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As cantinas são a nova RDA: não os deixam comer bananas

9 Maio, 2016

Catarina Martins quer “obrigar as cantinas públicas (de escolas, autarquias, hospitais ou estabelecimentos prisionais) a utilizar a produção agrícola local”.

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36 comentários leave one →
  1. Arlindo da Costa permalink
    9 Maio, 2016 17:06

    Acho bem. Ou querem continuar a importar produtos ou comprar produtos nas grandes superfícies dos grandes merceeiros? Ainda por cima produtos manipulados e infestados de pesticidas e que estão a desestabilizar o sistema hormonal dos portugueses!….
    Ainda não repararam que a nossa sociedade está ficando cada vez mais amaricada ao defender estas tolices da globalização e ao consumir esses venenos vindos do estrangeiro?

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    • Jorge Libertário permalink
      9 Maio, 2016 17:31

      isto é que era bom não era Arlindo?

      http://pt.euronews.com/2013/11/22/holodomor-um-caso-de-genocidio/

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    • Tiradentes permalink
      9 Maio, 2016 17:42

      Também acho bem que os espanhóis deixem de comprar 50% das nossas produções agrícolas e passem só a comer da deles. E a pêra rocha pá? proibir os alemães de a comer , não seria uma boa ideia?
      Depois era só mandar tudo isso próarlindo

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    • Almeida permalink
      9 Maio, 2016 21:10

      Tem toda a razão, Arlindo. Promover o consumo de alimentos de proximidade em instituições oficiais, sem os aditivos inevitáveis nos restantes, seria não só pedagogicamente correto como economicamente. O mercado livre, não pode basear-se em aldrabice, pondo em concorrência produtos diferentes como se fossem iguais. Mas há quem pense que o aumento de doenças oncológicas se deve a um qualquer castigo divino…

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      • 9 Maio, 2016 22:15

        há, malditos aditivos…

        esperança média de vida em Portugal

        não tem de quê.

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      • Almeida permalink
        9 Maio, 2016 23:38

        Ó mg:
        Não quer completar esse gráfico com outros sobre o aumento da cobertura do país pelos serviços de saúde? Ou outros com a melhoria dos cuidados às grávidas e às crianças? Ou, ainda, sobre a evolução das técnicas de controlo alimentar (o que nada tem que ver com o facto de se deverem preferir os mais próximos)? Ou você é dos que ainda não perceberam que uma estatística não explica, por si só, coisa alguma?

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      • 10 Maio, 2016 01:59

        É verdade camarada esqueci-me que foi por as razões que apontou que as pestes agricolas que levaram às grandes crises de fome que matavam milhões em todo mundo, en.wikipedia.org/wiki/Great_Famine_%28Ireland%29 acabaram, e não aos malditos aditivos pulverisados nas colheitas que controlam. evitam a expansão de pestes e pragas, assim como o aumento da produção. Há e como seria bonito de ver os Portugueses há boa maneira da reforma agraria sovietica, ou norte coreana, viverem alimentados com apenas 20% do que consomem em cereais e bens alimentares visto que tudo o resto seria importado e logo nã nã nem pensar seus malandrecos. Devo dizer que até gostaria que o vosso desejo se concretizasse, mas de uma forma muito restritamente “localizada”, só para que pudesse assistir à comédia, de vos ver, a si, às esganiçadas e escumalha &, comerem merda .

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      • Almeida permalink
        10 Maio, 2016 11:27

        Você sabe pouco da poda, mg. A reforma agrária soviética estava cheia de químicos. Só que, entretanto, o mundo evoluiu e a ciência também. Quando você sair da toca, vai perceber…

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      • 10 Maio, 2016 20:32

        Deviam produzir químicos, porque as batatas escasseavam.

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    • JgMenos permalink
      9 Maio, 2016 22:15

      O que tu que queres Arlindo é que te ponham uma trela e comidinha a horas.
      Só és esquisito é quanto à cor da trela!

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    • btt permalink
      10 Maio, 2016 17:52

      Mas um aluno transmonstano estaria impedido de comer bananas da Madeira – mesmo que orgânicas.

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  2. Manuel permalink
    9 Maio, 2016 17:28

    Lamento, mas estou de acordo com a Catarina. Registo com agrado que ela recuperou uma das medidas do professor Salazar e da sua doutrina económica: o apoio aos sectores tradicionais da nossa produção. Penso que a Cristas também vai apoiar, dado o amor do CDS pela lavoura.

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    • 9 Maio, 2016 17:39

      hehehe politicas de DIREITA

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    • Colono permalink
      9 Maio, 2016 20:07

      ‘Stou com o camarada Manuel ( sem lamento) Salazar só autorizava que se bebesse café de Angola… roupa de algodão de Moçambique, cacau de S.Tomé e vinho português em Portugal e nas colónias …

      Boa Manel!

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  3. campus permalink
    9 Maio, 2016 17:31

    Arlindo do Costa, começo agora a acreditar que os comunistas tomaram o poder em Portugal. Anda tudo enganado ao pensar que o Costa está amarrado aos partidos comunistas, não sei mesmo se os comunistas já tomaram o PS por dentro, os socialistas de tão inibriados pelo poder e pelo dinheiro que está a chegar da União Europeia que não querem saber de ideologias, e os socráticos andam maravilhados com a reabilitação do querido Líder. Depois de concretizado o assalto á educação chegou a hora das nacionalizações e da reforma agrária, entretanto como brinde os comunistas têm como presidente um narciso mais eufórico do que aquela, que lhe saíu o euromilhões e anda a espatifar carros de luxo.

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    • antónio permalink
      9 Maio, 2016 19:07

      Os comunistas já tomaram o PS por dentro. Actualmente é a ala comunista do PS que manda. Vieira da Silva de que lado estava no 25 de Abril ?? E Ferro Rodrigues o que fez no quartel de Abrantes ?? Só o elemento sorte salvará Portugal das garras destes traiçoeiros personagens.

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  4. licas permalink
    9 Maio, 2016 17:46

    Estão de volta, e em força

    Mas que coisa mais marada
    Aconteceu no Marão
    Cena não fotografada
    Daquela reunião
    Foi do Socas mais do Costa
    Parece da Cosa Nostra.

    Segue, com muito cuidado
    Para não dar discussão,
    Pretensamente afastado
    O Partido em questão:
    Já está absolvido
    O que já esteve detido.

    Quando o Judicial
    Anda com senhor inserto,
    Vem sofrendo a Moral
    Tudo fica em aberto:
    Há sempre um Pinto Monteiro
    Para safar o matreiro.

    licas fecit

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    • Manuel permalink
      9 Maio, 2016 17:49

      Já disse aqui à PRG: se não chega uma dezena de procuradores, coloquem 200, mas acabem com esta impunidade.

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  5. bintoito permalink
    9 Maio, 2016 17:51

    Pois é, orgulhosamente sós. Retrato instantâneo: Um país submisso, prostrado e obediente a uma ambição pessoal tão obscura como mal disfarçada. Não, agora são dois que para além dos crentes para todas as adorações, contam com muletas de serviços variados pela moedinha, prontos para todos os expedientes e biscates de cartilha onde colocam ou tiram folhas conforme a pregação que lhes convém. Siga a marcha.

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  6. campus permalink
    9 Maio, 2016 17:59

    Bintoito, veja nos brasis, eles apanhando o poder não descolam facilmente, o dinheirito de todos mas entregue a algumas mãos faz milagres.

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  7. Manuel permalink
    9 Maio, 2016 18:08

    Dra Helena: a banana é produção nacional (Madeira), penso que somos deficitários, mas para aumentar a produção, em vez da campanha do trigo do Estado Novo, que tal uma campanha da banana?

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    • Colono permalink
      9 Maio, 2016 20:10

      ‘Stou com o camarada Manauel_ —- De bananas percebe ele!

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  8. Duarte de Aviz permalink
    9 Maio, 2016 18:35

    Não é ideologoia ou tática política. É o LSD.

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  9. Filipe Costa permalink
    9 Maio, 2016 19:05

    Podem comer bananas nas escolas madeirenses. eehehehehe

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  10. Surprese permalink
    9 Maio, 2016 19:16

    De facto, se o projecto do BE e afins continuar a ser implementado, todos os serviços públicos serão serviços prisionais. Ninguém vai poder fugir deles.

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  11. Manuel permalink
    9 Maio, 2016 20:25

    Vou aqui expressar um pensamento e uma prática de Salazar, que o BE não desdenharia aplicar hoje na nossa terra. Cito ” O Estado tem o direito e a obrigação de coordenar superiormente a vida económica e social”. Outra medida: a lei de nacionalização de capitais, ou seja, as empresas em sectores de interesse nacional (barragens, portos, água, elctricidade, etc) tem de ter 60% de capital autóctone. Podem comparar com estado da edp, ren, banca,etc.

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  12. PiErre permalink
    9 Maio, 2016 20:28

    O Professor Doutor Antoino Kosta vai ensinar o seu aluno Marcelo R. de Sousa a falar sobre contratos de associação com o ensino privado.

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  13. orabolas permalink
    9 Maio, 2016 21:19

    só falam em fruta… e um copito de tintol pra com o caldo? ou um bagacito ca sandocha de marmelada… visto assim de repente até é dietético…

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    • 9 Maio, 2016 22:23

      Sopas de vinho, não embebedam
      Se não há vento nem chuva
      Se as botas não me escorregam
      Que diabo é que me empurra

      Tem juizinho nos passos que dás
      Sopas de vinho dão-te mais gás

      Se o passeio estava liso
      Se a rua não anda em obras
      Que tenho eu no juízo
      Que os pés só sentem covas

      Sopas de vinho, não embebedam

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  14. 9 Maio, 2016 23:06

    “utilizar a produção agrícola local” – então, vamos passar fome! Não existe agricultura neste País!

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    • 10 Maio, 2016 20:37

      Erra. A autossuficiência alimentar já anda nos noventa e muitos por cento. Fruto de renegar as reformas agarrárias (grafia intencional) do mês de meter mil águas.

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  15. licas permalink
    9 Maio, 2016 23:49

    Sopas de vinho . . .

    Nessa Lisboa mourisca
    Em que vi a luz do sol
    De todos nós só benquista
    Sujinha como um atol
    Só baratas às carradas
    Nas cozinhas mal lavadas.

    As sopas de pão com vinho
    Havia quem dispusesse
    Qu´os insetos de mansinho
    Faziam delas a messe:
    Ficavam emborrachadas
    De patas pró ar deitadas.

    Era o processo barato
    Sem veneno perigoso
    Até o Bloco beato
    Adotaria gostoso:
    Não é bicho que se veja
    Ainda bem que assim seja.

    licas fecit

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  16. 10 Maio, 2016 11:39

    Esta interpretação do blasfemias n tem pés nem cabeça

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    • PiErre permalink
      10 Maio, 2016 12:57

      Em compensação tu tens quatro pés e zero cabeças.

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      • 10 Maio, 2016 13:26

        Um comentario pertinente e que acentua o que referi: a grande dificuldade em apreender a realidade por aqui.

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