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Um Minuto de Silêncio pela Assembleia da República

5 Dezembro, 2016

É incompreensível o que aconteceu na Assembleia da República Portuguesa, aquele lugar onde,  supostos representantes do povo, decidem as nossas vidas. Como foi possível aprovar, em pleno século XXI, dois votos de pesar pela morte de Fidel Castro,  ditador sanguinário, mas ficarem sentados a fazer o “manequin challenge” na ovação ao Rei de Espanha, país vizinho, democrático e amigo de Portugal? Que criaturas são estas a representar-nos no Parlamento?

Vergonha. Uma profunda vergonha. É o que sinto como cidadã de um país europeu, livre e democrático (por enquanto) quando vejo centenas de deputados a matarem os princípios de liberdade e democracia pela qual o Mundo inteiro tanto lutou ao apoiar abertamente ditaduras sanguinárias, onde não faltou elogios e semânticas românticas. Homenageia-se um ditador tirano que tem mais sangue nas mãos que todos os outros juntos, que fez de uma ilha uma cadeia, que levou seu povo à miséria enquanto acumulava uma fortuna, que manteve o povo refém da sua vontade impedindo eleições livres e democráticas, que transferiu o poder para o irmão como se de uma dinastia se tratasse. Um assassino. Um tirano. Um opressor. Um hipócrita capitalista.  Que senilidade é esta?

Se no passado havia desculpa por não se saber as consequências destes nacionalistas obcecados, hoje ninguém tem dúvida sobre a malvadez destes homens dispostos a tudo para assegurar o poder, instaurando um regime opressivo para limitar qualquer liberdade que possa provocar a sua derrocada. Não se trata de uma doutrina. É um embuste encapuzado, tão somente para atingir um fim: o poder absoluto. Onde depois, longe dos olhares dos povos, vivem de acordo com o modelo capitalista. Pensem: se eles acreditassem no modelo comunista, que impõem ao seu povo, não viveriam de acordo com ele? Pois…

A única evocação que deveria ter sido feita era “Fidel morreu. Vamos ajudar agora o povo cubano a recuperar a liberdade e dignidade humana que lhes foi negada”. Ponto final. Porque a única homenagem digna seria ao povo que heroicamente resistiu à macabra ditadura que separou famílias, matou entes queridos, exilou milhares e fez mirrar os que ficaram. E nós, os parvos do costume, patetas assumidos, a enaltecer, junto com a Coreia do Norte, Venezuela e Rússia, este monstro cubano, enquanto em Cuba o povo vira as costas em manifesto, às cinzas do Fidel. Vergonha.

Perante isto, o que tem de ser feito, isso sim, é um minuto de silêncio pela nossa Assembleia, que esta semana matou a liberdade, matou a democracia, matou a defesa pela igualdade, desrespeitou os direitos  humanos num inqualificável louvor  a um ditador sanguinário.

Mataram ainda o direito de algum dia se pronunciarem em nome da liberdade e democracia.  Porque a hipocrisia tem limites.

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51 comentários leave one →
  1. licas permalink
    5 Dezembro, 2016 14:56

    VERGONHA!

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  2. 5 Dezembro, 2016 15:28

    O dever das pessoas às quais concedi o meu voto pelo distrito de Lisboa, os meus deputados, seria o de abandonar o hemiciclo ANTES desse infame minuto de silêncio, regressando aos seus lugares apenas depois dessa torpe farsa ter sido representada. As pessoas às quais concedi o meu voto pelo distrito de Lisboa, os meus deputados, não me representaram. Traíram-me.

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  3. castanheira antigo permalink
    5 Dezembro, 2016 15:54

    Muito bem dito . Fidel Castro foi um ditador e tirano que escravizou , dominou e perseguiu um povo inteiro mantendo-o na pobreza ao mesmo tempo que lhes fazia a respectiva lavagem ao cérebro , a tal ponto que o efeito do “sindroma de Estecolm” se fez notar na ilha (prisão) de cuba durante as exéquias fúnebres.
    Lastimável é o que se passou na AR portuguesa e que permite concluir que a maioria dos deputados vê com simpatia um tal ditador .Não é nada bom sinal . O futuro dos portugueses está ameaçado com tais criaturas na AR.

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  4. 5 Dezembro, 2016 16:21

    O PR Marcelo Craveiro Thomaz no seu melhor !…. Tem opinado sobre os salários na CGDepósitos, com um “nim” sempre convenientemente esquivo qb e para agradar à populaça.
    Promulgou um decreto que permite elevados ordenados.
    Ontem, remeteu para a manhã de hoje a sua opinião acerca do ordenado do PMacedo. Resultado : “manda quem pode”, assim mesmo, a despachar um não-assunto.

    Acerca deste post : os deputados estão-se marimbando para o que cada um deles pensa acerca deste e outros casos. Os bovinos obedecem ao chefe.

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    • 5 Dezembro, 2016 18:57

      «Os bovinos obedecem ao chefe.»

      Pelo cheiro de que lá emana, diria tratarem-se de suínos.

      Proponho ligar à assembleia da república uma linha de colecta de metano. Com um motor de combustão e uma linha de vapor, poder-se-ia resolver de vez o problema energético de Portugal.

      Com umas linhas adicionais a virem de São Bento, de Belém e do Largo do Pato teríamos lugar cimeiro na OPEP (Organização dos Países Energeticamente Palermóides).

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      • 5 Dezembro, 2016 20:19

        A maioria daquela gente está por lá com a sensação diária de fazer um frete. Enfastiados, as quartas-feiras são bem-vindas porque véspera de zarparem no dia seguinte para as suas agendas pessoais, vulgo “trabalho representativo” no exterior. Melhor dia da semana, sexta-feira, mandam o cargo à merda(!) — e não tem havido um presidente que ponha aqueles “representantes” na ordem !
        Confrange verificar o que fazem num plenário. Revolta almoçar muito bem por aquele preço. É absolutamente inaceitável que aquela gente aprove certas leis penalizadoras da populaça (tem o que merece), entre elas, uma reforma para as excelências com 12 anos (dantes, com 8) de serviço público, político. Um gajo ou gaja que entre para a AR com 35 anos, pode reformar-se com 47. Etc., etc.
        E claro, intimamente riem-se do eleitor.

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  5. Juromenha permalink
    5 Dezembro, 2016 16:44

    Essa insistência em chamar Assembleia da República ao misto de bar de alterne/ número circense de palhaços…
    Claro que aqueles merdas obedeceram ao que o Centro Director lhes ordenou – e nem nisso são originais , já que são miméticos na obediência e subserviência aos “gilipollas” dos colectas.
    A União Ibérica “construída” pelo lumpen e para o “lumpen” – mas tecnologicamente bem assessorada , vide La Sexta,Cadena Ser ,Perodico, etc.

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  6. Os corruptos que se cuidem permalink
    5 Dezembro, 2016 17:10

    Vergonhoso, com efeito!!

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  7. 5 Dezembro, 2016 17:54

    Por bem menos a AR já foi dissolvida.

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  8. carlos alberto ilharco permalink
    5 Dezembro, 2016 18:00

    Concordo parcialmente.
    Foi muito bom ver como actuaram o BE e o PCP, para sabermos caso haja alguma dúvida como pensam e o que fariam se fossem poder.
    Os outros partidos supostamente democráticos, esse sim envergonharam-me por não terem votado contra ou pelos menos saírem da sala deixando-os a falarem sozinhos.

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    • 5 Dezembro, 2016 20:26

      Não saíram do plenário porque bovinamente obedeceram. Falta-lhes integridade pessoal, inexistente categoria, não têm tomates para permanecer no hemiciclo, pedirem para falar e isso sim, declararem o seu posicionamento pessoal, cívico, político, contrário ao rebanho.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        5 Dezembro, 2016 23:12

        Concordo a 300%, cada vez estou mais inclinado a ir dar uma volta no dia da votação. Talvez quando a abstenção chegar aos 100% eles acordem.

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      • 6 Dezembro, 2016 06:37

        Quando a abstenção chegar a 99%, 1% dos votantes elege a maioria dos deputados.

        É mais fácil fazer-se leis à medida de 1% do país do que de 50% ou de 100%, e assim se perpetuar no cargo, por ser muitíssimo útil a apenas 1% da população que pode votar. Seria por isso o sonho de qualquer deputado.

        Nesse dia, eles não acordariam. Dormiriam até mais descansados, sabendo-se eternos no cargo.

        Na URSS, 20% de 8% (8% eram os membros do Parretido e 20% destes os que acabavam a votar) elegiam os representantes à Duma. Esta é a resposta. Adivinha a pergunta?

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  9. SRG permalink
    5 Dezembro, 2016 18:17

    Cara Cristina, o seu texto é fabuloso e como conheço infelizmente o que se passou em Cuba, é evidente que ao referir-se à pouca vergonha que aconteceu na A.R. ao prestarem vassalagem à memória de um ditador reles, não se admire porque muitos desses deputados desconhecem totalmente aquilo que se passou em Cuba quando Fidel tomou o poder. A maioria são macacos de imitação, fazem aquilo que lhes mandam, e nunca tiveram um rebate de conciência que lhes fizesse o cérebro funcionar para ao menos se inteirarem do que realmente aconteceu na revolução cubana. São autênticas figuras de cera, não são capazes de rasgar o guião e assumir a sua verticalidade. Para mim a A. R. é um antro de interesses políticos de grupos.

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  10. beirão permalink
    5 Dezembro, 2016 18:20

    Abominável o que esta cambada de grandíssimos filhos da puta fizeram na dita Casa da Democracia. Sinto um nojo imenso por estes cabrões de merda.
    Igual nojo, talvez mesmo um nojo ainda se possível maior, pela merda dos media que, durante dias, cantaram loas e salmos a um bandido barbudo, um criminoso da pior espécie, um ditador sanguinário.
    Como é possível uma coisa destas acontecer na porra deste país!?

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  11. Rogério Monteiro permalink
    5 Dezembro, 2016 18:37

    Cristina, dou-lhe os parabéns pela lucidez dos seus comentários.
    Foi uma excelente ” aquisição ” que o Blasfémias fez.
    Que nunca se iniba de dizer as verdades doa a quem doer.

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    • Cristina Miranda permalink
      5 Dezembro, 2016 19:35

      Obrigada Rogério

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      • Os corruptos que se cuidem permalink
        5 Dezembro, 2016 21:06

        O mesmo digo. Faço minhas as palavras elogiosas do Rogério. Tenho gostado muito de a ler.

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      • Cristina Miranda permalink
        5 Dezembro, 2016 21:40

        Muito obrigada

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  12. FGCosta permalink
    5 Dezembro, 2016 20:32

    Ao menos temos a consolação de terem comemorado o 25 de Novembro de 1975.

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  13. 5 Dezembro, 2016 20:42

    (…)”doa a quem doer” é o que o PPCoelho está a fazer e a dizer quase desacompanhado pelos seus vices e deputados — muitos deles, proto-traidores ingratos e sem nível, certamente já anichados qb a hipotéticas alternativas ao líder, companheiro e amigo.
    Hoje, o PPC aumentou e fez muito bem, o ataque ao PR Marcelo Craveiro Thomaz, pelo constante apoio ao AC-DC.
    PPC é duro de roer, tem tomates, carago !

    Também eu, aqui no Blas, desejei ao CAbreu Amorim que enquanto deputado actuasse com um “doa a quem doer” e é o que afinal se nota…
    Depende da intensidade da dor e do “paciente”, esteja ele num blog ou na AR.

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  14. 5 Dezembro, 2016 20:46

    “Ainda bem que Marcelo não é líder do PSD”, atacou hoje PPCoelho. Primeiro tiro certeiro no porão dos afectos PR-PM.

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    • Os corruptos que se cuidem permalink
      5 Dezembro, 2016 21:07

      Infelizmente, sem porta-aviões ao fundo…

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      • 5 Dezembro, 2016 21:37

        CalmeX ! Talvez haja rombo a sério… apesar de o Marcelo Craveiro Thomaz ter respondido ao ataque do PPCoelho achando-se “a pessoa mais distendida”…

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      • 6 Dezembro, 2016 06:46

        O rombo é no Pedro Passos Coelho. Temos as nossas agências de fake news, que começam na RTP, SIC, TVI, e vão por aí abaixo na imprensa escrita, com especial menção desiludida para o Brutus Et Tu Observador.

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  15. José Domingos permalink
    5 Dezembro, 2016 21:15

    Uma lufada de ar fresco. O circo perdeu a vergonha de vez. Parabéns pelo texto, ´não nos podemos esquecer de dizer ás “senhoras” quem são os “cavalheiros”.

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  16. licas permalink
    5 Dezembro, 2016 21:57

    Cuba, realmente uma “exemplar” Democracia Representativa:

    ______________sem Partidos Políticos
    ______________sem liberdade de expressão (excepto laudas ao Poder)
    ______________sem alternância de PR
    ______________sem jornais livres
    ______________com Polícia Política
    ______________com prisão por delito de opinião
    ______________com Judicial de joelhos perante o Executivo

    Uma Democracia tipo “Popular”, de que a Europa sofreu de 1945 a 1989-1990.
    Coerentemente o objectivo do PCP para Portugal: não o escondem, e esta uma
    reposição de 1975 (11 de Março a 25 de Novembro).

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  17. licas permalink
    5 Dezembro, 2016 22:17

    Dois

    Em cada trecho, pois do seu discurso,
    A Pátria tem que ser invocada,
    Algumas dez vezes de assentada,
    P´ra delícia do Índio feito urso
    Dos que no Circo é ensinado
    A cumprir todo e qualquer recado.
    Na verdade nem sequer Salazar
    Ousou berrar tanto Patriotismo
    Como o Fidel pelo Comunismo,
    O que me dá bastante que pensar:
    Objetivo, o mesmo do beirão,
    Manter-se sempre, olé, em função

    Infalível, que a malta aplaude,
    Despertar esses parolos, debalde.

    licas fecit

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    • 6 Dezembro, 2016 06:43

      Quando o comunista se sabe a entrar em crise mas ainda não entrou, invoca a pátria.

      Aconteceu a espaços na URSS nos anos 30, 40, 50, onde ser cosmopolita era um bilhete de entrada certo naquelas colónias de férias da Sibéria Oriental.

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  18. licas permalink
    6 Dezembro, 2016 09:51

    EXACTO, Francisco Miguel Colaço

    __________________A Grande Guerra Patriótica do Stálin (1939-1944)
    é disso um bom exemplo…

    Esquece-se o tal Internacionalismo, que serve para fins expansionistas (conquistas),
    e evoca-se o Amor Pátrio, a fim de dar coesão “à coisa”.

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  19. JP Ribeiro permalink
    6 Dezembro, 2016 11:39

    Concordo em tudo com o seu texto, excepto no ultimo parágrafo. É que, sabemo-lo há 42 anos, a hipocrisia NÃO tem limites.

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  20. 6 Dezembro, 2016 12:32

    Ai o carago ; hoje é o Tribunal de Contas que por causa da situação da CGD acusa o MFinanças dp anterior governo de “falta de controlo”…

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  21. 6 Dezembro, 2016 12:50

    Uma minha adenda esclarecedora ao comentário não é editada após três tentativas. Muito bem, não vou reescrevê-la…

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    • licas permalink
      6 Dezembro, 2016 14:10

      MJRB: também eu já sofri contratempo igual.
      Os Bloggs são instrumentos, temos que convir, dos Partidos Políticos,
      a liberdade é apenas, condicional: depende da estratégia. . .
      Eu, como independente, sei disso muito bem . . .

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      • 6 Dezembro, 2016 14:18

        Obviamente o “doa a quem doer” dum blogger (meu comentário de ontem, 20:42) depende da intensidade da dor e do “paciente”.
        Também eu sou apartidário, não bovinizado (coloco uns bitaites só no Blas) e não foi –será o caso de hoje– a primeira vez que um meu comentário não é editado.
        Haja paciência

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  22. 6 Dezembro, 2016 13:15

    Entretanto, nos noticiários das 13, PPC e MLAlbuquerque já esclareceram essa “falta de controlo” entre 2013 e 2015.
    (Não é esta a minha adenda por editar).

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  23. 6 Dezembro, 2016 15:49

    Mais u ó que carago : ontem, o PPCoelho afirmou que p Marcelo Craveiro Thomaz “ainda bem que não é líder do PSD”, comarando o apoio ao AC-DC ao que Cavaco deuy ao JSócrates ; hoje, desdiz-se, que não disse nada daquilo, que o Marcelo até está a fazer um bom trabalho, não o quis ofender, etc.
    Estará a precisar de uns dias de férias numa montanha gelada para repouso e refrescar o cérebro ?

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    • 6 Dezembro, 2016 15:50

      errata : “mais um ó que carago:

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    • licas permalink
      6 Dezembro, 2016 18:44

      Os políticos são assim, todos.
      Lembrai-vos do irrevogálvelmente vou-me embora, acabando
      por ser alvo de um convite irrecusável. . . ficando.

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      • licas permalink
        6 Dezembro, 2016 18:45

        ____________irrevogavelmente (so sorry…)

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  24. 6 Dezembro, 2016 17:02

    Subscrevo.

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  25. Arlindo da Costa permalink
    6 Dezembro, 2016 19:06

    Por acaso Fidel Castro mandou matar mais gente do que o W. Bush, o Clinton, o Cameron, o Sarkozy ou mesmo o Obama?????
    Estão a gozar comigo ou isso é para os apanhados?????

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    • LDM permalink
      7 Dezembro, 2016 22:18

      Cuidado camarada, a sua prestação está cada vez fraca, não se queixe se o Comité Central o despedir.

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    • lucklucky permalink
      7 Dezembro, 2016 23:26

      Arlindo não falaste do Churchill e do Roosevelt porque essa guerra foi Imperialista só até 25 de Junho de 1941 não é? depois tornou-se “patriótica”.

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  26. licas permalink
    6 Dezembro, 2016 20:15

    Até matou Portugueses em Angola (tropa) . . .

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