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Já me estragaram o Verão

15 Fevereiro, 2014

Beach Near Carvoeiro With Excursion BoatDepois do Verão de 2013 ter sido o mais frio desde 1816, não vejo motivos para entusiasmo por 2014 poder ter o Verão mais quente de sempre.

Como todos sabemos, a variabilidade do tempo tem afectado de tal forma as previsões meteorológicas que a própria terminologia oscila entre “aquecimento global“, “arrefecimento global” e o mui neutro “alterações climáticas“.

Depois do Verão de 2013 ter sido o mais frio desde 1816 e o sexto mais quente de que há registo, as “alterações climáticas” começam a parecer “ciência” tão boa como o cainesianismo. Como dizia o imortal, as férias não se gozam, gerem-se.

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48 comentários leave one →
  1. alberto permalink
    15 Fevereiro, 2014 10:51

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  2. 15 Fevereiro, 2014 11:16

    Esta de considerar que o clima não muda por razões ideológicas lembra Galileu e os Papas.

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    • vitorcunha permalink*
      15 Fevereiro, 2014 11:21

      Prémio “tenho dificuldades sérias em interpretar o que está escrito e uma imaginação fértil para descobrir o que não está”.

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    • alberto permalink
      15 Fevereiro, 2014 11:52

      “Esta de considerar que o clima não muda por razões ideológicas lembra Galileu e os Papas”
      Muda sim – o clima, claro – e por razões ideológicas. A direita não o admite porque passa o tempo em casa com o ar condicionado ligado

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  3. Churchill permalink
    15 Fevereiro, 2014 11:53

    Cunha
    Há as alterações climáticas políticas e as cientificas.
    Não coloque tudo no mesmo saco.

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    • alberto permalink
      15 Fevereiro, 2014 12:27

      “Há as alterações climáticas políticas e as cientificas.
      Não coloque tudo no mesmo saco.”
      Mesmo para os cientistas existem dois sacos: enquanto num chovem subsídios, no outro é secura dos ditos. O que nada tem de novo, pois as religiões sempre utilizaram a previsão de catástrofes para levar o rebanho ao bom caminho.
      É a chamada “ciência política”: diz-me o que pretendo ouvir e dir-te-ei quem passas a ser. Ou ter.

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      • Tiradentes permalink
        15 Fevereiro, 2014 15:15

        As alterações climáticas, que sempre existiram, com pequenos periodos de mais estabilidade, deixaram de ser climatologia, metereologia para passarem a ser mais política, muito de demagogia e sobretudo uma área de negócios onde se pode sacar ao contribuinte biliões explorando o sentimento de culpa religioso dos seus “pecados”.

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      • Churchill permalink
        15 Fevereiro, 2014 18:40

        Alberto
        Foi isso que eu disse, que há os cientistas/politicos e os cientistas/cientistas.
        Infelizmente os segundos precisam de dinheiro para trabalhar e investigar.

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      • Churchill permalink
        15 Fevereiro, 2014 18:46

        Tiradentes
        Sempre existiram clclos climáticos, mas os períodos desses ciclos estão com uma tendência de crescimento no ultimo século, e isso é relevante para a vida na Terra.
        Conhecer cientificamente os factos é uma vantagem.
        Há demagogia, claro, porque é que havia de ser diferente de tudo o resto?
        Há uma área de negócio? Ainda bem, o inteligente era aproveitar isso e não lutar contra. Ou acha que os negócios são algum crime?

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      • Tiradentes permalink
        15 Fevereiro, 2014 19:50

        ciclos com tendências Churchil? no último século? que ciclos são esses no mesmo século que fizeram a “descobrida”? e as tais tendências são comparadas com que tendências de que outros séculos?
        Tenha calma e leia pelo menos o parágrafo todo. Há negócios onde se pode SACAR AOS CONTRIBUINTES explorando o sentimento de culpa dos seus “pecados”.
        Das duas uma. Ou não leu direito ou acha legítimo e até inteligente sacar explorando.
        Vc remata muito bem. Pronto quem não “ache” o que vc “acha” está logo diminuido na sua superior inteligência.
        Ficamos por aqui porque já vi que não sabe ler convenientemente,e é demasiado inteligente para um comum mortal como eu.

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      • Churchill permalink
        15 Fevereiro, 2014 20:55

        Tiradentes
        Pois se não entende que ciclos são esses não vale a pena estar a gastar o meu latim, o melhor é falarmos de futebol ou outra coisa que domine.
        Se por sacar impostos está a falar do CO2 dos carros poluentes gostaria de ver a sua alternativa.
        Se é da energia não renovável, deixo já que preferia ter uma central nuclear.

        Agora vamos lá ao meu tal ultimo parágrafo que o deixou diminuído na sua inteligência. Se percebermos que vamos ter os invernos a começar mais tarde, podemos adaptar culturas agricolas. Se vamos ter chuvas muito intensas por períodos longos, o melhor é manter os níveis de segurança das barragens mais baixos. E podemos continuar o resto da noite nisto.
        Contrariar a realidade é que não.
        percebeu?

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      • Tiradentes permalink
        15 Fevereiro, 2014 22:48

        Verifiquei que de ciclos não foi capaz sequer de falar mas tão só de futebóis. Bem me parecia que os seus ciclos são a primeira e segunda parte e pouco mais.
        Se o seu “ciclo” é de chuvas intensas recordo-lhe que faz poucos anos o “ciclo” era de secas prolongadas.A sua iliteracia é tão grande que nem é capaz de fazer uma interpretação de um pequeno parágrafo como aquele em que eu digo que se montam negócios à conta da “culpa” do homem sustentados por dinheiro dos contribuintes.( ou seja não são negócios são sorvedouros do dinheiro dos incautos)
        Jamais a sua inteligência poderia ser posta em causa porque não a tem, bem definida pela incapacidade de ler e interpretar.
        Vá estudar climatologia e saiba o que é realmente um ciclo climático e terá tantas surpresas quanto o tempo (número de anos) que aproximadamente os define, como as variações dentro deles.
        Mas primeiro vá aprender a ler……faz jeito para poder conceptualizar o que lê.
        Se verificar que não é capaz , como suspeito que acontecerá, apesar de não vir a ter consciência plena da sua incapacidade……dedique-se aos matraquilhos que será talvez a ciência que conseguirá ser mediano.
        A sua realidade é exactamente essa….a de uma mesa com uns bonecos a chutar a bola para a frente.

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      • Fincapé permalink
        15 Fevereiro, 2014 23:39

        Dizer-se que se pode aumentar o CO2 na atmosfera, ou seja, alterar a constituição da atmosfera, sem que haja alterações climáticas só por macaquice. Nem vale a pena recolocar a questão a outros níveis, sejam estatísticos ou outros.
        http://www.swissinfo.ch/por/internacional_afp/Ano_de_2013_foi_o_sexto_mais_quente_desde_1850.html?cid=37889804

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  4. BELIAL permalink
    15 Fevereiro, 2014 12:14

    Rais parta a meteorologia: lá tenho que estuporar uma fortuna num estupor de um a.c.
    Ah, no antigamente, se estivesse nas colónias, tinha umas “mainatas” a abanar-me – talvez, tudo. .-)

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    • BELIAL permalink
      15 Fevereiro, 2014 12:15

      Rais parta a meteorologia: lá tenho que estuporar uma fortuna num estupor de um a.c.
      Ah, no antigamente, se estivesse nas colónias, tinha umas “mainatas” a abanar-me – talvez, tudo. .-)
      Malapata historico-geografica: só EU sei o que sofro… 🙂

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      • BELIAL permalink
        15 Fevereiro, 2014 12:20

        VC: em vez de uma janela de oportunidade, mostra na FOTO, um buraco sobre a oportunidade.

        Deve significar que ainda teremos austeridade ou uma saída “cautelar”?

        É que se for limpinha limpinha, “descabresta-se” o desfazedor Seguro – e vai tudo por aí, abaixo de roldão ou reboleta!!!

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    • 15 Fevereiro, 2014 16:19

      Claramente nunca esteve nas “colónias”.
      Mainato (eram sempre homens) era aquele que estava encarregado das roupas.

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  5. BELIAL permalink
    15 Fevereiro, 2014 12:23

    “desemcabresta-se”: o moço merece errata, por “lapsus calami”.

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  6. piscoiso permalink
    15 Fevereiro, 2014 12:28

    Grande salada misturando previsões com factos.
    Assim fez nos dois últimos links.
    No primeiro é uma previsão do Verão 2013 feita em Maio desse ano.
    No segundo há uma notícia deste mês referida ao ano de 2013 e não apenas ao Verão.
    Tudo isto para tentar justificar que os pinguins-de-Magalhães estão em extinção porque sim.

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    • vitorcunha permalink*
      15 Fevereiro, 2014 12:54

      O Piscoiso bem alertava que se todos ligassem o secador de cabelo ao mesmo tempo isso daria cabo do dodó.

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    • licas permalink
      15 Fevereiro, 2014 15:18

      O dodó era um pássaro passadiço, feio-feio como o pecado.
      Mas a cronologia afirma que quando chegou a electricidade
      o passarão já só seria visto em Museus e em gravuras.
      Extinto no sec. XVII.
      LOGO os secadores de cabelo estão inocentes . . .

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  7. alberto permalink
    15 Fevereiro, 2014 12:49

    “Tudo isto para tentar justificar que os pinguins-de-Magalhães estão em extinção porque sim”
    O quê? Os pinguins-de-Magalhães também? Aposto que é coisa das políticas de direita e da flatulência dos carneiros da Nova Zelândia.

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  8. Trinta e três permalink
    15 Fevereiro, 2014 15:04

    Esse hábito de só ler os títulos, dá mau resultado…

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    • vitorcunha permalink*
      15 Fevereiro, 2014 15:17

      Então leia o corpo do texto!

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      • Trinta e três permalink
        16 Fevereiro, 2014 14:56

        Leia você, porque é o que lhe falta.

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      • vitorcunha permalink*
        16 Fevereiro, 2014 14:59

        Ande lá, Trinta e três, leia o que está escrito no post e não o que você acha que está escrito no post que, coincidentemente, também não é o que está escrito no post.

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  9. licas permalink
    15 Fevereiro, 2014 15:25

    Wikipedia dixit:

    As populações de pinguins-de-magalhães sofreram um decréscimo de 20% ao longo das duas últimas décadas, em especial nas Malvinas, mas apesar disso o IUCN classifica a espécie como tendo um baixo risco de extinção.

    _____
    (Eu nesta coisa de pinguins_________não meto o bico . . .)

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  10. lucklucky permalink
    15 Fevereiro, 2014 15:26

    Só tontos que preferem ciências sociais como a climatologia ao que aprenderam na escola sobre método cientifico acreditam que as medições de temperatura hoje medem a temperatura correctamente.

    É só buracos.

    Nem sequer é preciso ir a 1900, 1940 ou 1970.

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  11. um judeusito permalink
    15 Fevereiro, 2014 16:05

    “…as “alterações climáticas” começam a parecer “ciência” tão boa como o cainesianismo. ”

    Sobre as alterações climáticas pouco sei, mas quanto ao Keynesianismo, desde que o abandonaram que as populações sentem no seu dia-a-dia, que as suas vidas estão piores.

    Por exemplo, este focar no Défice que nos impingem a toda a força via Troika, foi sempre dito por Keynes que levava ao empobrecimento de um país. Pelo que se tem visto, é ciência certa. 😦

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    • vitorcunha permalink*
      15 Fevereiro, 2014 16:07

      Diz o vagabundo:
      – Tiraram-me a iluminação da rua, estão a empobrecer-me.

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    • Abre-latas permalink
      15 Fevereiro, 2014 16:23

      Com os défices que temos tido, Portugal deve estar quase a começar a crescer e à grande!

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      • um judeusito permalink
        15 Fevereiro, 2014 16:56

        ” Com os défices que temos tido, Portugal deve estar quase a começar a crescer e à grande! ”

        Exacto, não temos crescido nada. O que tem dado razão a Keynes.
        Mas equilibrar o Défice, com vários cortes e reduções, tem sido o ponto principal para a Troika e para imensos neo-liberais.

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    • lucklucky permalink
      15 Fevereiro, 2014 17:13

      Tem sido? o défice de 5% hoje então deveria dar uns 10% de crescimento segundo o judeusito keynesiano…

      E então com o défice de 12% do outro keynesiano Sócrates deveríamos ter crescido sei lá 25%?

      Os portugueses são mesmo malvados conseguiram esconder este crescimento todo!!!

      Quando se vive no mundo da tontice é o que dá.

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      • um judeusito permalink
        15 Fevereiro, 2014 17:37

        lucklucky

        Ainda bem que aparece um neo-liberal para defender essa posição que o mais importante é equilibrar o Déficit.
        Primeiro, e que eu saiba, Keynes não era judeu.

        Quanto a nomes que avance, seja Sócrates ou outros, ou partidos, não é coisa que queira discutir.. até porque faz anos que Keynes tem sido progressivamente afastado, pelo Neo-Liberalismo instalado em força total nas universidades Católica e Nova.

        De resto, e se quer afastar tontices, o melhor é ver entre outros, o tal crescimento de Portugal, no que respeita ao PIB.
        Um gráfico do mais que insuspeito “insurgente”, deve bastar

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      • um judeusito permalink
        15 Fevereiro, 2014 18:44

        Quanto a outros dados que não o PIB, como por exemplo o Ordenado Médio dos Portugueses, é notório que tem vindo a decair. Isso também dá razão a Keynes.

        Mas segue-se o credo neo-liberal que depois da tempestade (cortes, etc) vem a bonança. E vem, pois as tempestades não duram sempre. Mas causam mortes, pobreza, falências de empresas (donos de barcos) etc.
        Não defendo Tempestades, para que a seguir venham bonanças, e se isso me faz um Keynesiano, então é com gosto que o serei. Prefiro que haja sempre bonanças. 😉
        Ou seja, depois das Tempestades vem a bonança, mas não melhores dias que antes das Tempestades.

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      • vitorcunha permalink*
        15 Fevereiro, 2014 19:30

        Estou de acordo consigo; vou enviar NIB.

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  12. @!@ permalink
    15 Fevereiro, 2014 16:24

    Que o tempo está cai não cai é evidente. Se num lado aquece no outro arrefece. Se há um recorde de temperaturas elevadas, por exemplo na Amareleja, num outro lugar qualquer, por exemplo na Ajelerama, poder-se-ão bater os minimos. Ora isto parece-se mais com a teoria das movimentações de capitais, ou de oscilações de pressões e até, talvez, com o termómetro interior de cada um, como por exemplo o do Fadasta que anda sempre de t/shirt, faça sol, chuva, nevoeiro, frio, calor, um etc. completo, pelo que poderemos ter fenómenos denominados de Toque de Ville, os inglesses até dizem “I Mises o Ludovico” “nome candidato à próxima tempestade), há um muito particular, de nome Ai é que o vão do rico fried poé tudo a dizer “bastiat” que traduzido soa mais ou menos a irra que já chega. Como dizia um outro qualquer, o Verão é hertziano.

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  13. 15 Fevereiro, 2014 16:45

    no DN lê-se: “Verão de 2013 será o mais frio desde 1816”; que no “post” é traduzido para “Depois do Verão de 2013 ter sido o mais frio desde 1816,”… o que vale é que já nada é “irrevogavél”.

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    • vitorcunha permalink*
      15 Fevereiro, 2014 16:54

      O artigo do DN foi escrito antes do Verão de 2013. Este artigo foi escrito depois do Verão de 2013. É uma questão de gramática no espaço corpo-corpo.

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  14. BELIAL permalink
    15 Fevereiro, 2014 17:52

    Felizmente temos MÁRIO SOARES o pitoresco apocalíptico, patusco coca-a-tudo, que veste a pele de putativo PITONISO DO MUNDO, no DNzinho:

    EIS A REVELAÇÃO: 1, 2, 3 – IGNIÇÃO!!!
    “É extraordinário que as pessoas não se preocupem e reflitam sobre o que está a acontecer no nosso planeta. A violência das ondas, algumas das quais chegaram a atingir 15 metros na nossa costa e na Galiza, a força do vento, a violência das águas no Reino Unido, com inundações violentas, como nunca se viram, a destruição de ilhas nas Filipinas, o degelo, o frio e os ventos ciclónicos que impedem os americanos de sair à rua, em vários estados da América do Norte, assim como o gelo, os furacões e a neve de proporções nunca vistas. Os incêndios sucessivos que estão a ocorrer na Austrália, pura e simplesmente destroem a flora e muitas espécies animais, bem como florestas inteiras.

    Numa palavra: a Terra, como um todo, está a ser destruída pelos humanos, que acabarão por ser as principais vítimas do desastre, provocado pelos próprios e pela ganância dos interesses. Porque os grandes Estados e a própria ONU deixaram de se interessar pelo ambiente.BLÁBLÁBLÁBLÁBLÁ…”

    Tive que parar a leitura.
    Fui fechar as janelas, desligar alguns electrodomésticos, apaguei a cigarrilha – e naquele dia, aguentei as flatulências.
    FIZ TUDO ISTO POR VÓS, pelas pessoas que não se preocupam nem reflectem, pelo mundo!!!
    Ia apostar que foi mais do que MS fez,
    Ele que escreve(u) livros que ninguêm lê, nem dados, mas devastam florestas inteiras.

    Um que encontrei, em casa arrendada – faz de calço a pequeno pipo de vinagre verde tinto, na garagem. Era isso ou forrar a gaiola do priquito 🙂

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  15. Eleutério Viegas permalink
    15 Fevereiro, 2014 18:49

    Os jornais (em papel e online) e os noticiários das TVs (e, já agora, das rádios) são antros de mediocridade e ignorância. O pessoal que por lá anda acha que está uns níveis acima dos outros, mas, de facto, está muito abaixo… Genericamente, claro.

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    • Tiradentes permalink
      15 Fevereiro, 2014 20:04

      Um dos problemas é exactamente esse e que cria um suposto conhecimento sobre as coisas criando em poucos minutos especialistas em quase todas as áreas…económicas, climáticas,artisticas……….
      A maioria dos que escrevem/dizem não sabe o que está a escrever/dizer e a maioria dos que os lê/ouve não sabe sequer fazer a interpretação correcta.
      Daí à inteligencia dos “especialistas” é um pulinho.

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  16. André permalink
    16 Fevereiro, 2014 09:47

    Vitor, já ouviu falar em “fenómenos climáticos extremos”? É, de facto, um dos termos usados em publicações da especialidade, bastante mais interessante do que os termos sensacionalistas para parvinho ver (afinal, os norte-americanos são tão iletrados quanto os portugueses, precisam sempre de grandes títulos sonantes). Mas claro, o Vitor vai dizer que não existem fenómenos climáticos extremos (pergunta: onde é que passou os últimos invernos?).

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    • vitorcunha permalink*
      16 Fevereiro, 2014 09:51

      pergunta: onde é que passou os últimos invernos?

      Em Yakutsk. Porquê?

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      • André permalink
        16 Fevereiro, 2014 12:19

        Parabéns para si.

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  17. piscoiso permalink
    16 Fevereiro, 2014 10:22

    Há por aí um comentador que escreve “Se percebermos que vamos ter os Invernos a começar mais tarde, podemos adaptar culturas agrícolas” etc, ou seja, adaptação às alterações climáticas. É um facto que essa adaptação existe na natureza, mas nem todos os seres vivos têm capacidade de sobrevivência em alterações extremadas.
    O problema dos pinguins-Magalhães, por exemplo, é reproduzirem-se entre Setembro e Fevereiro, em que as alterações climáticas tem devastado as crias.
    Vá lá o Churchil ensiná-los a reproduzirem-se numa altura do ano mais propícia.

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  18. André permalink
    16 Fevereiro, 2014 12:28

    Já agora, será mais interessante dar uso ao dinheiro dos nossos impostos e consultar artigos do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (mais credível que os jornais, se estivermos a falar de assuntos relacionados com a climatologia e meteorologia e não estivermos preocupados com a venda de exemplares).
    Vejamos alguns textos:
    http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/wmo-info-clima-14.html (ano de 2013 nos 10 mais quentes);
    http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/granizo_lisboa_17jan2014.html (evento de granizo na região de Lisboa – 17 de jan 2014).
    http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/tornado-paredes-jan2014.2.html (SOBREPOSIÇÃO DE RELATOS COM IMAGENS RADAR DO TORNADO OCORRIDO NO CONCELHO DE PAREDES A 04 DE JANEIRO DE 2014)
    http://www.ipma.pt/pt/media/noticias/newsdetail.html?f=/pt/media/noticias/textos/tempestade-stephanie.html (INFORMAÇÃO MAIS DETALHADA SOBRE A TEMPESTADE STEPHANIE).

    É um bocadinho menos sensacionalista, mas ajuda a cmpreender melhor os fenómenos que nos afetam (e, além disso, nós pagamos para ter este serviço, podemos utilizá-lo).

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