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O glifosato e as vacinas

20 Abril, 2017

Houve recentemente um pânico em relação a um pesticida chamado glifosato. Segundo os activistas que andam a tentar proibi-lo seria cancerígeno e só não estaria proibido por ser um produto da Monsanto, e clara a Monsanto mexeria os cordelinhos para que não o proibissem. As autoridades públicas seriam então responsaveis por milhares de casos de cancro para garantir o lucro à Monsanto. O assunto foi levado ao Parlamento pelo Bloco e outros partidos de esquerda.

O que é que há de errado aqui? Os países desenvolvidos têm mecanismos rigorosos de aprovação de químicos para uso comercial, existe um procedimento a seguir e autoridades técnicas para tomar as decisões. Estes activistas desconfiam destas autoridades públicas e querem substituir as suas decisões por um processo de decisão política. Parece boa ideia, se o glifosato for realmente perigoso e as autoridades públicas forem corruptas. Mas então porquê ficar pelo glifosato? Há milhares de produtos químicos em uso comercial. Há também na literatura científica estudos para todos os gostos e é fácil criar um pânico em relação a um dos milhares de químicos. Hoje é o glifosato, amanhã será outro.

Mas porquê ficar pelos químicos de uso comercial? Então e os medicamentos? E as vacinas? É igualmente fácil criar desconfiança em relação às vacinas. As pessoas que desconfiam dos pesticidas  desconfiam da principal autoridade sobre o tema, a EPA (que por acaso até revê periodicamente as suas decisões). Mas porque não desconfiar da principal autoridade sobre produtos farmaceuticos, a FDA? E porque não deixar a questão das vacinas ser resolvida por activistas? É certo que os activistas não precisam de ser objectivos nem de seguir procedimentos científicos. Mas isso tanto é válido para a vacina do sarampo como para o glifosato.

As pessoas que se indignam contra os anti-vacinas baseiam a sua convicção em quê? Não pode ser no conhecimento directo do assunto. Não há assim tantos especialistas em vacinação em Portugal. Só pode ser porque confiam no que dizem algumas das autoridades no assunto. Mas se é aceitável que se mine a autoridade das entidades públicas que aprovam os pesticidas porque é que não é igualmente aceitável que se mine  as autoridades de saúde que aprovam vacinas? É isso que os activistas anti-vacinas vão fazendo. E se nós podemos questionar o glifosato o que impede outros de questionar as vacinas? A autoridade pública não é compartimentável, não é possível atacar uma parte dela com activismo político sem  legitimar o activismo político de quem mina a outra parte.

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32 comentários leave one →
  1. piscoiso permalink
    20 Abril, 2017 14:45

    É um assunto difícil. Muitos aditivos químicos têm objectivos mais económicos do que de saúde, filtrados, é certo, pelas autoridades de saúde. Acontece que por vezes até são retirados do consumo certos produtos que se verificou serem nocivos, apesar de terem sido aprovados. Muitas vezes andamos a servir de cobaias “à la longue”, de produtos que foram testados num reduzido espaço de tempo. Cuidado com as alergias.

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    • licas permalink
      20 Abril, 2017 22:20

      O “cientista” Piscoiso assim determinou, acho que em vez de se gastar
      somas enormes para a certificação de produtos, se opte por pedir a
      opinião destes iluminados com poderes absolutos de quais são as sbstâncias
      (se as há) nocivas à saúde.

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  2. 20 Abril, 2017 14:51

    Na mouche. Ainda ontem escrevi:

    E as mães que só dão comida vegetariana aos filhos, mas nunca se esquecem de vacinar o cão? E o Estado que já ouviu estas mães e obriga a haver menu vegetariano nas escolas e não vacinar o cão dá multa? E depois admiram-se de quê? Que estas pessoas foram longe de mais depois de a isso terem sido incentivadas? Só rir.

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    • 20 Abril, 2017 17:11

      Exacto. Eu conheço uma assim- cãozinho vacinado e filha sem vacinas. E o pai teve de amochar porque ela é que mandava.

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  3. 20 Abril, 2017 14:57

    E com a energia nuclear passa-se o mesmo.
    Fez moda e sensação o slogan “Nuclear, não obrigado” do Bloco de Esterco, sem ofensa para o fertilizante orgânico.

    Somos bombardeados por merdices de gente ignorante.

    Quando começou a electricidade passou-se a mesma coisa, MEDO.

    Tudo fruto da ignorância dos meninos do papá que na escola foram alunos medíocres.

    Com o fogão a gás também temos que ter cuidado, seus broncos!

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  4. 20 Abril, 2017 15:11

    Algum tempo atrás ouvi a notícia de que a Bayer tinha comprado a Monsanto. Notei na altura que as notícias sobre o glifosato tinham abrandado/parado. Fui ao site da Bloomberg ver a evolução da cotação da Monsanto e reparei que estava a descer há bastante tempo até sensivelmente a data da compra pela Bayer e que desde então estava a subir.
    Há mais coisas entre o céu e a terra do que se imagina.

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    • Duarte de Aviz permalink
      20 Abril, 2017 18:27

      A compra da Monsanto ainda não foi finalizada e está sob revisão na UE e nos US. A ver pela cotação atual, os investidores não acreditam que se venha a concretizar, pois o valor oferecido pela Bayer é superior à cotação na bolsa de NY.
      Quanto ao glifosato – que mata a fome a mais gente do que a esquerdalha alguma vez poderá imaginar, a lógica é simples – quanto mais fome houver, mais ONGs, mais Guterres, mais Jollies, mais concertos, mais Geldofs e outros idiotas mamam.
      A lógica do Costa não é muito dioferente.

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      • 20 Abril, 2017 22:53

        Acredito, contudo relatei consoante me aconteceu. Vinha a ouvir notícias sobre os malefícios do glifosato e uma dada altura ouvi a notícia de que a Bayer tinha comprado a Monsanto. Fui ver e pareceu-me jogada da Bayer. Só isso. Não ficaria admirado se a realidade fosse essa. E se foi isso que aconteceu, tiro o chapéu à Bayer. E eu uso chapéu.

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  5. Arlindo da Costa permalink
    20 Abril, 2017 16:18

    É de comum entendimento que a indústria farmacêutica visa essencialmente o lucro.
    Se for preciso criar doenças para o efeito, não se fazem rogados.
    Há dias a SIC-Notícias passou um documentário americano com a grande indústria alimentar e a farmacêutica estão de braços dados para acabar com a pequena produção e as práticas tradicionais e até milenares de produzir alimentos (e já agora saúde!).

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    • 20 Abril, 2017 18:16

      Mas há alguma industria que não “visa essencialmente o lucro” ?!…

      Já agora, um dos principais (no final talvez mesmo o principal) factores para o enorme aumento da esperança de vida em todo o mundo é a melhoria da qualidade dos medicamentos e o aumento do respectivo consumo a todos os niveis.

      Isto do “lucro” da industria farmaceutica é que é uma porra !!!!! 😉

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      • licas permalink
        20 Abril, 2017 22:24

        Pelo menos sabemos qual o Partido Político
        que maximiza o lucro________o Partido Comunista.

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    • PiErre permalink
      20 Abril, 2017 18:33

      O Arlindo não vive do lucro que produz, porque não produz nada. Vive do lucro que outros produzem, os que trabalham.

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  6. Tiradentes permalink
    20 Abril, 2017 16:26

    Glifosato, vacinas, pesticidas, aquecimento global ou seja o que for……hoje é “discutido” pelo “activismo” político dos “mais esclarecidos”….
    Os “mais esclarecidos” não precisam de nenhum método científico para discutir seja o que for, bastam as suas “soberanas preocupações” pelo bem dos povos e a humanidade em geral
    A “intenção” é que conta…a intenção aprioristica. Á priori eles consideram deter mentes esclarecidas de uma moral que não está ao alcance de qualquer um que não seja tão activista como ele.
    A biologia passou a ser uma biologia social, a social-quimica, a climatologia humanística….e por aí fora.
    Todas estas noviciências partem de pressupostos adquiridos ( dogmas).
    O primeiro deles é a terrível maldade intrínseca de uma espécie animal sobre a face da terra….o homem. Já se vê que é o “homem” que não seja tão “esclarecido e activista” como ele. O homem divide-se assim entre “eles” e os “outros” . Numa segunda fase o “activista esclarecido” introduz “científicamente” o virus mais mortal que “jamais e tempo algum” a “natureza” produziu, que afecta o tal humano não esclarecido e começam por chamar por ganância. Esta classificação viral na moral do mais esclarecido dura pouco pois este vírus sobre uma metamorfose quase imediata para o vírus do lucro, esse sim o mais mortal de todos.
    A partir destas bases “científicas” podemos ver com facilidade biólogos, químicos, engenheiros, climatólogos, espalhados por todo o lado…são os sociais-biólogos, os sociais-climatólogos …e por aí fora….desde que todos eles cheguem à mesma “conclusão” a que eles chegaram no ínício do raciocínio.
    É muito comum, senão quase regra, que de entre eles, sejam todos os sociais-políticos, “activistas e esclarecidos” e aí chega-se aos finalmente das noviciências…a culpa é do capitalismo.

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  7. ricardo permalink
    20 Abril, 2017 16:34

    A campanha mediático/política contra o glifosato serviu para fazer baixar em vários milhares de milhões o valor que a Bayer deu pela Monsanto. Acabou assim que o negócio foi concluído.- Ele há coincidências!…
    Há muito que as indústrias alimentar e Farmacéutica se servem dos activistas do ambiente e da saúde e segurança alimentar para acabar com os pequenos produtores e com a variedade biológica e as produções tradicionais.
    A regulamentação e legislação que asfixia os pequenos em proveito dos grandes também convém aos burocratas já que lhes traz poder e orçamentos para gastar.
    É sempre para “bem da saúde e do ambiente” que se cozinham na UE e nos ministérios resmas de legislação que aproveita a dúzia de grandes empórios que controlam a produção e distribuição de alimentos e medicamentos e enche os bolsos dos políticos com taxas e liçenças.
    E quem é que pode ser contra a saúde pública e a natureza…..

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    • oscar maximo permalink
      20 Abril, 2017 19:55

      Há que separar bem os assuntos. Quanto á saúde os ativistas não seguem a grande maioria dos cientistas. Quanto ao aquecimento global, são estes críticos aqui, mais o Ricardo, que seguem os curandeiros, e não a ciência estabelecida. Pelo que, a autoridade para fazer criticas, se encontra bastante diminuída.

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  8. 20 Abril, 2017 17:10

    A desconfiança em relação às vacinas vem literalmente dos mesmíssimos tabus alimentares e é uma variante hippie ou neo-vegan anti-capitalista do que já as heresias medievais faziam.

    Tabus- novas religiões obscurantistas em nome da pobreza e do “natural”.

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  9. Carneiro permalink
    20 Abril, 2017 17:24

    Levanta questões que não podem ser colocadas no mesmo saco.
    O movimento anti-vacina na parte do plano nacional de vacinação vive da batota intelectual. Sabem que 99% está vacinado, por isso sabem que podem arriscar a não se vacinar, pois a probabilidade de serem infectados é diminuta. Se a taxa de cobertura de vacinação fosse de 50% eles já não arriscavam. É mero oportunismo estatístico. Desta vez correu mal. Com tanto migrante a entrar na Europa sem vacinas, os bicharocos apareceram.
    Outras vacinas são as anuais da gripe que surgem em campanhas de repente , já com stocks preparados prontos para a distribuição, com as estirpes antecipadamente conhecidas – que é uma coisa que eu sempre achei muito estranho, mas deve ser por ignorancia científica minha – com a operação de markting montada, até com noticias de que estão a esgotar (como os bilhetes do Coliseu) para convercer os retardatários a comprar as ultimas. Significam uns milhões largos para a Industria farmaceutica e nunca se consegue comprovar a sua verdadeira eficácia. A malta constipa-se mais ou menos como em todos os anos.

    Quanto ao glifosato, que eu já utilizei, apenas posso dizer que o rendimento por hectare era cada vez menor. Ou seja, cada vez precisava de mais produto para matar as infestantes em cada hectare. Isto porque a planta infestante queimava no local onde era afectada, mas mais tarde regenerava nesse exacto local. Ou seja, a infestante ganhou resistencia. Entendi que estava a ser pouco saudável continuar a aumentar as doses de herbicida. A decisão não teve a ver com o cancro, nem com a Monsanto. Teve a ver com os custos e com o bom senso sobre o equilíbrio que deve existir na utilização dos agro-químicos. Voltei á freze.
    O meu ponto é que nem todos os que se preocupam com os agro-químicos ou com certas vacinas têm que ser rotulados de certa maneira.

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    • Duarte de Aviz permalink
      20 Abril, 2017 18:40

      Também já li estudos comparativos sobre o rendimento por hectare na Europa (com abricultura avançada, não em Pt) e nos US que indicam rendimentos comparativos em alguns casos, mas a agricultura Americana é muito diferente da Europeia e seria muito difícil para a dimensão das parcelas no Mid West produzir com os niveis actuais sem o uso de sementes geneticamente modificadas e o glifisato. Sem GMOs, o glifosato é como outro herbicida.

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  10. lucklucky permalink
    20 Abril, 2017 18:31

    “Quanto ao glifosato, que eu já utilizei, apenas posso dizer que o rendimento por hectare era cada vez menor. Ou seja, cada vez precisava de mais produto para matar as infestantes em cada hectare. Isto porque a planta infestante queimava no local onde era afectada, mas mais tarde regenerava nesse exacto local. Ou seja, a infestante ganhou resistencia.”

    Se você seguisse as instruções isso não aconteceria.
    Na embalagem do Roundup vem lá dito isso mesmo, que é necessário variar o tipo de pesticida porque as infestantes podem ganhar resistência caso se use Roundup continuadamente.

    O Glifosato foi proibido quando já estava fora de patente… Qualquer um pode fabricar…

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    • Carneiro permalink
      20 Abril, 2017 22:17

      E quem é que lhe disse que contei a história toda, porra ? Só se estava a falar do Glifosato…
      Tambérm quer que lhe fale da freze para por defeito ?
      Coisa fácil passar atestados de analfabeto por aqui, foda-se….
      E Você é quem, o Sousa Veloso da Herdade da Badalhoca ?

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      • lucklucky permalink
        20 Abril, 2017 22:50

        Buh!.Então o que é que você quer?

        Qualquer pessoa que o leia entende que você continuou a colocar o glifosato sem alternância e depois apercebeu-se da crescente resistência…
        Se tal não é verdade então deveria tê-lo escrito de outra maneira.

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      • Carneiro permalink
        21 Abril, 2017 21:53

        Eh pá eu não tenho que escrever as coisas como voce quer só, para que voce tenha razão. Tente ser mais comedido e não apouque as pessoas, porra. Uma caixa de comentários não é uma tese de mestrado. Pelo menos para mim.

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  11. piscoiso permalink
    20 Abril, 2017 19:48

    “Agência do Medicamento de França concluiu que o fármaco para epilepsia e distúrbio bipolar Valproato provocou entre 2150 a 4100 malformações congénitas nos últimos 50 anos.” – Público (última hora). Depois é capaz de haver um medicamento para essas malformações, que provoca epilepsia.

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  12. javitudo permalink
    20 Abril, 2017 20:18

    Se não fosse a indústria farmacêutica muitos talvez já não estavam vivos. Claro que há o lucro, o lucro maldito. Sociedade sem lucro, é o paraíso. Em Caracas é visível.
    A chalaça do lucro conta a vida é própria de quem não para para pensar.
    Sem perspectivas de lucro ninguém investiria no setor farmacêutico, sector fundamental para salvar vidas. Os remédios existentes não saem do escape das geringonças nem do altruísmo de uns tantos. Resultam de avultados investimentos em pesquisa e desenvolvimento e é justamente o lucro que permite o reinvestir em novos produtos.
    Que a indústria farmacêutica é useira e vezeira em fraudes, claro que é. A solução será fechar as suas portas? Na URSS fez-se isso, mas quando a clique precisava mandava-se vir de fora, ou secretamente, acorria-se a centros de ponta na Suiça, em Londres ou até, pasme-se, nos EU.
    Só sociedades livres e esclarecidas podem lutar conta a fraude, a carneirada, a palhaçada e os travestis são impotentes perante o crime do colarinho branco com os seus amigos de peito, os esquemas ardilosos e as fotocópias encardidas. É para uma sociedade desse tipo que estamos a caminhar?

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    • Filipe Costa permalink
      20 Abril, 2017 22:00

      Você deve imaginar os custos de investigação… Isoo tem que ser pago e bem pago, que as patentes duram pouco.

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    • licas permalink
      20 Abril, 2017 22:38

      javitudo PERMALINK
      20 Abril, 2017 20:18
      Se não fosse a indústria farmacêutica muitos talvez já não estavam vivos. Claro que há o lucro, o lucro maldito. Sociedade sem lucro, é o paraíso. Em Caracas é visível.
      – – – – –
      Olhe, javitude, eu : infiltração pulmonar aos 19 anos, eu agora prestes a completar 83.
      Dizem que a dihidoroestreptomicina (que tomei em doses cavalares) destrói os rins,
      bem, é capaz de ser verdade, e daí?

      Sempre achei que o “terrorismo anti-capitalista” de que os “correcto-pensadores”
      exibem não é mais do que preconceito tolo “anti-EUA”.

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  13. ABC permalink
    20 Abril, 2017 21:38

    Claro que os medicamentos fazem mal. Claro que os pesticidas fazem mal. Não é essa a questão. Uma vez recusei-me a tomar um medicamento porque podia fazer uma reacção mortal, e o médico disse-me que sim, que em média 1 pessoa em 100 000 morre, e eu posso ser o próximo – MAS 99 999 pessoas curam-se, e é para essas que ele tem de olhar.
    Quanto aos pesticidas, quem quiser experimente cultivar seja o que fôr sem os usar, que os insectos e lagartas agradecem, e depois quem quiser que coma lagartas e insectos.
    Note-se que as indústrias farmacêutica e química não são santas, longe, longe disso. Os mais honestos são os do tabaco – vendem cancro e toda gente sabe.
    Mas e se eu lhes disser que a indústria mais poluente do planeta é a da moda? Sim, sim, a indústria têxtil. E o quê agora, abaixo a roupa?

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  14. licas permalink
    20 Abril, 2017 22:46

    ABC PERMALINK
    20 Abril, 2017 21:38

    Diz muito bem : ABAIXO A ROUPA, como eu pedia
    quando ia para o sofá com a minha namorada. . .

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  15. Luís permalink
    21 Abril, 2017 09:47

    O problema não está em cada um se armar em treinador de bancada e dizer o que lhe vier à cabeça. O problema está em isso influenciar opções políticas, impedindo que o cidadão beneficie do do facto de, ao contrário do que sucede com a Economia, haver algum rigor na áreas da Química e da Farmacologia.. Comparar as vacinas com o glifosato é um disparate monumental e o João Miranda devia saber isso. É que os mecanismos de controlo não são os mesmos. E os de comercialização, também não. Pois… Talvez fosse melhor, o João Miranda entreter-se a avançar prognósticos sobre o Sporting-Benfica.

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