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Ui, fogueira com ele

15 Fevereiro, 2014
Típico defensor da “liberdade de expressão, democracia e progresso”

O João Miguel Tavares escreveu um texto intitulado “A vergonha do aborto gratuito”. Independentemente do conteúdo, basta o título para iniciar o processo: poucos – mas existem – tentarão rebater a argumentação; os restantes gritarão, batendo no peito com a soca, vociferando a ferocidade do “fássismo” moderno. Até na arte do ad hominem há diferenças no pré- e no pós-troika: antes bastava o “fásssista”; agora é necessário evidenciar que o autor de tamanha blasfémia à seita do politicamente correcto é também ignorante, bruto, indigno e ao serviço de uma força oculta ultraneoliberal-ultraneoconservadora-fascizante cujo objectivo é a destruição da sociedade e da civilização através do comentário, provavelmente através de profissão obtida horizontalmente ao serviço do inimigo internacional.

Independentemente do teor do artigo, que não vou comentar (já aqui disse o que tinha a dizer sobre o assunto), expresso desde já a minha empatia para mais um deglutido pela liberdade de expressão em países enamorados pela autofagia comunista e/ou maluqueira das redes sociais.

10 comentários leave one →
  1. piscoiso permalink
    15 Fevereiro, 2014 12:51

    Acho imensa piada ao posts cujo autor se limita a despachar o leitor para o que alguém escreveu. Ou seja, o autor não escreve, neste caso até diz que já escreveu, envia o leitor para o que alguém escreveu.
    Eu não vou.
    Vá vocemecê.

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  2. BELIAL permalink
    15 Fevereiro, 2014 13:05

    Muito bem: forniquem-se uns aos outros, à vossa custa, mas os acidentes ficam por conta dos sinistrados.
    Como no mais da vidinha.

    Se fosse um ligeiro ou pesado, ligava-se para o OK tele seguro – e já está!

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  3. 15 Fevereiro, 2014 16:14

    Para mim a Liberdade é o conceito supremo.
    Claro que não gosto de pagar para outro terem liberdade, aliás não gosto de pagar nada para os outros.
    Neste assunto há duas opiniões.
    A de JMT e a da “namoradinha” de Portugal a Câncio.
    No entanto ambos falam um bocadinho sem estarem dentro de problema.
    É que nenhum deles nunca abortou e ambos por impossibilidades técnicas.

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  4. Eleutério Viegas permalink
    15 Fevereiro, 2014 18:54

    Destaco a frase:

    “Há oito anos, uma mulher que abortava podia ir parar à prisão. Hoje, ela tem os mesmos privilégios de quem deu à luz. Será assim tão difícil encontrarmos um meio termo?”

    É preciso fazer um desenho?

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    • Tomas permalink
      16 Fevereiro, 2014 14:23

      Hoje uma mulher com 10 semanas tem os mesmo privilégios de quem deu à luz, e uma com 10 semanas e um dia é uma criminosa que vai para a prisão. E a ciência nem sabe ao certo se um feto tem 10 semanas ou 10 semanas e um dia.

      É a lei do mais-ou-menos-não-sei-bem-mas-por-aí-as-imagens-já-não-chocam-mas-quero-algo-sem-pensar-se-faz-sentido

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  5. JDGF permalink
    15 Fevereiro, 2014 22:32

    Pois é. Há anos (bastantes) o snob era um qualquer alfacinha com alguns escudos (ou reais) na carteira ter uma amante espanhola.
    Hoje o ‘moderno’ é surfar num blog sobre o revisionismo espanhol (p. exº. das leis sobre o ‘aborto’).
    Afinal, existe latente uma ‘atração’ ibérica pronta a funcionar…

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  6. 15 Fevereiro, 2014 23:28

    pois ,não se percebe pq as senhoras com rendimentos não pagam taxas moderadoras . isso devia seguir os critérios dos outros procedimentos médicos e mais nada : quem tem dinheiro paga , quem não tem é isento.

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  7. A. R permalink
    16 Fevereiro, 2014 00:10

    Já se ouve o rosnar no covil da esquerdalha. É uma violência moral, um terrorismo social e uma espiral despesista obrigar o contribuinte a pagar a morte de um ser humano só devido à pulhice de uns incontinentes sexuais

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  8. 18 Fevereiro, 2014 21:04

    Portanto:

    Porque não concordo com Vitor Cunha, sou certamente alguém que pensa que ele é “ignorante, bruto, indigno e ao serviço de uma força oculta ultraneoliberal-ultraneoconservadora-fascizante.”

    Porque o Vitor Cunha não concorda comigo, sou certamente uma vítima dos “países enamorados pela autofagia comunista e/ou maluqueira das redes sociais.”

    Todos os debates no Blasfémias começam com o apport “o que eu acho que acham de mim”/ “o que eu acho que é a “esquerda”,sendo que a “esquerda” são todos aqueles que não concordam com o Vitor Cunha ou a Helena Matos, que nutre igual simpatia por estas construções.

    E assim se desorienta o “debate”. É natural como a sua sede que ninguém tenha paciência para o ter nestes moldes.

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