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Ide pastar, como a vaca voadora

29 Dezembro, 2017

A partir de agora, em nenhum bar dentro de estabelecimento de saúde poderá ser encontrado qualquer dos seguintes produtos:

  • Salgados (rissois, croquetes, empadas, chamuças, pasteis de massa tenra, frigideiras, pasteis de bacalhau, folhados salgados e produtos afins1)
  • Pastelaria (bolos ou pasteis com massa folhada e/ou creme e/ou cobertura)
  • Pão ou outro com recheio doce
  • Charcutaria (chouriço, salsicha, presunto, etc)
  • Ketchup, maionese e mostarda
  • Bolachas e biscoitos comestíveis
  • Refrigerantes (inclui ice tea).

O diploma, apesar de parecer bastante limitativo, é, porém, bastante permissivo: continua a ser possível comer merda desde que não lhe seja adicionada sal. Os meus parabéns ao gordo do António Costa: os porcos já andam de pé, só falta andarem de bicicleta para o circo estar completo.

Diploma disponível aqui.


1 “produtos afins” pode ser traduzido, neste contexto, por “comida”.

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144 comentários leave one →
  1. 29 Dezembro, 2017 14:16

    Eu acho bem, o comerciantes em redor só têm a ganhar, com o aumento da clientela.

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    • 29 Dezembro, 2017 15:48

      Exato! As casas de comes e bebes perto de hospitais vão ser valorizadas, e muito.
      Será que algum dos legisladores tem propriedades por aí? Mmmmmmmmm…

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      • 29 Dezembro, 2017 21:24

        V.s fazem luxo em mostrar que são labregos.

        Ponto final.

        Só isso explica como haja demasiados homenzinhos e mulherzinhas idênticos aos feios porcos e maus e que se julgam em patamar intelectual superior.

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  2. Colono permalink
    29 Dezembro, 2017 14:24

    Caro postador VitorCunha:

    Esqueceu-se da Legionella em gotas e Pernil.

    Bons Presuntos

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  3. JPT permalink
    29 Dezembro, 2017 14:34

    O mg tem toda a razão. Nunca vi tamanho estímulo à iniciativa privada por parte deste governo.

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    • 29 Dezembro, 2017 21:26

      As máquinas onde vendem apenas essa merda são exploradas por privados.

      V.s gostam é do totalitarismo da merda mais merda e impedem que haja critério de qualidade num serviço público.

      É apenas e exclusivamente isto que se depreende de tanto comentário labrego.

      Ou nunca estiveram num hospital e nem sabem o totalitarismo de trampa diponível para se comer, ou gosta de ser parvos por efeito de reflexo condicionado de cartilha

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      • Gonçalinho permalink
        30 Dezembro, 2017 12:13

        Merda você come se quiser. A escolha ser sua é um totalitarismo, pelos vistos…?

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      • 30 Dezembro, 2017 12:21

        Sim, gonçalinho- tu comes merda mas se queres impôr merda a toda a população que usa hospitais estatais e nem lhes dás alternativa de comida minimamente decente, és um merda socialista.

        Entendes?

        A diferença entre um neotonto e um sociotonto por vezes é impossível de se detectar a olho nu.

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  4. Arlindo da Costa permalink
    29 Dezembro, 2017 14:36

    Se o governo não colocar um travão na ingestão exagerada de açúcar e sal não há serviço nacional de saúde que nos valha.

    Aliás, isso devia começar pelas nossas casas. Quem quiser envenenar-se então que pague o funeral.

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    • 29 Dezembro, 2017 14:36

      Quem paga o seu funeral?

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      • Arlindo da Costa permalink
        29 Dezembro, 2017 14:41

        O meu é a Mútua.

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    • Colono permalink
      29 Dezembro, 2017 15:41

      Camarada Arlindo

      Assim morres insonso…

      Será pra bicharada não te comer?

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    • Churchill permalink
      29 Dezembro, 2017 16:57

      Camarada
      A prevenção é para fazer, mas não será no bar dos hospitais (aí é capaz de ser tarde!).

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      • 29 Dezembro, 2017 21:13

        È verdade. No bar dos Capuchos é impossível comer mais do que soupa e não há absolutamente nada minimamente decente para se levar a quem está internado.
        No de S. José é igual

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      • 29 Dezembro, 2017 21:31

        Sopa, caraças. Que ainda venho com o efeito do cozido natalício

        ehehehe

        Os tugas estão completamente desnaturados por efeito de novela e tv.

        Agora até são capazes de militar pelo direito a ficarem doentes e gordos, desde que cheirem a chouriço e andem de beiçola reluzente de livre-arbítrio na pança

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    • Tiradentes permalink
      29 Dezembro, 2017 17:10

      E diria mais Arlindo. Um gajo que apresente uma barriga como a do Antonio Costa (de comer caril chacuti e balchão) nem devia ter direito a entrar nun serviço público de saúde.
      Se se quer envenenar daquela forma com aqueles condimentos malignos todos ele que faça um seguro na Mutua como vc.

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    • A.lopes permalink
      1 Janeiro, 2018 17:19

      Ó arlindinho:e que não louvasses as tontices do teu chefe, o camelo chamuça mais conhecido por monhé/indiano/baboucha!

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  5. Miguel Santos permalink
    29 Dezembro, 2017 14:59

    Explicando melhor a primeira regra: os Salgados em geral e o Chamuças em particular não podem ser comidos nos bares dos hospitais públicos. Ou seja, se o Ricardo Salgado, os seus familiares, ou o António Costa, tiverem necessidade de recorrer a um hospital público por não existir um privado na área onde se encontrarem, ninguém lhes pode “fazer a folha” no bar desse hospital. Daí também serem proibidos outros alimentos como os folhados, ou o mil-folhas…

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  6. 29 Dezembro, 2017 15:46

    Bem, lá vem o totalitarismo dos iluminados do costume. Agora já patrulham o que comemos, só falta -como eu disse há uns tempos- colocarem um contómetro, à porta da nossa privada, de modo a pagarmos taxa de uso 🙂

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    • 29 Dezembro, 2017 21:21

      Já tentou cagar e comer publicamente o que lhe pertence e foi presa?

      Que eu saiba ninguém controla as taras de cada um.

      Agora que o Estado as imite e disponibilize obrigatoriamente apenas as taras idênticas, é que me parece tara a mais.

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      • Tiradentes permalink
        29 Dezembro, 2017 22:04

        antes disso apanha uma salmonela no hospital que são disponibilizadas gratuitamente no hospital

        Liked by 2 people

      • 29 Dezembro, 2017 22:11

        E, ao mesmo tempo, um série de bactérias hospitalares que o podem levar à morte.

        Antes disso, telefona para o Saúde 24 horas e os tipos conseguem desviá-lo da urgência hospitalar nem que esteja a asfixiar, febril e seja nonagenário, e mandam-no para o bruxo de família no cu de judas de um Centro de Saúde em pleno domingo.
        Sem análises nem radiografias, em parceria com o Estado, fingindo que é para seu bem.
        Ao mesmo tempo, publicitam este novo truque em grandes placards no metropolitano.

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      • 30 Dezembro, 2017 00:24

        Zazie,
        e depois ficam surpreendidos com o pico de doentes com gripe no dia 26 de Dezembro…

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      • 30 Dezembro, 2017 12:26

        Pode crer, Rasputine.
        Esse surto de doentes no SNS não me admira nada que tenha mesmo sido obra do lobby do SNS na delegação da patranha da Linha de Saúde 24.

        Os tipos dantes diziam que encaminhavam para o hospital e era mentira. Chegava-se lá e tinha de se fazer inscrição.
        Apenas desviavam para os bombeiros, de forma a poupar o 112.

        Agora anda nesta vigarice de publicitarem o “não vá ao hospital, vá ao Centro de Saúde”.
        E no Centro mesmo um velho ou uma criança com peneumonia é atendido por um palerma de um bruxo de família, sem uma única forma de fazer análises ou radiografias e sem enfermagem ao fim-de-semana.

        Contaram-me que aqui no meu bairro a farmácia de serviço na noite de Natal, ficou superlotada com gente que tinha ido perder tempo para o Centro de Saúde para depois terem de ir ao hospital e a meio da noite andarem à procura de farmácia de serviço para aviarem os remédios.

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      • A.lopes permalink
        1 Janeiro, 2018 17:21

        zazie:você hoje está mesmo com a tripa cheia de merda!

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  7. lucklucky permalink
    29 Dezembro, 2017 15:48

    Portugal está doente. Totalitarismo. Até controlar o que os outros comem querem os socialistas de esquerda e direita.

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    • 29 Dezembro, 2017 21:11

      Tens toda a liberdade de saires do hospital e enfiares o trombil na sarjeta para que não te controlem os gostos

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  8. rão arques permalink
    29 Dezembro, 2017 17:18

    Porra, mas entretanto vão-nos servindo a toda a hora o pastel de Belém que até nos levam a casa.

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  9. 29 Dezembro, 2017 17:49

    É pena que não apliquem esta “Lei” no bordel de S. Bento!

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  10. carlos alberto ilharco permalink
    29 Dezembro, 2017 18:28

    Quem fez esta lei nunca esteve num Hospital seis horas à espera.
    Por exemplo no da Amadora, qual é a tasca mais perto?
    E no paquiderme de Santa Maria, qual é?
    Cambada de estúpidos

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    • 29 Dezembro, 2017 21:17

      Que é que v. come nesses hospitais?

      Conte-me porque estou curiosa.
      A sério. Até gostava de fazer um inquérito à “classe média-alta” e “elites intelectuais” para tirar a limpo certos gostos….

      É que eu tenho a ideia que os gostos são o equivalente ao passarem fins-de-semana altamente modernos dentro dos centros comerciais.

      Isso e com aqueles baldes gigantes a abarrotarem de pipocas.

      Devem sentir-se em amaricanos-ricos e isso é que importa.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        30 Dezembro, 2017 00:04

        Minha senhora (julgo que o é, porque sendo anónima até podia ser o Tarzan Taborda) eu referia-me a quem está horas numa sala de espera nas urgências, não aos refeitórios que haja lá para dentro.
        Por vezes nem salgados, nem doces nem merda nenhuma, porque as máquinas estão todas vazias.
        Melhores cumprimentos.

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    • 29 Dezembro, 2017 21:20

      E estou à vontade para fazer a pergunta porque encanito com a tara vegan.

      Mas sempre achei que o requinte em tudo deve ser uma etapa a desejar.
      Para baixo não é preciso muito esforço.

      Comer comida saudável é muito importante e ela passa por recusar tudo o que vem nessa lista.

      Eu nem consigo ver à frente a trampa de um refrigerante, por exemplo. Prefiro beber água.

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      • 30 Dezembro, 2017 00:18

        Beba antes vinho, que é o que parece gostar mais…

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      • 30 Dezembro, 2017 12:27

        Se for bom, claro que sim.

        Tu não sei mas, pelos comentários, até a martelo emborcas.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:29

        E já deu para notar que mulheres é coisa que dispensas, já que fazes luxo em seres ordinário com todas.

        Um preto da linha há-de fazer melhor serviço ao teu gosto.

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      • 30 Dezembro, 2017 20:24

        Eu sou justo dona aziada, trato ordináriamente todos por igual desde a esquerda à direita, comunistas e liberais, homens, paneleiros, mulheres e cabras. Mas peço desculpa por discordar de si, eu não dispenso mulheres, dispenso antes cabras “artistas” aziadas e destranbelhadas, em missão contra o croquete e o rissol.

        ps: “Um preto da linha há-de fazer melhor serviço ao teu gosto.”
        Presumo que fale por experiência própria, com eunuco do seu marido a ver … Parece que agora é moda.

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      • 30 Dezembro, 2017 20:29

        V. é apenas um pobre merdas

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      • 30 Dezembro, 2017 21:15

        Antes um pobre merdas, que uma cabra com merda na cabeça.

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    • 30 Dezembro, 2017 10:23

      Sim, Jane, eu referia-me a isso mesmo. Estar 9 horas numa urgência e só ter as máquinas com essa porcaria obrigatória para se comer.

      O que me espanta é a v. lógica.

      Se o obrigatório for merda, acham bem e chamam-lhe liberal. Se a oferta for mais variada e saudável, acham mau e totalitarismo.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        30 Dezembro, 2017 18:00

        Está muito confusa.
        A oferta já havia, agora deixa de haver, isso é que é totalitarismo.
        Quando funcionam, tem de tudo, até água.
        Doeu aquela coisa do anónimo, não doeu?

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      • 30 Dezembro, 2017 18:30

        Qual oferta?

        A oferta que há é essa trampa que metem dentro das máquinas.

        Agora querem meter lá dentro maior variedade sem ser a porcaria de doces, gomas, sandes manhosas e salgados.

        Qual é o seu problema com a mudança dentro de um hospital?

        Acha mais perfeito que doentes operados aos instestinos ou diabéticos, ou com mil e uma outras doenças, em podendo andar tenham de comer esta porcaria das máquinas?

        A ideia é essa?

        O seu critério é quanto mais bimbo mais rico, quanto mais blign-bling mais liberal?

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      • 30 Dezembro, 2017 18:32

        V. alguma vez passou perto de um mês seguido num hospital estatal, ainda que em visita?

        Eu, infelizmente até passei mais e tive de vir à rua comprar água para uma velhota que estava sozinha e outros alimentos para o meu parente.

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      • 30 Dezembro, 2017 18:32

        Ou será que v. também é daqueles que acha que um hospital é uma tasca, já que o Panteão é um bar sumie?

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      • 30 Dezembro, 2017 18:37

        Em última instância, faz o mesmo sentido que banir entrada no SNS de médicos e enfermeiros gordos, fumadores, etc, para darem o exemplo.

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      • 30 Dezembro, 2017 20:33

        Em última instância o VC perdeu o discernimento com esta militância anarquista.

        O problema é que o anarquismo americano veio todo do mesmo sítio e sempre foi uma variante marxista.

        Leia os tutores espirituais do Rothbard e vai perceber que é tudo o mesmo.

        Era maldade minha tentar explicar-lhe que a venda de alimentos dentro de um hospital estatal nada tem a ver com a elegância de médicos ou enfermeiros para exemplo de passerelle.

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      • 30 Dezembro, 2017 20:39

        Já tive essa discussão com rothbardianos. Tal como a Zazie, concordo que tudo o mesmo.

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  11. Democrata com larga experiência — Vende-se permalink
    29 Dezembro, 2017 18:58

    Lá se foi a fantasia do chantilly com a beleza do Serviço 7.

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  12. Colono permalink
    29 Dezembro, 2017 19:28

    Como controlará a ASAE a Lei…. Será com analises obrigatórias às fezes?

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  13. 29 Dezembro, 2017 21:06

    É das raríssimas coisas com que concordo, ainda que desconfie que haja lobby vegan. Depende do que vão ter em troca dessas porcarias que prometem retirar.

    Infelizmente tenho passado mais tempo do que gostava em hospitais, visitas e idas e é uma vergonha como até a água tem de ser paga e gelada, da máquina.
    O resto é trampa igual à que vendem em máquinas idênticas até no Metro e nem no bar de S. José ou Capuchos se pode comer o que quer que seja, a não ser soupa.

    Para se levar alguma fruta ou comida minimamente saudável sem serem esses fritos, refrigerantes e salgados, só saindo para comprar no supermercado.

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  14. 29 Dezembro, 2017 21:09

    Aproveito para deixar a mesma pergunta que deixei no Observador, até ao rão arques:

    Porque motivo v.s acham que se sentem altamente liberais usando o tal “livre-arbítreo” para comerem porcaria bling-bling à “amaricana”?

    Já bastam as nossas bifanas. Não consigo entender quem defenda a obesidade, diabetes e doenças afins por comerem merda.

    E ainda menos consigo entender, como acham que um governo, seja de onde for, devia servir essa merda para depois pagarmos os tratamentos a um povo estupidamente doente por copiar porcarias de fora.

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    • 30 Dezembro, 2017 00:26

      Experimente encher o bandulho a comer comida “saudavel”, biologia vegan, 5 vezes ao dia , e encha bem a pança com, feijão, milho, e pão. E vai ver onde vai parar a sua obesidade…

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      • 30 Dezembro, 2017 10:27

        Não sabe ler?
        O que é que eu disse do vegan?
        Vegan não é saudável- é uma estupidez para gente fanática que vai atrás de modas.

        Vegan é comida para esquilo.

        V.s são mongos. Devem ter sido criados no café da esquina a pão-de-ló e ficam assim burros porque já nem a mãe sabe cozinhar.

        Comida saudável é o que sempre se comeu em Portugal até vir a moda à amaricana e o esnobar de só comer doces e salgados na pastelaria.

        Os pobres é que comem essa porcaria mais cara.
        Os arrivistas imitam-nos para parecerem modernos. E depois, como só conseguem pensar tudo de forma maniqueísta, ou se come essa trampa ou se tem de ser vegan.

        Eu não sou vegan, seu estúpido!
        Até consigo detectar vegans à primeira- gordos, pálidos, anémicos, balofos.

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      • 30 Dezembro, 2017 11:28

        “Já bastam as nossas bifanas. Não consigo entender quem defenda a obesidade, diabetes e doenças afins por comerem merda.”
        Estou lhe só a dizer que o feijão, o milho e o pão, que integram tanto a nossa dieta tradicional como a vegan, que sendo considerados “saudaveis” por ambas, sobretudo se forem “biológicas”, não trazem verdadeiramente saúde nenhuma se a zazie andar com pança cheia todo o dia com isso. Os carbohidratos contribuem muito mais para a obesidade e diabetes que a sua detestavel bifana. Deixe de ser tonta, o máximo de “saudavel” que poderá obter numa máquina de venda de comida manufaturada é latas de conserva de sardinhas. As cafetarias vendem aquilo que as pessoas pedem mais desde os salgados e pastelaria, às sopas e refeições típicas e que comem em todo o lado. E depois ainda têm os refeitórios. O que em Portugal não falta é sitios para comer em cada esquina, e se por raridade não os houver leve a sua marmita.
        O seu problema é outro, zazie. A sua fatwa contra o croquete e o rissol, é de origem social e de classe. A zazie ficou traumatizada, e não suporta aquela malta “fina” do croquete. Foram tantos anos a levar com tanta peneirice presunçosa burguesa, que só o cheiro e o nome dos mesmos, põe-na louca.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:32

        Estás enganado, palerma comuna.

        Eu não tenho pancas de classe porque toda a minha família sempre foi artista e pelo requinte nas coisas mais elementares.

        O meu pai ainda antes de eu nascer, preferiu vir trabalhar de scooter para Lisboa só para poder fazer a barba a ver o mar numa moradia do Monte Estoril.

        Topas?
        Não topas porque nem sabes o que é ter-se o luxo no sangue e usá-lo de graça.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:34

        Eu não suporto é gente estúpida e facciosa.

        Isso sim. Mete-me confusão sempre que vejo reacções pavlovianas por efeito de acharem que qualquer coisa é herética e vai contra a v. doutrina.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:57

        “Estás enganado, palerma comuna”
        Mau, como é que é, à bocado eram os reaccionários dos neotontos agora são os comunas ?
        Querer comer um croquete ou um rissol agora é doutrina ?

        “Eu não tenho pancas de CLASSE porque toda a minha família sempre foi artista” “ARTISTA” LOL

        ” vejo reacções pavlovianas”. Oh zazie não espume tanto da boca, deixe de tomar o comprimidos com vinho…

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      • 30 Dezembro, 2017 13:17

        Tu és parvo.
        Vai chatear a Cristina Miranda e desorelha.

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      • 30 Dezembro, 2017 15:01

        Permita-lhe que lhe explique melhor com um desenho zazie.
        Quando mistura…

        Isto

        mais isto

        Dá maus resultados na sua cabeça zazie.

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    • Ana Pereira permalink
      30 Dezembro, 2017 01:15

      Tudo muito lindo mas, convém perceber que – tal como os “amaricanos” – a comida dita saudável é bem mais cara do que um hambúrguer, ou qualquer outro alimento processado.
      Por outro lado, quem está num hospital horas e horas à espera (disto ou daquilo) tem lá paciência para comer sentado e não é por uma refeição à pressa que vai ficar gordo e diabético. Provavelmente a diabetes acontece mais frequentemente porque as pessoas não se mexem. Passam a vida sentados e andam de cu tremido todo o tempo.
      É certo que sopas, saladas (vegetais ou frutas) que sempre fizeram parte da nossa gastronomia, são muito saudáveis e tal… se forem higienicamente confeccionadas e conservadas até ao momento do consumo.
      Por último, se há coisa mais irritante e sufocante é o Estado meter o bedelho constantemente na vida das pessoas e legislar tudo e mais alguma coisa como se tudo se resolvesse por si só, via decretos-lei. Ele é o sal, ele é o açúcar, é isto e aquilo.
      Caramba! Já enjoa o Estado a impor tudo e mais alguma coisa! Tanto impõe que só se come porcaria – cheia de glifosatos – o herbicida mais vendido em Portugal! O Estado português é tão coerente e tão preocupado com o cidadão que na hora de tomar uma posição em relação à proposta da UE para renovação de licença de uso destes herbicidas por mais 10 anos, abstém-se!
      Curiosamente, a preocupação do dito Estado também não se coaduna com o praticado nas escolas públicas?! Será que as crianças não deveriam ser a preocupação primeira do Estado? E as tais máquinas (self-service) com coca-cola, batatas fritas e sandochas continuam disponíveis nos bares das escolas. Onde está a coerência desta gente?
      São lobbies, senhores, são somente lobbies!

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      • 30 Dezembro, 2017 03:06

        “Por último, se há coisa mais irritante e sufocante é o Estado meter o bedelho constantemente na vida das pessoas e legislar tudo e mais alguma coisa como se tudo se resolvesse por si só, via decretos-lei. Ele é o sal, ele é o açúcar, é isto e aquilo. Caramba! Já enjoa o Estado a impor tudo e mais alguma coisa!”

        O MacDonalds era criticado por vender apenas hamburgers, batatas-fritas e gelados. Agora já vende sopa, saladas, hamburger vegetariano e fruta.

        Esta lei devia obrigar a venda dos alimentos saudáveis mas não proibir a venda dos outros alimentos açucarados e salgados, ou seja, ambos deviam ser vendidos (os saudáveis até deviam estar em maioria e os outros em minoria, já que os socialistas gostam muito de quotas, não é) e a pessoa escolhia o que quisesse. Isto sim, é liberdade.

        Agora, proibir a venda dos alimentos açucarados e salgados e só permitir os saudáveis, não permitindo à pessoa escolher (e se eu for alérgico a maçãs ou intolerante à lactose?) isso é liberdade?

        É o social-fascismo: os “cidadões-cãotribuintes”, coitadinhos, não sabem pensar nem fazer escolhas, assim vem o papá-mamã-Estado tomar conta deles porque sabe sempre o que é melhor.

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      • 30 Dezembro, 2017 03:11

        “Curiosamente, a preocupação do dito Estado também não se coaduna com o praticado nas escolas públicas?!”

        Minha cara senhora 😉 não se preocupe. Não se lembra, há uns tempos, de uma aluna fotografar a salada servida na escola, que era tão fresca que até tinha uma lagarta viva?
        Comer larvas, vermes e insectos é o futuro do progressismo. Na Venezuela já comem lixo!

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      • 30 Dezembro, 2017 10:31

        Rasputine:

        Concordo em parte com o que disse. Foi a única pessoa que não disse imbecilidades de cartilha à questão.

        Ainda assim, o açúcar é suplemento, tal como o sal e não acharia mal que o dispensassem.

        Agora se quer comparar o totalitarismo da micro variedade de trampa que os hospitais têm à disponibilidade de quem lá vai ou mesmo de quem lá está internado e anda e quer beber ou comer alguma coisa, não tem nada a ver.

        Que pode ficar mais caro, admito. Mas pagar garrafas de água a euro e meio, geladas, é vergonha maior.

        Ou ter de pedir moedas á família para poder ir à máquina tirar um chá ou um café.

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    • Tiradentes permalink
      30 Dezembro, 2017 10:00

      PQP e eu a achar que o pastel de bacalhau e o pastel de nata não eram americanos. Afinal devem ser “franchise”. “Quere-se” dizer que vão ter de fechar os “Pastéis de Belém” e ter de pagar royalties aos americanos a quem roubaram como o Tony Carreira fez com as músicas? E os presuntos, salpicões das berças pá? Tudo “maricano” para nos envenenar nos “óspitais” pá. Bom bom só o bacalhau mas nunca secoe salgado pá que isso é outra invenção “maricana” para aumentar a tensão arterial dos tugas.
      Já o vinho pá …népias. Aqueles açúcares que entram directamente na corrente sanguínea não fazem mal nenhum à diabetes pá….só tanstornam a cabeça de alguns que acham que depois podem só comer verduras e ficar saudáveis

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      • 30 Dezembro, 2017 10:33

        Tem razão. Mas eles vão tirar todos esses enchidos e acho bem.

        Amaricanos são v.s ao defenderem o totalitarismo de tudo o que pode tornar as pessoas doentes, em nome de uma treta a que chamam – escolha individual, como se á conta disso não tivessem de carregar na mesma com o Estado às costas e alimentá-lo que nem burro a pão-de-ló.

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      • Tiradentes permalink
        30 Dezembro, 2017 12:27

        Por isso mesmo …que eu sou a favor do imediato encerramento dos Pasteis de Belém…esse totalitarismo de vender natas açucaradas envoltas numa massa cheia de gordura ultra-saturada. Isto para não falar do “fássismo” do bacalhau seco cheio de sal que nos obrigam a comer só para aumentar a tensão arterial quando há bacalhau fresco e congelado saudável. Desde já proibir a alheira de Mirandela cheia de gorduras e hidratos de carbono assim como a feira do fumeiro de Vinhais e Montalegre (pelo menos). Pata Negra de presunto sim mas só 50g por pessoa.
        Cá por mim até legislava sobre o vinho a nenhum deles seria permitido ter mais que 0.2 g de açúcar destilado por litro….aqueles 12.5% são a “morte do artista”.
        Até o Maduro devia ser sancionado pelos Direitos Humanos da ONU por querer envenenar o povo com pernil de porco e ainda reclamar dos “fássistas” que o boicotam
        E seremos felizes para sempre

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      • 30 Dezembro, 2017 12:35

        Estúpido- os pasteis de Belém não são exclusivo de venda em hospitais!

        V.s são demasiado estúpidos e fanáticos para perder mais um minuto aqui.

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      • Tiradentes permalink
        30 Dezembro, 2017 16:08

        Os pastéis de Belém vendem-se em Belém e fazem mal quer seja lá ou num hospital…fazem mal os mais parecidos, os de nata, nas escolas …..e depois fazem mal na pastelaria. Só estou a alargar o ambito da lei com a qual concordo plenamente .
        Lá que a senhora se prive de pastéis no hospital e depois os vá comer cá fora perigando a sua saúde é problema seu, mas depois não peça para o SNS a tratar

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      • 30 Dezembro, 2017 16:17

        Só está a fazer demagogia porque não tem argumentos.

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      • 30 Dezembro, 2017 16:19

        E sim, nas escolas e nos hospitais, deve haver controle de qualidade.

        No resto a coisa deve ser mais branda, ainda que eu concorde que o Estado, já que existe e tem poder de legislar, deve fazê-lo em prol do benefício de um povo e não do oposto.

        Dantes a tropa era obrigatória para os rapazes estarem bem preparados.
        Agora só temos gente-soja a caçar gambozinos

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      • 30 Dezembro, 2017 16:22

        O que me ultrapassa é a mania neotonta de fazerem birra e acharem que ser-se liberal é comportar-se como puto charila a reivindicar fazer tudo ao contrário.

        Têm sempre estes ataques de borbulhas- já com o tabaco e probição de fumar em locais fechados foi a mesma palhaçada.

        Porque sim, porque eu tenho o direito de fazer tudo para ficar doente e atirar com isso à cara dos outros que são livres de não se aproximarem e mais não sei quantos.

        Palermice de escardalhada birrenta que depois ainda se julgam de Direita.

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      • Tiradentes permalink
        30 Dezembro, 2017 17:58

        “Agente” sabe que a “direita” também é pelo controlo absoluto do estado. Já dizia o bigodinhos germanico que era contra o capitalismo, agora traduzido por neotontismo zaziniano.
        Desde que ela concorde (ou discorde–tanto faz) qualquer tipo de argumento é neotonto, comuno esquerdista com o acrescento de uns pózinhos de estupidez na melhor das hipóteses (senão chegar a uma “carvalhada” da grossa).
        Sim que um gajo que coma um rissol tem (ou não) o direito de fazer tudo para ficar doente com colesterol. Um gajo que coma bacalhau está a pedi-las para ficar hipertenso. Um gajo que coma uma bola de berlim está a fazer tudo para ficar diabético. Um gajo que apanhe sol está a fazer tudo para promover o cancro da pele….e por aí adiante passando pela chouriça e outras criminalidades fágicas.
        É por essas e por outras que eu concordo plenamente que se regule por decreto que nos estabelecimentos públicos ….todos eles……. e sobretudo nos ministérios não possa haver essas neotontices de direita neoliberalistas.

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      • 30 Dezembro, 2017 18:56

        Sim, claro que Direita é ser conservador e nada tem a ver com palermices anarco-capitalistas que imaginam que fazer birra e portarem-se mal os livra do Estado.

        E sim, ser de Direita é entender que no meio é que está a virtude e não extremar todas as questões como só pudesse haver preto e branco.

        Liberdade individual é uma coisa- oferta e obrigação estatal em matéria de saúde nos locais que tutela, é outra.

        Se v. quer ir fazer patuscadas para hospital, vá para o privado. Não imponha é as suas taras a toda a população e maioria sem poder tratar-se noutro local.

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      • 30 Dezembro, 2017 18:58

        Até na América já regulam estas coisas, que raio é que querem.

        Eu defendo que em escolas e hospitais haja controle.
        Do mesmo modo que até considero relativamente certo que quem tem problemas de saúde devido a vícios e não os controla, passe a ter de pagar os tratamentos.

        Não consigo é entender a bondade de se fazer um povo estúpido por doutrina escolar e doente por oferta de alimentos marados em escolas e hospitais tutelados pelo Estado.

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    • A.lopes permalink
      1 Janeiro, 2018 17:27

      Ó zazie:você hoje está mesmo com a tripa cheia! Que verve!

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  15. 29 Dezembro, 2017 21:10

    arbitrio

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  16. 29 Dezembro, 2017 21:14

    Se há coisa que me mete impressão são estas pancas neotontas a imitarem os labregos lumpen.

    As mulheres das barracas é que só comem merda dessa no café e é essa merda que dão aos filhos, enquanto vêm cá fora fumar o cigarro.

    Gente balofa e obesa é o que este povo está.
    E a obesidade do corpo tem sempre equivalente mental.

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  17. 29 Dezembro, 2017 21:38

    Estive a ler o diploma.

    Assino por baixo, por cima, pelos lados, por onde quiserem.

    E mais, até prometo ir comer ao hospital em vez do café mais próximo, se assim fizerem.

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  18. 29 Dezembro, 2017 21:41

    « — Os contratos referidos no número anterior devem contemplar
    a disponibilização obrigatória de água potável gratuita e de garrafas
    de água (entende -se como água mineral natural e água de nascente) e
    preferencialmente os seguintes alimentos:

    a) Leite simples meio -gordo/magro;

    b) Iogurtes meio -gordo/magro, preferencialmente sem adição de
    açúcar;

    c) Queijos curados ou frescos e requeijão.

    d) Sumos de fruta e/ou vegetais naturais, bebidas que contenham pelo
    menos 50 % de fruta e/ou hortícolas e monodoses de fruta;

    e) Pão, preferencialmente de mistura com farinha integral e com
    menos de 1 g de sal por 100 g de pão;

    f) Fruta fresca, preferencialmente da época, podendo ser apresentadas
    como salada de fruta fresca sem adição de açúcar;

    g) Saladas;

    h) Sopa de hortícolas e leguminosas;

    i) Frutos oleaginosos ao natural, sem adição de sal ou açúcar;

    j) Tisanas e infusões de ervas sem adição de açúcar.

    3 — Ao pão, referido na alínea e) do número anterior, devem ser
    privilegiados os seguintes recheios: queijo meio -gordo/magro, fiambre
    com baixo teor de gordura e sal e de preferência de aves, carnes brancas
    cozidas, assadas ou grelhadas, atum (de preferência conservado em água)
    ou outros peixes de conserva com baixo teor de sal, ovo cozido; o pão
    deve ser preferencialmente acompanhado com produtos hortícolas
    »

    Completamente!

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    • 30 Dezembro, 2017 00:31

      E não há soja nem tofu?

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      • Ana Pereira permalink
        30 Dezembro, 2017 05:22

        Serão os pe(r)nis do lino que não chegaram à Venezuela e agora farão parte das ementas dos bares hospitalares?

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      • 30 Dezembro, 2017 10:34

        Já disse que merda vegan mete nojo!

        V. é estúpido- acha que saudável é andar a comer merda vegan?

        Acha-me com cara de maria vai com as outras?

        Porque raio eu tinha de ser vegan só por recusar a comida de proletariado que enfarda doces e salgados no café da esquina?

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  19. 29 Dezembro, 2017 21:44

    «as unidades locais de saúde, não podem contemplar a venda, nem a publicidade, dos seguintes produtos:
    a) Salgados, designadamente rissóis, croquetes, empadas, chamuças, pastéis de massa tenra, frigideiras, pastéis de bacalhau, folhados salgados e produtos afins;
    b) Pastelaria, designadamente, bolos ou pastéis com massa folhada e/ou com creme e/ou cobertura, como palmiers, jesuítas, mil -folhas, bola de Berlim, donuts, folhados doces, croissants ou bolos tipo queque;
    c) Pão com recheio doce, pão -de -leite com recheio doce ou croissant com recheio doce;
    d) Charcutaria, designadamente sanduíches ou outros produtos que contenham chouriço, salsicha, chourição, mortadela, presunto ou bacon;
    e) Sandes ou outros produtos que contenham ketchup, maionese ou mostarda;
    f) Bolachas e biscoitos que contenham, por cada 100 g, um teor de lípidos superior a 20 g e/ou um teor de açúcares superior a 20 g, designadamente, bolachas tipo belgas, biscoitos de manteiga, bolachas com pepitas de chocolate, bolachas de chocolate, bolachas recheadas com creme, bolachas com cobertura;
    g) Refrigerantes, designadamente as bebidas com cola, com extrato de chá, refrigerantes de fruta sem gás, refrigerantes de fruta com gás, águas aromatizadas, preparados de refrigerantes, refrescos em pó ou bebidas energéticas;
    h) «Guloseimas», designadamente rebuçados, caramelos, pastilhas elásticas com açúcar, chupas ou gomas;
    i) «Snacks» doces ou salgados, designadamente tiras de milho, batatas fritas, aperitivos e pipocas doces ou salgadas;
    j) Sobremesas doces, designadamente mousse de chocolate, leite- -creme ou arroz doce;
    k) Barritas de cereais e monodoses de cereais de pequeno -almoço;
    l) Refeições rápidas, designadamente hambúrgueres, cachorros quentes, pizas ou lasanhas;
    m) Chocolates em embalagens superiores a 50 g e chocolates com recheio;
    n) Bebidas com álcool;
    o) Molhos designadamente ketchup, maionese ou mostarda.
    »

    Completamente certo!

    E só terem exclusivamente esta porcaria (excepto o álcool) não é totalitarismo?

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    • 30 Dezembro, 2017 12:16

      O idiota do legislador nem sabe que as vírgulas nunca separam sujeitos de verbos nem verbos de complementos directos.

      A sério. Quem é que expõe de tal modo a sua pouca inteligência ao escrever ou rever este fraseado.

      Se eu fosse um bar numa unidade de saúde continuava a vender bolos; e pedia uma lei escrita na língua portuguesa, porque não entendo pal-ra-men-tês.

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    • 30 Dezembro, 2017 12:19

      E já agora: pode-se fazer publicidade a batatas fritas no outro lado da rua de uma unidade de saúde, de onde a unidade a pode contemplar — se for suficientemente antropormofizada?

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      • Tiradentes permalink
        30 Dezembro, 2017 12:32

        Pode mas tal como bacalhau, tem de ser demolhada…a batata. Depois vai ter lá uns medidores de oleos saturados e sal e só abaixo de um determinnado valor é que os pode deglutir.
        Se não fizer isso vai começar a perder os previlégios que esta sociedade consumista capitalista dá aos labregos que querem ficar doentes, tais como a assistência na saúde “q´isto” de andar a pagar para estes gajos que se envenenam não pode continuar

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  20. 29 Dezembro, 2017 21:47

    Até já tinha pensado em fazer esta lista precisamente porque é uma vergonha que seja apenas esta a trampa que se pode comer num hospital estatal!

    Não há mais nada à venda!

    Nada. Só esta porcaria em máquinas ou nos bares.

    E é merda destas que ainda se leva aos doentes porque o que também lhes dão a comer é pouco ou deixa muito a desejar.

    Não há água potável num hospital estatal!

    Não há Já vi uma velhota a pedir para lhe comprarem uma garrafa de água mineral porque estava com diarreia e nem isso tinha para beber.

    Estava sozinha e a água que dão é da torneira, tirada do lavatório onde desejam dejectos e com os sacos de lixo abertos em baixo.

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  21. 29 Dezembro, 2017 21:48

    A água que há só para quem pode andar e tem de levar moeda e tirar gelada da máquina.

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  22. rui campos permalink
    29 Dezembro, 2017 22:37

    lá terei q apanhar um táxi, e ir ao bar/restaurante da assembleia da républica … sempre fica mais em conta … (: …

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  23. Paulo Valente permalink
    29 Dezembro, 2017 23:03

    “Os meus parabéns ao gordo do António Costa”. Os meus parabéns ao Vítor Cunha. Bastou uma frase para mostrar o pouco chá que tomou em criança.

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    • 30 Dezembro, 2017 01:22

      Tem razão. Na realidade, eu queria ter escrito “o magro do António Costa”, mas vejo mal.

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    • Tiradentes permalink
      30 Dezembro, 2017 10:05

      Porque agora chamar gordo a um barrigudo cheio de balchão e chacuti além de falta de educação é bulling. Pode-se chamar tudo isso aos utentes dos hospitais proibindo-os de se envenenarem mas ao Toninho não…éfalta de chá….de cidreira.

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    • 30 Dezembro, 2017 12:26

      Na verdade estou pouco preocupado com o que passa ou o que passa pela barriga do António Costa. Afecta-o a ele.

      Estou muito preocupado com o que se passa ou o que passa pelo órgão viscoso malformado que lhe preenche o espaço entre pavilhões auriculares. Tem-me afectado a mim e aos meus.

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      • Tiradentes permalink
        30 Dezembro, 2017 18:00

        pà mas …conforme aqui já foi dito, a obesidade tem o seu equivalente ou reflexo mental pá!!! segundo a nefrologista/nutricionista de serviço pá.

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      • 30 Dezembro, 2017 18:17

        V. é alguma coisa ao Colaço do Cartaxo?

        Não é por nada. Mas esse é amigo de uma amiga minha e fartou-se de insultar a Jonet por dizer algo parecido ao que eu disse.

        Na volta é o gémeo bloquista que há em si.

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      • 30 Dezembro, 2017 18:20

        Pois. E deves ter mesmo problemas estéticos para além dos mentais.

        Vs. ainda andam no Maio de 68, como postou agora o José no Portadaloja:

        “É proiblido proibir”.

        Parecem umas caricaturas mal amanhadas do Varoufakis.

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      • 30 Dezembro, 2017 18:27

        Acho que mais Maio de 68 que legislar o que pode ser ou não vendido para condicionar o que pode ou não ser comido é impossível. Mas, mais ridículo, é haver alguém que acha ser possível enumerar alimentos proibidos.

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      • 30 Dezembro, 2017 19:05

        Maio de 68 é a ideia neotonta de que podem fazer tudo às avessas que nem uns líricos.

        Fazer uma lista de alimentos a excluir da venda em hospitais, até a Jonet fazia.

        É simples e básico.

        Não é com pentelhices de detalhes que o VC consegue defender o que aqui se defende- e o que se defende é que a comida à venda nos hospitais é óptima e agora é que vão estragar tudo.

        Enumerem então v.s o que há de óptimo numa máquina de hospital público.

        Tirem uma foto, escrevam o nome da meio dúzia de porcarias que sai com moeda que só mesmo alguém com retardo mental tem dificuldades em explicar que não presta e faz mal à saúde.

        Mas, mesmo que mantivessem essa porcaria, deviam ter oferta saudável e essa basta ter filhos para se ter obrigação de saber.

        E isto sem modas. Sem tretas vegetarianas e vegan.

        O que faz mal e é mesmo porcaria são os chocolates recheados, os salgadinhos, as batatas fritas, a coca-cola e os refrigerantes.

        Tirando isso nas máquinas que conheço só há mesmo essas sandes de presunto e e queijo sdalgado.

        Não há uma única máquina com fruta ou com iogurte simples.

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      • 30 Dezembro, 2017 19:08

        Aliás- o que aqui se defende nem é nada.

        È o tal reflexo condicionado que usam para tudo em ouvindo a palavra “proibir”.

        V.s gostam de ser livres como a gaivota, carago.
        Há-de ser isso. Porque até Arroja tem uma nora que é médica que dá refrigerantes marados e gomas aos filhos.

        Eu nunca dei. Não foi por moda. Foi para habituar correctamente o paladar e não estragar os dentes e o resto.

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      • 30 Dezembro, 2017 19:10

        E a demagogia é que querem confundir uma medida de hospital estatal e apenas lá dentro com proibição da população comer essas coisas.

        Nem merece a pena .Os putos charilas quando fazem fitinhas para mostrarem que mandam mais que os pais também argumentam assim.

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      • 30 Dezembro, 2017 19:15

        Vou-lhe mostrar onde está a sua demagogia e porque gosto de si e do que escreve:

        diz: «Acho que mais Maio de 68 que legislar o que pode ser ou não vendido para condicionar o que pode ou não ser comido é impossível.»

        Não. Isso seria legislar toda a comida à venda num país. E isso sim seria condicionar o que se pode ou não comer, em abstracto de acordo com a nacionalidade e local onde se vive.

        Isto é uma oferta dentro de um local onde as pessoas estão doentes e quem limita e condiciona o que se pode comer é o Estado.

        E o Estado condiciona merda em leque mínimo e sem alternativa e até a água obriga a ser paga e gelada.

        Ponto final.

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      • 30 Dezembro, 2017 20:36

        Zazie, um hospital não é apenas um local onde há gente doente. É também um local onde nascem bebés, onde se aborta, onde se faz tratamentos de fertilidade, onde se metem implantes mamários porque a menina está deprimida (que, apesar de doença, é o guarda-chuva para a justificação de qualquer barbaridade). Em alguns casos é, também, a faculdade de medicina, com funcionários que nada têm a ver com a saúde, etc, etc. O próximo passo são as escolas e universidades e, a seguir, as padarias, pastelarias, etc, etc.

        Eu também caí no referendo ao aborto, quando me perguntaram se queria que a mulher fosse presa para que interpretassem a minha resposta como aval para comparticipar o aborto das outras.

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      • 30 Dezembro, 2017 19:23

        E eu não estou a encanitar com isto por causa de qualquer cartilha ou doutrina mas exclusivamente porque ainda no passado fim-de-semana fui confrontada com esta realidade durante 9 horas e pela noite dentro em S. José.

        E há cerca de 1 mês foram 2 semanas a viver esta realidade no Hospital dos Capuchos.

        E nem estava a par da anormalidade que é comer-se num hospital estatal,nem que seja em visita.

        Uma senhora ao lado, tinha cancro no cólon e estava com pneumonia e se não tivesse o marido para lhe levar garrafas de água natural, tinha de ter moeda para as tirar geladas da máquina.

        Eu nem conseguia levar nada do bar porque as quiches ou treta parecida eram salgadísimas e recheadas de chouriço.
        Não havia nem há uma única peça de fruta.
        Tiinha de ir ao supermercado cá fora, como a generalidade das pessoas para poder levar algum complemento, já que os tipos nem comida suficiente facultam aos doentes.

        Antes disso foram mais 15 dias. E por aí fora. E podia até fazer uma lista das máquinas que são as mesmas e o que lá metem dentro, igual.

        Gramava que fossem exploradas por algum boy xuxa para engolirem este flash-mongo bling-bling

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      • 30 Dezembro, 2017 19:37

        Não foi no domingo passado, que isso foi Natal. Foi de 16 para 17 e foram 9 horas seguidas em S. José.

        De tal modo que até já levo um batido de proteína para uma urgência porque na urgência de máquina a única coisa tragável é a água e no bar é sopa.

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      • 30 Dezembro, 2017 20:46

        Vitor Cunha:
        Não nos vamos chatear por esta treta. Eu não caí no referendo do aborto porque sou teimosa até dizer chega. Não me conseguem influenciar. E mudo, de opinião mas por mim.

        Tudo o que disse é alimentado no bar. Não é nas máquinas. Há bares e bares e em Santa Maria até me pareceu que se pode comer.

        No resto, usava melhor a sua perspicácia se descobrisse de quem é a empresa fornecedora dessas máquinas todas iguais, com a mesmíssima porcaria dentro e que estão espalhadas por todos os corredores. Até à porta das radiografias ou da oftalmologia, em S. José estão as doidonas das máquinas de confetti.

        A seguir ficava vigilante e detectava quem vai ser o fornecedor das próximas.

        (esqueça a monguice do Colaço que acha que vão queimar as máquinas no incinerador hospitalar porque a culpa é delas).

        Por último faça o exercício que eu faço para evitar politizar e tribalizar todas as tretas- pegue nos factos antes de se agarrar ao “pano de fundo geral” ou à cama de Procusto

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      • 30 Dezembro, 2017 21:06

        Claro que não nos vamos chatear!

        Mas eu só estou a falar do bar! As máquinas são uma fantochada e a inexistência de água disponível para todos é inaceitável. A minha indignação é com a proibição destes alimentos no bar. Não conheço os hospitais de Lisboa, mas aqui, nos bares dos hospitais, sopas, saladas e comidas tradicionais convivem bem com uns folhados e pastéis de nata.

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      • 30 Dezembro, 2017 21:16

        Sim, claro que não nos vamos chatear.

        Aí no Porto come-se bem e creio que as máquinas ainda não oferecem francesinhas.

        Do que o VC está a falar não percebi. Percebi do que trata a proposta legislativa e essa é abrangente a toda a comida disponível no Hospital estatal.
        Há muitos. Não podem fazer ementa igual, mas podem dar umas dicas do que deve ser dispensado.

        Talvez haja exagero na lista mas impedir que vendam o que vejo por aqui, em Lisboa, é serviço público.

        Só fritos a escorrer óleo, só sandes salgadíssimas, só chouriço e fiambre e o resto é a porcaria de máquina.

        A questão é que numa urgência não há bar aberto a noite inteira.

        Seja doente à espera da triagem ou da chamada é igual- tem a porcaria da máquina ou não come nem bebe nada até ser internado ou mandado para casa.

        Eu assisti a velhota a comer essa porcaria e depois fizeram-lhe o teste da glicémia e estava nos 300.

        E subiu em serviço de hospital estatal para comer, pois tinha estado mais de 15 horas em jejum para fazer um exame.

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      • 30 Dezembro, 2017 22:39

        Mas o regulamento das máquinas não é de agora, este é para os bares. O das máquinas foi publicado em 2016 e é referenciado logo no primeiro parágrafo da segunda página.

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      • 30 Dezembro, 2017 21:19

        Já agora: nem todas as enfermeiras são obesas e muitas levam de casa e aquecem no micro-ondas, como eu teria de fazer se fosse esse o meu trabalho.

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      • 30 Dezembro, 2017 23:17

        Como assim?

        Está a dizer que estes anormaizinhos querem fingir que os hospitais vão passar a disponibilizar comida decente em bar e manter a merda nas máquinas?

        AAAHAHHAHAHA

        Não me admirava nada. Já assisti a enfermeiras a passarem-se com doentes com diabetes a irem à máquina ou com familiares a levarem-lhes bolinhos e a guardarem-nos nas gavetas.

        E isto ao mesmo tempo que as refeições hospitalares levadas à cama têm pouco sal e são praticamente sem açúcar.

        Anda tudo maluco. Nem li essa passagem.
        Os neotontos ortodoxos desataram logo a defender as máquinas e mais não sei quantos a chamarem-me socialista e vegan e coisas assim pavlovianas.

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      • 30 Dezembro, 2017 23:21

        Como assim?

        Está a dizer que estes anormaizinhos querem fingir que os hospitais vão passar a disponibilizar comida decente em bar e manter a merda nas máquinas?

        AAAHAHHAHAHA

        Não me admirava nada. Já assisti a enfermeiras a passarem-se com doentes com diabetes a irem à máquina ou com familiares a levarem-lhes bolinhos e a guardarem-nos nas gavetas.

        E isto ao mesmo tempo que as refeições hospitalares levadas à cama têm pouco sal e são praticamente sem açúcar.

        Anda tudo maluco. Nem li essa passagem.

        Os neotontos ortodoxos desataram logo a defender as máquinas e mais não sei quantos a chamarem-me socialista e vegan e coisas assim pavlovianas.

        Mas como é que podem manter tudo igual mas máquinas se, ao mesmo tempo, referem até o pão e carnes das sandes e as máquinas têm sandes e são precisamente como dizem que vai ser retirado?

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      • 30 Dezembro, 2017 23:29

        Exactamente isso. As máquinas “já está resolvido”. É a loucura total.

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      • 31 Dezembro, 2017 09:56

        Que incrível!

        Mas ninguém falou nisso.
        SDe não fosse eu ter andado nesta sessão de kung fu, nem sabia.

        Anormaizinhos. Na volta foi o balofo anémico do PAN numa de anti-capitalismo. Como as máquinas devem ser exploradas por boy xuxa, deixam-nas tranquilas a oferecerem o mesmo que proíbem aos exploradores dos bares.

        Feliz Ano Novo!

        Beijocas

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  24. 30 Dezembro, 2017 00:43

    zazi, tens toda a razão. Além dos doentes internados que referes, há cidadãos que são convocados para mais do que um exame para perto da hora de almoço e lá passam 2 e 3 horas sujeitos a saciar a fome nas maquinetas de venda automática em que exceptuando a água é tudo sal, açúcar e gordura.
    Zazi, mas não é tudo assim.
    Em consequência de um pequeno acidente de carro um amigo que me acompanhava ficou ferido e foi transportado para o Santa Maria. Enquanto esperei que fosse tratado a fominha convidou-me a ir ao bar e o que verifiquei foi que o serviço tem um cardápio de alimentos saudáveis, com saladas e fruta da época; até o pessoal médico abastece lá o estômago
    Um há muito teu amigo do norte, carago

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    • 30 Dezembro, 2017 10:38

      Sim, é verdade. Fui poucas vezes a Santa Maria, e notei que não tem comparação.

      E sim, saudável é haver escolha variada sem ser totalitarismo de doces e salgados para lumpen.

      e isso nada tem a ver com panca da mega tara vegan que também só fabrica obesos, diabéticos e anémicos.

      A diferença entre um lumpen e um vegan está apenas nas borbulhas.
      O primeiro o segundo não. De resto ficam ambos com as mesmas doenças e o vegan ainda consegue superar com anemia crónica.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:33

        Zazie,

        O que é um lumpen? Essa palavra significa um farrapo, um molambo, um trapo, em alemão. Não a conheço em qualquer contexto de taras nutricionais.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:38

        E isto:

        Deves ser o penúltimo. Até tremo de medo.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:41

        Fiz uma pergunta honesta, agradecia uma resposta educada.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:43

        Eu achei a resposta educadíssima. Não gostou das barbies, foi?

        Pode sempre fazer de abelhinha no exemplar mais in e mais Pan.

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      • 30 Dezembro, 2017 12:46

        Continuou a não responder. Eu apenas perguntei o que é um lumpen para poder entender o comentário precedente.

        Se a Zazie tomou essa pergunta como uma provocação, esclareço que não era essa a minha intenção. Pode fazer então o favor de me dizer o que se entende como lumpen neste contexto?

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      • 30 Dezembro, 2017 13:19

        Um “lumpen” é o mesmo que um Francisco com gralha no culaço.

        Está bem assim?

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      • 30 Dezembro, 2017 13:21

        Agora se não entende a semelhança entre os gostos dietéticos do novo-proletariado e o que v.s defendem para o Estado, em nome da cartilha liberal, é problema do neurónio solitário.

        Para resolver esse problema, aconselha-se uma troca de bestunto na Feira da Golegã.

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      • 30 Dezembro, 2017 13:26

        Um lumpen, neste contexto da v. revolta contra a retirada da merda socialista de máquina de hospital, é uma família Giacinto bling-bling.

        Imagine que o Ettore Scola tinha um ataque de neotontice e vos retratava.

        Espero que com esta síntese me deixe ir almoçar a boa da pescada do Cabo.

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      • 30 Dezembro, 2017 13:43

        Ah, lumpenproletariat.

        Obrigado.

        Agradeço imensamente agora que se torne educada e deixe os insultos. É dicotómica a distância entre a erudição da Cocanha e a má educação da Zazie. Prefiro a Cocanha, onde de quando em quando ponho os olhos.

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      • 30 Dezembro, 2017 13:52

        No Cocanha ou aqui sou igual. Não tenho pachorra para estupidez nem veia de mestre-escola.

        Demorou mas chegou ao Lumpenproletariat.

        Eu até fiz boneco na versão mais bloquista, para os deficientes de bestunto entenderem.

        O lumpenproletariat deste contexto é mesmo o Pfhalburgerschaft Yankee

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  25. Duarte de Aviz permalink
    30 Dezembro, 2017 03:27

    Privatizem o SNS e acaba-se o problema dos salgados.
    Enquanto se discutem estas merdas ninguem fala das dívidas que do SNS que está à beira da falência.

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    • 30 Dezembro, 2017 10:40

      A comida é privada. É explorada por privados.

      V.s devem é ser todos um monte de neotontos em formato de bola-de-berlim

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      • Tiradentes permalink
        30 Dezembro, 2017 12:36

        Por falar em Bola de Berlim….para quando a proibição dela nas praias? Aquilo é hidratos de carbono saturados cheios de açucar com um creme nojento e maligno por dentro pá!!! Deviam todos ser multados e a receita reverter para os hospitais

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      • 30 Dezembro, 2017 12:42

        Imbecil… sabes a diferença entre oferta exclusiva em serviço estatal e venda pública ou compra individual ou tara pessoal onde bem se entende?

        Dá ideia que andas a stressar por falta de alimento adequado ao cérebro que compraste na Feira da Golegã

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      • 30 Dezembro, 2017 13:02

        Tiradentes,

        «Por falar em Bola de Berlim….para quando a proibição dela nas praias?»

        Quando o focus group autorizar. Ou as redes sociais o demandarem.

        Temos a melhor democracia directa: uns poucos idiotas nas redes sociais mandam e o governo desmanda. Já nem se navega à vista: desnavega-se. O problema é chegar a qualquer destino, ou evitar rochedos, quando não se sabe qual é o rumo na próxima semana.

        Falta aos socialistas educação clássica, designadamente (uma palavra que eles gostam muito) os Contos de Esopo. Especialmente o Velho, o Rapaz e o Burro, sendo o povo cingido so Livro das Fuças e ao Te-Vi-Te.

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      • Tiradentes permalink
        30 Dezembro, 2017 16:14

        Não se pode estender o conceito de serviço público para praia pública? Que eu saiba aquilo não é privado (a praia). Essa discriminação irrita-me e adoro ver a estupidez de quem se amofina com provocações

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    • 30 Dezembro, 2017 12:38

      E com a dívida aos fornecedores do SNS, cuja primeira derivada é estratosférica, se faz um défice recorde em democracia.

      Lá virá outra vez a direita pagar aquilo tudo.

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  26. 30 Dezembro, 2017 13:38

    38 comentários malcriados duma mesma pessoa deve ser recorde. Eu bloqueava-a. Sou contra a censura mas sou a favor da higiene. Os comentários dos posts estão cheios de lixo, e como na vida real, é pouca gente que o faz quase todo.

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    • 30 Dezembro, 2017 13:45

      Começa-se com os insultos, acaba-se na opinião contária.

      Prefiro ter os insultos escarrapachados. Podemos sempre evitar lê-los e ignorar os insultuosos. A escolha de os ler ou não é sempre nossa.

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      • 30 Dezembro, 2017 14:26

        Só li os primeiros. Para insultos não há como os dos blogues futebolísticos. E ao menos essa gente tem a honestidade dos dizer na cara e de andar regularmente à porrada.
        De resto, para quê dizer um boçal “não concordo consigo” quando se pode dizer um amável “deves ter merda na cabeça”?

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      • 30 Dezembro, 2017 14:55

        Quem se ofende com um insulto quedo o insulto não é intendido é um tolo. Quem se ofende com um insulto quando o insulto é intendido é um imbecil.

        Caro AB, quem insulta apenas se desqualifica a si próprio. É o melhor meio de dizer que está a perder uma discussão e que não consegue argumentar. Fica o registo como panfleto da sua estultícia.

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    • 30 Dezembro, 2017 13:47

      Ainda doi, não é?

      Ressabia e deita-te de costas que isso passa.

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    • 30 Dezembro, 2017 14:51

      Os comprimidos de carbonato de litio esgotaram, a garrafeira foi assaltada, os resultados estão à vista… É um episódio conhecido recorrente.

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  27. 30 Dezembro, 2017 14:58

    De qualquer forma, apenas lê quem quer. Mais vale poder ler opiniões contrárias, mesmo insultuosas, do que chegar um dia a perceber que não podemos dar as nossas.

    A Google e o Facebook também começaram a censurar insultos. Agora fecham contas de conservadores e de libertários.

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    • 30 Dezembro, 2017 21:13

      Caro Francisco Miguel Colaço, Google e Facebook também só usa quem quer. E o que eles consideram insultos não passam muitas vezes de opiniões contrárias às suas agendas políticas. Não há vernáculo envolvido. É censura.
      Eu não chamaria censura bloquear insultos. Se dois amigos meus começarem a esticar a corda em minha casa, são convidados a saír. E muitos comentários da personagem Zazie, caso fossem proferidos cara-a-cara ao destinatário, acabavam com alguém a ser sovado. E essa é uma fasquia – até que ponto tolera você, caro Francisco, personagens Zazie ao vivo? O que se ganha em substituir uma troca de argumentos por uma troca de insultos?
      Note bem, eu sou contra a censura. No JN há comentários recusados por conterem “palavras não autorizadas”. Eu não gosto disso, há contextos. É diferente escrever “merda de vida” e “és menos que merda”. “Estamos fodidos com este governo” ou “vai foder a tua tia”. Pôr um algoritmo cego a cortar palavras é censura bruta. Na Google e Facebook o algoritmo é mais sofisticado, corta idéias, é censura perigosa. Sou contra ambas.
      Se alguém vier para aqui a promover racismo, sexismo, assédio, nazismo, concorda-se ou não. Seja como for não é necessário ser malcriado. E insultar a coberto do anonimato é apenas cobarde.
      Este blogue é moderado, e se a política dos donos do blogue é deixar andar, essa é a liberdade deles. A minha é discordar. Já tomei a decisão de Ano Novo de não voltar a certas secções de comentários. Não vale a pena. Trocas de idéias como estou a ter consigo são produtivas. E raras. Esse é o problema.
      Bom 2018 para si.

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      • 31 Dezembro, 2017 14:44

        Para haver uma troca de insultos era preciso que eu tivesse dado troco.

        Eu sei que um dia serei julgado até pelos comentários que fiz em caixas de comentários. Preferiria encarar o meu Criador com consciência limpa também neste domínio.

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      • 31 Dezembro, 2017 14:45

        E, antes me me esqueça, obrigado pelo elogio.

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  28. 30 Dezembro, 2017 21:40

    130 comentários e metade é da Artista por causa do croquete e do rissol. É obra. Alguém que lhe tire a garrafa da mão…

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  29. colono permalink
    31 Dezembro, 2017 12:20

    Pra acabar com a m**** desta discussão pergunto:

    — Um doente que sofra de insuficiência de gordura, pode comer rojões?
    Vocês querem é acabar com a série televisiva Master Cheef…. matarem o Goucha!

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