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Regras de vida num país governado à esquerda: quando a autoridade desaparece a pancadaria instala-se

3 Janeiro, 2020

Casal de médicos sequestrado por doente no Hospital de Setúbal

Depois de ter agredido médico em Moscavide, doente insultou outro clínico no Prior Velho

Médica agredida com violência na urgência do hospital de Setúbal

 
Funcionário de escola agredido por dois adolescentes

Professora agredida por pais de aluno em escola do Entroncamento

5 comentários leave one →
  1. 3 Janeiro, 2020 12:44

    É assinalável que para muitos portugueses não é reprovável bater em quem trabalha para o Estado. Bater em professores já não é socialmente reprovável; agredir enfermeiros é bastante aceitável; socar médicos é sobradamente justo.

    É o que há, é o que temos. Foi onde chegámos.

    Daqui por uns tempos queixar-se-ão da falta de profissionais qualificados (daqueles que dispensam o cartãozinho de militante) no ensino, na saúde, na administração…
    Reclamarão – não tardará muito – da necessidade de recorrer ao privado na saúde, ao particular, cooperativo e religioso no ensino, do pagamento no notário…
    Bem feito!, digo eu sem pensar muito. Na verdade, dói-me chegar a esta conclusão e só peço a Deus que me perdoe a injustiça deste desabafo face a todos aqueles que não o merecem.
    Face a todos aqueles a quem só resta a Pátria portuguesa como propriedade. Uma Pátria que não lhe poderá oferecer nada. Mesmo nada.

    É preciso dizer que a rapaziada da política tem muita, muita, muita responsabilidade nesta situação. De há muito tempo a esta parte que se percebe que o importante é ganhar eleições. Mesmo que isso implique satisfazer todos os burgessos cá da praça.

    E upa, upa! que bem que os burgessos cá da praça têm sido redondamente seduzidos por populistas, demagogos e desenvergonhados a coberto de discursos supostamente liberais, alegadamente justicialistas… na verdade, um bodo a todos aqueles néscios cujos sentimentos são intrinsecamente invejosos.

    Agora que se faça muita atenção: com o caminho que as coisas levam, alguém que prometa reverter esta situação numa legislatura, está claramente a ser demagogo. O caminho que as coisas têm levado já é longo. Revertê- lo já será uma tarefa para uma geração.

    Habituemo-nos, pois.

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  2. joaquim permalink
    3 Janeiro, 2020 12:53

    É o novo mundo do progressismo e do politicamente correcto e do pós modernismo . Vale tudo, cada um por si, a regra é a desordem, a anarquia , a falta de respeito e moral. Retiraram autoridade aos pais, aos professores, à família, à escola, ás entidades que servem a população, à policia etc. E fizeram a apologia das minorias com diretos acima de tudo e de todos e sem obrigações, da amoralidade e da falta de respeito mutuo. É assustador ver as novas gerações a serem criadas neste clima, ver miúdos a gritarem que lhe roubamos o futuro, a exigirem isto e aquilo, a serem instrumentalizados pelos activistas de esquerda nas escolas com os diferentes géneros e sexualidade à descrição. A barriga é minha, faço sexo com quem entendo e quando me apetece, mudo de sexo se quiser, denuncio os meus pais que são retrógrados, na escola aprendo o que quero e não o que o professor ensina, e se ele me der negativa os meus pais vão atrás dele. É isto o Portugal do futuro..

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  3. Portuga permalink
    4 Janeiro, 2020 01:01

    Os ex-agentes, vivos, da ex-DGS ou PIDE, como agora se diz, estão a fartar-se de rir desta palhaçada.

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  4. Daniel Ferreira permalink
    8 Janeiro, 2020 10:29

    Convenientemente, esquecem-se de listar os casos de violência e violação dos direitos dos cidadãos perpetrados pelos mesmos “protegidos do funcionalismo público”, pagos pelos impostos de todos nós:

    o médico que violou 5 grávidas em hospital público durante 3 anos e o médico incompetente protegido pela Ordem durante 6 anos
    os bombeiros que recusaram serviço de emergência motivos pelo racismo
    os polícias que realizam revistas e agressões ilegais, protegidos pela estrutura
    as assistentes sociais que forjaram relatórios, destruindo uma família vitima de violência domestica, movidas pela inveja
    o professor do público que agrediu um aluno até à entrada em hospital
    o juiz que reduz a pena a um violador, com base na falta de gritos da vítima

    Esta é a 2ª regras de vida num país governado à esquerda: quando a responsabilização desaparece a pancadaria instala-se

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