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20 Maio, 2016

Depois de ter passado a tarde ontem a ler cortes de censura da Vida Mundial esta conversa entre José Manuel Fernandes, Jaime Gama e Jaime Nogueira Pinto  ganhou um pitoresco único: a censura em Portugal ocupou boa parte do seu tempo e dos seus lápis a cortar as maravilhas que os jornalistas protugueses entreviam em Mao e em Ho Chi Min. Entre as parvoíces da censura conta-se o facto de ter privado a posteridade desses monumentos à imbecilidade.

 

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7 comentários leave one →
  1. procópio permalink
    20 Maio, 2016 09:42

    Ora, ora, o Mao, a mulher e o Ho Chi Min foram modelos da demucracia de que tanto precisamos, as suas palavras foram um hino à liberdade e mais não sei o quê.
    E quem duvidar tem que se haver comigo. Quando vejo tendências reaccionárias dá-me uma comichão no pecoço. Passa-me uma coisa pela cabeça, não sei o que faço!
    Abram os olhos. Vejam os bons exemplos dos sindicalistas franceses.
    Das milícias do maduro, longe vai o passarinho.
    No nosso prec ainda há muita hesitação, muito blá, blá, bá.
    É assim que se ajuda o “nosso povo”?
    Nada de molezas, tibiezas, queremos certezas, co´s diabos.
    Ao menos que se aproveite a hora de sesta quando eles estão a dormir.

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  2. procópio permalink
    20 Maio, 2016 09:58

    Ponham censura neste desaforo!
    “Vários empresários portugueses já começaram a sair do país, que tem falta de tudo: segurança, comida e até eletricidade”. i.
    Ora esta! O que querem estes capitalistas de meia tijela?
    Foram para lá para explorarem os pobre indígenas e agora vêm com exigências!
    Se já não há papel higiénico querem comer, para quê?
    Para sujar o bom nome da revolução, claro está.

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  3. procópio permalink
    20 Maio, 2016 10:01

    Em Abril de 2014.
    A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) destacou hoje os esforços da Venezuela para erradicar a fome como “um exemplo mundial” a seguir.

    “A Venezuela é um exemplo de como erradicar a fome e a pobreza na região. Implementou de maneira sistemática medidas, a curto e longo prazo, tão fundamentais que têm que ver não apenas com colocar um prato de alimentos na mesa, mas fazê-lo de maneira sustentável”, disse o diretor da FAO para a América Latina e Caraíbas.
    Raul Benítez falava em Caracas, no âmbito de uma reunião de membros da Petrocaraíbas (aliança petrolífera de vários países com a Venezuela) para debater um plano de ação centrado em erradicar a fome no continente americano.
    Segundo aquele responsável, os esforços venezuelanos são “um exemplo de solidariedade, esforço e focalização de como se tem que fazer as coisas”.
    “Isto chama-se segurança alimentar, é um esforço importante que tem feito o Governo da Venezuela, nos últimos anos, mas o mais destacável é esse foco de ‘Pátria Grande’ (união de países da América Latina e Caraíbas)”, sublinhou.
    Nós também temos os nosso Benitez

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  4. A.Silva permalink
    20 Maio, 2016 10:29

    a leninha a tentar ser mais fascista que os fascistas, para ela o problema é que a censura só censurava parvoíces e não coisas importantes.

    Não te cures não, tu e todos o sociopatas que por aqui te seguem.

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    • lucklucky permalink
      20 Maio, 2016 12:58

      Estás a arriscar-te A.Silva, dizeres que elogios a Ho Chi Min e Mao é parvoíce não calha bem neste tempo. Claro que Ho Chi Min e Mao levaram o Vietname e a China para o Fascismo. Mas esse é o objectivo de uma Marxista.

      Se o Salazar tivesse uma boina com estrela vermelha e dissesse mal dos EUA também lhe tecerias loas, ficarias chateado por censurar, torturar e matar tão poucos, não existir um Pravda além de 10000 não morrerem a construir a Ponte Salazar.

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  5. lucklucky permalink
    20 Maio, 2016 13:31

    https://en.wikipedia.org/wiki/Danube–Black_Sea_Canal#Construction_of_the_canal_in_1949-1953

    Prison camps sprang up all along the projected canal route in the summer of 1949 and were quickly filled with political prisoners brought from jails from throughout the country. These first arrivals were soon joined by newly arrested people who were sent to the canal in ever increasing numbers. By 1950 the forced labor camps set up along the length of the planned canal were filled to capacity; that year alone, 40,000 prisoners were held in those camps. By 1953, the number of prisoners had swelled to 60,000.

    The prisoners comprised dispossessed farmers who had attempted to resist collectivization, former activists of the National Peasants’ Party, the National Liberal Party, the Romanian Social Democratic Party, and the fascist Iron Guard, Zionist Jews, as well as Orthodox and Catholic priests. The canal was referred to as the “graveyard of the Romanian bourgeoisie” by the Communist authorities, and the physical elimination of undesirable social classes was one of its most significant goals.

    One estimate places at over 200,000 the number of people who died as a result of exposure, unsafe equipment, malnutrition, accidents, tuberculosis and other diseases, over-work, etc., of those working on the project between 1949 to 1953. More conservative estimates place the number at “considerably in excess of 10,000”. As such, the project became known as The Death Canal (Canalul Morții).

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  6. Arlindo da Costa permalink
    20 Maio, 2016 19:59

    Hoje os acólitos e apóstolos do Mao, do Pol Pot e do Ho Chi Min, escrevem no Observador e têm programas na RDP e na RTP.
    Num país decente essa gente era irradiada.

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