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Fernando O’Sullivan Medina

4 Setembro, 2018

 

FM

 

 

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16 comentários leave one →
  1. ingenuo permalink
    4 Setembro, 2018 10:04

    Ainda assim acho o tamanho dos buracos das outras cidades muito grande.

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  2. Manuel permalink
    4 Setembro, 2018 10:16

    Tentam corrigir a chulice( o país a sustentar Lisboa), agora o governo diz que quer os passes de todo o país mais baratos! Os XUXAS são espectaculares a fazer socialismo, ou seja, a gastar o dinheiro dos outros.

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  3. Ricardo Silva permalink
    4 Setembro, 2018 10:19

    Ainda bem que ele é tripeiro.

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  4. Mario Figueiredo permalink
    4 Setembro, 2018 10:27

    Mas ele não é o PC da Lisboa? Que raio é que a Guarda o vai interessar? E porque é que não está ali o Porto? Parecia mal o buraco ser também muito grande? Hmm…

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  5. Artista Português permalink
    4 Setembro, 2018 10:32

    Não se percebe a iniciativa. As eleições são só no próximo ano….

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  6. LTR permalink
    4 Setembro, 2018 10:40

    Coisas socráticas do tempo em que o Dr.Costa era presidente de câmara:

    «São já 1500 milhões de euros os fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) destinados ao Norte que foram desviados para “projectos totalmente localizados em Lisboa”. A denúncia foi feita, esta sexta-feira, por Rui Rio. O presidente da Junta Metropolitana do Porto (JMP) voltou ontem a denunciar os desvios de fundos do QREN das regiões de convergência (mais desfavorecidas) para Lisboa. Ontem, no final da reunião da JMP, Rui Rio distribuiu a listagem dos projectos em curso em Lisboa e que estão a absorver parte das verbas que chegam da União Europeia para as regiões mais pobres do país. “São obras atrás de obras em Lisboa que estão a ser feitas com o dinheiro que devia ser destinado às regiões do país que apresentam um PIB per capita inferior a 75% da média europeia”, disse. Da listagem constam 97 projectos, como a modernização administrativa da PSP de Lisboa. “Um verdadeiro escândalo”, afirmou Rio.»

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  7. LTR permalink
    4 Setembro, 2018 10:47

    Red Bull Air Race – O naufrágio de António Costa

    (outra história da falta de vergonha, jogo sujo e impunidade)

    “Parecia uma excelente ideia. De uma só vez, António Costa conseguiria levar para Lisboa um evento de visibilidade internacional com enormes receitas para o sector de restauração e hotelaria da cidade, retirando-o à cidade do Porto, enquanto simultaneamente dava um humilhante golpe naquele com quem provavelmente estará dentro de poucos anos a lutar pelo cargo mais alto do governo, Rui Rio, presidente da câmara do Porto. Para além disso, teria naturalmente o apoio do governo em funções, liderado pelo seu Partido Socialista enquanto as cidades anfitriãs anteriores (Porto e Gaia) eram ambas lideradas pelo Partido Social Democrata. Como se não bastasse o facto de Lisboa ter um poder político naturalmente superior, para além do apoio governamental, António Costa era ainda presidente da Associação de Turismo de Lisboa (ATL), entidade que estaria responsável pela organização do evento. Por fim, a prova seria efectuada entre Lisboa e Oeiras, cujo presidente Isaltino Morais se tinha afastado do PSD depois de uma série de escândalos de corrupção[1]. O sucesso era mais do que garantido, depois de a 13 de Setembro de 2009, a prova no Porto ter recebido cerca de 720 mil pessoas para verem Paul Bonhomme ganhar o primeiro prémio, batendo todos os recordes de audiência das edições anteriores”

    http://oreivaivestido.blogspot.com/2012/10/red-bull-air-race-o-naufragio-de.html

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  8. carlos alberto ilharco permalink
    4 Setembro, 2018 12:54

    Não é bem assim.
    Ele quer o desconto social para Lisboa e Porto (veja no Público de hoje), o vosso presidente que se mexa e peça o mesmo para Londres.
    Há que pensar em grande.

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  9. JgMenos permalink
    4 Setembro, 2018 13:13

    CAMBADA DE CHULOS!

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  10. Procópio permalink
    4 Setembro, 2018 15:44

    A conquista de votos justifica todos os meios e todos os expedientes.

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  11. PAIXAO AFONSO permalink
    4 Setembro, 2018 16:10

    Moro na freguesia de Alcaria, Porto de Mós. Passa uma camioneta de passegeiros de manhã e outra de tarde. Será que vão passar a passar três ou quatro de manhã e outras de tarde? Tenho dúvidas.

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  12. José Domingos permalink
    4 Setembro, 2018 16:27

    Historicamente, as “elites” lisboetas, o que quer que isso seja, impuseram as suas ideias ao resto do país, escudando-se numa literacia e conhecimento que não tinham.
    Pelos vistos em cem anos, não aprenderam nada, desde a primeira republica, a seguir ao 25, impuseram uma constituição, blindada á restante sociedade, criando uma partidocracia, com os resultados que sabemos.
    Como diria o saudoso Dr.Lucas Pires, a assembleia era como os combates de boxe do Parque Mayer, estava tudo combinado.
    A maçonaria agradece e a carbonária deve andar por aí, agora de fato e gravata.
    Aguardemos.

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  13. 4 Setembro, 2018 21:07

    Então e o buraquinho do Porto? ficou no tinteiro? Portugal é Lisboa + Porto, o resto é paisagem…

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  14. 4 Setembro, 2018 21:39

    E quem não goste emigre para Lisboa. Começa a ser outro país.

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  15. Aónio Lourenço permalink
    5 Setembro, 2018 10:09

    Onde está o buraco do Porto? Ou os tripeiros também não comem à mesa do OE?

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  16. Aónio Lourenço permalink
    8 Setembro, 2018 09:59

    Obviamente que o país é uno e o Orçamento Geral do Estado lida com um país, e por isso é que as autarquias não têm total autonomia financeira. As cidades modernas, no meu entender infelizmente, não são as pólis da Grécia Antiga, ou seja, cidades-estado. É natural pois que grandes obras tenham financiamento do Orçamento Geral do Estado. Sendo eu de Lisboa, todavia compreendo perfeitamente a revolta das pessoas do resto do país, porque as grandes obras e infraestruturas de Lisboa, foram praticamente já todas financiadas pelo Orçamento Geral do Estado (grandes viadutos rodoviários, aeroporto, grandes vias circulares, ferrovia, pontes sobre o Tejo, já para não falar de toda a estrutura governativa e da justiça, que funciona através do OE e está sediada ou instalada em Lisboa). Acrescentar a isto tudo, mais o financiamento do Orçamento Geral do Estado para financiar os TP lisboneses, parece-me ser uma medida geograficamente injusta. Como referi, essa canalização de fundos para os TP, deveria provir apenas de receitas obtidas na AML, e não de todo o país.

    Todavia também é verdade que o Orçamento Geral do Estado já apoia muitas regiões do país, que não Lisboa, e por isso não é nada claro e transparente nas contas gerais, qual cidade contribui para quê. Além disso Lisboa deve ser a cidade, economicamente, que mais contribui para o Orçamento Geral do Estado em termos de fiscalidade, por isso, essas contabilidades são difíceis de estabelecer. Daí a importância fulcral, no meu entender, que teria uma maior autonomia financeira atribuída aos municípios, quer para lidar com as receitas, quer para canalizar as despesas. Em Portugal todavia, numa visão clássica, imperial e profundamente anti-liberal, sempre fomos muito centralistas. Basta pensarmos que somos dos poucos países da Europa que não tem regiões com autonomia administrativa.

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