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Quem sabe, se os ursos ouvissem a TSF até passariam a comer só flores

18 Maio, 2019

A propósito da realização de uma cimeira franco-espanhola sobre os ursos ou mais propriamente sobre os ataques dos ursos aos rebanhos,  concluía Fernando Alves a propósito do urso pardo avistado no Gerês:  “Talvez porque sejamos mais tolerantes e mais acolhedores para com o que nos procuram.  Talvez isso explique que o urso avistado no Gerês tenha procurado o mel das colmeias e não as  ovelhas dos redis.

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29 comentários leave one →
  1. 18 Maio, 2019 09:59

    AHAHAHAHA Que título mais delicioso

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    • Jornaleco permalink
      18 Maio, 2019 10:13

      Dá muito para rir, pois dá.

      Só que o Fernando fala muito a sério. Ele está convencido dessa porcaria. E o que aqui é o urso, é em outros sítios o lobo. O prejuízo enorme que esses cabrões do ambiente causam a quem quer trabalhar. Basta!!

      Levem os Fernandos e todos os ambientalistas para a prisão. Ou para um curso de rir. Rir fazia bem aos Fernandos.

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      • 18 Maio, 2019 10:47

        Mil vezes mais perigoso e contra-natura, são as matilhas de cães raivosos.

        Isso sim. Essa treta de se ter acabado com abate em canis vai dar chatice da grossa.

        Agora ursos sempre os houve no passado e o campo era assim mesmo- um local de imprevistos e perigos.

        Agora é que se tem a mania que tem de ser tudo fofinho e cor-de-rosa.

        A palerma da Marisa devia apanhar com uma matilha em cima para se deixar de dondoquices imbecis, por conta.

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      • 18 Maio, 2019 10:51

        Ah- e as abelhas que se desaparecerem, dizem que desaparece tudo, agora já não interessa falar.

        Na Escócia cheguei a assistir à imbecilidade de um tipo de uma carrinha de excursão pelas montanhas, tirar, com todo o cuidado, para dentro de um copo e não matar, uma vespa das tais que comem abelhas e tudo, e largá-la pela janela.

        Não se pode matar as vespas que exterminam as boas e coitadas das abelhas.

        Tal como não se pode matar esquilos cinzentos que levam à extinção os avermelhados, em Inglaterra,

        Ou as malukas das gaivotas histéricas que atacam tudo, e até pessoas.

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      • Tiro ao Alvo permalink
        18 Maio, 2019 16:13

        A zazie tem razão: a Marisa deveria ir pregar a sua doutrina para a Austrália onde tencionam matar 2.000.000 (dois milhões) de gatos bravos. 200 mil já eram.
        Ela deveria tentar salvar os outros 1.800.000 e deixar-se por lá o tempo necessário.

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  2. 18 Maio, 2019 10:21

    A menina Greta não diria melhor que o Nando.

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  3. Martim Moniz permalink
    18 Maio, 2019 10:53

    Parece-me que(com algumas excepções) ursos são mais que muitos por cá(e não estou obviamente a incluir o sr Bernardo): “Do povo às “elites” (desculpem), cada elemento da presente história expõe o desconchavo pátrio, que se não fosse triste nos inspiraria a vencer o sr. Berardo num campeonato de gargalhadas. Há o pormenor de, na comissão de inquérito, o sr. Berardo ter sido interrogado pela filha, e confessa admiradora, de um assaltante de bancos reformado. Há o génio económico dos comunistas de PCP e BE, que recomendam a nacionalização total da banca para evitar as chatices provocadas pela nacionalização parcial da banca. Há a reacção peculiar do PSD, que atendeu à cartilha e se concentrou nos ataques ao sr. Berardo sem tirar uma ilaçãozinha do que o sr. Berardo significa. E há, principalmente, a condução discreta da história para a essencial temática das comendas.
    No espaço que uma televisão lhe concede, o advogado barra empresário barra comentador barra fervoroso apoiante do “eng.” Sócrates e do dr. Costa, José Miguel Júdice, ameaçou devolver uma comenda se não retirassem ao sr. Berardo a dele. Num ápice, meio mundo começou a discutir a remoção da comenda, ou comendas, de modo a transformar estas no único ponto de interesse do caso. O caso, que envolve esquemas de trafulhice dignos de orgulhar o sr. Lula, reduziu-se repentinamente a uma polémica alusiva às condecorações que o Estado espalha pelos ilustres. Não importa que os ilustres em questão, de “revolucionários” a rematados patetas, incluam uma quantidade de gente sem serventia palpável. Nem importa que, por definição, o regime que entrega os penduricalhos se confunda frequentemente com os respectivos destinatários. Importa é lançar a ideia de que, mal sumam os penduricalhos do sr. Berardo, Portugal entra nos eixos. Claro que se os portugueses acreditarem nisto, acreditam em tudo. Acontece que os portugueses acreditam em tudo – e não ligam a nada. É deles que o sr. Berardo se ri. Com razão.”(do artigo “O riso do senhor comendador” no Observador dia 18-05-19)

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  4. Chopin permalink
    18 Maio, 2019 12:59

    É preciso regulamentar a relação dos ursos com os rebanhos e as colmeias.
    Mais uma trabalheira para o PAN.

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    • Jornaleco permalink
      18 Maio, 2019 17:40

      Gargalhada!

      Trabalho para muitas vidas.
      E eu a trabalhar de manhã à noite, para pagar impostos.

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  5. Artista Português permalink
    18 Maio, 2019 14:13

    Calma! O que veio até cá não era propriamente um urso. Era um Teddy Bear…Pirou-se logo!

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  6. 18 Maio, 2019 15:56

    Quem pagou os 50 kilos de mel que o urso comeu? Eu! Que se phoda o urso.

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  7. lucklucky permalink
    18 Maio, 2019 17:22

    Mais mudança da manipulação no Jornalismo da Esquerda – por cá chamam-lhe “Livro de Estilo”

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    • lucklucky permalink
      18 Maio, 2019 17:24

      É a isto que o rebanho dos jornalistas do The Guardian tem de escrever

      -“Climate emergency, crisis” instead of “climate change”

      -“Global heating” instead of “global warming”

      -“Climate science denier” instead of “climate sceptic”

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  8. Jornaleco permalink
    18 Maio, 2019 17:36

    @ zazie 18 Maio, 2019 10:51

    Ursos em Portugal. A sério? Aonde? No norte, e só alguns. Correcto?
    Eu não sabia disso, se tal for verdade. Eu estou muito admirado.

    Esquilos avermelhados já vi em Portugal. Fiquei tão feliz.

    Das gaivotas (histéricas) que até comem pássaros, já ouvi falar. Grã-Bretanha. Salvo erro até tenho uma foto, que gravou esse momento. Atacar as pessoas, faz-me lembrar o filme de Hitchcock. Realmente, eu adorava poder ver isso ao vivo.

    Essas vespas que matam outras abelhas são um grande problema em Portugal. E que eu saiba, podem matar-se. E mesmo que for proíbido, matam-as. E muito bem. O fascista António Costa que se lixe. Na Escócia muitos devem estar mais que tontos.

    Na Alemanha estão a cultivar muito o lobo. Os ambientalistas fazem tudo por esse bicho. Quem sofre é o agricultor e aquele que tem animais, ouvelhas e assim. É uma grande chatice. E depois a burocracia.

    Depois há o lince (Portugal, Espanha??). Projectos para melhorar a vida dele e assim. Como se o lince não soubesse tratar da vida dele muito bem sózinho.

    Interessante neste contexto é que os ambientalistas defendem como os doidos as chamadas eólicas. E essas eólicas matam muita fauna, aves preciosas e raras, morcegos, e muita bicharia. Etc. Aqui, esta meta embate com outras e destrói muito a natureza, que os mesmos ambientalistas continuam a negar. Eles negam coisas mais que evidentes.

    Triste.

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    • 18 Maio, 2019 19:29

      Sempre houve ursos. Desde a Idade Média. Desapareceram há uns tempos. Apenas isso

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      • Jornaleco permalink
        19 Maio, 2019 10:23

        Vestígios da passagem de um [!!] urso-pardo foram avistados na zona do Barroso, no norte de Portugal, esta semana. O último urso pardo em Portugal foi abatido em 1843.

        “Confirmada a presença de ursos (Ursus arctos) divagantes no Barroso”, escreveu, na terça-feira, no Facebook, Carlos Ferreira, professor da Escola Superior Agrária de Bragança.

        Fonte: jn, 21 Fevereiro 2019 às 12:16.

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      • 19 Maio, 2019 10:53

        Então? 1843 foi muito depois da Idade Média
        “:P

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    • 18 Maio, 2019 19:31

      O Hitchcock fez o filme, inspirado precisamente nas malukas das gaivotas de Saint Ives.
      (uma terra linda de morrer, na Cornualha).

      São maradas e andam histéricas.

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    • 19 Maio, 2019 10:58

      Não existiram ursos em Portugal, durante 176 anos, até aparecer este e notícias de cria para os lados de Valença do Minho (como testemunhou alguém aqui).

      E tinham existido durante séculos e séculos. Portanto, o que eu disse está errado onde?
      Por comparação temporal, foi muitíssimo maior o tempo em que existiram e as populações souberam lidar com isso, do que agora apenas por um ter passado por cá e voltado para Espanha (ou os outros continuarem lá para o Minho sem serem noticiados).

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  9. FGCosta permalink
    19 Maio, 2019 10:16

    A TSF vai ter um novo slogan:
    “Nem tudo o que se passa, passa na TSF, e nem tudo o que passa na TSF se passa”

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    • lucklucky permalink
      19 Maio, 2019 17:39

      Trotskistas Sem Fios?
      O que mais fazem é não passar o que se passa.

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  10. Jornaleco permalink
    19 Maio, 2019 11:24

    @Zazie,
    eia pá, cuidado com as (suas) ilações. Ninguém acusou a você de nada. É só uma precisão.

    O mesmo artigo diz ainda e termina assim, citação:

    ‘[…]
    Último urso pardo em Portugal foi morto em 1843

    Em Portugal, o urso pardo era um tipo de animal comum em várias zonas do país. O último exemplar foi abatido no Gerês, em 1843.

    A história do animal foi contada no livro “”Urso Pardo em Portugal – Crónica de uma extinção”, de Paulo Caetano e Miguel Brandão Pimenta.

    O animal terá sido abatido pela população do Gerês.

    Segundo a descrição de Paulo Caetano, a relação dos portugueses com os predadores nunca foi pacífica, já que são vistos como animais daninhos que têm de ser destruídos porque causam prejuízos, quer sejam lobos, linces ou ursos”.

    “O urso desapareceu não por causa da caça, que foi acessória, matando os poucos animais que sobreviviam, mas porque o território foi completamente modificado ao longo dos séculos, acima de tudo pela ação do fogo”, explicou à Lusa.’

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    • 19 Maio, 2019 12:37

      Eu não queria dizer “acusar” nesse sentido.

      Se existiu durante muitos séculos, desde os primórdios, e só foi extinto há 176 anos, é como eu disse.

      Uma coisa é lutarem contra muitos. Outra é extinguir.

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      • Jornaleco permalink
        19 Maio, 2019 13:45

        @Zazie,
        ninguém (!) sabe se e quando o urso pardo foi extinto em Portugal. E muito menos você no ano de 2019. É só uma premissa, sem qualquer valor científico.

        Prova? Os seu métodos e aqueles dos autores do livro. É lógicamente impossível.

        A Idade Média foi muito antes e muito melhor do que alguns dizem saber.

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  11. Jornaleco permalink
    19 Maio, 2019 11:32

    @Zazie,
    aí está a pura maldade (desses ambientalistas e comunistas) novamente à vista.

    O terreno foi completamente modificado, e esses bichinhos muito fofos, que não fazem mal a ninguém, os outros é que provocam sempre, tiveram que se esconder de nós e fingir que não existiam.

    A data de 1843 não tem valor nenhum. É só uma âncora virtual, para fingir um pensamento rigoroso. São as tontarias de aqueles, que adoram a ciência exacta, mas que nunca a compreenderam.

    Os ursos são mais inteligentes. Eles nunca desapareceram de Portugal. Nunca.

    E eu não sabia disto.

    E os ursos mais perigosos estão desde o 25 de Abril em Lisboa, no Restelo, no PS e toda a esquerda fascista.

    A dita história do Paulo e de Miguel é só uma aproximação à verdade. Com ciência exacta nadinha tem a ver. Nada.

    Desde o 25 de Abril eles apareceram em masse. E só mortos deixaram o poder.

    O ser humano nada vale. O ambiente vale tudo. É a nova crença comunista!! Filhos da puta e filhos da maldade.

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    • 19 Maio, 2019 12:39

      Os ursos não são muito fofos. Isso é imaginário de peluche.

      Tal não significa que devam ser extintos, pelo facto das pessoas se terem transformado em peluches e do campo só queiram coisas idílicas.

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      • Jornaleco permalink
        19 Maio, 2019 13:43

        @Zazie,
        aqui há um problema de comunicação. Eu não me revejo na sua interpretação. A questão é só esta.

        O ser humano está acima do ambiente?
        Ou é como os perversos mentem, ao contrário?

        Eu lembro, que o ser humano educado, trata de tudo sempre muito bem. Os maus é que não. E os maus agora estão tão malucos, que eles puseram o ambiente acima do ser humano e usam a força e a ditadura, sim já falam abertamente de ditadura para impor e defender só o ambiente, e empobrecer o ser humano, esse que se lixe. O crime está aqui e só aqui.

        O resto são migalhas. Os ursos que se lixem. Eles sabem defender os interesses deles muito bem sózinhos, sem as putas do BE e demais.

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      • 19 Maio, 2019 17:10

        1- Eu sou medievalista

        2- Os seres humanos não estão acima de extinção deliberada de espécies nem precisam de as exterminar para existirem

        Ponto final.

        V. é muito católico para umas coisas mas para esta nem sabe o que diz o Catecismo da Igreja Católica.

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      • 19 Maio, 2019 19:53

        Isto foi um urso que passou a fronteira e já se foi embora.

        Problema são o montão de imigrantes ranhosos,que entram todos os dias por serem “seres humanos” e terem direito a refugiarem-se no nosso Estado Social.

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