Isso não é para mim
26 Setembro, 2018
Houve uma série de posts acerca do regresso de Passos Coelho. Regressar a onde? Durante uns anos, o regime permitiu que o homem governasse, mas agora ninguém precisa dele. Poderá precisar, quando o badocha deixar de estar disponível para venezuelizar aqui o charco, até por imposição do patrão lá de fora, mas, para já, está tudo tão bem assim como está, para quê complicar?
Se alguém em que confie estiver disposto a tirar a carcaça de Rio dali, que aquilo dá um bocado de mau aspecto, que me chame e conte comigo para o que for necessário. Até lá, não me chateiem com novelas, Iniciativas Liberais e desvariadas à procura de sugar daddy. Estou velho, dói-me o joelho, e vem aí a época da chuva: vou mas é dormir um bocadinho.
7 comentários
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“quando o badocha deixar de estar disponível para venezuelizar aqui o charco”
Muito bom!
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Um povo que já não consegue gerar meia dúzia de Homens independentes, sérios e honestos que tenham a sabedoria e a vontade de o governar, é um povo de carneiros ou bovinos, destinados ao açougue.
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Claro que é capaz de gerar, mas emigram! LOOOL
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🙂
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“Iniciativas Liberais e desvariadas à procura de sugar daddy”
Hehe… Na mouche.
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vitorcunha (que eu nem sequer conheço):
Estou nos mesmíssimos propósitos. . .
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Tenho uma vaga ideia que o camarada Eça de Queirós, ilustre funcionário público do século XIX e escriba nas horas vagas, tinha um incaracterístico conto curto sobre um Portugal sujeito a ocupação inimiga.
O narrador estava amargurado, porque tal como o autor, tinha passado o tempo a desdenhar “a choldra” que era o país, e agora botas estrangeiras pisavam-lhe o solo.
Essencialmente, isto já aconteceu, de modo que não vale a pena pensar muito no caso, senão ainda vamos todos para Rilhafoles.
E o campeonato de futebol, está a aquecer, hmm?
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