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Os robespierres domésticos já resolveram a causa a que o comité se vai dedicar nos próximos meses

2 Setembro, 2017

PÚBLICO: Portugal é dos países da Europa que mais manifestam racismo

Portugal é sempre mais qualquer coisa nefanda que os comités se propõem erradicar.

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14 comentários leave one →
    • lucklucky permalink
      2 Setembro, 2017 19:37

      Golpe Bolchevique em vez de Revolução, parem de usar os adjectivos dos próprios.

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  1. 2 Setembro, 2017 17:39

    Depois das autárquicas, vem isto:

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ideologiadogenero

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  2. 2 Setembro, 2017 19:06

    fantástico! estamos à frente! ups!
    afinal somos dos que mais acreditam que há raças inferiores a nós
    uma dúvida:
    qual é mesmo a raça dos portugueses?
    é que eu não consigo perceber qual é e ando por aí de norte a sul
    a única coisa pura que os portugueses têm
    são o cavalo lusitano, o serra d’aires, o podengo, o perdigueiro e o cão de água português
    o resto, no que toca a gente, é uma mistura muito promiscua
    que seria interessante não fosse a prevalência de tanto atrasado mental por metro quadrado

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  3. Carneiro permalink
    2 Setembro, 2017 19:28

    ….sob pena dos comités perderem a razão da sua existência. É por isso que temos mais Técnicos sociais frustrados do que migrantes em transição. E a alta comissária sempre a reclamar por não lhe enviarem mais encomendas de refugiados. E é por isso que se recolhem tantas crianças e se burocratiza tanto as adopções. Aqueles milhares de tecnicos sociais – onde pontificam as Doutoras Susanas e as Doutoras Carlas – têm que marcar a sua existencia e garantir a sua subsistência.

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  4. Adriana Lima permalink
    2 Setembro, 2017 20:36

    Peço desculpa, mas parece-me real. Acho os negros e os ciganos do mais racista que existiu, existe e alguma vez existirá à face da terra, daí não ficar surpreendida.

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  5. Expatriado permalink
    2 Setembro, 2017 23:39

    Mudaram de táctica depois da queda do muro

    http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/joao-pereira-coutinho/detalhe/tudo-se-transforma

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  6. Terry Malloy permalink
    3 Setembro, 2017 01:36

    Nos próximos meses?

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  7. Arlindo da Costa permalink
    3 Setembro, 2017 01:59

    Mais um texto de antologia 🙂 como é que um povo com sangue mouro, subsaariano, cigano, indiano, malaio e judeu é ainda racista????

    Já olharam parta a cara dum português ou duma portuguesa?? Qual a diferença entre uma portuguesa e uma magrebina ou oriunda de Benguela?

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    • Olympus Mons permalink
      3 Setembro, 2017 10:49

      Arlindo… Está tão errado que até um livro dava se lhe fosse a responder.
      Mas é fascinante esta mistura dos dias de hoje entre pura ignorância e baixa auto estima. Enfim.

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  8. 3 Setembro, 2017 11:07

    Os alegados estudos na área das ciências sociais devem ser, cada vez mais, escrutinados porque transformaram-se em instrumentos para justificação de posições ideológicas. Deve começar por se questionar a sua metodologia e as suas fontes de dados e informação.
    Este artigo do Público é demonstrativo disso mesmo.

    O artigo não apresenta dados originais alguns. Remete para um estudo que não foi ainda publicado (…estudo que ainda não foi publicado, The Role of Egalitarian and Meritocratic Norms on the Depersonalization of Black People,…) e como tal não foi sujeito a escrutínio público.
    Menciona outra investigação que teria utilizado dados do European Social Survey (…no programa de investigação Atitudes Sociais dos Portugueses, com dados do European Social Survey…) mas não publica os dados do ESS nem apresenta um link para esses mesmos dados do ESS. O único quadro com dados apresentado cita como fonte o Atitudes Sociais dos Portugueses e não o European Social Survey.

    O tal estudo ainda não publicado foi feito com 40 estudantes universitários portugueses. Como e porquê foram escolhidos só 40 estudantes num universo de milhares? Quais os critérios de escolha desses 40? São estudantes de que raças? São estudantes que convivem regularmente (Diário? Semanal? Mensal? Anual? 2 vezes na vida? Nunca?) com pessoas de outras raças diferentes da deles? A conviverem com pessoas de raças diferentes das deles qual o número dessas pessoas? Que tipos de convívio têm: familiar (marido/mulher, cunhado(a), primo(a), outro?), afectivo (namorado/a, amigo(a)? outro?), profissional (colegas de trabalhos, chefes, subalternos?)?
    Importa saber estas respostas para se avaliar do grau de conhecimento pessoal dos indivíduos da amostra sobre o tema objecto de estudo. E importa conhecer para sabermos se a sua opinião é formada pela experiência pessoal ou resulta apenas de ouvirem outros (amigos, familiares, telejornais, políticos, comentadores nos mídia, etc) falarem ou escreverem sobre o tema.

    Como podem observar, existe uma multiplicidade de questões que importa esclarecer e definir antes de se realizar um estudo na área das ciências sociais, e nem citei todas as possíveis que devem ser colocadas quando somos confrontados com estes estudos.
    Não sendo bruxo nem o Nostradamus iria jurar que os inquiridos destes alegados estudos não estarão habilitados a responder de forma séria às questões colocadas sobre este tema do racismo.

    Outro aspecto questionável destas análises comparativas dos diferentes países do European Social Survey é a exposição de cada país e seu povo ao contacto com pessoas de diferentes raças.
    Será que os finlandeses entram em contacto com um número idêntico de pessoas de raças diferentes da deles quanto os portugueses ou os gregos? Contactando com um número diferente de pessoas de raça diferente da deles isso limita o número de interacções dos finlandeses com essas pessoas ou aumenta, ou é igual ao número de interacções dos portugueses ou gregos?

    Espero ter transmitido a ideia de quão complexos são estes temas e difíceis a sua análise séria e realmente científica.
    Em Portugal estes assuntos estão entregues a gente que chama Gabriel Mithá Ribeiro de “pretinho salazarista”. Curiosamente no Observador os artigos de opinião de Gabriel Mithá Ribeiro são remetidos para a parte de baixo da coluna de Opinião e retirados após um ou dois dias de publicação. Em contrapartida os artigos do branco Luís Aguiar Conraria são destacados e mantidos por vários dias com os mais diversos dislates sobre o tema racismo.
    Alguém já perguntou ao LAC com quantos pretos ele convive diariamente? Quantos familiares de outras raças existem na família do LAC? Onde ele adquiriu a percepção de racismo que tem (pessoalmente? Através dos mídia? Ou dos discursos das esganiçadas?).

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    • 4 Setembro, 2017 06:21

      Não há ciência social nem política, pelo menos no sentido que se atribui às ciências sérias – física, matemática, etc.
      As “ciências” de pacotilha estão para a verdadeira ciência como a astrologia está para a astronomia.
      Um sociólogo ou um politólogo não diferem dum tarólogo, a não ser pela mania dos parvos os tratarem por sôdotor.

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      • Fássista permalink
        4 Setembro, 2017 23:22

        Como licenciado em “ciência” política, posso confirmar a veracidade da afirmação acima. Bem burro fui. Vais valia ter usado o dinheiro para comprar outro carro.

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  9. carlos alberto ilharco permalink
    3 Setembro, 2017 11:09

    Uma absoluta estupidez, claro que Portugal é racista mais que não seja pelo quase um milhão que “retornou” e que não morre de amores pelos negros.
    Mas primeiros?
    Alto lá, que a França vai começar a ficar irritada se lhe tiram lugar, bem bastou perderem o Europeu.

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