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Mais uma medida, mais atirar a despesa para depois…

8 Outubro, 2016

Governo tem outro “coelho na cartola” que pode dar borla de IRC a prazo. “Expresso” avança que o Governo pode fazer encaixe financeiro imediato com reavaliação de ativos, uma medida que pode vir a favorecer as grandes empresas no longo prazo (e penalizar as PME).

… e num momento qualquer à nossa espera…

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26 comentários leave one →
  1. Zé dos Bois permalink
    8 Outubro, 2016 12:11

    Entretanto, o governo que acabou com a austeridade e devolveu os rendimentos do trabalho, prepara-se para anunciar a continuação da sobretaxa do IRS sobre os mesmos rendimentos do trabalho que devolveu.

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  2. José Domingos permalink
    8 Outubro, 2016 13:29

    Na minha modesta opinião, os chamados partidos de ” direita”, pelo menos os autorizados pela esquerda reinante, deveriam juntar-se e tentar fazer una frente comum, em eleições, por exemplo, o psd apoiar a candidatura de Assunção Cristas, á camara de Lisboa. Penso que o psd apoiará qualquer gato pingado e para perder, para não apoiar o candidato de outro partido. O inverso, também seria de aplaudir.
    Chegámos a uma situação, em que a questão partidária, passou para segundo plano, é preciso quebrar a hegemonia da esquerda, e que já ofereceu três bancarrotas e a caminho da quarta.
    Porém acho que os chamados partidos de “direita”, estão-se nas tintas para Portugal, e continuam a tratar das clientelas e da vidinha dos seus associados, completamente minados por esses aventureiros de avental, os verdadeiros coveiros do país, os partidos são simplesmente, paus mandados.
    Mais grave, é o povo, continuar a votar neste circo. Temos o que merecemos.

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    • Manuel permalink
      8 Outubro, 2016 13:48

      Subscrevo na totalidade o seu comentário. Para o cidadão comum é difícil entender a agenda dos partidos.

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  3. Manuel permalink
    8 Outubro, 2016 13:55

    Sei que estas medidas do governo (perdão fiscal e reavaliação de activos) não resolvem os nossos problemas estruturais, nem conduzem a um futuro mais promissor, mas descansam-me, pois parece que Costa se distancia da irresponsabilidade do 44, que deixou o país chegar à pré-bancarrota. Com estas medidas o novo resgate ficará adiado mais uns meses, vamos empurrando com a barriga, o governo anterior, de Passos e Portas, não fez coisa muito diferente.

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  4. 8 Outubro, 2016 15:04

    A diferença é que o governo anterior, mesmo que “empurrando com a barriga”, deixou a economia a crescer o dobro e o financiamento da divida publica a custar menos de metade do que acontece actualmente com menos de 1 anos de governação.
    A diferença é que o governo anterior, mesmo que “empurrando com a barriga”, tirou o pais da pré-bancarrota e de um resgate enquanto este governo se tem vindo a pôr a jeito e está agora, quando muito, a tentar adiar por uns meses um novo resgate.
    Os problemas estruturais não se resolvem numa legislatura de gestão de crise e começam a ser resolvidos alargando e aprofundando, e não “revertendo”, medidas estruturais, por mais incompletas e incipientes que sejam à partida.
    Neste momento, a única alternativa minimamente reformista e politicamente viável disponivel é a representada por uma coligação PSD / CDS liderada por Passos Coelho (as actuais alternativas internas ao PSD são ainda mais “social-democratas” e ligadas ao modelo economico de endividamento que levou o pais à quase-bancarrota).
    Tudo o mais é complicar ainda mais o que já é complicado !!

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    • Manuel permalink
      8 Outubro, 2016 15:28

      Não quero discutir tudo o que ficou por fazer( banca, reforma do estado, etc), mas onde está um programa a 10 anos para uma governação, que seja mais do que gerir uma bancarrota crónica? Este governo perigoso do PS+PCP+PEV+BE, se cumprir o défice e evitar que as taxas de juro subam para 6/7% fará, com poucas diferenças, o mesmo tipo de políticas, em vez de carregar nos impostos directos( Passos e Portas) carrega nos indirectos e nas taxas e taxinhas.

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  5. Colono permalink
    8 Outubro, 2016 15:14

    Mas esse “coelhones” ainda trabalha para o governo? Não é só para ler comunicados (Quadratura do Circulo)

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  6. basto_eu permalink
    8 Outubro, 2016 15:50

    Costa está entalado por todos os lados menos por um, o do presidente dos afectos que, sente pelo governo de Costa um afecto especial…
    A Costa não há coelho na cartola que lhe valha.
    Está entalado por Bruxelas.
    Está emparedado pelo PCP.
    Está enfaixado pelo BE.
    Está entalado pela realidade dos números que não se compadecem com tretas de vacas que voam…
    Nem a venda das Lages aos chineses lhe vai aliviar o percurso deveras alucinante e giro que lhe atrapalha a trapalhice em que está metido
    As despesas são mais do que as mães e maiores do que as receitas.
    As dívidas não param de crescer.
    Disse que ia acabar com a austeridade e falhou.
    Prometeu que ia pôr o país a crescer pela via do consumo interno e falhou.
    Costa é um líder falhado porque perdeu as eleições e que, para salvar o coiro, não teve escrúpulos em se aliar à esquerda radical, também falhada, e inimiga de Portugal, para alcançar o poder.
    Costa será sempre visto pelos portugueses como um “faroleiro”…
    Ele julga que vai manter-se no poder apenas porque vai aumentar o salário mínimo e as pensões, (dá-lhe meio euro agora tira-lhe dez depois) à custa dos recursos de Bruxelas? Está redondamente enganado, porque estes não vão na letra.
    Costa é a nossa maior desgraça mais recente, e como uma desgraça nunca vem só, com o anunciado perdão fiscal recente, está a enviar aos prevaricadores um sinal de que não paguem agora porque vão pagar menos depois.
    Portugal desceu 8 pontos no Ranking mundial da competitividade. E isso deve-se precisamente à falta de confiança dos investidores estrangeiros, que não estão dispostos a colocar o seu dinheiro num país governado por “trauliteiros” manhosos.

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  7. 8 Outubro, 2016 16:47

    Manuel (8 Outubro, 2016 15:28),
    Tirar o pais da bancarrota e po-lo a crescer de forma mais sustentada e equilibrada … em apenas 4 anos … não é “gerir uma bancarrota crónica” !…
    O governo de Passos Coelho aumentou impostos para fazer face à urgência nas contas públicas e cumprir as exigências dos credores. Mas cortou ainda mais nos gastos do Estado e iniciou reformas estruturais no mercado de trabalho e no perimetro do Estado (privatizações e concessões a privados). Depois do “enorme aumento de impostos”, que apesar de tudo poupou os mais desfavorecidos e não agravou a fiscalidade sobre a poupança e as empresas, o governo de Passos Coelho consegiu, graças à consolidação das contas públicas, não voltar a aumentar impostos e até começar a baixar a fiscalidade sobre as empresas (IRC).
    O governo actual aumenta agora impostos (mas ainda a procissão vai no adro !…) e corta despesas e investimentos de funcionamento do Estado (sem alterar a estrutura) para financiar a “devolução” de rendimentos às suas clientelas eleitorais e para tentar conter uma provável derrapagem orçamental. Acresce que, a par de uma fiscalidade desfavorável à actividade económica, tem vindo a tomar medidas de “reversão” estrutural (o governo anterior sempre fez alguma coisa para este estar a “reverter” !…) que quebraram o crescimento do investimento e do Pib. Deste modo, o governo actual dificilmente conseguirá continuar a reduzir o défict orçamental e evitar a progressiva subida das taxas de juro (imagine-se só o que pode acontecer se a DBRS baixar a nota de Portugal e quando o BCE tornar a sua politica monetária mais restritiva).
    Se, mesmo assim, o Manuel não consegue ver diferenças importantes entre os dois governos !?!…
    Mas, já agora, qual é mesmo a sua alternativa politica “verdadeiramente” reformista e politicamente viável a um governo do PS ???!!…
    Por favor, não me venha com nomes de “barões” do PSD, tipo Manuela Ferreira Leite, Rui Rio ou outros do género, que, embora até pudessem vir a tomar conta da máquina partidária e ganhar eleições, confirmaram nos anos mais recentes que aderem precisamente aos interêsses e às politicas intervencionistas e despesistas que no passado retiraram dinâmica à economia e endividaram o Estado e o pais !…
    Entre este tipo de PSD e o PS actual é que não haveira grandes diferenças !!…
    Se é para mudar para pior então mais vale continuar com o que existe e já deu provas de poder ganhar eleições e governar para melhorar progressivamente a situação do pais !!

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    • Manuel permalink
      8 Outubro, 2016 17:39

      Matriz de governação: quadro fiscal estável e previsível a 10 anos,descer impostos, cortar despesa(10000milhões/10 anos), criminalizar a gestão pública, reduzir o custo da dívida(maturidades e juros) e investimento público.

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  8. jose permalink
    8 Outubro, 2016 16:53

    Malandros, que tiraram mais um coelho da cartola. Nem a UE nos ajuda, nem o PR, nem a Cristas, não houve sanções, nem 2º resgate, a geringonça lá continua…

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  9. 8 Outubro, 2016 18:39

    Manuel (8 Outubro, 2016 17:39),

    Muito geral e vago… (mas compreendo que seja assim aqui neste tipo de discussão).
    De qualquer modo, a maior parte destes objectivos gerais até são perfeitamente válidos. Desde que, naturalmente, dentro de um prazo razoável e ajustável (não sei se são 10 anos, menos ou mais … mas em 2 legislaturas pode-se efectivamente esperar ir longe … ).
    Sobretudo a redução da despesa do Estado, a descida de impostos (a começar por aqueles que limitam a iniciativa privada e pesam sobre as empresas), e, “the last but not the least”, a consolidação das contas públicas a apontar para a redução da divida.
    Mas, atenção, nada disto se faz de um dia para o outro e sem ter em conta os multiplos interêsses, muitas vezes contraditórios e mais ou menos legitimos, em cima da mesa. A reforma deve ser tão rápida e profunda quanto possivel mas sempre feita com equilibrio e moderação.
    Desconfio da dita “criminalização” da gestão pública. O que é preciso é aplicar a lei que já existe e que é suficiente. A “criminalização” da politica em si seria um absurdo e abriria a porta a uma “ditadura de juizes”. Em democracia, os erros politicos são julgados e sancionados através de eleições. A melhor maneira de atenuar a incompetência, o abuso do poder, a corrupção e o tráfico de influências é reduzindo o peso e o intervencionismo do Estado.
    O investimento publico deve ser apenas quanto baste. Isto é, apenas o que é absolutamente indispensável e o que a economia do pais pode suportar sem ter de agravar a carga fiscal e/ou o endividamento. O nosso pais já gastou e ainda gasta muito em infra-estruturas e equipamentos publicos. Não concordo com uma aposta no investimento público com o argumento keynesiano de que é para relançar a economia. A prioridade para os próximos anos deve ser favorecer o investimento privado e as exportações e gerar excedentes orçamentais para poder começar a reduzir a divida pública.

    Dito isto, a verdadeira questão prática é a de saber quem é que está actualmente mais próximo deste tipo de objectivos e em melhores condições politicas para os realizar.
    Não vejo nenhuma alternativa melhor (ou menos má, se preferirem) do que uma nova coligação PSD / CDS liderada por Passos Coelho (ou outro que mostre ter uma visão e uma estatura de estadista que seja pelo menos equiparável).

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    • Manuel permalink
      8 Outubro, 2016 18:56

      De acordo com a sua interpretação da minha matriz, simplesmente carrego mais no investimento público(ferrovia, portos e reabilitação urbana) e explico: desde sempre, nunca tivemos empreendedorismo português, mesmo na época dourada do Estado Novo (década 60 e 70) o nosso milagre foi consequência da adesão à EFTA e investimento estrangeiro(os nossos vão por arrasto), não descuro a existência e importância do império, a emigração, poupança que andava nos 20%/PIB, hoje anda nos 4,5%. Se Passos apresentar um plano em que acredite, voto nele, se o programa for trocar impostos indirectos por directos, voto no partido do Tino.

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  10. ABC permalink
    8 Outubro, 2016 21:17

    Pois é, não há dinheiro. O governo anterior tentou atacar as causas da falta de dinheiro, timidamente, e esbarrou sempre no TC. Este nem se preocupa com detalhes desses, é gastar e logo se vê.
    O problema, como já aqui apontaram, será quando não tivermos acesso ao BCE, seja por corte da DBRS, seja pelo final do QE, seja por outra razão. E há outras razões. Basta que na Alemanha ou em França vençam os eurocépticos e estamos mal. Quer dizer…mal já estamos, mas podemos ficar muito, mas muito pior.
    A chatice disto é que estes ciclos em que o PS, sozinho ou mal acompanhado, rebenta com a economia, e depois vem o PSD limpar os cacos e fazer papel de mau, ainda não penetraram nas cabeças duras de muita gente.
    Muita gente gosta de um governo que “dá” e não percebe que um governo – este ou outro – não “dá” nada que não vá buscar aos bolsos de alguém. Talvez porque parte da “dádiva” seja para pagar daqui a 50 anos. Fazia falta uma geração de jovens que perguntasse aos pais quem vai alombar com o aumento do salário dos progenitores.

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  11. 8 Outubro, 2016 23:04

    Manuel,
    Eu percebo que Manuel força propositadamente a expressão : claro que os empresários portugueses existem e sempre existiram ! …
    Mesmo que dependentes e encostados ao Estado ou arrastados pelo investimento estrangeiro.
    A nossa história económica está repleta de inúmeros exemplos de empresários de todos os tipos e tamanhos.
    Mesmo que, é verdade, uma grande maioria fosse insuficientemente preparada e pouco eficiente quando comparada com a média de outros paises desenvolvidos.
    Um dos principais vicios ou bloqueios em Portugal foi precisamente a existência de um Estado centralizador, intervencionista e proteccionista.
    Incluindo o “Estado Novo”, mesmo na fase de maior abertura interna e ao exterior nos anos 60 e até 1974.
    O problema historico de fundo de Portugal é precisamente a omnipresença de um Estado centralizador e limitador da liberdade de iniciativa da sociedade civil (veja-se a leitura da História de Portugal feita por Rui Ramos).
    O que o nosso pais mais precisa é que o Estado se concentre nas suas funções regalianas e estritamente reguladoras e liberte a iniciativa e a organização da sociedade civil, dos individuos às empresas passando pela realidade associativa.
    Se o Estado não se intrometer em tudo e quizer fazer tudo, o empreendedorismo em Portugal poderá desenvolver-se mais e melhor.
    O que precisamos é que o Estado se aproprie de uma fatia bem menor dos recursos nacionais e vindos do exterior deixando assim mais recursos e maior liberdade para o sector privado (por exemplo, uma das causas da baixa poupança interna actual é … um Estado que se apropria de grande parte do rendimento gerado e que supostamente garante tudo aos cidadãos – “O quê e para quê poupar sabendo-se que o Estado-Providência nos leva o que sobra e em contrapartida nos garante o que precisamos ?!…”).
    Claro que também são necessários investimentos públicos.
    Desde logo nos mais diversos serviços públicos.
    E ainda nas áreas em que os privados não estejam em condições de investir e seja por isso indispensável uma intervenção complementar ou total do Estado.
    Mas não compete ao Estado substituir-se aos privados ou mesmo concorrer com eles sempre que estes possam investir e gerir.
    Acresce que, nas condições actuais do pais, saido de um longo periodo de vastos investimentos públicos (pense-se nas auto-estradas, nos hospitais, nas escolas, nos portos, nos transportes, e noutras infra-estruturas construidas nas ultimas décadas) que sobre-endividaram o Estado, a prioridade não é o investimento publico mas antes a consolidação das contas públicas e o crescimento rápido do investimento privado.

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    • 9 Outubro, 2016 14:40

      Fernando S, como sempre, brilhante.

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      • 9 Outubro, 2016 14:56

        JR,
        Muito obrigado 🙂
        O importante é a troca e o debate de ideias.
        Um bom resto de fim de semana !

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  12. Arlindo da Costa permalink
    9 Outubro, 2016 01:58

    As nossas finanças públicas estão sólidas.
    Para azar dalguns totós.

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    • 9 Outubro, 2016 14:00

      “Sólidas” não estão de certeza … (senão não estariam cotadas ao nivel do “lixo” ou pouco mais !…)
      O que é uma certeza é que estão hoje pior do que estavam em 2015 : a divida pública é maior e as taxas de juro são o dobro !!

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  13. licas permalink
    9 Outubro, 2016 04:30

    Uma novíssima liga, embora informal, está surgindo cá no burgo, compreendendo os saudosos do Salazarismo, da Ex-URSS, a que se junta os pacifistas de todas as tendências.
    Observa-se desde o elogio direto a Salazar – atribuindo-lhe “enorme visão política” – até à corrupção dos políticos, generalizada no presente, inexistente no Estado Novo. As carpideiras cá estão: Perdemos as Províncias Ultramarinas (por ação infame de alguns Traidores à Pátria), para nos reduzirmos a servos da Alemanha comandada pela Merkel que decide de sua livre vontade se nos empresta dinheiro ou não, mantendo o garrote ao pescoço dos Portugueses. Perdemos a liberdade de decidir por nós.
    Concluindo:
    Abaixo Bruxelas, façamos Tugaexit imitando a Grã Bretanha; a Aliança Atlântica (NATO) casulo da Guerra Nuclear, essa, para que serve, senão para provocação da pacífica Rússia da atualidade que até resolveu dissolver o Pacto de Varsóvia? Sim, para que serve senão para consumar o objetivo final dos EUA: colocar o mundo inteiro sob a sua vontade, tal como a Europa já está.

    And so on . . .
    Não se ponham “a pau”, não . . .

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  14. honi soit qui mal y pense permalink
    10 Outubro, 2016 15:53

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  15. honi soit qui mal y pense permalink
    11 Outubro, 2016 14:24

    calma…calma…podem todos licitar por um pedaço
    vamos começar pelo minho , concelho de monção … começamos com 1 mil milhões

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