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Proponho que se dê o nome “mulher da Lourinhã” a uma rua em Lisboa

27 Agosto, 2019

Não tem nome. Não tem rosto. Procurando bem sabemos que tem 53 anos. É a “mulher da Lourinhã” “baleada na cabeça” durante um assalto. Do seu tio ainda sabemos menos: “não há informações acerca do seu estado de saúde além de que também apresenta ferimentos de bala.” E acabou-se.  A invisibilidade é obrigatória para as vítimas de crimes que não estão na agenda dos activismos. Compare-se este silêncio com o clima criado aquando do assassínio de Marielle Franco para quem a CML procura agora uma rua suficientemente digna para atribuir o seu nome.

10 comentários leave one →
  1. 27 Agosto, 2019 10:17

    Será necessário produzir uma imprensa da verdade que contrarie as fake news oficiais, o discurso de ódio da esquerdalha e o politicamente correcto. Hoje em dia é tão mais fácil do que antigamente … haja ideias e vontade!

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    • 27 Agosto, 2019 11:21

      A capacidade que os jornais e televisões têm de influenciar a opinião pública é tão grande que não pode ser ignorada pelos partidos políticos e por quem os apoia financeiramente.
      Quem está no poder arranja sempre maneira de pagar principescamente os média que o apoiam.

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    • Venderam Portugal permalink
      27 Agosto, 2019 14:32

      Já viste como o observador ficou num instante?
      Começou logo por incluir o pedófilo jaime gama, como uma espécie de senador reverenciado a espalhar “sabedoria” e agora olha para aquela merda… os artigos de quem interessa, Helena, Alberto Gonçalves, Paulo Tunhas e poucos mais, são pagos, e são pagos para pagar as aldrabices do aquecimento global antropogénico e de todo o politicamente correcto, que está sempre acessível.
      Ao menos, antigamente, aos jornais podia limpar-se o cu, ou pelo menos limpar os vidros com eles, agora… são cães do poder da ditadura cada vez menos discreta.

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  2. Nulo permalink
    27 Agosto, 2019 13:13

    A situação aqui no Oeste Selvagem não pode ser aferida pelos critérios normais. Há defacto um manto de silêncio (omertà??) que tudo besunta dando um ar de normalidade badalhoca. Há uns anos, quando me mudei para aqui, depois de estar confrontado com um ultimato “Vai-te embora, o que é que vieste fazer para aqui, não te queremos cá” acompanhado de todo um ambiente persuasor que embora atenuado 5 anos depois ainda se mantêm, desloquei-me a Lisboa e tentei falar com quem tinha na altura escrito um artigo no Observador sobre o rei Ghob! (vivo a +- 1km desse ground zero) e outros OCS com capacidade de investigação, fui gozado!
    Se alguém estiver seriamente interessado poderei debater o assunto “ao vivo e a cores” em situação a combinar, nunca on line.

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  3. pitosga permalink
    27 Agosto, 2019 16:42

    Catanho de Menezes sogro de Mario Cordeiro, Alvaro de Carvalho, Ana Maria Jorge.
    Alguns dos PS importantes que não têm nome na rua (creio).

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  4. JgMenos permalink
    27 Agosto, 2019 20:02

    A canalha esquerdalha empesta o pais!

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  5. lucklucky permalink
    27 Agosto, 2019 20:47

    Jornalismo Marxista a sua função primeira começa por ser a censura a notícias incómodas

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  6. lucklucky permalink
    27 Agosto, 2019 20:57

    Lembrar que não há nenhuma rua com nome de uma vítima do islamismo.

    O apagar da realidade é essencial ao Marxismo.

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  7. Rão Arques permalink
    28 Agosto, 2019 09:06

    Rua!

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