coisa com eu não consigo aturar

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  21. YHWH permalink
    7 Outubro, 2013 12:34

    O governo tem sempre os 1000M euros anuais que concede às grandes empresas (PT, GALP, etc…) em isenções fiscais…

    Mas para quê indispôr os futuros patrões, não é?!…

    É que podem passar a não ser sequer ex-patrões futuros se os governantes se poem com essas ideias mirabolantes de diminuir os rendimentos das «pessoas de bem»…

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  22. Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    7 Outubro, 2013 13:08

    Mais uma mistificação: as pensões de sobrevivência, que não tem a ver com o facto de serem ou não necessárias para os que delas usufruem terem uma vida digna, mas porque essas pessoas sobreviveram ao conjugue que morreu, vão ser cortadas. Não vão! vão ser indexadas aos rendimentos dos que delas usufruem. Ideia que em abstracto está correcta. Falta saber, eu pelo menos não sei, a partir de que rendimentos é que essas pensões serão cortadas.
    Este é apenas mais um exemplo da maneira desastrada como o governo deixa inquinar uma ideia que até pode fazer sentido, ou seja, pessoas que tenham rendimentos acima de determinado nivel, deixarem de receber metade da reforma do conjugue que entretanto morreu. Tanto quanto eu julgo saber, é isto que está em causa.

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  23. YHWH permalink
    7 Outubro, 2013 13:38

    Vá lá que o Rui A. já reconhece que não temos um «welfare» mas antes um estado social…

    E vá lá que já reconhece que qualquer estado digno desse epíteto tem de proteger os mais pobres com os recursos dos mais ricos. Mas aí ainda há uma grande caminho para se fazer aí na terreola.

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  24. Cáustico permalink
    7 Outubro, 2013 14:16

    É verdadeiramente extraordinário o que se argumenta por estas bandas, para defender esta medida do Governo.
    Defende-se o corte nas pensões de sobrevivência (mais altas?) já não por uma questão de emergência nas contas, ou porque a carreira contributiva não suporta a referida pensão, mas por uma questão de nivelamento por baixo. Isto é: se já tem uma pensão jeitosa, não merece qualquer complemento.
    Até juntam exemplos da “senhora reformada no topo da sua carreira” e uns milhares de euros para que a demagogia seja “à maneira”.
    E pronto – o Estado define o limiar a partir do qual se é considerado “rico”, e taxa, à bruta, salários e pensões.
    Se o “rico” se preparou profissionalmente e descontou na expectativa de vir a ter rendimentos futuros, vamos cagar nisso e aproximá-lo do pobrezinho.
    Aspirantes a “ricos”

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    • Tiradentes permalink
      7 Outubro, 2013 15:16

      É o socialismo rapaz……nivelar todos pela mesma bitola. Acabar com os ricos sempre foi a aspiração de todo bom socialista proletário internacionalista ( aliás tb como os nacional-socialistas).
      Está inscrito no ADN da nossa lei máxima. Rumo à felicidade de sermos todos pobres.

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      • ora permalink
        7 Outubro, 2013 16:17

        escreve-se garoto…rapaz é da idade de Almeifa santos pra cima

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    • Joana P. permalink
      7 Outubro, 2013 20:16

      “Defende-se o corte nas pensões de sobrevivência (mais altas?) já não por uma questão de emergência nas contas, ou porque a carreira contributiva não suporta a referida pensão, mas por uma questão de nivelamento por baixo. Isto é: se já tem uma pensão jeitosa, não merece qualquer complemento.”

      Eu defendo pelas três razões e não percebo porque as acha exclusivas.

      Há uma questão de equidade social. As pessoas que estão a pagar estes complementos são bem mais pobres que as que as estão a receber. E enquanto tiverem de continuar a pagar estas coisas, nunca deixarão de ser pobres.

      Nivelamento por baixo seria se o dinheiro fosse queimado. Mas o dinheiro fica para quem não o paga, os contribuintes (em particular, contribuintes futuros, muitos dos quais ainda não nasceram e já terão de pagar estes “complementos”, sabe-se lá porquê – o Caustico não explica).

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      • Cáustico permalink
        8 Outubro, 2013 00:43

        Joana P: antes que me esqueça – não explico porque, como no aforismo, estou farto de gastar tempo e sabão…
        Mas deixo 1 observação:
        Espanta-me o princípio moral, ético, económico, político enfim, etc que sustenta o “nivelamento por baixo” das pensões.

        Gostar

  25. JCA permalink
    7 Outubro, 2013 15:44

    .
    (cont 05.03H)
    .
    A questão destas Pensões, como outras, e contratos sejam partiulares ou publicis ou sociais são para se cumprir por ambos os contraentes,
    .
    mas como ia dizendo é uma ‘false flag’, ou um ‘dar musica’ na dialetica de cabaret ou uma tanga na liguagem de engate do Parque Eduardo/Jardins da Saudade e similares lá pelos Portos’s, braga´s guardas, faros’s, evoraés, setubales etc e tal
    .
    e obvio que sequer é mais um ‘experimetalismo’ nessas teorias o ‘portugal é um laboratório’,´
    .
    .
    nada disto vai entrar em vigor, faz parte do filme ‘apocalipse now’,
    .
    porque o que está em causa, realmente o figo, são os 20 mil milhões de euros que começam a entrar a 01 de Janeiro de 2014 vindos ‘ajudas’ da UE,
    .
    e o carcanhol, faça chuva faça sol, que ainda falta entrar dado pelo Troika, s´faktam mias 3 avaliações, temos que aguentar para sacar o cacau até à medula,
    .
    depois que se phoda, o ‘nosso’ já cá canta, essa coisa de pensões de velhos, desempregos, sustentabilidades e outras cagadas que os que andam a roer os ossos que lhes atirámos para o chão são os bimbos ou morcões que andam para aí a cantar fados e guitarradas com letra da ideologia e musica de arreligiões,
    .
    eh pá e em barda na comunicação social, licenseados, catedraticos, amoladores da facas e gatos em pratos velhos & Companhia Limitada
    .
    É apenas isto reservando-se-me a minha opinião pessoal sobre o tema. Só historiar para ajudar gregos e troianos que é o que está ainda a dar para gregos e troianos.
    .
    Longe de mi sabotar o esquema. Cada um safa-se omo pode, especialmente quemdepende exclsuivamente, ou essemcialmente, do banquete à mesa do orçamento. Nunca foi o meu caso.
    .
    Portanto livre sem deixar de dar um sinal ‘não se espalhem’.nem uns nem outros contra aqueloutros que também são uns e outros. A corda está ´tao esticadinha´e reendada poqorqe já rebentou em tantos lados,
    .
    que só fanáticos acreditam que é a corda certa oarados no Tempo. O mundo há uns mesitos desde 2010/2011 já não é o que é hoje. Uma chatice , pois …
    .

    .

    .

    ..

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  26. JCA permalink
    7 Outubro, 2013 16:03

    E custam estes gajos tanto dinheiro para fazerem e dizerem tanta merda. E pior em tempos de ‘austeridades’ e ‘apocalipses e de ‘apres nous deluge’,Pagam-se uns aos outros a peso de ouro, transversalmente a todos os Partidos.
    .
    O milagre da Rainha Santa hoje em que as rosas e as rezas murcharam tanto, seria ‘é grana meu Senhor’.
    .
    E não tá mal de todo. Salvo essa dos salvadores e milagreiros que há uns mesitos ainda estava dentr0o do prazo de garantia. Hoje, tão depressa, fora de prazo, transversal a todos os Partidos,
    .
    O quintalito já não o é como no tempo do escol colonialistas das metroploes, das africas, dos brasis, dos timores, dos indicos, e depois dos ‘nabos da Europa, UE e Euro.
    .

    Mas não foram estupidos, enquanto o pau vai e vem folgaram as contas da Estrema Esquerda até à Extrema Direita, chamem-lhe comunistas, bloquistas, centristas, marcelistas, elites ou escol, era transversal a esses agrupamentos todos.
    .
    Ardeu. Mas ainda estão convencidos que não.
    .
    Depois há outra fantasia académica/elitista tanguitsa sobre os Portugueses, não se revoltam, amocham etc e tal. É mentira. Um dia explicarei porquê. Por ora era dar perolas a porcos. O cortejo tem de seguir o seu caminho.
    .
    (escrito à primeira de rajada, sem correção ou revisores, infelizmente não posso perder muito tempo, todos os lapis azuis dicionaristas são bem vindos se se entenderem dalguma utilidade para a IDEIA e o PENSAMENTO)
    .

    .

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    • ora permalink
      7 Outubro, 2013 16:15

      a pés nus le de lux?

      aprés noun le de luggage
      Le déluge c’est un mythe avec Um dia explicarei porquê. Por ora era dar perolas a porcos. O cortejo tem de seguir o seu caminho.
      .
      (escrito à primeira de rajada, sem correção ou revisores, infelizmente não posso perder muito tempo, todos os lapis azuis dicionaristas são bem vindos se se entenderem dalguma utilidade para a IDEIA e o PENSAMENTO)
      répandu ou res pendu …….dans de nombreuses cultures de con’s ou de con’s con kultur

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