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Trabalha Tuga!!

7 Abril, 2017

Trabalha todos os dias como um mouro para pagar as suas contas e impostos? Não faz férias, corta nos passeios em família, restaurantes, cinema, roupas e actividades dos miúdos para aguentar a austeridade imposta? Pronto. Tenho uma boa notícia para si. A Avoila, essa inútil senhora,  vai convocar mais uma manifestaçãozita dia 26 (mais uma 6f) para obrigar o governo a dar mais umas regalias à função pública, aquela que ele engordou e que você já suporta com muitos sacrifícios. Sorria porque caso eles aceitem, é você quem vai suportar mais  essas despesas. 

É verdade. Parece que não chega o que Costa já fez em apenas  ano e meio a esta classe. É preciso pôr rapidamente o país a bombar para pagar mais à função pública. Porquê? Porque  e passo a citar nossa querida Avoila: “sabemos que há dinheiro porque o país, segundo as opiniões e as estatísticas, está a viver melhor” Fantástica conclusão a partir das balelas do Costa. E agora? Como vai nosso querido primeiro ministro descalçar esta bota? Quem o mandou mentir? De facto, ela tem razão. Se o país  está a prosperar, pedir não custa, certo?

O problema disto tudo é que o Estado não se sustenta. Precisa do sector privado para pagar salários públicos, pensões, subsídios e despesas correntes. E não chega!!!! Por isso, ainda tem de ir aos mercados quase mês sim mês não, para se financiar, melhor dizendo, se endividar. Acontece que esse endividamento também nos custa caro porque o Estado não é quem paga esses empréstimos mas sim, o desgraçado do patego do contribuinte. Ora, para que eles tenham uma vidinha boa e regalias todas para a sua classe, nós os carrascos andamos a penar a vida inteira para os sustentar. Mais: é mentira que o país está melhor. O país apenas respira ligado às máquinas. Basta que falhe a luz e… puf! Morremos. O ar que recebemos é artificial e depende da boa vontade dos outros para chegar. O tal crescimento que faz este governo ter orgasmos, é anémico e não cobre nem de longe nem de perto as actuais responsabilidades financeiras da administração pública.

E o que andamos nós a sustentar? Ora coisa pouca: subvenções vitalícias a 75 deputados aos 50 anos; 13 mil milhões afundados na banca; elevados prejuízos nas empresas do Estado; regalias dos ex-presidentes da república; as remunerações e subsidios dos políticos; 659 mil funcionários públicos; 3 627 mil pensionistas; 280 mil desempregados; 1194 professores com horário zero. Como tudo isto ainda é pouco, Avoila e seus camaradas querem integrar de numa tacadinha só 330 mil precários para o quadro, estender as 35h semanais, 25 dias de férias, aumento salarial até 4%, diminuição  para 1,5% as contribuições para ADSE, descongelamento das progressões automáticas (progredir só pelo tempo passado mesmo que seja um péssimo trabalhador), reduzir as penalizações nas reformas antecipadas e que seja reposta a fórmula de cálculo nas pensões e as condições gerais de aposentação. Coisa pouca num país quase falido e que depende da caridade alheia.

Por isso, trabalha tuga! Trabalha muito para generosamente alimentar este Estado guloso e obeso. Trabalha até aos 66 ano três meses, mas despacha-te a envelhecer antes que passe para os 67, 68, 69… 70! E sorri, sorri muito, porque será, como diz o Costa, por um bem comum e deves ficar orgulhoso pela tua pátria!

Lixado, tramado e teso mas com medalha do contribuinte mais tanso, ao peito!

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83 comentários leave one →
  1. Manuel Assis Teixeira permalink
    7 Abril, 2017 11:58

    A Aivola… que saudades daquela bela moça de cara simpática a prazenteira! Obrigado Ana Aivola por reapareceres! E com o teu discurso fluente. Que saudades mesmo! Claro que vais representar. Os teus donos mandaram-te! Para fingir que reivindicam. Para fingir que afinal os sindicatos não estão domesticados! Tu vais fingir Aivola mas eu não me importo! Gosto tanto de te rever! Espero que o Nogueira também apareça! Era o clímax. Dois exemplares trabalhadores da função pública juntos! O país está à vossa espera! Força…

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  2. Alain Bick permalink
    7 Abril, 2017 11:59

    diz-se que a quase totalidade
    ‘não serve nem para funcionário público’

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  3. Raghnar permalink
    7 Abril, 2017 12:46

    Escravo e lacaio dessa tropa que enuncia, lamentavelmente sou. “Tuga” é que nunca…

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    • jmpg permalink
      7 Abril, 2017 12:54

      De acordo consigo e com quase tudo do texto ,mas também tuga não sou, até sou pouco futeboleiro

      Liked by 1 person

      • Cristina Miranda permalink
        7 Abril, 2017 14:29

        “Tuga” de português. Apenas isso.

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    • Cristina Miranda permalink
      7 Abril, 2017 14:30

      O “tuga” aqui empregue é apenas diminutivo de português.

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      • Raghnar permalink
        7 Abril, 2017 16:23

        Pois eu não consigo dissociar isso do termo depreciativo “tuga”, mas provavelmente é questão de (mau) feitio.

        Preferia que arranjasse um “inho”, nisso também somos pródigos e, na minha opinião, soa muito melhor. Portuguesinho também sou!

        https://pt.wikipedia.org/wiki/Tuga

        Não gosto de citar a wiki André, mas para ilustrar a minha repulsa pelo termo é mais que suficiente…

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      • Cristina Miranda permalink
        7 Abril, 2017 17:34

        Pois eu não vejo nada de depreciativo no diminutivo. A conotação negativa foi provavelmente atribuída por alguém mas está errado. É apenas minha opinião. Aqui, usei-a apenas como diminutivo.

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    • André Miguel permalink
      7 Abril, 2017 15:27

      Então? É estrangeiro e sustenta a matilha? LOL

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    • André Miguel permalink
      7 Abril, 2017 20:15

      Pronto já percebi, é mais um retornado ou ex-combatente ressabiado. Cresça e apareça pá! Eu ando por Angola e axa que me arrelia que me chamem tuga??? Tenha calma que é apenas uma palavra e nada mais que isso.

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      • Raghnar permalink
        8 Abril, 2017 12:49

        Não sou retornado, muito pelo contrário, e também não é questão de “arreliar” ou não. Eu não gosto, não me incluo nesse grupo e já expliquei os motivos pelos quais o termo é historicamente depreciativo.

        Eu estou bem calmo, ao contrário de outros que chamam de “ressabiado” outra pessoa por expor um raciocínio, fundamentando-o. Se gosta, não se importa ou detesta, muito bem, não é motivo para essa afirmação de superioridade moral.

        Pois, as palavras, pá, têm origem etimológica e bagagens históricas, muitas vezes bem pesadas. E o controlo da linguagem sempre foi motivo de duras batalhas políticas e militares, e pretexto para tiranias várias na história da Humanidade. Como eu opino que a utilização de um termo histórico depreciativo para nomeação de um colectivo é também sintoma da falta de respeito próprio de um povo. “Apenas” isso, é uma opinião e tenho direito a ela, pá, não necessariamente por “ressabiamento”…

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  4. jose cerca permalink
    7 Abril, 2017 12:54

    A Avoila e o Mário Nogueira, mas que lindo par de jarras sempre a mamar na teta do Estado!
    Pedir não custa, prometer até é bonito, o pior é pagar a fatura de tal regabofe!….

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  5. 7 Abril, 2017 12:55

    Esta desempregada funcional que não se percebe o que faz e que nem impostos paga vive de dizer mal de quem construiu este país . Faz parte da célula neocon que pulula na imprensa, nos blogs etc .

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    • Cristina Miranda permalink
      7 Abril, 2017 14:28

      Ahahahahahahahahah deve estar a falar enquanto se olha ao espelho. Não sei o que é isso de desemprego. Ahahahahahahahahah

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    • Pequeno Pónei permalink
      10 Abril, 2017 10:31

      Muah ah ah ah! Quando li “desempregada funcional”, pensei logo “que bela descrição para a Ana Avoila!”.

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  6. A.Silva permalink
    7 Abril, 2017 13:33

    E tu cristina, já te deste conta do quanto és inútil!

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    • 7 Abril, 2017 13:53

      Nota-se logo à distancia quem são os parasitas públicos que são pagos para comentar…

      Vai mas é trabalhar parasita de merda que eu não te pago para fazeres posts!

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    • Tommy permalink
      7 Abril, 2017 14:05

      outro avençado. subscrevo inteiramente o papaxuxas

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    • Cristina Miranda permalink
      7 Abril, 2017 14:27

      O’ Silva nada que se compare a V.Exa.

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    • jcerca permalink
      7 Abril, 2017 15:21

      Infelizmente, não há só pessoas inúteis, mas também aparecem, dez vez em quando, alguns comentários. Ainda não me decidi por qual das hipóteses optar!

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    • Viriato de Viseu permalink
      7 Abril, 2017 20:13

      És um chulo que mama na teta do orçamento, que é pago apenas pelos privados!!!
      Força Cristina, mande mais pérolas destas para ver se o povo (que paga impostos) acorda.

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  7. piscoiso permalink
    7 Abril, 2017 14:00

    Lá tuga, ou português, sou, mas não me enquadro na definição que adiantou.

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  8. 7 Abril, 2017 14:05

    Tanta demagogia…

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    • Cristina Miranda permalink
      7 Abril, 2017 14:25

      Ahahahahahahahahah

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      • 7 Abril, 2017 14:36

        Mais logo, se me sobrar paciência do dia de trabalho, desmonto esses links.

        Por agora, só uma dica rápida:

        O número de pensionistas estás “um pouco” inflacionado, Cristina…

        Vá lá editar o texto. Não me facilite tanto isto…

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      • Cristina Miranda permalink
        7 Abril, 2017 14:57

        Abra o link da Pordata.

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      • 7 Abril, 2017 20:08

        Cristina:
        3 milhões e 600 mil pensioninstas

        é diferente de

        3 600 milhões de pensionistas.

        É muito diferente.

        É tão absurdamente diferente que aceito sem qualquer dúvida que foi uma pequena gralha sem intenção de iludir.

        O dia de trabalho foi longo e cansativo… estou mesmo sem paciência, mas aqui vai só mais uma desconstrução:

        Refere que já “sustenta” 659 mil funcionários públicos. Não vou tecer comentários sobre o verbo sustentar…
        Mais à frente refere que a dita sindicalista pretende integrar no quadro mais 330 mil funcionários públicos.

        Quer com isto dizer que se pretende aumentar o número de funcionários públicos para quase um milhão, é isso?

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      • Cristina Miranda permalink
        7 Abril, 2017 21:16

        Obrigada pela sua revisão. De facto não foi de todo o q quis dizer. Sim tem 2 lapsos q serão corrigidos. Sabe, não me importo nada q me corrija desde q faça sentido.

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      • Cristina Miranda permalink
        7 Abril, 2017 21:23

        Obrigada pela sua revisão. De facto não foi de todo o q quis dizer. Sim tem 1 lapso q será corrigido. Não encontrei a palavra “mais” q refere mas coloquei precários q é mais correcto. Sabe, não me importo nada q me corrija desde q faça sentido.

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      • 7 Abril, 2017 21:46

        Ok, também aceito que não refere o acréscimo ao n.º de funcionários públicos.
        Mas, na mesma onda de precisão, poderá referir que não são 659 mil funcionários públicos, mas sim 659 mil postos de trabalho.
        Assim talvez já não haja confusão.
        Embora a maioria dos leitores vá continuar a ler o que bem entende….

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    • André Miguel permalink
      7 Abril, 2017 20:21

      Oh palerma, sim sustenta! Somos coercivamente obrigados a pagar ou não????

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      • 7 Abril, 2017 21:38

        Repare, André (e repare também como não o adjetivei, o que faz com que sejamos, sem dúvida diferentes), que os funcionários públicos trabalham para os restantes cidadãos.
        Pode argumentar que são muitos, que trabalham pouco, que recebem muito… Mas a verdade é que têm que ser pagos.
        O seu patrão também o sustenta? Ou paga-lhe pelo seu trabalho?

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      • André Miguel permalink
        8 Abril, 2017 09:11

        V. Exa. Pode ser palerma, mas nao tome os outros como tal com conversas de merda, pois no privado se forem muitos ou trabalharem pouco a empresa vai à falência ou para evitar isso há despedimentos. Na FP há aumentos…

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      • 8 Abril, 2017 17:46

        André, tire isso da boca…

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  9. 7 Abril, 2017 14:40

    Temos que pagar uma viagem à camarada Avoila e Arménio, um estágio na Venezuela não remunerado com direito a penas do piu piu Chavez, um must.
    Por falar em totos: https://portugalgate.wordpress.com/2017/04/07/o-cerco-a-passos-coelho/

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  10. 7 Abril, 2017 15:11

    Republicou isto em PortugalGate and commented:
    Uma verdade inconveniente!

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  11. André Miguel permalink
    7 Abril, 2017 15:30

    Portugal é um excelente país para ser reformado, político ou funcionário público. Todos os outros somos burros de carga. Esta merda vai acabar mal.

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  12. 7 Abril, 2017 17:21

    Pode crer. Basta a cenoura para terem os funcionários públicos na mão e no voto.

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  13. javitudo permalink
    7 Abril, 2017 17:28

    Os preços da gasolina e do gasóleo deverão aumentar cerca de dois cêntimos por litro na próxima semana. É só mais um bocadinho.

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  14. Aventino permalink
    7 Abril, 2017 17:43

    Portugueses trabalhadores, aguentem a trabalhar (40 horas por semana!),
    Talvez os vossos filhos ou netos consigam o tal emprego pelo qual vocês tanto suspiraram.
    Além de que é reconfortante terem um Estado sorridente (35 horas), bem remunerado, eficiente e orgulhoso.
    Vá lá, não sejam piegas. Vocês não foram suficientemente ágeis na busca do tal empreguito na Direcção Geral ou na junta de freguesia da vossa terra.
    Por falar em terra, amanhã é preciso sair com o gado porque os pastos estão de feição
    e não de esqueçam que para a semana há aquela encomenda para entregar e é preciso
    dar o litro.
    Aguentem portugueses, só vos falta a inteligência.

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  15. Castrol permalink
    7 Abril, 2017 17:44

    É um fartar vilanagem!

    A função pública e respetivos reformados, reclamam porque a diminuição dos rendimentos já não permite ir de férias na Páscoa em Punta Cana…

    Enquanto isso o privado contribuinte, sobrevive com o que sobra dos impostos e dá graças todos os dias por ainda ter emprego para ir sustentando a família…

    Assim vai a solidariedade do TUGA!
    Clamam por igualdade, mas só de baixo para cima.

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  16. SRG permalink
    7 Abril, 2017 18:03

    Bravo !!! acabou a exploração infantil. O (des)governo já deixa que os “tugas” comecem a trabalhar aos 12 anos para terem a reforma sem penalização aos 64 anos!?!?

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  17. Arlindo da Costa permalink
    7 Abril, 2017 19:43

    A ilustre postante critica tudo aquilo que o PSD de Passos Coelho construiu e alvitra.
    Ou seja, trabalhar até morrer para alimentar a banca estrangeira e a corrupção europeia.

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  18. José Domingos permalink
    7 Abril, 2017 19:57

    Os funcionários públicos e famílias são os tugas de primeira, depois existem os ursos para pagar o circo. O partido dos FP, apela a uma redução das horas de trabalho semanal, se trabalharem vinte horas por semana, é muito.
    Estou farto de ser espoliado dos meus descontos, isto é coação, proxenetismo. A Malta de Carnide e qu fez bem, tem que se começar por algum lado……..
    Excelente texto, obrigado

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      8 Abril, 2017 13:55

      Os funcionários públicos na querem trabalhar vintr horas por mês. Isso é uma mentira soez.. Nunca se falou em trabalhar vinte horas ou vinte e cinco horas ou trinta horas em lado algum.

      Eles apenas querem poder fingir trabalhar trinta e cinco.

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  19. Churchill permalink
    7 Abril, 2017 19:59

    Comentário de um trabalhador do Estado (ou seja, que presta serviço público aos cidadãos)

    Eu também não suporto a Avoila, o Nogueira e a ideia de que basta andar por lá para ter direito a salário.
    Mas por outro lado não aprecio a imagem que a Cristina Miranda me afixa. Também tenho filhos, netos, trabalho há várias décadas de forma dedicada, nunca roubei, quase sempre para lá do horário mínimo (sem receber), tenho um salário que é cerca de 1/3 do equivalente nos trabalhadores do Novo Banco com o mesmo grau de exigência.

    Ser enxovalhado por comentários destes só ajuda a Avoila e os outros como ela.

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    • Cristina Miranda permalink
      7 Abril, 2017 21:45

      Onde me viu a enxovalhar OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS? É incrível como conseguem deturpar a mensagem do texto. No entanto foi escrito com muita clareza. Aqui está-se a malhar NO GOVERNO e corporações de parasitas. A sério que não conseguiu atingir isso?

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      • Churchill permalink
        7 Abril, 2017 22:16

        Não devo ter atingido, alguns de nós na FP apesar de pagarmos impostos iguais ou superiores aos outros, julgamos que o que nos pagam é o salário respeitante ao trabalho prestado e não uma esmola que os privados nos deixam na caixa. Manias.
        Depois acho curioso ouvir a conversa de colocar dinheiro nos bancos, como se o problema destes não fosse (em grande parte, que há sempre uns aldrabões públicos e privados) precisamente o imenso malparado que muitos privados criaram, ao assumir riscos maiores que a perna.
        Eu sei que há empresas publicas com imenso passivo, mas boa parte dele (veja-se os transportes) foi causado por patrocinar preços reduzidos aos consumidores (tb privados), o mesmo aconteceu na água (há quem pague meia dúzia de cêntimos por metro cúbico). Também há má gestão? claro que sim, os políticos que os privados elegem (pois são os restantes que faltam nos 600000 FP) e depois levam para o Estado a escumalha (quase sempre parasitas privados).
        Depois há a estória das promoções automáticos que ouço desde os anos 80 e foi sempre mentira. Toda a gente evolui na carreira em todo o lado, mas nenhuma empresa sobrevive (a menos que o Estado lá coloque dinheiro) com todos os trabalhadores congelados durante quinze anos.

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      • Cristina Miranda permalink
        8 Abril, 2017 09:42

        Desculpe, mas você tem o síndrome de vítima da FP. Respire. O texto expõe 1 questão irrefutável: o sector público não se sustenta a si próprio porque é mal gerido, roubado, negligênciado. Mas mesmo assim cresce desmesuradamente sacrificando todo 1 povo para o alimentar. Por outro lado, outra verdade irrefutável: discrimina dividindo os cidadãos em 2 categorias: de primeira e de segunda. Claramente inconstitucional. É isto q meu texto aborda. O resto q fala são traumas seus q vê perseguição onde ela não existe. Fui funcionária pública , tenho amigos na FP,e jamais desrespeitaria essas pessoas. Falar sobre a FP em Portugal não é falar nem criticar trabalhadores.

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      • Churchill permalink
        8 Abril, 2017 18:40

        Não sei se esse síndrome é alguma doença, espero que dê para me reformar mais cedo (já que tenho a fama!).
        Cresce desmesuradamente é o quê em números? -5%, -10% ?
        Discrimina onde? paga mais impostos que eu? reforma-se mais tarde? recebe menos que o seu equivalente na FP? Era mais fácil falar com factos.

        É claro que quando diz que os privados sustentam os outros nos está a ofender, a mim não me sustenta pelo menos que produzo regularmente mais do que aquilo que me pagam de salário (ou seja, o meu organismo deu lucro nos últimos 25 anos, sempre, do qual não distribuiu um cêntimo a nenhum trabalhador)

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    • Viriato de Viseu permalink
      7 Abril, 2017 21:53

      Não se sente bem no funcionalismo público?
      O remédio é simples; despeça-se e mude-se para o privado!
      É capaz de fazer isso? Duvido…

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      • Churchill permalink
        7 Abril, 2017 22:19

        Claro que sim, e se me sinto mal em Portugal devo emigrar, e se não gosto do Blasfémias vou para outro lado.
        Também posso fazer outra coisa que é usar os meus argumentos e defender as minhas opiniões, em vez de fazer comentários merdosos.

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      • 7 Abril, 2017 23:57

        Clap, clap, clap ! ! !

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      • Gabriel Orfao Goncalves permalink
        9 Abril, 2017 14:47

        Não estou de acordo com a generalidade das críticas que são dirigidas aos funcionários públicos, muitas delas meros preconceitos.
        Dito isto, há uma coisa que eu não compreendo de todo nos funcionários públicos (refiro-me aqui apenas àqueles para quem a probabilidade de serem despedidos sem justa causa é praticamente nula, ou seja: à enorme maioria deles): é que os srs. funcionários públicos não dão valor nenhum, mas nenhum, ao facto de terem estabilidade no emprego. Isto é revoltante. Podem dizer que se entraram na FP é porque eram os melhores dos melhores. Mesmo que assim fosse, os outros têm de alombar com empregos mal pagos, horários superiores, e a ter de pôr constantemente algum de parte, à guisa de seguro para quando o desemprego bate à porta?
        Até o Tribunal Constitucional, quando julgou inconstitucionais os cortes (os primeiros, os de 2012, ressalvando-os porém dos efeitos plenos de inconstitucionalidade durante um ano) não ligou rigorosamente nada ao argumento da maior estabilidade no emprego para diferenciar fp de privados! Para logo a seguir, em 2013, vir dizer que a maior segurança no emprego sempre foi alimentada pelo legislador, pelo que não era de qualquer maneira que podia ser posta em causa! (Embora o legislador também pudesse ter feito uma lei com muito mais qualidade…)
        Ou seja: postos de trabalho praticamente assegurados; boas remunerações (sim, eu sei que a carga fiscal é alta, mas é alta… para todos, bolas!); e um tribunal constitucional que só muito limitadamente aceita cortes, mesmo em situação de emergência!
        Quando lhes dizemos: estão mal, mudem-se para o privado, vem sempre um discurso de quem perde as estribeiras! Não dá para acreditar! Afinal, que querem os srs. funcionários públicos??? (E note-se, não me refiro àqueles, que é o caso de dois amigos meus, que, trabalhando embora para o Estado há mais de uma década, não têm qualquer contrato sem termo. São contratos anuais. Mas a estes os “efectivos” não mostram solidariedade nenhuma…)

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    • André Miguel permalink
      8 Abril, 2017 09:03

      Oh Churchil V. Exa não paga impostos, V. Exa recebe impostos!

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      • Churchill permalink
        8 Abril, 2017 18:45

        Então diga isso lá ao pessoal do processamento de salários, que me limpam metade.
        Ou então explique-me lá se acha que pagar uma consulta no privado é um custo e no publico um imposto, ou se a aula do filho no privado é diferente do publico, ou qualquer das outras funções que não envolvam a defesa, segurança e justiça?

        Em todo o caso não se agarre demasiado aos chavões, por via de taxa, imposto ou preço, a mim pagam-me de acordo com o trabalho que produzo, tal e qual os outros todos.

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  20. Pável Rodrigues permalink
    7 Abril, 2017 20:06

    ó Arlindo, estás a trabalhar pouco! Para o 44 debitadas muito mais calinadas. Será que o numero dois do 44 te cortou na ração?
    Vai trabalhar, malandro!

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  21. licas permalink
    7 Abril, 2017 20:41

    Churchill, e há centenas de milhar nas mesmas condições:
    honestos, trabalhadores, assíduos e dedicados, trabalhando
    mais horas do que aquelas prescritas sem retribuição extra.
    Salvé,
    Um reformado da Função Pública

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    • Viriato de Viseu permalink
      7 Abril, 2017 21:57

      …centenas de milhares? Quantas? 4, 5 ou 6?
      Querem ver que os funcionários públicos são os pobres deste País?

      Há poucos anos, houve um estudo em que a média do funcionalismo público ganhava 1,200 euros, e os privados…menos de metade. E são os privados que pagam tudo!!!!!

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      • Churchill permalink
        7 Abril, 2017 22:25

        Também há muitos estudos que demonstram que os tipos que estudavam e tinham boas notas iam para a FP, e os cábulas e ignorantes para as obras.
        Ou até professores que preferiam receber 1200€ no publico que 800€ no privado (apesar do diretor do colégio andar sempre de série 5 com menos de 2 anos).
        Ou os melhores de direito que vão iam para Magistrados (isso antes de advogados vindos dos fados de Coimbra terem tomado conta das adjudicações).
        Estudos são como os chapéus, há muitos

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      • Tiradentes permalink
        8 Abril, 2017 07:46

        Números redondos
        600 mil reformados da FP- custo CGA- 6 mil milhões de euros
        2 milhões e 800 mil reformados da SS- 6 mil milhões de euros
        Qualquer discussão particularizando na tentativa de “justificar” isto só será tentar tapar o sol com a peneira.

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      • Cristina Miranda permalink
        8 Abril, 2017 09:44

        Ouch! 😉

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      • Churchill permalink
        8 Abril, 2017 18:53

        Tiradentes
        Números ovais
        Compare lá o que recebem (uns e outros) em relação àquilo que descontaram. Desses 2,8M, quase metade nunca pagaram nada. Ou acha que na EDP a reforma do Mexia vai ser igual à do porteiro da sede?
        Da CGA subtraia os adotados da PT e Bancos, que por via da incorporação dos fundos de pensões (para pagar divida de todos) vieram ficar pendurados na mesma torneira.

        Ou seja, mesmo um FP médio sabe que para comparar médias as populações devem ter comparabilidade estatística.
        Ou como dizia a vizinha da minha avó, não se podem misturar alhos com bugalhos

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  22. chipamanine permalink
    8 Abril, 2017 22:00

    Onde pára o contraditório do relatório da igf sobre a ss. Estranhamente nunca mais se ouviu falar e estou curioso se já arranjaram mais um subordinado para a chefia intermédia que só tinha um funcionário na sua alçada.

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  23. Gabriel Orfao Goncalves permalink
    9 Abril, 2017 12:51

    teste

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  24. Gabriel Orfao Goncalves permalink
    9 Abril, 2017 13:54

    Bam, após 10 tentativas de comentar aqui, esta vai ser a última.

    Queria chamar a atenção para um facto: alguém sabe quanto ganha, em % do PIB per capita, o FP médio português?

    E como isso se compara com os restantes Estados membros da União Europeia?

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    • 17 Abril, 2017 15:54

      sabe-se. a média anda por 600 euros e 760 euros é o percentil 90. Portanto, os ricos são apenas 10% da população e no percentil 90 cabem os ordenados da função pública.

      Somos uns pelintras, pá, com manias de imitar países ricos

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      • 17 Abril, 2017 17:07

        Esta´aqui mais correcta a informação transmitida numa caixa de comentários:

        ««em 2009 um rendimento de €2000 líquidos mensais (rendimento disponível por adulto, ponderado o rendimento do agregado) colocava o português que o auferisse no percentil 95 da escala de distribuição de rendimentos. Não é gralha- noventa e cinco.

        A mediana estava nos €723 mensais (líquidos).

        Estes dados são públicos, resultam do estudo do INE – ICOR (Inquérito às Condições de Vida e Rendimento das Famílias – 2010) e constam, por exemplo, do estudo “Desigualdade Económica em Portugal” do ISEG para a Fundação Francisco Manuel dos Santos (fls. 25 e ss.).»

        Portantom 2 mil euros- é ordenado de quadro da FP e acima desse valor só 5% da população, em 2009.

        Era curiso actualizar-se a informação porque isto sim, é o nosso retrato.

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      • Gabriel Orfao Goncalves permalink
        19 Maio, 2017 05:49

        Obrigado! Só agora vi q tinha notificação da sua resposta! Os cookies do word press dão-me cabo da cabeça. Desde que me registei no gratavar/word press ou lá o que é que isto piorou. Pensei que ia ter mais facilidade em comentar… saiu ao contrário. Isto só funciona com os “third party cookies” aceites. Mas que geringonça é esta? E há mais gente a queixar-se disto, pelo q vi dps de ter pesquisado na net. Cada vez percebo menos disto. Mas por que é que não fui para engenharia informática em vez de Direito?!? Estava a ganhar uma pipa de massa a esta hora…

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  25. Gabriel Orfao Goncalves permalink
    9 Abril, 2017 14:05

    Procurando na net por:

    inverbis Números, álgebra, percentagens, estatística… e maus exemplos

    encontram vários comentários da minha autoria (melhor será começar pelo último, com corringedas, e depois ler os primeiros já com as correcções em mente) em relação a um artigo do Daniel Oliveira.
    Talvez alguma luz se faça sobre, pelo menos, como são pagos os FP na Noruega e em Portugal.

    (Não consigo fazer comentários com links, alguém percebe porquê? Estou a utilizar o gravatar para fazer login, que é a coisa mais irritante que há.)

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  26. permalink
    11 Abril, 2017 21:03

    A senhora é uma parola!

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    • Cristina Miranda permalink
      12 Abril, 2017 14:55

      Olha só quem veio aqui parar…

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    • Cristina Miranda permalink
      17 Abril, 2017 15:15

      Perdeste o pio? Vá… Não te acanhes… Podes mandar teus piropos à vontade… Eu sei que não me resistes… Ahahahahahahahahah

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      • 17 Abril, 2017 18:21

        Bem me parecia que este era um blog de encontros

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Abril, 2017 15:31

        Pois. Neste caso é alguém que faz tudo para me seguir de forma camuflada. Chame-lhe o que quiser.

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