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Finalmente o resultado das legislativas de 2015

2 Outubro, 2017

Dois anos depois António Costa ganhou as legislativas de 2015. Ao longo dos 24 meses que separam as legislativas de 2015 das autárquicas de 2017, Costa tratou de apagar aquela derrota. E conseguiu: nestas autárquicas, o PCP faz as contas ao que perdeu, o BE ao que não ganhou e Passos Coelho fez finalmente o discurso da derrota. Já o CDS prepara-se para poder viabilizar um Costa versão pós geringonça. Só o PS ganhou. Por isso podemos dizer que estas eleições foram alegadamente autárquicas. Na verdade elas encerraram as eleições de 2015.

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16 comentários leave one →
  1. Eduardo permalink
    2 Outubro, 2017 10:28

    Ó tempo volta para trás…

    Regressámos ao tempo em que os socialistas escolhiam um candidato para primeiro da lista
    lhe punham umas orelhas grandes
    com pala e tudo

    e ganhavam eleições.

    Mas neste caso foi o povo que escolheu

    Não como em 2015 que usurparam o poder

    Agora o povo que aguente

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  2. 2 Outubro, 2017 11:11

    Em 1º lugar quero dar os parabéns ao Tó Kosta. Finalmente ganhou umas eleições. Já não era sem tempo. Pena não serem as legislativas.

    Em 2º lugar a confirmação do PSD como partido sem ideologia distinta do PS e sem liderança forte que tenha ideias e convicções. A diferença de ter um líder sério e responsável é pouco para convencer o eleitorado. As pessoas precisam de acreditar em alguma coisa e PPC não transmite nada de novo nem diferente das ideias existentes no actual espectro partidário.

    O PSD deve refundar-se e regressar ao PPD, adoptar uma ideologia liberal e propor um novo regime para substituir este putrefacto regime que se arrasta de resgate em resgate, de corrupção em corrupção.

    Os putativos substitutos de PPC no PSD ainda são piores que PPC e não apresentam, nem representam, qualquer alternativa credível a PPC e ao PS. Alguns deles parecem mesmo serventuários do PS.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      2 Outubro, 2017 14:27

      “adoptar uma ideologia liberal e propor um novo regime para substituir este putrefacto regime que se arrasta de resgate em resgate”

      Duvido que o povoléu vote nisso.

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      • 2 Outubro, 2017 15:19

        Parafraseando o meu saudoso avô materno: “todo burro come palha, a questão é saber dar-lha”.

        O PSD não tem alternativa: ou se extingue por via de ser um apêndice do PS ou se regenera e transforma o regime por dentro.

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  3. piscoiso permalink
    2 Outubro, 2017 11:29

    Tal como PPC, ainda andam por aqui a falar das legislativas de 2015.
    Olhando o passado, chorando o presente, vendo o futuro às apalpadelas.

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  4. 2 Outubro, 2017 12:31

    Custa-me explicar a estrangeiros a paranoia obsessiva de que ganhamos as eleições, tinhamos de ser nós a governar… mesmo sem maioria. E é essa obstinação que arrasa o PSD, chover no molhado, tivemos mais votos mas não temos maioria, as regras constitucionais foram seguidas, o mundo não acabou nem houve nenhuma nova aparição em Fátima. Keep Calm and Move On, este resultado do PSD dá-me Schadenfreunde, estou farto.

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    • 2 Outubro, 2017 13:28

      O facto de estar farto não altera a realidade: os partidos que compõem e apoiam o Governo perderam as eleições da actual legislatura.

      E quebrou-se o consenso nacional que sempre existiu (expressão querida do Tó Kosta… quando dá jeito) de ser o partido vencedor a formar Governo mesmo que minoritário na AR. Na anterior legislatura foi assim com o PS/Sócrates.

      O passado está a repetir-se e para pior: a dívida atingiu um recorde de 250 mil milhões de euros. A caminho de novo resgate e pela mão dos suspeitos do costume: PS.

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      • 2 Outubro, 2017 15:06

        O mundo avança, as tradições mudam, essa tradição não está escrita em lado nenhum, o que contam são as regras da constituição preto no branco, e essaas foram cumpridas, com muita azia minha e colossal do Aníbal. E as eleições elegem os representantes do povo, que depois apoiam ou não appoiam o programa do governo. A tradição de escolher o partido com maior número de deputados para formar governo tudo bem, mas senão funciona e existia uma espécie de opção, fica difícil explicar porquê não escolhe-la, daria a entender que há votos mais iguais que outros, isso vai contra a democracia. Democracia representativa a funcionar, e ela funciona quer para as coisas que eu gosto como aquelas que não gosto. Quanto à dívida, a questão é saber se fosse o governo do PAF se teria baixado ou crescido mais devagar. Eu tenho a ideia de que a troika previu que ia crescer mais nos anos a seguir à sua vinda, e depois é que começaria a baixar. O que vejo é superavits primários, taxas de juro negativo, custa-me dizer isso mas parece que os mercados não se importam, parece normal o que está a acontecer e mais parte a dívida vai baixar. Se fosse assim tão mau porque razão nos davam dinheiro e pagam na prática para ficar com ele. A 10 anos as taxas são elevadas, está-me a dizer que o barco aguenta por agora, mas no futuro as coisa talvez vão correr mal….

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      • 2 Outubro, 2017 15:21

        @ tripeiropreocupado

        Nunca questionei a legitimidade formal/constitucional do actual Governo. Isso não altera em nada o que escrevi.
        O futuro vai encarregar-se de demonstrar que o resto do seu comentário é levianamente optimista.
        Recomendo-lhe a leitura deste post no blogue Corta-Fitas: O perfeito irresponsável.
        O link aqui fica http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/o-perfeito-irresponsavel-6587791

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      • 2 Outubro, 2017 15:52

        Mas discorda da legitimidade no sentido mais amplo, quando escreve “E quebrou-se o consenso nacional que sempre existiu (expressão querida do Tó Kosta… quando dá jeito) de ser o partido vencedor a formar Governo mesmo que minoritário na AR. Na anterior legislatura foi assim com o PS/Sócrates.”. E continuo a questionar, se o mundo muda para quê manter as tradições, e consenso mesmo quando podre? Neste país nada muda, é por isso que somos atrasados… pelo menos houve mudanças, é por isso que voto contra o estabelecido, percebi que mesmo que seja mau, não mudar é pior.

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      • 3 Outubro, 2017 08:54

        Sempre discordei e continuo a discordar da legitimidade política deste Governo. Não confundir com legitimidade formal/constitucional.

        A falta de legitimidade política advém de nenhum dos partidos que compõem e apoiam o actual Governo nunca ter dito aos seus eleitorados que formariam e apoiariam um Governo conjunto caso perdessem as eleições.
        O PS nunca afirmou que faria um Governo com a extrema-esquerda, nem os 2 partidos de extrema-esquerda que apoiam o Governo nunca afirmaram aos seus eleitores que o fariam.
        Não me venham com o argumento de também nunca dizeram que não o fariam porque as escolhas do eleitorado são feitas pelo se promete e não pelo que fica omisso. E as posições da extrema-esquerda sempre foram anti-PS antes e durante a campanha eleitoral, assim como as posições do PS também foram anti-extrema esquerda antes e durante a campanha eleitoral.

        Mudar apenas por mudar é estultícia. A mudar é o que está errado e/ou não traz nada de positivo. O resto é para manter e/ou melhorar.
        O que temos observado é mudar tudo para tudo ficar na mesma. Mudanças de cosmética que nada alteram.
        Fez-me sorrir quando escreve que vota contra o estabelecido. Imagino que vote no PNR. É que se vota em algum dos outros está a votar no estabelecido.

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  5. Arlindo da Costa permalink
    2 Outubro, 2017 17:26

    Ainda bem que o neo-comunismo passista e o miserabilismo cavaquista estão a passar à História.

    Para bem do povo e desta brava Nação!

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