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Ninguém Fala dos Feridos dos Incêndios, Porquê?

19 Março, 2018

Foi preciso assistir ao programa de Hernâni Carvalho, o “Linha Aberta” para saber do total e absoluto abandono em que estão os feridos graves e muito graves dos incêndios mortíferos do verão passado, que ocorreram no “saboroso ano de 2017” segundo o nosso querido líder, camarada António Costa. Isto é inadmissível num país dito democrático onde o jornalismo deveria servir as populações mostrando o país real e assim pressionar o poder central e local para agir de acordo com a sua obrigação de proteger e servir as pessoas.

Como é possível quase um ano depois, termos vítimas graves que quase carbonizaram no meios do inferno das chamas e não terem sido acompanhadas, visitadas, apoiadas psicologicamente e financeiramente??? Veja aqui esses testemunhos e revolte-se. Alguém explica isto?? Pior: onde se meteu entretanto toda a comunicação social que nos deixou completamente em branco sobre estes nossos cidadãos??? Foram para Ibiza tal como o nosso orgulhoso primeiro ministro no meio da tragédia. Só pode.

Pois é graças  a gente como Hernâni Carvalho, entre outros (poucos), que este assunto e tantos igualmente medonhos, são escrutinados. Pena não ser emitido em horário nobre. Porque será? O país tem de saber. O país, que somos nós todos e que amanhã pode estar no lugar destas vítimas, tem de acordar. Este Governo anda a esconder-nos a realidade. Propositadamente e com a ajuda “comprada” dos média. Por falar nisso, saiba ainda que grande parte das vítimas dos fogos não vão ter acesso a apoios por causa de manobras tácticas do Governo.(veja o vídeo) Sim, ouviu bem. Um esquema de envio de SMS pouco claras e confusas para os que declararam prejuízos até 5000€ , a que se juntou os que tiveram prejuízos elevados mas que foram obrigados a ANTECIPAR o investimento para poder concorrer!! É para isso que eles pagam fortunas a assessores: para tramar o cidadão sempre que ele precisa do Estado e assim poupar nas DOAÇÕES dadas pelos portugueses para estas vítimas! Escandaloso!

Eram já mais de 250 feridos nos fogos de Pedrógão ao que se juntou mais de 70 no remake de fogos logo a seguir. E nem uma palavra na comunicação social. Nem um acompanhamento televisivo daqueles que ridiculamente fizeram quando o Presidente da República fez uma cirurgia de emergência sem qualquer interesse nacional, lembram-se? Não se calavam com a porcaria da hérnia! Bolas! Que país é este? Mais de 300 pessoas queimadas, algumas com muita gravidade e só uma  referência a uma dessas vítimas transportadas para Espanha. Além do drama da esposa que ficou com o filho entretanto nascido sem poder dar o nome. Um drama que passou despercebido não fosse, claro, a bendita rede social! Nojo!

Eu sei. No final do mês é preciso pagar as contas e o “patrão” é quem tem a última palavra. Sim, também sei, porque não sou parva, que a imprensa em Portugal não é livre como o querem fazer crer. Que o lápis azul de hoje, mascarado de democracia manieta os jornalistas. Mas vender a alma ao diabo compensa mesmo? Trair o país e seu povo não deixa peso na consciência? Sei de gente com carácter que virou costas a quem o quis algemar como foi o caso de Alberto Gonçalves. Mas pronto, não temos todos os mesmos valores, certo?

Não há nada mais criminoso do que ser cúmplice da  morte de um povo enquanto sociedade que deveria ser livre e está a ser amordaçada pelo sistema com a complacência daqueles que deveriam estar do lado do cidadão, defendendo-o, em vez de o deixar ao abandono.

Porque jornalista comprado é um  soldado da ditadura.

 

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27 comentários leave one →
  1. Mauritano permalink
    19 Março, 2018 10:02

    Como se costuma dizer, esta foi tão bem dada que até a mim doeu. Parabéns Cristina, esta foi mais uma em cheio.
    Lamentavelmente o português gosta de um (des)governo composto por ministros, secretários de estado e afins, iguais aos pinguins do filme “Madagascar”, – “Sorrir e acenar, sorrir e acenar”. Até um dia…

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  2. LTR permalink
    19 Março, 2018 10:28

    Basta comparar as descrições pormenorizadas do secretário de estado das comunidades (imediatamente e em direto para a TV) com todos os detalhes dos acidentes fora do país envolvendo portugueses para se perceber que há um sistema já pornográfico. Quando é fora do país sabe-se quantos são, em que estado estão, como vão ser evacuados, por que tipo de transporte, quantos estão internados, quantos estão em estado grave, etc. Depois há os casos especiais, em que basta uma ministra dizer que está tudo bem com a segurança da informática no Estado, que tudo fica logo sanado, esclarecido e certificado.

    Mas há pior, como nos países onde os PM vão de férias no meio das calamidades como quem vai à esquina tomar um café. Depois há os sistemas podres, como o Venezuelano, o Russo, e um que desponta em Portugal.

    Quem quiser perceber o nível de ocultação no caso dos incêndios, que veja as reportagens sobre o incêndio que há umas semanas matou uma série de pessoas numa associação e compare o nível de detalhe.

    Não admira que passemos o tempo a tartar do Trump e do Rio, tal é o grau de perfeição o sistema de que fazemos parte. Alias, se repararmos bem, quanto pior estão os países, mais se fala em tudo o que não é basilar.

    Para chegarmos ao fundo da fossa basta esperar pelo momento em que se pergunte a um PM sobre um banco, e ele, em vez de responder, faça insinuações sobre as motivações de quem pergunta.

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  3. Paulo Valente permalink
    19 Março, 2018 10:41

    Cara Cristina Miranda
    Parabéns pelo seu artigo. Tem toda a razão. Mas deixe que lhe diga, o problema não é só da cúpula política ou da comunicação social comprada.

    É também da comunicação social que não existe porque os jornais não têm jornalistas mas estagiários que mal sabem escrever, quanto mais investigar. Nem é necessário comprar algo que nem existe.

    É também de um aparelho do estado que foi desmantelado e transformado em institutos públicos. Passou a haver boys dirigentes altamente remunerados e precários sem formação a fazer o trabalho que deveria ser de profissionais. (E esta situação é culpa dos políticos).

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  4. Paulo Valente permalink
    19 Março, 2018 10:41

    Cara Cristina Miranda
    Parabéns pelo seu artigo. Tem toda a razão. Mas deixe que lhe diga, o problema não é só da cúpula política ou da comunicação social comprada.

    É também da comunicação social que não existe porque os jornais não têm jornalistas mas estagiários que mal sabem escrever, quanto mais investigar. Nem é necessário comprar algo que nem existe.

    É também de um aparelho do estado que foi desmantelado e transformado em institutos públicos. Passou a haver boys dirigentes altamente remunerados e precários sem formação a fazer o trabalho que deveria ser de profissionais. (E esta situação é culpa dos políticos).

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  5. 19 Março, 2018 11:04

    Mais um post na mouche !

    Eu, já raramente quero ler e ouvir notícias sobre o entediante, adulterado e manietado ambiente tuga. Certamente contribuiria para desorientar o cérebro.
    Futebol&futebolices, escândalos, mais telenovelas, galas, realityshows, “famosos” do jet 1,5, é o que a maioria do maralhal gosta, o entretem e boviniza.
    Por exemplo e por o que me dizem, a Correio da ManhãTV, especializou-se em futebóis (gritaria, histerismo, irracionalidade) e problemas (todo o tipo de). Tem elevadas audiências. Portanto…

    O Alberto Gonçalves teve logo quem o quisesse porque tem talento extraordinário. Há mais como ele sem emprego ou sequer local para colocarem as suas reportagens e opiniões.

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  6. carlos alberto ilharco permalink
    19 Março, 2018 12:47

    Fala-se por aqui (de cor) sobre o Correio da Manhã
    Eu, devo ser um dos sete ou oito que o fazem, vejo-o.
    E sei que ele aproveita tudo o que pode e meta sangue para aumentar as suas audiências.
    Afinal não é isso que o post reclama, que se mostre as desgraças?
    O programa citado “Linha Aberta” faz exactamente o mesmo, abusando um bocadinho (é o estilo dele) do suponhamos.

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    • Cristina Miranda permalink
      19 Março, 2018 14:18

      Quanto lhe pagam pra desacreditar as pessoas q põem os podres a nu dos políticos? Vá, seja corajoso.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        19 Março, 2018 15:20

        Não percebeu nada do que eu escrevi, e a sua pergunta faz-me supor que acha que todos (incluindo a senhora) se vendem.
        Não é bem assim.

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      • Cristina Miranda permalink
        19 Março, 2018 20:08

        Eu não sou avençada. Trabalho pró meu sustento.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        19 Março, 2018 21:37

        Eu sou reformado e outros trabalham para o meu sustento.
        Muito obrigado pela sua colaboração.

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    • 19 Março, 2018 15:19

      O supônhamos da desgraça só não o é se for uma qualquer mariana o katrina a falar das injustiças e da desgraça .

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      • carlos alberto ilharco permalink
        19 Março, 2018 15:25

        Obrigado
        Se por acaso tiver acompanhado os “15 minutos de crime e sangue ” da SIC e já agora da TVI todos os dias às 12:45 sabe do que estou a falar.
        Esse senhor é useiro e vezeiro em deixar insinuações, trocadilhos, suponhamos, penso, parece e todas as formas que se podem usar para lançar confusão e a ideia de que sabe muitas coisas escondidas.
        Se nunca viu, não comente.

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      • Cristina Miranda permalink
        19 Março, 2018 20:07

        Vejo o Linha Directa que dá voz aos cidadãos descontentes vítimas dos desgovernos. Chega-me.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        19 Março, 2018 21:44

        Nunca vi, e não tenciono ver,
        Do que vi e ouvi no programa da Dona Júlia Pinheiro, mais um moço de que não fixei o nome o senhor Hernâni corporizava o estilo de discussão em taberna com muitas insinuações sexuais que aliás eram o prato forte do mesmo programa e centenas de subentendidos.
        Conforme a senhora agora dá nota com a sua arguta observação, transfigurou-se em paladino do Bem.
        Ainda bem.

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    • 19 Março, 2018 18:31

      No meu comentário acima “falei” da Correio da ManhãTV e não do jornal.
      Nada tenho contra algumas notícias do jornal que denunciam bandidos de colarinho branco e informam como estão a decorrer investigações.

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      • carlos alberto ilharco permalink
        19 Março, 2018 19:19

        Obrigado.
        Está redondamente enganado, o CMTV neste momento é o canal do cabo mais visto na parte de notícias tendo destronado a TVI24 e a própria SICN.
        E isto porque estão em imediato em todas as notícias importantes.
        Claro que dão ênfase aos desastres, é esse a missão das televisões, a imagem acima de tudo.
        Melhores cumprimentos.

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  7. Juromenha permalink
    19 Março, 2018 13:29

    Um “governo” de uma incompetência e venalidade criminosas.
    Mas , “alegadamente” , o rebanho eleitoral, não se queixa…

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  8. Vitor permalink
    19 Março, 2018 13:44

    Este post para mim é serviço público! Muito mais merecedor de receber a taxa que pago sobre a eletricidade do que os apresentadores da RTP de programas como o Quem quer ser milionario? e quejandos pagos a peso de ouro com salários de 5000 e 11000 euros.

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  9. Vitor permalink
    19 Março, 2018 13:45

    Porque não aparecem os meus comentários?

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  10. Ricardo Silva permalink
    19 Março, 2018 14:12

    Abriu no dia 15 de Março de 2018 a epoca de caça ao “Proprietário Rural”. A especie considerada responsavel por uma das maiores calamidades já mais existentes em Portugal, pelos sr’s Doutores sentados numas cadeiras lá em Lisboa. A esquerdalha, cuja relevancia eleitoral no interior do país é ZERO, bate palmas! Afinal..são “Proprietários”, manda a luta de classes acabar com eles! E os Xuxas da caça ao voto, sabem que nao precisam deste interior para ganhar o que quer que seja.
    Portanto, com um bocado de sorte, os ditos feridos, ainda vão ter que pagar multas por não limparem as matas, o novo grande designio do comuno-socialismo que nos governa.

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  11. lucklucky permalink
    19 Março, 2018 18:38

    Não aparecem nas notícias porque o que temos é o Jornalismo Marxista da TVI, RTP , SIC(apesar do Hernani). Expresso, Publico etc.

    Se Pedrogão acontecesse com um governo do PSD/CDS os jornalimo teria derrubado o Governo,. Como o Governo é de Esquerda protegeram-no.

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  12. David Fernandes permalink
    19 Março, 2018 18:40

    O problema é que o governo de Lisboa não tem recursos, meios, pessoas ou simplesmente vontade de governar o pequeno pedaço geográfico de Portugal. A única solução é entregar partes do território às regiões autónomas espanholas. Bragança e Vila Real estariam muito melhor na Galiza do que em Portugal. É triste, mas é verdade.

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  13. Arlindo da Costa permalink
    19 Março, 2018 20:59

    Também você não fala nos feridos dos acidentes rodoviários. E as estatísticas dizem que são muitos milhares. Então? A culpa é também do Costa?

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  14. Tiro ao Alvo permalink
    19 Março, 2018 22:49

    Nesta questão dos fogos, a malta das cidades não está a ver bem o filme. E os capitalistas (habitantes da Capital) são quem menos vê.
    Recentemente, o actual ministro da agricultura andou a dizer, e os jornais e as TV puseram-lhe o trombone na boca, que NUNCA a floresta esteve tão bem limpa como vai ficar este ano. E o nosso primeiro-ministro, não usando estas palavras, diz parecido.
    Acontece que isso não é verdade e que, desde há cerca de 30 anos para trás, quase todas as zonas florestais do nosso País estavam limpas e os poucos fogos grandes aconteciam, mesmo no tempo dos comboios a carvão que provocavam incêndios frequentes, incêndios que, por via de regra, se apagavam naturalmente.
    Portanto, florestas limpas não vão ficar este ano, florestas limpas estavam no passado, quando cortar matos era rentável, do ponto de vista económico.
    E era assim porque os lavradores cortavam, regularmente, os matos para serem utilizados como camas para os animais e para, posteriormente, os utilizarem como adubo orgânico das sementeiras. Além disso, numerosos rebanhos de ovelhas e cabras limpavam regularmente montes e vales, quando não utilizados para a agricultura.
    Compreender-se-á que, no passado recente, os fogos florestais eram raríssimos, quase não carecendo de ser combatidos. Os fogos maiores aconteciam nos Baldios ou nas Reversas Florestais administradas pelo Estado, muitas vezes como forma de retaliação dos pastores a quem as nossas autoridades proibiram de fazer queimadas, para renovação de pastagens.
    Ora, sabendo-se que as zonas do interior foram despovoadas, quer por causa da emigração, sobretudo para França e Luxemburgo, quer pela migração das gentes do interior para o litoral, onde hoje, como se sabe, mora a esmagadora maioria do povo português, compreende-se que a nossa floresta tenha sido abandonada às leis da natureza e que os matos e as silvas começassem a aparecer por todos os lados, invadindo tudo e originando fogos enormes, destruindo quilómetros e quilómetros de floresta, às vezes mal ordenada, quase sempre ao Deus-dará, crescendo de dia e de noite, exigindo cortes ano sim ano não, pelo menos.
    Assim sendo, tem Portugal um problema grave para resolver, uma vez que o planeamento territorial foi coisa que os nossos governos, na generalidade, nunca tomaram a sério, só se preocupando com esta questão quando começaram a deflagrar incêndios grandes, como aconteceu em 2003 e 2005.
    Como se sabe, as mortes dos últimos incêndios, no ano passado, obrigaram os nossos governantes a procurarem soluções que evitem novas desgraças, que, a acontecerem, afastá-los-iam do poder, seguramente.
    E vai daí, de que se lembraram os nossos actuais ministros? Nada mais, nem menos, do que agravar as coimas de uma lei de 2006, proposta pelo Dr. António Costa, então responsável pela Administração Interna, que obriga a limpar, muitas vezes para além do necessário, zonas à volta das casas e dos aglomerados rurais, lei que durante todos estes anos decorridos nunca foi cumprida, nem pelos proprietários particulares, nem pelo próprio Estado – lembremo-nos que a administração pública deixou arder 80% do Pinhal de Leiria.
    E qual é a lógica dessa lei? A lei aprovada em 2006 e agora recuperada, pretende responsabilizar os poucos proprietários que ficaram no interior e os herdeiros dos que dali fugiram, pela protecção de toda a floresta portuguesa, que é um bem comum – pensemos na paisagem e na contribuição das árvores para a purificação do ar que respiramos –, exigindo-lhes que tomem nas suas mãos os custos da sua limpeza, custos que a floresta, tal como está e para ser rentável, nunca poderá proporcionar rendimentos ao ponto de pagar essas enormes despesas. Ou seja, o actual governo, de uma penada, mais parece pretender desvalorizar todos os terrenos ocupados com floresta, criando condições para que o Estado se aproprie deles por um preço quase insignificante, pois quem quererá ser dono de propriedades que só dão despesa e chatices?
    Temos assim que este problema, que é de todos nós, está unicamente a ser atirado para os ombros dos proprietários rurais, acelerando o abandono do interior do País, sem atenuar a desgraça dos fogos florestais que, não haja dúvidas, vão continuar, quem sabe se não com mais gravidade.
    Ora, se o problema é de todos os portugueses, os custos da sua resolução devem ser repartidos por todos, não restando outra alternativa que não seja o Estado tomar em suas mãos os custos necessários para que a limpeza das bermas das estrada, dos caminhos florestais e dos aceiros necessários, se faça em tempo e com eficácia, para acabar com fogos de grandes dimensões, como os que ocorreram o ano passado, e que tantos prejuízos provocaram, com consequências trágicas que levaram à perda de tantas vidas humanas.
    É, pois, necessário que todos assumamos a responsabilidade pela limpeza da floresta, exigindo ao governo que poupe onde quiser, mas que organize um serviço estatal de prevenção e combate a incêndios florestais, suportado maioritariamente por dinheiros públicos, ou seja, pago com o dinheiro dos nossos impostos, na certeza de que esse será, seguramente, um dinheiro muito bem gasto.

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