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“Situação inaceitável” disse o ministro da Defesa. Tancos? Não…

3 Julho, 2017

Entrevistado na RTP o Chefe de Estado-Maior do Exército, general Rovisco Duarte, declarou que não lhe “passa minimamente pela cabeça” apresentar a demissão por causa dos acontecimentos de Tancos. Não deixa de ser curiosa esta afirmação vinda de um Chefe de Estado-Maior do Exército que chegou ao cargo após o seu antecessor, general Carlos Jerónimo, ter sido forçado a demitir-se porque o subdirector do Colégio Militar fizera uma declaração que podia ser interpretada como discriminatória para os alunos homossexuais.

Em Abril de 2016 nem o ministro da Defesa nem o Presidente da República esperaram por melhores explicações ou que a poeira assentasse. Imediatamente o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, veio pedir explicações, considerando a “situação inaceitável” (nada de pedidos de informações sobre boas práticas). O BE imediatamente requereu a audição do general Carlos Jerónimo para lhe perguntar se tinha conhecimento da “discriminação em função da orientação sexual”, existente no Colégio Militar. E de imediato o Presidente da República aceitou o pedido de demissão do Chefe do Estado-Maior do Exército, general Carlos Jerónimo, que foi substituído pelo general Rovisco Duarte. Um ano e dois meses depois tudo isso parece ter acontecido noutro mundo.

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13 comentários leave one →
  1. 3 Julho, 2017 12:20

    Prioridades…

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  2. maria permalink
    3 Julho, 2017 13:05

    V.Exª. não está a ver bem o problema!Então queria que num país com quase 200 generais e 900 coronéis fizessem as rondas aos depósitos do material de guerra em Tancos! Podia ser se fosse na potência América com menos generais.Aqui!

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  3. José Domingos permalink
    3 Julho, 2017 13:09

    Critérios. Resta saber quem é este militar. Terá família nas estruturas do ps, será amigo de alguém? Nesta altura do campeonato convém saber. Agora os mortos de Pedrogao e o material de guerra que se lixe. O “governo” já encomendou estudo de popularidade.
    Nunca pensei em assistir a uma imbecilidade destas. Temos o que merecemos e votámos, ou não.

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    • Monti permalink
      4 Julho, 2017 06:39

      Por falar na bovinidade político-militar. Anos Passos-Aguiar Branco (MDN). Sob efeitos da crise (tempo Troika), a mais ampla reforma na Defesa e Forças Armadas. Na AR, com bovinidade habitual das oposições com relevo para o PS. Quem dirigiu ou desenhou a reforma, senão o antigo amigo de Fernando Nogueira (MDN) de Cavaco Silva? O criador da paródia dos 4 meses de SMO, à qual a estupidez PS contrapunha 3? E agora como major-general, na direcção do grupo de trabalho que levou a cabo tal hercúleo trabalho?
      Resultados: a) uma reforma ao sabor da ‘corporação’ militar; b) uma reforma a garantir um deserto militar em Tancos.
      Confiança política, disse ela. Hoje, Lady Cristas.
      Os amigos são para as ocasiões.

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  4. Alexandre permalink
    3 Julho, 2017 13:33

    Helena Matos, ainda não parou de fazer fretes a Pedro Passos Coelho.

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    • 3 Julho, 2017 13:56

      vc., que não opina e só vê “fretes” em todo o lado, não se importa por fazer fretes e de idiota útil da geringonça.

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      • Alexandre permalink
        3 Julho, 2017 21:29

        Vá sodomizar um amiguinho da sua praça, seu atrasado mental.

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    • LDM permalink
      3 Julho, 2017 14:48

      Alexandre, você devia considerar o uso de ajuda especializada, já é mania ver o Passos em tudo …

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    • Tiradentes permalink
      3 Julho, 2017 18:14

      Mais um fretista avençado da Katrina Maduro a incomodar-se com o Gandhi

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  5. Juromenha permalink
    3 Julho, 2017 13:35

    Com perdão da má palavra, um “governo”, um “exército” e um “parlamento” que dá prioridade , e relevo, a paneleirices , está acabado.
    E o que ainda resta de país, acéfalo e abúlico, idem.

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  6. carlos alberto ilharco permalink
    3 Julho, 2017 14:36

    Um larilas tem muito mais sensibilidade porque junta uma componente feminina para analisar problemas.
    Logo ao destruir-se a carreira deste aluno, estava a destruir-se um futuro general, que a seu tempo olharia para as cercas debruçando-se sobre o problema e resolvendo-o.
    Como ainda não há nenhum general larilas, foi o que viu.
    Não se debruçam.

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  7. Arlindo da Costa permalink
    3 Julho, 2017 16:56

    A tropa é que tem de ser responsabilizada.
    Se fosse nos EUA ou Rússia, a esta hora toda a cadeia de comando estava demitida e detida.

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