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Roubar sai bem mais barato

30 Novembro, 2019

A 20 de Novembro, a GNR de Gouveia, dia 20 de Novembro, apreendeu 2,7 toneladas de pinhas de pinheiro manso. De acordo com o estabelecido na lei, é proibida a colheita só podia começar a  1 de Dezembro de 2019 a 31 de Março de 2020. O proprietário das pinhas e repito o proprietário das pinhas  incorre numa coima que pode atingir os 3.500 euros

Ora em Fevereiro deste ano a mesma Guarda Nacional Republicana, deteve três homens, em Montemor-o-Novo que foram apanhados  em flagrante, a furtar pinhas numa propriedade florestal privada.

Aos detidos após terem sido presentes ao Tribunal Judicial de Montemor-o-Novo foi aplicada a pena de  cumprimento de 80 horas de trabalho comunitário ou o pagamento de uma multa a favor dos Bombeiros Voluntários daquela localidade.

Anualmente são furtadas cerca de cinco mil toneladas de pinhas em todo o País.

 

19 comentários leave one →
  1. lucklucky permalink
    30 Novembro, 2019 23:13

    Avisei mas as pessoas inventaram o que não estava escrito…

    Depois uma parte dos “comentadores de direita” choram pelo Salazar num quasi fetiche pela suposta “ordem” logo automaticamente acham perfeitamente normal que o Estado tenha o poder de ordenar quando se pode tirar uma pinha de uma árvore.

    Claro que aquele post explica bem porque é que o PSD e CDS são aquilo que são.

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    • Jornaleca permalink
      1 Dezembro, 2019 01:10

      Um comentário errado e infeliz.

      A generalização é a morte do todos os pensadores.

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      • lucklucky permalink
        1 Dezembro, 2019 02:06

        “parte”

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      • Mario Figueiredo permalink
        1 Dezembro, 2019 09:25

        Não. Um comentário absolutamente certeiro. A direita em Portugal está em lado nenhum e a caminho de lugar incerto. Os tiques da regulação governamental estão todos aí, nas pinhas, no arco governativo desde 1974 e no saudosismo da II República.

        Admito que algumas vezes poderá não ser saudosismo, mas simplesmente a fácil constatação que nos tempos do Estado Novo o país progredia a passo de corrida. É só comparar as obras públicas dos últimos 40 anos com as obras públicas dos 40 anos de Estado Novo.

        Mas o Luckylucky avisou. Foi interessante ver os “comentadores de direita” a defender o direito condenatório do Estado.

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      • Jornaleca permalink
        1 Dezembro, 2019 10:43

        Caro @Mario Figueiredo,
        o meu comentário continua certo, correcto.

        a.
        Vivemos no ano de 2019 e vir agora com o Salazar invicto, não convence. Só aborrece. E Salazar não está aqui para se defender.

        O que é que os eleitores sabem sobre Salazar, fora o que a esquerda mentirosa lhes meteu na cabeça?

        Mentir é um crime. E a esquerda mente, 24/7.

        Não é possível falar honestamente e sem preconceitos sobre Salazar, em Portugal. Isto já prova que o pessoal anda furado da cabeça e intimidado, por aqueles, que cometem práticas sexuais anormais e que gostam de odiar o próximo.

        b.
        A direita está de parabens, inatacável.

        Só que poucos tem a coragem de aplicar o remédio da tão desejada direita. Dói!! O rémedio dói.

        Quem é que educou a malta de hoje, que não tem coragem para nada?

        c.
        O PSD, CDS já nada têm de ver com qualquer direita. Sabido.

        d.
        Esses do 25 de Abril “assassinaram” a direita e não querem uma governação inteligente e excelente. O burro é sempre contra. O ladrão também.

        e.
        A discriminação entre direita e esquerda é uma dos asnos da esquerda. Isso ilude, e é com essa intenção praticada. Leiam os livros de instrucções dos guerreiros do mal (activistas).

        A verdadeira linha é só, entre a inteligência (direita) e os burros e ladrões (a esquerda podre e porca).

        f.
        O comentário do lucklucky continua errada, infeliz. Ele não sabe do que fala.

        Generalizar continua a ser a morte de qualquer pensador.

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      • lucklucky permalink
        1 Dezembro, 2019 11:45

        ..por mim Salazar que fique enterrado, mas volta e meia aqui vejo alguém a chorar pelo Salazar, um tipo que não deixou marca cultural positiva no país a não ser um controlo dos espíritos tão ridículo que a maioria no 25 queriam um Socialismo qualquer. Um Paizinho que quis todos com rédea a curta e por isso ninguém se tornou adulto. Nem sequer percebeu que os salvadores da pátria morrem, que é preciso arranjar continuadores e esses só aparecem se existir cultura em vez de vazio.

        O espírito de aceitar que um proprietário seja proibido de tirar uma pinha de um pinheiro manso é o absurdo patético do Regime Socialista controlar tudo e todos. E é a continuidade do Estado Novo. e claro não há resistência, porque o Estado Novo já tinha ajudado a acabar com a resistência.

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      • Jornaleca permalink
        1 Dezembro, 2019 23:57

        @lucklucky

        Ai está, eu ganhei.
        Você já não sabe pensar, mente, inventa, inculpa os inocentes. Essa é a maior. Você deve ter fumado droga.

        Quem é que quer saber o que você quer?

        Generalizar, inventar, é a morte de qualquer argumento e do pensador. Claro.

        Os tempos eram outros e o senhor doutor lucklucky a mentir como lhe apetece e a desvirtuar.

        Você é que vai ainda chorar por esses tempos, quando se podia deixar a porta aberta e não só.

        Criticar uma coisa, da qual nada sabe, é mesmo fixe. Não é?

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  2. Procópio permalink
    1 Dezembro, 2019 00:28

    A geringonça não inclui a palavra “roubar” no seu cardápio.
    Eu nunca ouvi falar em termo tão desajeitado.
    Suspeito estar na presença de um neologismo.
    Quando se emprega um grande número de palavras, o sentido das frases pode perde-se. Por isso o tipo subtil de censura em voga é perfeitamente justificado, não vão certas pessoas abusar, quiçá inventar termos perigosos que possam criar pânico nos espíritos mais sensíveis. Se me é permitido uma sugestão singela, usem com maior frequência a palavra “inocência” para não ofender ninguém e evitar alarme social.
    No cemitério exige-se silêncio.

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  3. Velho do Restelo permalink
    1 Dezembro, 2019 11:57

    Se vamos ser rigorosos, convém usar as palavras certas!
    Em contexto jurídico “roubar” não é o mesmo que “furtar” :
    » furtar é o acto de se apropriar de algo que pertence a outrem.
    » roubar pressupõe violência para além do furto.

    Quanto à paranóia anti-lei ou anti-regulação, lá porque no tempo do estado novo não
    havia net, e portanto não basta ir ao google espreitar para ver como se fazia nesse tempo, mas se se armarem em ratos de biblioteca encontrarão algumas referências que mostram algo de semelhante ou pior !

    Perguntem aos agricultores da época (se restar algum), como era aquela coisa de ter de declarar cada litro de azeite, vinho ou milho produzido !

    É curioso que o decreto-lei n.º 77/2015, de 12 de Maio, vos perturbe tanto.
    Eventualmente nem sequer têm um pinheiro manso! Eu tive um mas o vento derrubou-o.
    Se o decreto lei incomodar os produtores (maiores de idade e vacinados), podem unir-se e reclamar junto da AR a alteração da lei!

    De toda esta história, o que vale a pena realçar é que o “ladrão” é menos penalizado que o proprietário “infractor”!
    Estando em causa um crime versus uma contra-ordenação, é de facto estranha a desproporção das penalizações aplicadas.

    Mas não sendo eu perito na coisa, parece-me que tudo resulta da queda da venda da justiça!
    Isso da “justiça ser cega” era um logro, pois no presente caso, o juíz tende a aceitar como justificativo do furto, a situação financeira precária do ladrão, enquanto que na contra-ordenação, o réu é um proprietário (supostamente rico), que vai facturar uma nota preta pelos pinhões!

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    • Jornaleca permalink
      2 Dezembro, 2019 00:11

      Você não usou as palavras certas.

      Definições não são leis em pedra.
      Definições não tem poder nenhum.

      Você nem sequer dabe definir correctamente, de um ponto de vista científico.

      Uma definição é só uma conveniência. Mais nada. Para entender o pensamento, a mensagem do próximo.

      Contexto juridico? LOL.

      Não é a definição que manda.

      Vá dividir cabelos, que lhe dá melhor.

      Aristóteles não sabia definir. Não é o rótulo que tem o poder sobre o significado, mas só e sempre o conteúdo. Enquanto não compreender isto, divide cabelos. O trabalho mais inútil.

      O caro @jppch que apanhe as pinhas que queira, mas não se deixe apanhar. Fazer tal igual aos javalis e aos ciganos. Ponto final.

      Quem é que liga à conversa dos burros e asnos, do Largo do Rato? Nem os burros seguem as próprias regras.

      Os eco-fascistas andam a viver muito, muito bem e a poluir o ambiente, pior que dantes. As novas leis são só para a plebe. É sabido.

      As leis dos eco-fascistas que se fodem.

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      • 3 Dezembro, 2019 10:17

        Já tu sabes tudo, e até escreves com as letras trocadas para se entender melhor! “Os burros” têm de ter uma grande imaginação para adivinhar o que queres dizer …
        E não te esqueças do cato (não é gato)!

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      • Velho do Restelo permalink
        3 Dezembro, 2019 10:23

        Mas deixa-te de m3rda5 filosóficas, e conta aqui à malta porque é que mudaste de “jornaleco” parvo para “jornaleca” parva ?
        Apareceram-te umas mam0cas ou o pendente entre-pernas caiu por falta de uso ?

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  4. jppch permalink
    1 Dezembro, 2019 15:24

    Não era minha intenção de comunicar assim …. Contudo face à grande pertinência do post, e porque vou associando a minha vida académica com a vida rural… tenho de deixar,ainda que de formas soltas e muito pouco sistemáticas o seguinte:
    -Onde está o ICNF? Lisboa, e os seus doutos conhecedores da realidade do Interior…
    – Em que bases científicas se sustenta a sua actuação?
    – Porque é que tenho de obedecer a uma lei palerma que me diz que na minha propriedade posso ter de apanhar pinhas, somente num prazo legalamente preciso?
    – A apanha das mesmas está sujeita ao surrealismo de eu não poder dispor d o que é meu, mesmo que não queira comercializar?
    – E se os doutos do ICNF apanharem com um javali pela frente ( e dar cabo do carro que é património do estado)…. Que dá cabo das culturas agrícolas quando a densidade deste animais é grande… vai-me esse douto mudar a legislação quando vir um porco ou uma porca à frente, capaz de fisicamente dar cabo dele?
    – Porque não deixar o mundo rural ( e as autarquias) decidir sobre um contexto que só elas conhecem?

    Por último… porque não tenho a mínima liberdade de colher pinhas e retirar pinhões das mesmas, sem que a mer** do estado meta o focinho na minha vida… já que mais não seja para haver pinhões na mesa de Natal

    Desculpem o desabafo… que sobre isto muito mais havia a dizer

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    • 1 Dezembro, 2019 17:30

      Jppch, entendo a sua indignação, mas algo me diz que não leu o decreto-lei n.º 77/2015, de 12 de Maio, e lhe garanto que com metade do tempo que usou para escrever o seu comentário, teria lido pelo menos a parte introdutória, e talvez percebesse como alguns dos seus argumentos ficariam menos brilhantes.
      Pessoalmente continuo a pensar que a culpa é do bolo rei e do consumismo associado ao Natal! Não fora isso, e ninguém teria tanta pressa em colher os pinhões … mas isso é só a minha visão isenta da coisa, pois não uso as palas de nenhuma igreja nem capela.

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      • jppch permalink
        3 Dezembro, 2019 19:51

        Li o DL 77/2015 de 12 de Maio, e só me fundamenta que quem o formalizou não percebe nada de nada..não é Lisboa que me dizem quando apanho, quando é Natal… sim perspectivando a partir da capital, talvez a culpa seja do bolo rei. … e a matéria prima tem tanta aplicação para além disso… (e muito mais bem paga(

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      • jppch permalink
        3 Dezembro, 2019 20:12

        Sugiro tão somente a leitura de “Quando os lobos uivam” de Aquilino Ribeiro… estão lá muito dos fundamentos da dispersão do pinheiro bravo, em zonas inóspitas, a sua disseminação ( e as pinhas não obedecem a disposição legal) e a porcaria de meia dúzia de pinheiros mansos estão sobre a marxista intervenção do ICNF,

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    • Jornaleca permalink
      2 Dezembro, 2019 00:15

      O caro @jppch que apanhe as pinhas que queira, mas não se deixe apanhar. Fazer tal igual aos javalis e aos ciganos. Ponto final.

      Quem é que liga à conversa dos burros e asnos, do Largo do Rato? Nem os burros seguem as próprias regras.

      Os eco-fascistas andam a viver muito, muito bem e a poluir o ambiente, pior que dantes. As novas leis são só para a plebe. É sabido.

      E sobre isto é que era bom falar, e falar profundamente. Isto é uma das maiores, senão a maior vigarice de todos os tempos, e já está a doer a muitas pessoas. E a esquerda drogada, putana, criminosa, ladrona, está completamente envolvida nisto.

      As leis dos eco-fascistas que se fodem.

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      • jppch permalink
        3 Dezembro, 2019 20:02

        O ICNF é filho e não bastardo do Largo do Rato… mais não quero dizer… que consumia a cabeça às pessoas… diga-me quem naquele antro sabe o que é um pinhão? diga-me quem nesta “merda” climática sabe o que se Há ou não há de plantar, sejam as espécies autóctones ou não mas que podem ter um output positivo no ambiente…. no Largo do Rato e seus apêndices (ICNF) não sabem mas fazem que fazem… sem querer ser mal educado apetece dizer PQP, estes gajos, iletrados, sem sustentação científica, mas assentes num tacho proporcionado pelo Largo do Rato… um cartão de partido dá muito jeito, nem que seja para fo*** todo o interior

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      • jppch permalink
        3 Dezembro, 2019 20:15

        Sugiro tão somente a leitura de “Quando os lobos uivam” de Aquilino Ribeiro… estão lá muito dos fundamentos da dispersão do pinheiro bravo, em zonas inóspitas, a sua disseminação ( e as pinhas não obedecem a disposição legal) e a porcaria de meia dúzia de pinheiros mansos estão sobre a marxista intervenção do ICNF,

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