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O Feminismo faz tanta falta como o Machismo

21 Maio, 2018

Apesar do salto qualitativo do papel da mulher na sociedade ocidental onde hoje as barreiras que as separavam dos homens caíram, o histerismo feminista nunca foi tão estridente. Pior: a mulher que ouse discordar desta narrativa é  imediatamente trucidada com violência verbal à qual juntam uns quantos insultos para a diminuir intelectualmente acusando-a de não defender as mulheres. Porque há uma agenda para cumprir: convencer o Mundo que as mulheres ocidentais (sim porque as outras não lhes interessa para nada) não são livres e continuam a ser oprimidas e que elas,  as feministas,  fazem falta para as “salvar” desses abusos. Nada mais errado. O feminismo  faz tanta falta hoje na nossa sociedade ocidental como o machismo.

É verdade que durante séculos a ignorância dos homens em relação à anatomia e psicologia feminina era quase medieval. Assim como o era em relação por exemplo à própria higiene (quem não sabe que nessa época eram proibidos os banhos por “fazerem mal à saúde”?) Era a ignorância, medo do desconhecido dos homens que impunha limitações às mulheres e que em 1878 fazia com que o British Medical Journal questionasse sobre a possibilidade de uma mulher estragar um presunto ao tocá-lo por estar menstruada ou ainda uma mulher que confessasse desejos sexuais ao seu médico era imediatamente receitado banhos frios, entre outras medidas do género e caso persistisse o problema, o internamento em asilo!!  Judith Flanders relatou em “Inside the Victorian Home: A Portrait of Domestic Life in Victorian England”, que um inglês levou sua esposa de meia idade  a um oculista, por esta se ter tornado míope onde foi  informado  que o problema dela tinha origem em seus órgãos sexuais pois seus desejos libidinosos deterioraram os seus olhos e que a única cura possível era a  retirada de seu útero.

Foi graças às reformas LIBERAIS que  a ignorância foi combatida com a circulação de jornais na Europa que aumentou oito vezes entre 1712 e 1757. Esta “revolução silenciosa” permitiu que em 1771 as publicações britânicas pudessem relatar de forma pública os debates no Parlamento popularizando assim a instrução. Em consequência no norte da França entre 1786 e 1790, 44% das mulheres já sabiam escrever o nome o que indicava um salto na alfabetização nunca antes registado. A Revolução Industrial que se seguiu foi o resultado desta “revolução silenciosa” que criou instrução que se espalhou por todo o velho continente numa sinergia entre produção e educação. Sem as máquinas que popularizaram os  manuais de alfabetização e o comércio livre dos livros, jamais esta barreira da ignorância seria derrubada e aberto o caminho para a libertação da mulher como o descreve Stevn Roger Fisher no seu livro “História da Leitura”.

Com a Revolução Industrial, as mulheres tornaram-se a principal força de trabalho nos EUA representando 88% dos operários em 1818. Os homens iam para a agricultura onde se exigia maior força física. Nas fábricas as mulheres ganhavam  um pagamento semanal com base numa escala “hora à hora” algo inédito naquele tempo que permitia ganhar o DOBRO do trabalho agrícola. Fala-se dos abusos às mulheres e crianças (trabalho infantil) durante a Revolução Industrial mas branqueando o facto de antes, suas vidas terem sido miseráveis onde as  únicas opções para sobreviver à fome, era a  prostituição, mendicidade ou serem criadas de servir (algo desprezível na sociedade que as tratava como animais).

A Revolução Industrial trouxe ascensão social e económica sem precedentes para as mulheres. Devido às mudanças sociais ocorridas depois com a chegada de imigrantes aos EUA,  as mulheres foram levadas para cargos mais bem pagos e para novos campos de trabalho em ebulição. As oportunidades fora das fábricas aumentou e em 1850 o número de professoras em Massachusetts foi o dobro dos homens! Em 1900  as mulheres estavam presentes em 195 das 300 classificações de emprego enumeradas pelo Censo. Algo absolutamente inédito na época. Nem aqui fez falta quotas.

Foram as medidas liberais da “revolução silenciosa” e a Revolução Industrial que se lhe seguiu que deram LIBERDADE DE ESCOLHA às mulheres que passaram a ter seu próprio sustento sem depender dos homens. Não foi o feminismo que as libertou. Foi o capitalismo.  O feminismo da época apenas melhorou suas condições.

Hoje, esta onda feminista de 3ª geração, por tudo e por nada alega discriminação. Não interessa saber que uma mulher naturalmente escolhe áreas profissionais diferentes dos homens. Que naturalmente optam por serem elas a cuidar da família. Que naturalmente têm um conceito de felicidade diferente do homem. Que possuem cérebros diferentes, logo pensam e agem diferente. Não. Interessa convencê-las que são vítimas. Que são coitadinhas que “precisam ser libertadas da opressão masculina” quando os homens de hoje são em tudo diferentes do passado. Apoiam-se nos estudos subjectivos de quem os faz. Pouco se importando com o factor óbvio da natureza humana. E por falar em estudos, já está na hora de trazer alguma seriedade sobre as estatísticas enganadores das diferenças salariais quando as categorias profissionais estão todas tabeladas sem diferenciação de sexos! Se há diferenças é porque teimosamente nesses estudos não se tem em conta factores primordiais nessa avaliação como por exemplo a escolha natural de especialidades menos bem remuneradas ou menos horas trabalhadas para assistência voluntária à família. Nas empresas que geri era impossível fazer diferenciação no salário base devidamente tabelado. Se isso acontecesse, a Inspecção do Trabalho entrava imediatamente em campo com multas pesadas.

No fundo o feminismo de hoje consiste em substituir o machismo dos homens doutros tempos pelo feminismo actual segregador das mulheres com vista ao domínio destas. Não buscam o equilíbrio e igualdade entre as partes. Buscam a primazia.

A verdadeira defesa pelos direitos das mulheres faz-se pela defesa de todas as pessoas pela igualdade de direitos sem discriminação  pelo sexo, idade, cor, etnia, raça , sensibilizando e envolvendo toda a comunidade nesta luta. Defender as pessoas é defender todos por igual criando sinergias em vez de fissuras entre grupos. E esta é a verdadeira defesa por direitos iguais.

 

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80 comentários leave one →
  1. 21 Maio, 2018 12:27

    Tudo bem mas deixe lá o estribilho do “medieval” que isso é praga jacobina que já devia ter acabado por ser ignorância.

    Os banhos eram muito comuns na Idade Média e até serviam de lupanares.

    A moral burguesa é coisa moderna.

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  2. 21 Maio, 2018 12:29

    Isso do feminismo paraceu por cá nos anos 60 e ainda há pouco mais de 5 anos atrás ninguém vinha com a treta que era “feminista”.

    Deve ser mais uma moda facebook e, no geral, sempre foram fufas

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  3. 21 Maio, 2018 12:31

    Apareceu. Com as 3 Marias

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  4. 21 Maio, 2018 12:36

    Quanto a não se lavarem, também é moda que reapareceu. Vegan e pans e coisas assim de heresias naturalistas, também não tomam banho para defenderem o direito à vida dos piolhos.

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    • 21 Maio, 2018 12:47

      Na mouche !
      E, tenho reparado também nisto: não conheço nenhum, nenhuma vegan, pans e derivados, que tenham um mínimo de sentido de humor. Levam quase tudo pateticamente a sério…

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    • Cristina Miranda permalink
      21 Maio, 2018 16:25

      Ah! Ah! Ah!

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  5. 21 Maio, 2018 12:39

    A única defesa das mulheres era o casamento. Acabaram com ele e agora tramam-se e libertam-se a mourejar por eles e pelos filhos que é para aprenderem.

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  6. 21 Maio, 2018 12:49

    Ora, se quiserem “apreciar” mais uma vez a “ética socialista”, vão ao Observador e leiam a notícia: o AC-DC e os seus negócios imobiliários em Lisboa, justificados atabalhoadamente pelo dito cujo.

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    • 22 Maio, 2018 09:58

      Se fosse um direitolas era mais um exemplo do capitalismo selvagem imoral,. Sendo mais um menino de oiro do xuxalismo só pode ser investimento social a bem da comunidade.

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  7. 21 Maio, 2018 12:55

    Mais negociatas com “ética socialista”: o presidente da câmara de Castelo Branco celebrou contratos públicos com empresas de familiares “por lapso e por não se ter apercebido do envolvimento de familiares directos”.
    in SAPO

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  8. 21 Maio, 2018 13:08

    O Feminismo atual – que é só mais um eufemismo Marxista para a destruição do mais importante pilar da sociedade Cristã, o Casamento – fez o seu centenário o ano passado quando foi a principal arma dos (((Bolsheviks))) para destronar o Czar e dar início ao mais violento episódio do Séc. XX e um dos maiores da História: 65 Milhões (11 Holocaustos que ninguém quer falar) de Cristãos foram BRUTALMENTE assassinados, 220.000 membros do Clero “despachados” e 40.000 Igrejas destruídas num só país.

    Atualmente temos – o “feminismo”, “lei da paridade”, grupos nada inocentes a alertar “para o flagelo social que é a violência doméstica” num dos países mais pacíficos que alguma vez existiu, os do BE a aclamarem em frente às escolas que “conversas de engate não é sedução, é violência” – para criar o máximo de pressão na união matrimonial, presente e futura, indispensável a qualquer sociedade que queira sobreviver ao tempo. Claro que estes mesmos grupos (aqui e lá fora) depois dizem muito inocentemente que a taxa de natalidade é muito baixa e que precisamos de “migrantes” para procriar… Apenas e só a doutrina de um dos ídolos dos “socialistas” – The Hegel Way – criar o problema, arranjar solução para alguns, implementá-la para prejuízo da maioria.

    Não acordem enquanto é tempo…

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  9. 21 Maio, 2018 14:06

    1º: Começa logo mal com um titulo com termos ideológicos aceites como verdadeiros.
    2º: Continua a tese histórica, à semelhança de um bloquista numa crítica ao comunismo do século xx.
    3º Atribui falsamente a razão das transformações sociais às ideologias de que milita quando na verdade elas se devem à ciência e invenção humana.
    4º Termina a sua tese, novamente como um bloquista apelando ao seu falso idealismo.

    the end

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    • 21 Maio, 2018 14:26

      isso é para mim?

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      • 21 Maio, 2018 14:37

        Não sei. Você votou duas vezes no menino doiro do Ps, e deram-lhe aqui neste bordel da direitinha um espaço de opinião, pra andar a bater no peito em nome da anti-corrupção e do liberalismo beato a la carte ?

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      • Cristina Miranda permalink
        21 Maio, 2018 16:20

        Não gosta de bordéis mas está cá sempre a picar o ponto. Fantástico!

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      • 21 Maio, 2018 16:34

        “Não gosta de bordéis mas está cá sempre a picar o ponto.”

        Eu gostava de lhe reponder, mas não lhe queria faltar ao “respeito”…

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    • Cristina Miranda permalink
      21 Maio, 2018 16:22

      Pois, e você é precisamente a personificação da ignorância de q falo no texto. Obrigada pelo precioso exemplo.

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      • 21 Maio, 2018 16:44

        A Dona Cristina, já se lembra do processo da cova da Beira, ou ficou-lhe em amnésia permanente ?

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      • 21 Maio, 2018 19:05

        Gostava de lhe recordar enquanto o ignorante personificado, que o período puritano chamado vitoriano, foi exercido por uma Rainha chamada Victoria.
        E prontos lá se foi por água abaixo a sua narrativa histórica adoptada da esquerda sobre o machismo..

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      • 21 Maio, 2018 19:41

        E olhe mais Dona Cristina, se acha que é apenas a 3º geração do feminismo é digamos lunática, vá dar uma olhadinha aos trabalhos das lideres intelectuais da 2º geração: Andrea Dworkin’s, Germaine Greer, Gloria Steinem, ou Luce Irigaray que dizia que o principia de Isac Newton era um manual de estupro, e outras perolas semelhantes sobre tema. E deixo as da primeira para daqui a bocado se importar que tenho a panela ao lume.

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      • Mario Figueiredo permalink
        21 Maio, 2018 22:06

        É sopa de demagogia que estás a fazer aí, mg? Apaga lá o fogão, pá!
        Então, lá porque algumas feministas da chamada 2ª geração eram radicais ou defendiam movimentos de libertação em oposição à igualdade de direitos, eles por si só não definem a 2º vaga de feminismo. Argumenta-se aqui que a 3ª vaga nasceu destes radicalismos e é a 3ª vaga que é definida por eles. A 3ª vaga normalizou o radicalismo e o liberalismo feminista e pôs de parte os aspectos igualitários que ainda definiam o feminismo de 2ª geração.

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      • Mario Figueiredo permalink
        21 Maio, 2018 22:10

        E explica lá por miúdos que conversa é essa entre o puritanismo e a Rainha Victoria. Que raio de argumento é esse que pensas provar qualquer coisa que nem definiste qual?

        Vá lá. Ensina-nos. Mostra lá a tua sabedoria e conhecimento. Para a gente se rir um pouco mais…

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      • 22 Maio, 2018 00:15

        “The vitorian era has found a central place in popular culture as a period of excessive sexual austerity, repression and prudery. In the pioneering histories of Steven Marcus, Eric Trudgill and Ronald Pearsall, Vitorian sexuality was depicted as a period of Puritan moralism, an inevitable reaction against the aristocratic libertinism of the eighteenth century. Queen Victoria insistence on propriety and respectability seemed to nineteenth-century moral reformers and twenty-century alike, to define the age that bore her name.”

        Histories of Sexuality: Antiquity to Sexual Revolution
        https://books.google.pt/books?id=3V3fBQAAQBAJ&pg=PA101&lpg=PA101&dq=queen+victoria+puritanism&source=bl&ots=wM4FNf9Kql&sig=sU6Ke3PR-smDaVP1a7qaWvPxuuY&hl=pt-PT&sa=X&ved=0ahUKEwjwt62L75fbAhWRXMAKHeS3BPY4ChDoAQheMA0#v=onepage&q=queen%20victoria%20puritanism&f=false

        Deixa de ser borrego oh Figueiredo.

        Foram essas intelectuais que tomaram conta da academia e dos movimentos governamentalmente financiados como o national organization for women ou o planned parenthood(uma clinica abortista) de Margaret Sanger, uma senhora que só dizia que a coisa mais misericordiosa que uma familia numerosa poderia fazer aos seus filhos era mata-los.

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      • 22 Maio, 2018 01:17

        Veja lá se preciso de lhe fazer um desenho…



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  10. JgMenos permalink
    21 Maio, 2018 16:25

    «a ignorância dos homens em relação à anatomia e psicologia feminina era quase medieval» não duvido que fosse maioritáriamente assim.
    Mas quanto à anatomia, o homem sempre teve e tem uma condicionante que o feminismo finge ignorar.
    A evolução trouxe tardiamente o orgasmo à mulher e verdadeiramente ele só se justificou quando deixou de andar a quatro. Agora dizem-me que são os jovens os maiores consumidores de impulsionadores/retardadores para cumprir missão com parceiras acidentais comparativamente mal equipadas mas exigentes.
    Pergunto-me se esta circunstância, que seguramente justificou e ainda justificará o machismo mais agressivo, agora que o feminismo impera, não justificará os bandos de mulheres ‘abandonadas’ que vejo pelas noites das cidades.

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    • 21 Maio, 2018 22:21

      V. é maluco?

      O orgasmo sempre foi conhecido e até foi um monge- Francesco de Colonna que escreveu uma maravilha de livro em que é descrito um orgasmo feminino- chama-se Hypnerotomachia Poliphili e foi escrito no século XV. Está online

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      • JgMenos permalink
        22 Maio, 2018 00:45

        Diz bem.
        Mas no sec. XV já há muito se tinha deixado de ‘ andar a quatro’, aproximadamente na véspera, em termos de evolução.

        Entenda o que se escreve. A diferenciação biológica (e o que dela deriva) é tão significativa que ignorá-la é condenar todo o discurso da igualdade a uma fraude.
        Se tomar umas doses de testosterona logo verá do que falo.

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  11. Procópio permalink
    21 Maio, 2018 16:43

    …. criando sinergias em vez de fissuras entre grupos.
    Certo Cristina, a sua intervenção, mais uma vez, é de louvar. São as fissuras que têm em vista aquelas fufas desorientadas,aqueles meninos doidos por se satisfazer como calhar. Encontram nas tradições, na decência e no equilíbrio dificuldades a transpor.
    Toca a matar.
    Romper, separar, desunir, quanto mais abruptamente melhor. Abrem fendas aqui e ali, em Bragança ou em Aljezur, os merdia portas abertas, aí colocaram as suas peças chave.
    Querem cortes fundos, suspensões, abortos mil, mudanças de sexo, quebras de valores, urge implantar a libertinagem, infiltrar-se no mecanismo de sobrevivência das sociedades.
    Estão em curso rompimentos vis e descarados ao nível das escolas, de alguns grupos ditos culturais, das famílias ocupadas e desprevenidas. Ao não alcançar os objectivos, passarão do uso da persuasão alarve, para o uso da força. Até ao dia. Há sempre um dia mau.

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    • 21 Maio, 2018 18:07

      Estarei a prever acertadamente, se alguma vez um ou uma vegan entrar num restaurante e perturbar (de várias formas) quem está a comer carne, peixe ou queijo ?
      E, algum PAN actuará contra um dono dum restaurante que rejeite a entrada de cães, gatos, vegans, ou intercederá a favor dum cão que ladra, dum gato açanhado ou duma iguana à solta ?
      E para quando por exemplo também num restaurante dois gajos ou duas gajas beijam-se na boca durante longos minutos só para provocar reações contra ?

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  12. gato permalink
    21 Maio, 2018 18:10

    Cristina Miranda,
    contra o habitual, este texto tem tantos ‘disparates’ que nem vale a pena qq comentário,
    cumprimenta

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  13. Procópio permalink
    21 Maio, 2018 18:14

    MJRB, claro, esses dia estão a chegar e nós ver.
    Por enquanto interessa ver, fotografar e anotar.
    Já não há gajos, nem gajas, há géneros.
    O género da pq os p.

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  14. Os corruptos que se cuidem permalink
    21 Maio, 2018 18:15

    Eh pá, notícias fresquinhas dos defensores dos oprimidos aqui ao lado. Vejam, veja, é de morrer a rir. São mesmo uma escória total:

    http://www.lasexta.com/programas/el-intermedio/imbatible-dani-mateo/dani-mateo-analiza-la-casa-de-iglesias-y-montero-no-se-si-al-iglesias-de-2015-le-gustaria-el-iglesias-de-2018_201805175afdeae10cf2a8a541b21512.html

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  15. Os corruptos que se cuidem permalink
    21 Maio, 2018 18:16

    Cristina, use o seu talento para escrever um post sobre esta gente e seus congéneres em toda a parte.

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  16. Procópio permalink
    21 Maio, 2018 19:31

    Os corruptos ainda não se cuidam, um dia pode ser tarde.
    Uma mansão como aquela vou convencer o meu primo de Talavera para se inscrever no p(h)odemos. Quem se p(o)de é ele e eu vou lá passar os fins de semana para ver o Ronaldo jogar no Real.

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  17. cachecol permalink
    21 Maio, 2018 21:49

    Esta gente é vesga ??? Igualdade de direitos !… E as obrigações ???

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  18. José Ramos permalink
    21 Maio, 2018 22:13

    Agora vão lá explicar isto à Câncio e à Ferro Rodrigues, coitadas …

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  19. Procópio permalink
    21 Maio, 2018 22:39

    Ponham-se a pau, mas nem por isso vocês se safam, não é disso que elas gostam.

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  20. Arlindo da Costa permalink
    22 Maio, 2018 00:22

    O feminismo faz falta, claro.

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  21. maria permalink
    22 Maio, 2018 00:42

    Texto brilhante, como sempre. Mulheres inteligentes e corajosas como a Cristina é que são necessárias em Portugal e particularmente na política, para desmistificar a hipocrisia e o cinismo que enforma este bando de inúteis que desgraçadamente nos governa, mais as pseudo-feministas e todos os esquerdistas que as apoiam (por interesse) em todas as aleivosias que brotem daquelas cabecinhas perturbadas por mais tresloucadas que sejam.
    Maria

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  22. 22 Maio, 2018 02:03

    Não se admirem quando chegar uma lei imposta por vegans e apoiada por PAN’s decretada por um governo tipo geringonço que proíba e puna a expressão “és mesmo boa, vou comer-te toda”.

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  23. 22 Maio, 2018 08:18

    Em Portugal estamos numa era de aberrações trazida pelas esquerdas.Arranjam esquemas fúteis para se entreterem e nada fazerem de positivo no país.Atrasados(as) mentais são aqueles que se deixam influênciar por esta ignóbil distinção. Vão mas é trabalha a sério, traidores(as)!!

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    • 22 Maio, 2018 08:25

      Correctóre: Vão mas é trabalha a sério = Vão mas é trabalhar a sério.

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    • 22 Maio, 2018 08:59

      O BE tem obtido apoios e votos à custa de comportamentos, discursos, causas estupidificantes e p’rá frentex-que se-lixe-o-resto.
      Esta manhã lembrei-me que o BE quis fazer aprovar –ou conseguiu– uma lei que proíbe o piropo…

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  24. 22 Maio, 2018 09:55

    Bom texto. É preciso desmascarar os extremismos.

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  25. procópio permalink
    22 Maio, 2018 13:13

    O sítio está a precisar urgentemente de muitas consultas para o género maluco, para não
    ao dizer incorrectamente malucas e malucos. São cada vez mais e é preciso muito cuidado para não ferir susceptibilidades
    Dizem as más línguas que vários hospitais poderão vir a encerrar serviços. Mais de 100 enfermeiros já foram desde Janeiro só em Sta Maria, o que obriga a fechar camas e um sector de cirurgia devido à falta de recursos humanos. Na saúde mental é o caos, mas se a geringonça prosseguir com a sua pulhítica os malucos passam a ser considerados normais e a situação resolve-se por si. A esperança é a última a morrer o pior é que morre cada vez mais gente sem mais nem menos e sem se saber porquê.
    O meu vizinho xuxialista afirma a pés juntos que morrer é perfeitamente natural e já acontecia antes do supremo líder kosta nos liderar habilidosamente.
    O que se está a acontecer no hospital de Santa Maria está a passar-se na maior parte dos hospitais portugueses, como por exemplo no Hospital da Cova da Beira, no Centro Hospitalar do Porto e na Unidade Local de Matosinhos.

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  26. procópio permalink
    22 Maio, 2018 13:31

    “Juízes mandam detidos por álcool e droga para consultas médicas”.
    Eu não dizia! A falta de consultas é um problema.
    O meu vizinho conseguiu lá à consulta depois de esperar dois anos. Disse-me que de início viu duas médicas. Afinal era só uma, só deu conta depois de lhe lavarem a cara com água fria, o único medicamento de que dispõem.
    Na venezuela a água é morna e só a certas horas, mas para votar não é preciso lavarem-se, quanto mais sujos melhor. O modelo está a ser adoptado pela geringonça mas não se pode querer tudo ao mesmo tempo, né?
    O meu vizinho não registou melhora nenhuma, mas continua convencido que os combustíveis não subiram.
    Ele lá vai admitindo que com o nº 1 estávamos melhor, mas não se pode ter tudo.

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    • 22 Maio, 2018 14:26

      …E na passada semana li esta notícia: guardas do local onde está guardado o ouro nacional e é fabricada a moeda, estão sem receber vencimentos desde Janeiro. Não, não é em nenhum país africano ou na Venezuela, mas sim em Portugal, no Carregado !

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  27. Mario Figueiredo permalink
    22 Maio, 2018 14:52

    Teste.

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    • Mario Figueiredo permalink
      22 Maio, 2018 14:54

      Ó MG, o Google é conhecido por tramar os falsos doutores. Baseias todo o teu argumento numa pesquisa no Google que fizeste às três pancadas e com palavras que procuram confirmar o teu argumento ao mesmo tempo que dás ares de doutor. Resultado, cais que nem um patinho no confirmation bias. É que bastava-te ter lido os três parágrafos seguintes ao que citaste para perceberes que o autor estava precisamente a argumentar o contrário do que pretendias e que na realidade a frase que citaste apenas estava a ser proferida para ser desmentida.

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    • Mario Figueiredo permalink
      22 Maio, 2018 15:03

      Entretanto continuas a pôr imagens de feministas de segunda geração e acabas intencionalmente a confirmar a tua demagogia. Já que ninguém ignora que na franja do feminismo sempre houve radicalismos à mistura, porque é que achas que mostrando imagens de feministas de 2ª geração em alguma coisa alteras o argumento que o feminismo de 3ª geração é caracterizado maioritariamente por “substituir o machismo dos homens doutros tempos pelo feminismo actual segregador das mulheres com vista ao domínio destas. Não buscam o equilíbrio e igualdade entre as partes. Buscam a primazia.”

      Ou és capaz de debater como gente grande, com argumentos e conhecimento de causa, ou então vai mas é para a cozinha e deixa a malta em paz.

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    • 22 Maio, 2018 23:49

      “Ó” sô dom quixote figeiredo, o senhor consegue interpretar um texto ? Eu sei, está certo o seu inglês técnico não dá pra mais. O autor não desmente nada apenas afirma a complexidade da sociedade. A não ser que usando a mesma interpretação o figeiredo também considere que o periodo de repressão ao consumo de álcool, pela Lei Seca implementada por Roosevelt também não existiu, porque a sociedade continuou a consumir álcool, e poderiamos falar do periodo da inquisição, do periodo sovietico da Urss e por aí fora …

      Quanto ao gajedo, parece que tenho que lhe dar a papinha na boca, visto a sua limitação a leituras do correio da manhã.

      1º: a narrativa da altura é tão falsa quanto a narrativa de hoje, incluido a das sufragistas.
      2º foi o gajedo “radical” que passou a dominar os lobbys, as associações governamentalmente financiadas, os canais de financiamento, as academias universitarias, e a narrativa politica. E foram as que abriram o caminho para as da terceira. Como é confirmado pela propria autora, a outra, “Cristina” Hoff Sommers que a Cmiranda colocou no link, noutras entrevistas .
      3º Faz tanto sentido em falar de feminismo radical como de comunismo radical.
      4º Se não precebe como funciona o processo de subversão pelos minoritários militantes dedicados para além da papinha na boca parece que tenho de lhe ler um livro sobre gramscianismo.
      5º O Capitalismo esteve e está metido nisso até às orelhas, mas é algo que não ainda discutir com um erudito de correio da manhã

      Teste 123 som som teste som som… Veja lá se o audio também chega aí . Parece que sim mas receio que não consiga passar pela paneleirice do seu filtro autista . MAs descanse, pois parece que tem aí o seu sancho “palhota” sempre pronto para lhe limpar o rabo.

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  28. procópio permalink
    22 Maio, 2018 16:10

    MJRB, só temos vantagem em imitar o processo venezuelano.
    Na venezuela vota quem deve.

    No sítio vota gente a mais. Nas próximas eleições corrija-se o erro.

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    • 22 Maio, 2018 18:51

      Comentário curto, duro e colado no interior e exterior das palas da maioria dos tugas !

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  29. Arlindo da Costa permalink
    22 Maio, 2018 18:39

    Não gosto nem admiro intelectualmente mulheres que não gostam de mulheres. Ou dito melhor : mulheres que têm como inimigas (os) as próprias mulheres.

    Não fossem as feministas gostaria de saber onde estavam hoje a maioria das mulheres. A lavar roupa, cozinhar e parir crias????

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    • 22 Maio, 2018 19:08

      “A lavar roupa, cozinhar, parir crias”. Tal e qual pensou Mário Soares então candidato à presidência do Parlamento Europeu quando respondeu à sua opositora Nicole Fontaine que “devia ir para casa”, talvez coser meias, “lavar a roupa, cozinhar”. Parir crias já não era para a senhora Fontaine, caso contrário, o MS não hesitaria no conselho irado.

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    • Cristina Miranda permalink
      22 Maio, 2018 22:47

      Não senhora. Devemos a liberdade conquistada à mudança natural da sociedade graças ao capitalismo q permitiu q a mulher não dependesse mais do homem para se sustentar. Foi aqui que a mudança aconteceu. Tem graça q eu não também não gosto nem admiro homens feministas. Nota: eu não sou inimiga de mulheres. Sou intolerante a mulheres machistas no feminino.

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      • 22 Maio, 2018 23:03

        Mudança onde em relação a quê?

        Acaso as mulheres não trabalharam sempre nos campos?

        Acaso não são e foram sempre as mulheres que sustentaram as sociedades arcaicas como ainda acontece em Àfrica?

        Eles andavam em bando a matar e a caçar gente de outras tribos para comerem. Quando deixaram de ser canibais passaram a fazer nada de nada.

        Essa ideia de que tem de haver uma explicação economicista para tudo é outra das tremendas heranças do hegelianismo/marxismo que tanta descendência gémea gerou- marxismos e neotontice vieram desse dogma parvo que nega a autonomia do político e das mentalidades

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      • 22 Maio, 2018 23:08

        E vem do dogma cretino da emancipação pelo trabalho como se alguém inteligente não tivesse outras formas de se realizar

        ehehehe

        Só trabalha quem tem de trabalhar e o trabalho só em raríssimos casos é uma forma de realização pessoal.

        Na generalidade trabalha-se para ganhar a vida e a boa vida são sempre os tempos de intervalo em férias ou na reforma.

        Coitadas das palermas que deixaram de ter quem sustentasse por elas a família para serem escravas da “carreira”. Muitas delas fazem carreira como caixas de supermercado.

        A esta treta chamava o Marx alienação e por aí até tinha razão. O resto é a utopia mal amanhada que inventou para chegar ao mesmo revolucionariamente e num mundo ideal inexistente.

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      • 22 Maio, 2018 23:10

        E porque é que a mudança foi natural?

        Alguma lei que obrigou?

        A neotontice é uma grande treta dogmática que não sabe pensar mais nada fora dessa base económica que determina tudo o resto.

        Sempre como se houvesse leis científicas para explicarem deterministicamente tudo na vida e nas socieades.

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      • 22 Maio, 2018 23:12

        Porque é que não se faz a pergunta certa:

        As mulheres ficaram melhor fora da protecção do casamento?

        O casamento impedia a natural realização delas ou a falta da protecção do casamento é que fez dos homens dondocas e elas a carregarem tudo sozinhas?

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      • 22 Maio, 2018 23:13

        A que título ainda se anda com a treta da patranha que as mulheres precisam de autorização do marido para trabalharem quando quem agora precisava de obrigação de trabalhar e ser responsável pela família eram eles?

        Quem é que precisa de se emancipar de casa?

        Elas ou eles?

        Pergunte a uma preta que ela explica-lhe e até lhe faz um desenho.

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      • 22 Maio, 2018 23:16

        Porque é que acha que se vê tanta rapariga nova agarrada a cãezinhos?

        Nunca notou?
        Eu vejo isso e lembro-me do tempo (e nem foi assim ha´tanto tempo atrás) em que as raparigas novas preferiam pegar nos bebés das outras.

        Agora esfregam-se a cães. V~e-se isso a granel. Jovens rapazes e raparigas agarrados a cães e ao telemóvel.

        Acha que é mania ou isto é produto do resto- de ninguém querer responsabilidades porqeu a treta da emanciapção feminina contribuiu para o fim da família?

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      • 22 Maio, 2018 23:22

        Já agora: se foi o capitalismo que libertou as mulheres como é que se explica que quanto mais emancipadas mais levem no focinho de igual para igual, com paridade de géneros?

        É que nunca se viu tanta mulher a levar no focinho como agora. Trabalham- são super-mulheres; totalmente independentes mas levam no focinho mesmo no namoro e logo de garinas.

        Eles já nem precisam de esperar pelo casamento para lhes chegarem a roupa ao pêlo- chegam logo na escola em pequeninos- de iugal para igual.

        È mais fácil assim que a vergonha machista de terem de as defender e baterem em homens.

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      • 22 Maio, 2018 23:26

        Se calhar pode-se dzer assim, como dizem as feministas- tadinhas,ainda não se libertaram do preconceito de terem nascido para vítimas.

        Quem não chora não mama. A cantiga do feminismo é a cantiga da manha da rábula da vitimização.
        As fufas lá fazem as contas e ganham com isso.

        Há sempre uma vítima novinha pronta a cair-lhes do braços e elas é que são as líderes destas cretinices fracturantes.

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      • 22 Maio, 2018 23:34

        Já agora, sabe qual foi mesmo o responsável pela emancipação monetárias das mulheres?

        Houve 2 formas- nos países nórdicos as beguinas que toamavam conta dos hospícios.

        No resto do mundo, antes disso e depois disso- sempre o mesmo- serem patroas de casas de meninas.

        O irmão da Virginia Woolf contou à irmã como conheceu isto nas colónias.

        Eram as negras e indígenas das caraíbas que tinham sido prostitutas que depois montavam casa de meninas e até alugavam quartos a viajantes.

        Tem bons caricaturistas ingleses a mostrarem esta grande verdade. Por acaso até vi uma explosição em Londres sobre o assunto.

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      • 22 Maio, 2018 23:36

        Queria dizer nos Países Baixos- as beguinas dos hospícios do que hoje é Holanda e Bélgica.

        As patroas das casas de putas, tal como elas mesmas é que são a mais antiga profissão do mundo.

        Não é preciso grande pesquisa de fontes porque até os ditados populares o dizem desde sempre.

        A mais antiga profissão do mundo não precisou de esperar pela Revolução Industrial Inglesa.

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  30. 22 Maio, 2018 19:43

    Hoje morreu Júlio Pomar. RIP.
    Também hoje foi cremado António Arnaut. RIP

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  31. procópio permalink
    22 Maio, 2018 22:16


    sem palavras.

    “A maior parte dos políticos não são utentes do Serviço Nacional de Saúde” e, por isso, “não compreenderam o sentido que ele tem no sentido da defesa da dignidade e na coesão social”. O diagnóstico é feito por António Arnaut. 05 de janeiro de 2018.
    Conclusão: de há uns meses para cá a maior parte dos políticos não vai em conversas.

    Mais de 90% dos diretores de serviço e coordenadores do centro hospitalar Tondela-Viseu pediram a demissão numa carta já enviada ao conselho de administração. Ao todo são 33 médicos e coordenadores.
    A falta de enfermeiros no Hospital de Santa Maria já levou ao encerramento de uma área de cirurgia e à mudança da unidade de nefrologia pediátrica para um local com menos capacidade de internamento.
    Um grupo de enfermeiros diz que o caos nas urgências do Hospital de Faro é uma situação normal e que, com falta de pessoal, os doentes são os principais prejudicados.
    Há 10 anos que o Hospital São João no Porto aguarda pela construção de uma nova ala pediátrica. Crianças a fazerem quimioterapia nos corredores ou a partilharem o elevador com caixotes do lixo.
    As feministas e os machistas que se cuidem.

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    • 22 Maio, 2018 22:39

      Dois momentos extraordinários: de quem executou a pintura, interpretou optimamente o amigo e o político; de quem quis “assim” integrar um friso de pinturas com PR’s em poses formais demais.
      O JSampaio tentou “imitar” o MSoares ao convidar a Paula Rego a retratá-lo. PRego “passou-se”, “tratou mal” o Sampaio…

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  32. 22 Maio, 2018 22:24

    Há gajos e gajas neste país que não deixam sequer uma migalha para outros.
    No caso, um “socialista” açambarcador: Pedro Adão e Silva. Está num programa da RTP, comenta na SIC, na SportTV, na rádio, nos jornais, e a partir de hoje no SAPO, a propósito do Mundial de futebol.
    O que pretenderá um tipo destes ? Só protagonismo perante uma populaça pateta ? Se é isso, o bobo da “ética repúblicana e socialista” está ao nível de qualquer vaidoseco piroso.

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  33. 22 Maio, 2018 22:49

    Um “piqueno” comentário sobre o SportingCP: tal como Cavaco, “tenho sempre razão, nunca me engano”. Há dias, também aqui, “recomendei” o Augusto Inácio para treinador-coordenador do futebol na lista do próximo presidente. Hoje, foi noticiado o seu ingresso como coordenador geral do futebol.
    O Bruno de Carvalho a recuperar muito lentamente alguma estabilidade…

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  34. procópio permalink
    22 Maio, 2018 23:43

    Não nos afastemos do tema.
    As feministas passam pela vida a correr, não estão interessadas na continuação da espécie. O trauma na cabeça delas é tão grande que põem de parte a biologia e a vocação natural para ter filhos, o nosso maior património. Ao pôr a descendência em risco cumprem o objectivo para que foram criadas pelos detentores de ideologias mortas que querem renascer a todo o custo.
    A palavra machismo pretende ser a forma de calar os homens que elas detestam. Não passam de uma seita de de vespas guiadas por quem aposta na guerra de classes e na erradicação da família.

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  1. O Feminismo faz tanta falta como o Machismo – PortugalGate

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