Não se passa nada nem há manifs, nem sequer com generais electrocutados até à morte. Mas se fosse o Trump ou o Rui Rio a dizer uns vocábulos em alemão já passava. Há poucos dias Nuno Rogeiro explicou a impossibilidade de emigrantes votarem, nuns termos tais que num país normal a justiça ia já investigar como é que se chegou àquela vergonha. Na Circulatura do Quadrado da semana passada, Lobo Xavier falou da gestão de tachos a partir das mesas do Café Velasquez, e nada. Isto não é um país, é o fundo de uma fossa.
A Helena Matos e outros blasfemos obviamente colocarão os temas que quiserem.
Já não quero por ora saber de Chegas, Livres, PAN’s e tais, mais conversas da treta.
Não sai um post sobre a manchete do Público de hoje ? “CGDepósitos penaliza reformados e dá bónus de 30% a clientes especiais”.
Como acima escreve LTR, “isto não é um país, é o fundo de uma fossa”.
Guerra, sempre a guerra quanto a estas pessoas concerne.
Li algures que a sr.ª terá dado uma entrevista e contou que voltou à Guiné à espera de maravilhas. Ficou tão dececionada que voltou cá para o burgo.
A guerra será para criar cá o país onde ela nasceu e no qual já não se revê. Como um Ba que aí anda.
Tão lindos que são a lutar pela emancipação da sua “raça/etnia/etc” no país dos “outros” que os acolheram, mas no seu, no de origem, desse fogem a sete pés.
De notar que a minha última frase é tão aplicável à realidade lusa como à de outros países, das chamadas democracias ocidentais.
É tão mau tão mau, que fogem sempre para as democracias, apenas para lhes apontarem as culpas do seu “infortúnio”!
Nos países ricos ocidentais há muitos que se queixam da violência que sofrem dos governos, da escola, da sociedade, da maioria branca, de tudo e mais alguma coisa. Eles sabem lá o que é sofrer ou o que são abusos. Nem se perguntam porque é que tantos arriscam tanto para vir para este Ocidente tão opressor. Porque não tentam a 2ª maior economia do mundo, por exemplo.
Deviam tentar saber os nomes destes e doutros Homens que passam por coisas ainda piores e fazer com eles um memorial ao que custa a Liberdade
Não se passa nada nem há manifs, nem sequer com generais electrocutados até à morte. Mas se fosse o Trump ou o Rui Rio a dizer uns vocábulos em alemão já passava. Há poucos dias Nuno Rogeiro explicou a impossibilidade de emigrantes votarem, nuns termos tais que num país normal a justiça ia já investigar como é que se chegou àquela vergonha. Na Circulatura do Quadrado da semana passada, Lobo Xavier falou da gestão de tachos a partir das mesas do Café Velasquez, e nada. Isto não é um país, é o fundo de uma fossa.
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A Helena Matos e outros blasfemos obviamente colocarão os temas que quiserem.
Já não quero por ora saber de Chegas, Livres, PAN’s e tais, mais conversas da treta.
Não sai um post sobre a manchete do Público de hoje ? “CGDepósitos penaliza reformados e dá bónus de 30% a clientes especiais”.
Como acima escreve LTR, “isto não é um país, é o fundo de uma fossa”.
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Off topic (ou nem tanto):
Alguém quer esmiuçar estas palavras de Katar Moreira:
“Isto sempre foi uma guerra para pessoas como eu”.
Atentem na palavra “guerra”… sem comentários.
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/joacine-katar-moreira-responde-a-peticao-isto-sempre-foi-uma-guerra-para-pessoas-como-eu-499698
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Guerra, sempre a guerra quanto a estas pessoas concerne.
Li algures que a sr.ª terá dado uma entrevista e contou que voltou à Guiné à espera de maravilhas. Ficou tão dececionada que voltou cá para o burgo.
A guerra será para criar cá o país onde ela nasceu e no qual já não se revê. Como um Ba que aí anda.
Tão lindos que são a lutar pela emancipação da sua “raça/etnia/etc” no país dos “outros” que os acolheram, mas no seu, no de origem, desse fogem a sete pés.
De notar que a minha última frase é tão aplicável à realidade lusa como à de outros países, das chamadas democracias ocidentais.
É tão mau tão mau, que fogem sempre para as democracias, apenas para lhes apontarem as culpas do seu “infortúnio”!
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Duvido. Só se um animal fofo morrer na Venezuela é que será notícia, e mesmo assim a “notícia” não pode por em causa o regime Socialista.
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Nos países ricos ocidentais há muitos que se queixam da violência que sofrem dos governos, da escola, da sociedade, da maioria branca, de tudo e mais alguma coisa. Eles sabem lá o que é sofrer ou o que são abusos. Nem se perguntam porque é que tantos arriscam tanto para vir para este Ocidente tão opressor. Porque não tentam a 2ª maior economia do mundo, por exemplo.
Deviam tentar saber os nomes destes e doutros Homens que passam por coisas ainda piores e fazer com eles um memorial ao que custa a Liberdade
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