Saltar para o conteúdo

Procura-se

23 Novembro, 2018

Pessoa do sector privado de preferência com filiação política na área da direita para responsabilizar pelas mortes de Borba.

Anúncios
35 comentários leave one →
  1. Jorge permalink
    23 Novembro, 2018 09:55

    Em 2014, o Governo de Passos Coelho criou o Regime Extraordinário de Regularização das Actividades Económicas (RERAE), por outras palavras, um regime que visava facilitar a legalização de pedreiras ilegais. (Expresso, 2018/11/23)

    Gostar

    • 23 Novembro, 2018 10:38

      E pronto, já temos – bem, na altura era do sector público mas agora trabalha no privado.

      Gostar

    • LTR permalink
      23 Novembro, 2018 11:01

      🙂
      Com esse “raciocínio expresso” aplicado ao RERT do sócrates, nem o Rosa o safa. Há-de haver pelo país fora muitas casas regularizadas sabe-se lá como pelas câmaras, onde as mulheres são vítimas de violência doméstica como resultado do próprio processo de legalização e isso sirva de desculpa em tribunal.

      Gostar

    • Andre Miguel permalink
      23 Novembro, 2018 12:43

      E legalizar o que está ilegal pressupõe que as infraestruturas adjacentes ou acessibilidades deixem de receber vistorias e manutenção adequadas?
      Ainda não serve. Continuem a procurar.

      Ainda irão dizer que foi a austeridade da troika que fez a estrada colapsar. É só esperar.

      Gostar

    • Adelaide permalink
      23 Novembro, 2018 13:53

      Claro que as pedreiras exploradas até à exaustão são posteriores a 2014! Até os factos criados devem ter alguma sustentação e lógica.

      Gostar

  2. 23 Novembro, 2018 10:45

    Onde pa’ra o oposição? Os criminosos responsáveis por estas mortes não podem escapar a cadeia.

    Liked by 1 person

  3. Luis Lavoura permalink
    23 Novembro, 2018 11:54

    Esta mania de procurar responsabilizar o Estado por todos os males que acontecem é tipicamente portuguesa.
    Em Portugal acha-se que o Estado é o paizinho de todos nós e portanto nos deve proteger de tudo, pôr-nos sempre a mão por baixo como se faz a bebés. Se algo nos acontece é porque a mão não estava lá, o culpado não somos nós mas sim, sempre, o Estado.
    Todo e qualquer desastre em Portugal é um crime e tem um responsável, que é sempre alguém do Estado. Nunca nada acontece por azar, nem por culpa de um particular.
    Agora por azar desabou uma estrada que há dezenas de anos já lá estava sem desabar. Inevitavelmente, os portugueses procuram alguém do Estado que tenha culpa do desabamento. Não lhes passa pela cabeça que as pessoas que utilizavam essa estrada talvez devessem ter o cuidado de a evitar.

    Gostar

    • Zé Manel Tonto permalink
      23 Novembro, 2018 12:41

      Num país onde o Estado ROUBA metade da riqueza criada, onde o Estado tem que dar autorização (muitas vezes mais de uma entidade) para se dar um peido, onde o Estado diz o que se pode e não pode fazer em propriedade privada, óbvio que a culpa é do Estado.

      O português quer o Estado a mandar em tudo, por algum motivo TODOS os partidos no parlamento são socialistas. Se manda em tudo, tem culpa de tudo o que corre mal.

      Liked by 2 people

      • Tiro ao Alvo permalink
        23 Novembro, 2018 13:27

        Não liguem ao Lavoura – ele é sempre do contra e muitas vezes inconveniente, para ser caridoso. O melhor, parece-me, é deixá-lo a falar sozinho.

        Gostar

      • BandoDeCorruptos permalink
        23 Novembro, 2018 23:16

        Metade? 71% do pib é absorvido pelos impostos directos e indirectos (vão ver à PORDATA).

        Gostar

    • caampus permalink
      23 Novembro, 2018 12:42

      Caro Luís Lavoura, o Estado está presente cada vez mais em tudo e no que é verdadeiramente importante tal como a segurança das pessoas, não haveria de estar ?
      Certo não foi o Estado que escavou o terreno, mas não existem leis e licenças que controlam a actividade? E depois não há organismos que fiscalizem ? Já agora informo que as câmaras municipais também são Estado.

      Liked by 1 person

    • Andre Miguel permalink
      23 Novembro, 2018 12:47

      “Esta mania de procurar responsabilizar o Estado por todos os males que acontecem é tipicamente portuguesa.”

      É o preço a pagar pelo Estado Socialista.
      Quando a nossa sorte depende do Estado (favores, cunhas, compadrios, licenças, alvarás e mais o diabo a quatro), o nosso azar e desgraças são também responsabilidade do Estado.

      O Estado não quer ser responsabilizado?
      Liberalize. Privatize. Saia da frente, deixe de ser empata, não seja sôfrego e deixe de controlar tudo e mais alguma coisa.

      Liked by 1 person

  4. caampus permalink
    23 Novembro, 2018 12:31

    Passos, serve ?

    Gostar

  5. Expatriado permalink
    23 Novembro, 2018 12:56

    O Estado é culpado? É!! https://blasfemias.net/2018/11/22/noticias-de-um-dia-normal/#comment-2074449

    Gostar

  6. Leunam permalink
    23 Novembro, 2018 13:08

    Sr Lavoura

    É uma perfeita IDIOTISSE o que escreve acima.

    UMA VIA PÚBLICA (camarária ou nacional) aberta ao público, sem sinalização específica que avise de quaisquer perigos tem, necessariamente, que estar devidamente operacional em todo o seu percurso.

    Quem são as autoridades que têm a responsabilidade de garantir a operacionalidade de qualquer via Pública?
    Que eu saiba só podem ser as Autarquias ou o Estado central.
    Para isso os donos de todos os veículos que circulam nessas vias têm, POR LEI, de pagar o IMPOSTO DE CIRCULAÇÃO ao Estado.
    Que eu saiba as Autarquias ainda dependem do Estado central em muitos aspectos.
    Logo o responsável último pelo que agora aconteceu FOI O ESTADO, na pessoa ou pessoas que têm ou tiveram sob a sua responsabilidade a obrigação de garantir a operacionalidade das vias públicas desde o momento em que os responsáveis das pedreiras foram autorizados a avançar com a exploração até onde ela está.

    Se vivêssemos num País decente, por cada sinistrado no presente acidente tinham de entrar na CADEIA, cinco (5) responsáveis a quem a comunidade PAGOU para cumprirem o seu dever fazendo cumprir a Lei e não o de fecharem os olhos e esperar que nada aconteça.

    Gostar

  7. 23 Novembro, 2018 13:23

    Ufff!!! o cuecas passou lá muitas vezes!

    Gostar

  8. Ricardo Silva permalink
    23 Novembro, 2018 13:26

    Tem chuvido muito por causa do aquecimento global. Os eucaliptos são também responsaveis pelo aquecimento global. Os proprietários privados dos eucaliptos deverão
    ser responsabilizados pela tragédia de Borba.
    Que dizem? Acham que me safava como ativista e colaborador do Bloco de Esquerda?

    Gostar

  9. Carlos Reis permalink
    23 Novembro, 2018 13:44

    Sim sim ,claro que o privado que escavou escavou para além dos limites do bom senso, não tem culpa nenhuma. Nem sei com não escavou por baixo da estrada!

    Gostar

    • Expatriado permalink
      23 Novembro, 2018 14:12

      O Estado devia de ter embargado a exploração da pedreira por já não cumprir com as normas de segurança detalhadas na Lei. Não? E que dizer das “vistorias”, a última das quais em… 2016?

      Gostar

      • Carlos Reis permalink
        23 Novembro, 2018 14:40

        Não é por aqui que se advoga a ideia que o estado deve sair da frente,que os empresários sabem bem o que devem ou não fazer? Há alguns patrões que precisavam – para não fazerem merda – dum “polícia” sempre à perna,talvez com cão.

        Gostar

      • Carlos Reis permalink
        23 Novembro, 2018 14:45

        …e pra mim tanto se me dá que sejam do PS,PSD,PCP,BE ou outra m…da qualquer.

        Gostar

  10. 23 Novembro, 2018 14:11

    Deve ser difícil encontrar uma pessoa de direita suscetível de ser culpada do caso Borba.
    Os empresários donos das pedreiras devem ser todos do PCP…

    Gostar

    • Expatriado permalink
      23 Novembro, 2018 14:14

      Pelo menos um deles é autarca do PS e… sócio-gerente de uma das pedreiras. Não?

      Liked by 1 person

  11. Carlos permalink
    23 Novembro, 2018 15:13

    A procura não dá muito trabalho: claro que”a culpa é do Cavaco”

    Gostar

  12. licas permalink
    23 Novembro, 2018 15:59

    Luis Lavoura PERMALINK
    23 Novembro, 2018 11:54

    Perguntei, algures, para quem Lavoura labora: agora já tenho a certeza. Quere ouvir-me? Suponha que toda a condutores de veículos eram tão prudentes que evitavam, sem excepção, a referida estrada do que resultaria tornar-se impossível ocurrerem mortes. L. L. fiaria exultante . . . E eu que sou embirrento seria levado a perguntar-lhe, discretamente, para que serviria tal obra? Não seria recomendável o seguinte:
    … assim que chegassse aos ouvidos do funcionário responsável ele, ou alguem por ele, iria verificar se realmente o grau de pericolosidade do uso normal da estrada. Se fosse grande: interditá-la, proceder ao concurso, a´fim de a reparar o mais rapidamente possível.
    Não seria assim?

    Gostar

  13. Andre Miguel permalink
    23 Novembro, 2018 16:12

    Leitura obrigatória no Corta-Fitas:

    “Em qualquer país exigente, um primeiro ministro que dissesse desconhecer a situação das pedreiras de Borba/ Vila Viçosa estaria imediatamente debaixo de fogo, não porque um primeiro ministro tenha de saber tudo (…), mas porque seria inadmissível que um primeiro ministro se recusasse a assumir parte da responsabilidade pelo estado miserável em que está a administração da lei e da justiça em quase toda a administração pública.”

    https://corta-fitas.blogs.sapo.pt/das-pedreiras-6729365

    Gostar

  14. procópio permalink
    23 Novembro, 2018 16:15

    O Passos nem é preciso referir, ele tem mesmo culpa de tudo.
    Há porém um aspecto que se esconde na sombra das notícias mil.
    Quando a JAE funcionava, este tipo de desastres não ocorriam.
    O que aconteceu à JAE.? Eu sei, deu origem a três sucedâneas. Porquê?
    Que verba passou da JAE para uma das três, designadamente as Estradas de Portugal?
    Vamos fazer um “suponhamos” como me ensinaram nas nova oportunidades.
    E se não ficou verba nenhuma? Evaporou-se?
    Quem sabe responder a estas questões?
    Com a idade tem-se menos a perder, e a coragem a ganhar, digo eu.
    Muitas vezes me engano.
    “Amadeu Garcia dos Santos nasceu em Lisboa em 1936, major, constituiu com Otelo os cérebros operacionais da revolta, tendo assumido a responsabilidade pelas transmissões.
    O seu último cargo público foi o de presidente da Junta Autónoma das Estradas, no tempo do governo de António Guterres. No exercício desse cargo, Garcia dos Santos denunciou o caso da Junta Autónoma das Estradas, onde assinalou a existência de um profundo problema de corrupção na Junta Autónoma das Estradas”.
    Centro de Documentação 25 de Abril.
    Se o senhor general falasse o 25 de Abril ainda tinha servido para alguma coisa.

    Gostar

  15. Rão Arques permalink
    23 Novembro, 2018 16:31

    Se bem entendi, acabo de ver num canal televisivo a prova de que este assunto do risco em Borba andou enrolado com troca de informações entre diretores, secretários de estado e ministros sob a alçada de Costa, que mais uma vez jura que de nada sabia.
    Devem estar a preparar o caldinho para que seja o pobre do alentejano a pagar as favas.

    Gostar

    • LTR permalink
      23 Novembro, 2018 17:35

      Esse manhoso senhor cujas costas são aquecidas noite e dia pelo Senhor das Fotografias vai ao ponto de se desligar da responsabilidade do governo pelos ministérios perante os jornalistas, que se limitam a gravar. O governo não foi alertado, diz ele.

      Gostar

  16. becas permalink
    23 Novembro, 2018 19:29

    A responsabilidade é do governo psd-cds , do Passos Coelho , do Cavaco e talvez dos governos fascistas de então ( Salazar e Marcelo) . Esta gente não assume responsabilidades de nada

    Gostar

  17. Leunam permalink
    23 Novembro, 2018 20:59

    Quem foi o responsável???

    Eu sei!, Eu sei!

    Foi o ELECTRICISTA!

    Gostar

    • Zé Manel Tonto permalink
      24 Novembro, 2018 13:01

      O Electricista? Nos livros de crime costuma ser o mordomo.

      Gostar

      • Leunam permalink
        24 Novembro, 2018 23:42

        Eu explico.

        Há mais de uma década, nos semáforos do Campo Grande em Lisboa, junto ao actual MacDonalds uma criança foi electrocutada ao accionar o botão para pedir passagem na passadeira.
        Câmara Municipal e Empresa dos Semáforos foram a Tribunal e quem foi condenado:
        Nenhum dos responsáveis pelo Sistema, mas sim um humilde e obscuro electricista!
        Os grandes safaram-se todos!

        Pobres pais que ficaram sem o seu filhinho e pobre do electricista que serviu de bode expiatório!

        Gostar

Indigne-se aqui.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: