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Deixem-se de conversa fiada

1 Dezembro, 2016

o reforço da contratação colectiva quer tão só dizer reforço do poder das direcções sindicais, esse poder que não é escrutinado e votado por uma escassa minoria mas a quem se dá e reforça o monopólio da negociação. : No que governo, BE e PCP parecem convergir é na valorização da contratação coletiva como mecanismo de reforço dos direitos dos trabalhadores e de melhoria das suas condições de trabalho. No Orçamento do Estado para 2017, aprovado na terça-feira no Parlamento – e que agora entra na fase de redação final -, começa-se a repor os efeitos dos acordos coletivos de trabalho – mas cingido às empresas do setor empresarial do Estado.

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9 comentários leave one →
  1. Rão Arques permalink
    1 Dezembro, 2016 10:47

    Governo pechisbeque

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  2. Luis permalink
    1 Dezembro, 2016 15:34

    Portugal da falencia de vez para o ano ou em 2018. Esta escrito la em cima.

    Vejamos.

    O crescimento do turismo vai aguentando a economia MAS noto na comunicacao social portuguesa uma campanha contra os turistas. As noticias por vezes parecem me feitas a medida de interesses que nao querem a concorrencia da UBER, Airbnb ou da Ryanair. Esses interesses casaram com a extrema esquerda. Cunhal, por exemplo, era contra o turismo algarvio. A Esquerda por mera razao ideological e contra o Turismo. Prefere um modelo voltado para o mercado interno, mais fechado, altamente regulado e controlado. As reformas de Adolfo Mesquita Nunes aumentaram a concorrencia, o emprego explodiu no sector, muito jovens encontraram uma fonte de rendimento. Mas esses nao tem voz. Quando a Baixa de Lisboa estava a ruir, nao apareciam artistas a grunhir. Agora que esta a ser restaurada, nao se calam… e quem lhes daz voz? O grupo Imprensa ou o Publico, por exemplo.

    De seguida vao tornar as leis laborais outra vez mais rigidas. Ha uns 6 ou 7 anos eram das mais rigidas do mundo. Em Portugal e quase impossivel despedir um mau trabalhador. Esse mau trabalhador prejudice a empresa ou lesa o Estado. Mas nao sai sem um enorme custo. Uma empresa que tenha prejuizos num sector nao pode despedir se os outros sectores tiverem lucros. Tem de pagar a choruda indemnizacao. Quem quer investir num pais assim? A Esquerda nao quer trabalho. Quer sim rendas garantidas via colocacoes a que chamam emprego…

    Das obras publicas ruinosas nunca mais se falou. Pela Europa fora ha regioes com altas densidades populacionais sem auto estradas. Beja teve direito a aeroporto e querem meter lhe uma auto Estrada. As estradas nacionais foram destruidas e os IPs estiveram ou estao semi abandonados. Portugal, campeao das auto estradas…

    A Mortagua nao se assanhou com a CGD como fez com o BES. O tema do credito malparado ja foi olvidado pelo jornalismo manso…

    A pouco e pouco vamos voltando ao socratismo. Sera a Quarta bancarrota. Os portugueses nao aprendem? Os gregos ainda vao ficar a rir se de nos, e ainda nos vao passer a perna…

    Passei uns dias de ferias o ano passado em Alcacer do Sal e uns locais corajosos contaram me as vigarices do PCP durante do PREC e como destruiram as herdades. Isto o jornalismo tuguinha nao investiga.

    Sera que com a Quarta bancarrota aprenderao? A Austria vai certamente virar a Direita, a Franca tambem. Nao havera novos resgates para incumpridores. Os paises de Leste nao compreendem como tem salaries mais baixos que os portuguses e pensoes mais baixas e mesmo assim ja tem o mesmo PIB per capita. A linha esta tracada. Fome e miseria.

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    • Tiro ao Alvo permalink
      1 Dezembro, 2016 19:07

      Luís, de um modo geral concordo com o seu comentário.Todavia, quando diz que “as estradas nacionais foram destruídas e os IPs estiveram ou estão semi abandonados”., lembro-lhe que alguns IPs foram transformados em SCUT (sem custos para os utilizadores) e depois portajados.

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      • Luis permalink
        1 Dezembro, 2016 20:09

        Verdade. E tal nao e denunciado pela corja da Esquerda das causas.

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    • marta nogueira permalink
      2 Dezembro, 2016 18:32

      Posso estar a ser injusta, mas nesse “ódio ao turismo” pode haver alguma dose de inveja pelo que se fez no Governo anterior, uma vontade de mostrar que afinal não foi assim tão bom.

      Quanto às consequências do turismo no centro de Lisboa (a minha cidade), acho que chegámos ao ponto em que é mesmo preciso estabelecer alguns limites. Lisboa começa a tornar-se insustentável para quem cá mora.

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  3. 1 Dezembro, 2016 15:58

    O poder dos sindicatos é escrutinado, no sentido em que só se filia no sindicato X quem quer.

    Agora, a respeito e “reforço” e de monopólio, estamos a falar do que? É que nesta conversa de “revalorizar a contratação coletiva” parecem misturar-se muito três situações, que a mim me parecem diferentes:

    a) as portarias de extensão, em que, por decreto, um acordo assinado entre o sindicato X e a associação patronal Y passa a valer para todos os trabalhadores e empresas do sector (filiados ou não no respetivo sindicato ou associação patronal)

    b) as leis que foram promulgadas pelo governo anterior anulando, ou os acordos coletivos de trabalho já assinados, ou pelo menos algumas das suas cláusulas.

    c) no caso especifico do sector público, vigorar a prática de acordos coletivos ou, em vez disso, termos decisões unilaterais por parte do governo

    No caso a), o governo promulugar portarias de extensão efetivamente dá uma espécie de poder de monopolio aos sindicatos (ou, mais exatamente, aos sindicatos que assinaram o acordo) e associações patronais (idem, aspas aspas).

    Nos outros dois pontos, não há nenhum poder de monopolio dos sindicatos – muito pelo contrário: é o Estado, na sua condição de monopolista supremo, que está, quase por decreto, a anular os acordos feitos com os sindicatos (e, no ponto b), é irónico – e, ao mesmo tempo, revelador da fraude ideológica que é o “liberalismo” – que as mesmas pessoas que às segundas, quartas e sextas mais reclamam da intervenção do estado, não se importem às terças e quintas com leis e decretos dizendo que os acordos (no fundo, contratos) negociados entre os sindicatos e as empresas, deixam de valer.

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  4. carlos alberto ilharco permalink
    1 Dezembro, 2016 18:50

    Acho muito bem.
    São empresas que nunca vão à falência.
    Também não dão lucros e dão sistematicamente prejuízos.
    Ora como estes estão sempre protegidas por generosos OE qual o mal de darem mais um bocadinho de prejuízo se os trabalhadores (leia-se votantes) ficam satisfeitos?

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  5. A.Silva permalink
    2 Dezembro, 2016 10:33

    Mas que saudades da escravatura, não é leninha?

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    • LDM permalink
      2 Dezembro, 2016 14:08

      Claro, queremos aqui as condições de trabalho da Coreia do Norte!

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