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O mais curioso…

2 Novembro, 2018

Le Penseur de Rodin

… é que não acho que a Direita se tenha de definir, encontrar um caminho ou sequer um programa.

Agrada-me a ideia inorgânica, do pequeno grupo, do indivíduo.

*

 

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9 comentários leave one →
  1. 2 Novembro, 2018 12:31

    … do individuo com princípios alicerçados nas tradições e hábitos da Nação.

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  2. Manuel Assis Teixeira permalink
    2 Novembro, 2018 12:40

    Gostei! Mas leiam no ECO ! O David Diniz acaba teorizar a nossa direita! Somos mesmo mauzinhos! Nostalgicos de Passos, odiando o Costa ( aí tem razão) e todos Trumpistas e Bolsonaristas! O Pacheco Pereira não diria melhor! So lhe faltou ” cascar” na direita do Observador! E pensar que foi seu director! Uma toupeira seguramente…

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  3. Andre Miguel permalink
    2 Novembro, 2018 13:09

    Portugal é um caso de estudo. Deve ser dos poucos países ocidentais onde os políticos é que anunciam os investimentos dos privados:

    https://eco.pt/2018/11/02/fabrica-de-carrocarias-e-pecas-em-carbono-pode-nascer-em-evora/

    Resultado desta cultura marxista: os políticos é que são os bons da fita, porque anunciam a criação de empregos, criados com o dinheiro dos “malvados” capitalistas.

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  4. Daniel Ferreira permalink
    2 Novembro, 2018 13:55

    Andamos nós a discutir pensamentos e relembro os totalmente alheios – via propaganda de Silêncio que grassa nas TV’s – que o Global Compact for Migration (daquela organização terrorista chamada UN) entra em vigor já em Dezembro de este ano.

    E você, já se despediu de Portugal?

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  5. Mario Figueiredo permalink
    2 Novembro, 2018 18:55

    Uma coisa não invalida a outra, Telmo. O animal político em nós invariavelmente procura a associação e leva necessariamente à definição de uma corrente política, de um caminho, de um programa. Aliás como é que a direita se definiria, encontraria um caminho, ou um programa, se não for o individuo e o pequeno grupo.

    Por outro lado, se o Telmo está realmente a defender esta nova moda da “direita inorgânica” como uma força de expressão política, deixe-me que lhe diga que o os socialistas e o poder institucionalizado agradecem o esforço em se tornar irrelevante.

    Esta ideia querida da direita inorgânica faz lembrar aquela outra em que os partidos devem-se desprender da sua carga ideológica. É querer normalizar a política, como quem defende que os restaurantes devem ser todos iguais onde quer que a gente vá no mundo. Não passa de um principio de Igualdade, disfarçado para não dar a entender que este tipo de pensamentos servem mesmo é o Socialismo. Só mesmo uma cambada de tolos ou idiotas úteis (que espero não ser o caso) acreditam realmente que se pode construir uma sociedade na ideia de que é possível abolir a ideologia política ou que uma “direita inorgânica” é capaz de assumir as instituições do poder e conduzir o país.

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